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29 views Publicado 27/01/2026 HD · 1:04:34

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Cai o número de vítimas fatais em vias urbanas com radares em Campinas. Frente Parlamentar da atividade delegada realiza balanço dos trabalhos do ano de 2025. O valor das emendas impositivas de 2026 corresponde a R$ 3.400.000. Desse [música] valor, 50% deve ser destinado à saúde. E a vereadora Fernanda Solto, em entrevista explicou como irá administrar esse orçamento. [música] [música] [música] Olá, boa tarde. Terça-feira, 27 de janeiro de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela. é o 978293776 ou você tem a opção de enviar a mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da metrópole. As vias urbanas de Campinas com radares registraram queda no número de mortes. Os radares de trânsito estão ajudando a salvar vidas em Campinas. Um estudo recente da INDEC, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas mostra que em 32 pontos, onde novos equipamentos foram instalados ou remanejados, o número de mortes despencou. Antes da fiscalização, foram registrados nove acidentes fatais nesses locais. Após a instalação, esse número caiu para dois, uma redução impressionante de quase 78%. Autor do levantamento comparou o histórico de acidentes antes e depois da chegada dos radares num raio de 100 m de cada equipamento. O resultado geral aponta uma queda de 44% no total de acidentes. Sem dúvida um ganho muito grande, né? Porque você imagina uma redução, né, como essa de mortes é algo muito importante pra cidade, né? São vidas que estão sendo salvas. E é importante salientar que o radar ele tem esse objetivo realmente, não é simplesmente multar as pessoas. Mas é educar a população, é orientar para que esse tipo de de incidente que traga um prejuízo grande para as pessoas, muitas vezes são sinistros que levam até a morte. Então nós queremos reduzir isso realmente. A fiscalização eletrônica em Campinas hoje conta com 144 pontos que monitoram não só o excesso de velocidade, mas também o avanço de sinal vermelho e desrespeito à faixa de pedestres. Os dados comprovam onde a fiscalização aperta, a segurança aumenta e mais vidas são preservadas. Quando a população ela respeita a sinalização, o ganha para ela mesma. É claro que a gente sabe que não são todas as pessoas que desrespeitam a sinalização, até porque menos de 1% dos veículos que passam pelos equipamentos eletrônicos são autuados. Então, uma parcela muito pequena da população que comete infração, mais que infelizmente essa pequena parcela ainda traz muitos prejuízos. para as pessoas que fazem uso das vias. A Avenida John Boy Dun Lope recebeu 14 dos 32 novos pontos de fiscalização eletrônica e a medida gerou resultados imediatos na segurança viária com uma redução de 50% nos acidentes, caindo de 70 para 35 casos, considerando o período antes e depois da ativação dos radares. É uma via muito extensa, como todos conhecem, né? E ao longo dessa via, nós temos vários pontos de de fiscalização, justamente por conta das condições muitas vezes inseguras. Em virtude, nós temos eh muitas travessias, nós temos eh devido a utilização do BRT, né, nós temos muito muitos pontos de travessias de parada. Então, nós utilizamos o equipamento de fiscalização para dar segurança para as pessoas que fazem uso dessa via. Os números da John Boy Dom Lope impressionam. Antes eram cinco mortes, agora nenhuma. Os acidentes com vítimas caíram 24%, enquanto as batidas sem feridos recuaram quase 63%. O índice de atropelamentos também caiu para zero num raio de 100 m dos radares. Então, pelos resultados que nós obtivemos, né, foi muito positivo porque dentre esse estudo, utilizando essa metodologia de 100 m antes e e depois, nós não tivemos nenhum óbito em função dos sinistros. Então é um ganho muito importante, né, para pra própria cidade, porque vidas estão sendo salvas em virtude da fiscalização eletrônica. Amanhã às 9 horas da manhã, na Praça José Paulino Ribeiro, no Jardim Bassoli, acontece uma apresentação gratuita do espetáculo Olorumê, uma história eubá. E a própria artista faz o convite a você. Olá, pessoal. Eu sou Aô, sou atriz, arte educadora, pesquisadora. Faço mestrado em Artes da Cena Unicamp. Sou contadora de histórias e participo do grupo Oriqui. E em nome do grupo, eu venho aqui convidar vocês a assistirem ao espetáculo Olorumê, uma história yorubá que acontece amanhã, quarta-feira, dia 28 de janeiro, às 9 horas da manhã, na quadra da Praça José Paulino