Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
A quadra da PAI Campinas virou palco de aprendizado, inclusão e troca de experiências. Atletas atendidos pela instituição participaram de uma clínica de basquete com um convidado mais do que especial, o ex-jogador da NBA, Anderson Varejão, que construiu uma carreira internacional de destaque e hoje atua como embaixador das Olimpíadas Especiais Brasil. Primeiro de tudo, é sempre muito bom estar no Brasil, né? Eu que moro, moro fora, moro em Cleveland, Estados Unidos, poder voltar ao Brasil, voltar, estar aqui em Campinas hoje com toda a garotada aqui do Special Olympics, né, da Olimpíadas Especiais, para mim é uma honra muito grande. Me sinto feliz poder voltar com Clevan Cavaliers, eh, eu que sou embaixador das Olimpíadas especiais, de poder estar próximo, né, sentir esse calor humano deles, abraçar, né, beijar, brincar um pouco, mostrar um pouco da minha da minha história, aprender com eles também, né? não tem nada que eh cativa mais do que os sorrisos, né, e a vontade de estar aqui deles, mas eu gostaria que eles soubessem que a felicidade deles, a como eles se sentem de eu estar aqui hoje, né, um atleta que tive a a uma carreira internacional, é o mesmo prazer que que eles têm, eu tenho de poder compartilhar com eles a minha experiência, a minha carreira e viver um dia aqui de de clínica, de basquete, que eu acho que é muito importante para eles Também durante a clínica, Varejão comandou exercícios de aquecimento com fundamentos do basquete, além de atividades em quadra. De acordo com o atleta, a maior motivação do projeto é, acima de tudo, oferecer carinho aos participantes e receber esse carinho de volta. A gente sabe que também é uma clínica, é um dia, a gente vai aprender algumas coisas, eles vão aprender algumas coisas, a gente vai aprender com eles, né, que eh querendo ou não, eles ensinam muito pra gente, né, com essa com essa energia que eles têm. Isso é muito importante para para mim. Isso me fortalece, me faz uma pessoa melhor. E eu acho que o mais importante é interagir. Até falei com eles no final, ó. A gente aprendeu basqu um pouco de basquete hoje a gente se conheceu um pouco melhor, vocês interagiram e fizeram uma uma clínica de basquete diferente. No final todo mundo ganha, por isso que a gente deu a volta olímpica, né? Agradecendo a todos que estavam aqui. Eu falei com eles da importância também de agradecer aos aos fãs, né? A quem acompanhou aqui, quem estar aqui com a gente. Então, acho que é é isso é o que vale mais. Para pai, ações como essa fazem a diferença dentro e fora das quadras. Então, além da alegria, que é notório, eh é muito além da experiência em si com o basquete aqui. Então, eh, eles, a gente fala sobre o protagonismo, sobre essa alegria, né, que o esporte traz, eh, sobre a inclusão social e sobretudo eu acredito que a quadra ela fala um pouquinho para nós sobre aquilo que é a nossa grande luta, que é que a pessoa com deficiência seja vista na sociedade pelo seu próprio potencial. Então, acredito que hoje o evento ele traz essa grande marca para nós. Então, a gente trabalha muito o esporte aqui dentro, oportunizando os nossos alunos, atletas, né? E isso é uma consequência, porque essa clínica que o Varejão está fazendo com a gente aqui é uma parceria com a PAI de Campinas, com as Olimpíadas Especiais e com o Crível, né? Então, oportuniza esses meninos até a inclusão esportiva. Para quem participou, fica a certeza de que o esporte pode transformar realidades e aproximar pessoas. Participar também ajuda todo mundo junto. Quem quem está aqui ficou sentado também participou também. E como que foi essa experiência para você? Ah, para mim a gente faz coisas. A gente a gente ajuda um outro para fazer, a gente ajuda mais pessoas. E antes dessa experiência aqui hoje, você já conhecia o Anderson Varejão? Já conheci lá no exclusivo na inauguração da da quadra de Valinhos lá e também conhecia ele também pela internet, acompanhava o jogo. Já conheci o esporte, já gostava do basquete também e ter ele aqui é como ídolo, né, do basquete internacional. É, te inspira também a seguir no esporte? inspira bastante, quer jogar para fora, queria também ser jogador famoso, já tive esse sonho bastante.