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Um grupo de 27 alunos, professores e monitores do curso de ciências biológicas da Unicampinas. Durante a visita, os estudantes acompanharam de perto diferentes espécies de borboletas e mariposas, além das lagartas em uma das áreas de conservação mais importantes da região. No campo, os alunos colocam em prática os conteúdos aprendidos em sala de aula. Há muitos anos, quando a gente dá essa disciplina, seja para pós-graduação, seja para graduação ou para curso aberto, a gente acha que é importante ter uma imersão dos alunos num ambiente para ver borboletas, mariposas, insetos ao vivo. E a matração de Genebra, né, que aqui é o lado da universidade da Unicamp, ela é muito atrativa por causa disso. Nós estamos praticamente a 15, 20 minutos de distância. Há uma facilidade. Eh, tanto a fundação quanto o pessoal daqui é muito aberto e e incentiva esse tipo de atividades. Então, eh, não há por não fazer essa visita mesmo que rápida, né, para as pessoas conhecerem, verem as plantas, verem as lagartas, verem as borboletas voando, se alimentando. E quando a gente fala dos diferentes tipos de borboletas, diferentes grupos, explicar cada um com material vivo. A iniciativa faz parte de uma disciplina de férias voltada ao estudo das borboletas. Durante a atividade, os estudantes observam as diferentes espécies e o ciclo de vida desses insetos. A mata de Santa Genebra já catalogou mais de 700 espécies de lepidópteros e abriga desde exemplares mais comuns até espécies raras com poucos registros. O local também abriga o borboletário Santa Genebra, inaugurado em 2005 com uma área de 3.000 m² voltado para pesquisas científicas e educação ambiental. É uma dedicação diária, né? Elas demandam um cuidado diário, tanto pra gente coletar lagartas lá dentro do viveiro para trazer pra sala de criação, né? A troca, a limpeza dessas desses potes, né? Colocação de folhas frescas, elas precisam sempre estar com folhas frescas, né? O controle com relação à parte de pragas que podem estar dentro do viveiro, né? A gente também quando tem necessidade faz coleta de matrizes fora da de fora, né? dentro da mata, fora do viveiro, para que a gente reponha alguma espécie que tá necessitando. Para a Fundação José Pedro de Oliveira, responsável pela gestão da área, ações como essa reforçam o papel da Mata de Santa Genebra como espaço de ensino, pesquisa e conservação ambiental. Então são dezenas de pesquisas. Só no ano 2024 tinha um patamar de 24 pesquisas científicas sendo feitas. Isso superou os 30 agora no ano 2025. Então a gente tá numa ascensão do número de pesquisas e aulas como essa que acontecem de rotina. Pessoal da Unesp de Rio Claro já veio aqui, pessoal da PUC vem muito aqui, pessoal da Unicamp, alunos de vários cursos. Então, a importância é muito grande, tanto para conscientização e educação ambiental, quanto para agregar ao conhecimento sobre as espécies que ocorrem aqui nesse nessa principal eh vegetação de Mata Atlântica de todo a o segundo maior floresta do país e a principal de toda a região metropolitana de Campinas. Além de funcionar como laboratório vivo para universidades e escolas, o borboletário busca aproximar o público da natureza, usando a beleza das borboletas como ferramenta de conscientização. Borboletário, ele é muito antigo, ele é do começo dos anos 2000, quer dizer, ele tem mais de duas décadas de funcionamento. Isso é muito acúmulo para a compreensão da biologia dessas peças, né? Nós temos autorização para eh manejar no no borboletário algumas algumas dezenas de borboletas entre as 706 borboletas que ocorrem na Mata de Santa Genebra. Para os alunos, a experiência vai além do aprendizado teórico e amplia o contato direto com a biodiversidade local. A primeira vez no borboletário. Eu achei que é um espaço muito agradável, assim, muito organizado, que a gente consegue ver diferentes espécies de borboleta, a gente consegue ver lagartas, eh, os monitores, eles ajudam a gente na identificação das espécies também. Eu achei uma visita muito interessante. A visita foi muito interessante, a oportunidade de conhecer o borboletário, eh, e ter um contato bem grande com as borboletas aqui. Acho que realmente tem essa essa visão da prática, né? a gente aprende muito a teoria, então poder ver como ela se interagem com a natureza, ver realmente um projeto de preservação, conservação ambiental, isso é muito importante. Eu sou voluntária aqui na Santa Genebra, eu já conhecia, mas é realmente bem diferente é o conteúdo que a gente aprendeu hoje do que eles passam pras crianças. Então, foi um conteúdo muito mais amplo.