Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
O Centro de Eventos da Secretaria Municipal de Educação foi palco da segunda edição do projeto Viva Ciência. Aproximadamente 2000 alunos do sexto ano do ensino fundamental das escolas municipais de Campinas participaram do evento. O Viva Ciência é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, por meio do PIP, o planejamento estratégico institucional participativo e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unicampação do Museu Exploratório de Ciências. A gente faz esse evento com os alunos de sextos anos, que são os alunos que estão chegando no Fundamental dois, com a ideia de provocar neles esse e alunos e alunas, né, esse desejo por desvendar as questões da ciência. Então, a gente traz os alunos pro aqui para esse momento, para essa vivência. Eles chegam, nem imaginam o que eles vão encontrar aqui, mas chegam aqui cheio de curiosidades e saem mais curiosos ainda. Acho que o nosso objetivo é esse. Os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar a ciência na prática em 14 oficinas interativas que unem experimentação, conhecimento e criatividade. A gente traz aí desde o câncer tera, que tem uma eh uma ciência super avançada, super tecnológica, voltado para diagnóstico precoce de câncer. A gente fala dos biomas, então a gente tem muitas atividades da área da biologia, da física, eh, e aí a gente vai da química, né? E nós vamos passando por todas essas áreas do conhecimento por meio de oficina. Eles vão participando de oficinas, de eles vão vendo as exposições, a gente chama de atividade mão na massa, onde eles vão construindo ali, vão participando das atividades. Uma das atividades que mais fazem sucesso com a garotada é a construção dos foguetes feitos a partir de garrafas Pets. Uma iniciativa que visa despertar de forma prática o interesse dos alunos pela engenharia e pela física. A gente tenta passar alguns conceitos de física de forma bem fácil. Então a gente explica algumas coisas de energia, como por exemplo, eh, como o ar ele vai e a água vai poder criar impulsão pro foguete, alguns conceitos de resistência do ar, algumas coisas mais básicas assim para gerar curiosidade. E a gente sempre tenta instigar os alunos a perguntar, então a gente, ah, o que você acha que quais são as partes importantes do foguete? Por você acha isso? Porque a gente vai usar água. Então, a gente sempre tenta eh instigar eles a a perguntar, a refletir sobre o que eles estão fazendo e além da parte lúdica deles fazer na mão na massa, construírem foguete e tem sempre tem essa empolgação, essa essa felicidade que ele sempre t de lançar o foguete, tentar acertar o alvo ali. Então é bem bacana. O que mais atenção foi os foguetes e os carros de corrida. Ao mesmo tempo que você aprende, você também se diverte. Um foguete. Por quê? Porque ah, primeira vez, né, que eu vejo um foguete. Foguete é legal. Legal. Por que chama atenção? Não é todo dia que a gente vê uma garrafa pet voando, né? E outra, tipo assim, a gente mesmo que monta nosso próprio foguete. Então, uma coisa que desperta na nossa mente, a gente montar nosso próprio foguete. Pelo segundo ano, a professora de ciências da IMF, Padre José Narcísio Vieira Irenberg, participa do Viva Ciência. Acho muito importante, né? Acho muito legal eles estarem eh tendo conhecimento também com institutos que fazem ciência, né, o Cepen, a Unicamp. Então é vivenciar a ciência fora da escola, fora da sala de aula, né? Ver na prática as experiências. Acho fascinante, bem legal mesmo. A gente traz pra discussão essa questão da ciência na prática para que eles entendam que a ciência faz parte do cotidiano, né, e perpassa por toda nossa vida. desde a questão da vacina, a questão da da preservação ambiental, a questão de todo esse esse ecossistema aí que a gente vive, né? Então assim, uso racional da água, o cuidado com com o ambiente. Então a gente tenta fazer com que isso seja o mais próximo deles possível. M.