Ribeiro, no Jardim Bassoli, em Campinas. O espetáculo é gratuito e possui acessibilidade a Libras. Após o espetáculo, faremos um debate, um debate espontâneo para quem se sentir à vontade, com a temática da cultura iorubá, uma cultura africana. Tanto o espetáculo quanto o debate farão parte da minha pesquisa de mestrado. Esperamos vocês. Venham. Meiodia, mais 7 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta terça-feira. E a partir de quando você se sentiu uma pessoa adulta? Foi uma idade quando, por exemplo, chegou aos 18 anos assumindo a maioridade ou algum fato e evento que te fez perceber que não era mais um adolescente. Bom, uma pesquisa conduzida pela Universidade de Cambridge identificou que o cérebro só chega à fase adulta por volta dos 32 anos. Bom, sobre as tomadas de decisões que precisamos fazer na vida, os desafios, problemas, eu converso agora com a Aparecida Tavares, ela que é psicóloga. Então, Aparecida, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal. E essa pesquisa te surpreendeu? Que avaliação ou que significa, né, o cérebro chegar à fase adulta depois dos 30 anos? Seja bem-vinda e uma boa tarde. Grata a maravilhoso convite, essa maturação cerebral, ela está mais tardia. Vale a pena a gente pensar sobre quais são os impactos disso sociais. emocionais, relacionais. E diante do lugar que falo, eh, dentro daquilo que acredito na na minha base científica, a gente vai poder perceber que essa maturação cerebral, ela tem muito a ver com o ambiente. Eh, se nós pegarmos aí a geração X, a geração Y, o que que a gente vai perceber? E a geração Z? que houveram algumas mudanças comportamentais no ambiente social e familiar. E isso sim traz um grande impacto sobre essa maturação cerebral. Nós somos seres em relação Aparecida, sobre essa mudança que você cita, né? A impressão que eu tenho é que antigamente a vida ela era mais bem definida. Então, por exemplo, aos 18 anos, a pessoa já era considerada adulta. Com 20 e poucos anos já estava casada. Com 30 anos já tinha três, quatro filhos, casa própria. Aos 50 anos ainda estava na mesma empresa e já tava muito próximo da aposentadoria. E hoje a gente sabe, esse padrão, ele se alterou. Hoje a sociedade ela tá muito mais heterogênea, né? De fato, a sociedade mudou. Eh, se sim isso é positivo, como é que você enxerga o padrão que tinha antigamente aos 18 anos? Já assumi responsabilidade, já casava. Hoje a gente fala que é muito cedo, mas pra época talvez não fosse. Isso de fato se alterou? É uma mudança positiva. Hoje o jovem de 18 anos, ele enxerga isso que eu acabei de dizer como uma forma muito distante. Como é que você enxerga isso? Sim, como uma patologia social. Por que uma patologia social? Como você trouxe, se a gente for pensar na minha geração, geração X, o que que nós tínhamos? É toda uma preparação para essa vida social. Nós somos seres eh sociais por natureza. E a civilidade, a civilização necessita de ordem para progresso, né? Se a gente for pensar o que que é a ordem, gente, o que que é o progresso de um país, um país que pensa, um país que se relaciona, né, com as diversas interfaces sociais, seja na família, seja na igreja, seja na faculdade, na escola, no emprego. E hoje nós estamos tendo aí uma imaturidade social e relacional. E isso vem de uma patologia social. As construções, os valores, né, que a nossa sociedade tem implantado. Se você pega, por exemplo, uma criança aqui no Brasil e uma criança lá na China, por exemplo, né? uma criança lá nos Estados Unidos, o a questão cultural conta muito. O avanço tecnológico é um dos impactos que nós temos, né, com essa aceleração do pensamento em conteúdos cada vez mais descartáveis. Por exemplo, o teu, a tua apresentação hoje com essa pauta é fundamental, mas quantos querem falar sobre isso? Infelizmente são poucos. Eu já parabenizo vocês aí. Não, nós que agradecemos a a sua participação, que é de grande valia, né? Porque claro que chama atenção quando sai este estudo, né? Fala: "Opa, como que o cérebro chega só à fase adulta após os 30 anos?" E Aparecida, eh, a gente pode colocar e em dois campos essa pesquisa. De um lado tem o componente da biologia, porque foi realizado um estudo, foi identificado que aos 32 anos acontece esta grande mudança. Mas e aí? Pronto e acabou ou dá para sair da biologia e explicar e entender o que acontece? Sim. Eh, nesse campo biológico, a gente teria assim as grandes teorias do comportamento e desenvolvimento humano, como Vigotsk, como Jean Pag, né, e outros Cberg. E hoje se a gente for pegar, por exemplo, PAG e jogar no comportamento humano, você vai ver que o bebê de 0 a 2 anos já não é o mesmo. Então, o que que a gente acredita? que nessa interação social está ocorrendo mudanças. Então, os papéis sociais, por exemplo, vamos começar no primeiro núcleo social, a família, né? Qual a família, qual o exemplo que nós temos hoje para dar de família? Hoje nós temos diferentes modelos, eh, famílias que estão aí, eh, de segundo, terceiro casamento, eh filhos que muitas vezes não sabem sequer a referência de quem é o seu pai, né? Eh, são criados por terceiros. Eh, essa condução, por exemplo, até mesmo do nosso nível escolar hoje, as exigências que nós temos. Então, nós temos a integração a eh de desse componente indivíduo, a sociedade, que é o ambiente, e as relações interpessoais dele. E essa eh interação que ele faz consigo mesmo através dessa maturação cerebral. Eu concordo que essa biologia ela vai sofrer as influências, sim, desse ambiente social. E aí vale a pena a gente pensar por que as regras mudaram, a quem importa essa mudança de regras, principalmente num país o qual nós temos tantas riquezas e quais são as informações? a gente tá recebendo muita informação, mas essa informação está trazendo formação. Formação inclusive pra gente dar conta lá na hora do voto, porque o nosso voto ele é importante. Por que que ele é importante? Ele é importante porque ele vai trazer as diretrizes principalmente paraa educação dessa população. Então, se essa criança vai paraa escola, vai para um CI, esse adolescente, né, está nesse ambiente, ele é estimulado a uma consciência crítica, a uma consciência política, vale a pena a gente repensar. Eu fiz só um recorte para você entender os impactos, né, da gente ter alguém indo para adultez aos 32 anos. Gente, eu vou te dizer uma coisa, meu querido telespectador. O tempo não espera e o nosso país vai se enfraquecendo por falta de estímulos, né, de usar a tecnologia em prol da vida, da ciência. do desenvolvimento de grandes potenciais que nós temos no nosso país. Ô Aparecida, você falou algumas coisas interessantes, né? Como, por exemplo, a quantidade de informação que nós temos hoje, o que talvez pode ser um excesso, mas em contrapartida, a questão do avanço tecnológico que veio para ficar, e essa é uma discussão que todo mundo tem feito, né? o excesso de telas, o quanto ele pode ser benéfico, o quanto que ele encurta distâncias, pode auxiliar as crianças, mas que o acesso tem sido um problema. Então eu quero citar isso também, de que maneira este avanço tecnológico ele entra nessa nossa pauta e também sobre a questão do imediatismo, porque na rotina que a gente vive hoje de correria, as coisas são muito imediatas. Isso tem algum impacto? Sim, tem grande impacto, né? E no imediatismo, eu quero o quê? Acionar essas áreas cerebrais, né, de prazer. É dopamina, né? [risadas] É muita dopamina. E o que que a gente precisa entender? Que nós temos um cérebro, eu falo porque eu sou neuropsicóloga, só para fazer esse gancho com você, que enquanto indivíduo eu preciso entender como que eu me estimulo, né? Ah, aquilo que eu fico ali de repente, né? eh, nos no TikTok passando, no Instagram, no Facebook, no Twitter, como que eu que eu que eu estou tendo essa relação com essa tecnologia que vem também pro nosso bem. Eu tô aqui em Goiânia, você tá aí. Olha só que maravilha a gente poder falar. esse eh na verdade tecnologia, a IA que vem, né, trazendo grandes avanços, principalmente na área da medicina, das neurociências, né? Eh, como fazer o bom uso disso. E aí eu volto, gente, a nossa formação, né? O que que eu tenho como modelo? Eh, não vamos demonizar, né, a tecnologia. Eu acho que não é por aí. né? Eh, é o como. E aí eu volto a dizer, a nossa sociedade precisa rever conceitos, ponderação pra gente fazer desses recursos tecnológicos o melhor, até entender que eu não preciso ser imediatista. Por exemplo, eu vou eh eu atendo também muitos adolescentes, né, tardios, e a gente vê que eles estão muito embuídos nos jogos. Eh, será que é os jogos que são o problema ou é a minha falta de controle inibitório, de tomada de decisão para me reorganizar na vida e saber assim: "Olha, eu vou tirar X momento para estar aqui no entretenimento, né, no meu hobby, mas isso não quer dizer que a gente tenha que inverter e colocar isso com a maior parte do tempo." Eu te faço um convite, você que tá aí, né, nos ouvindo, olha pro teu relógio e e divide ele aí no tempo, que tempo você tem dado para estudar, eh, para se relacionar e e até mesmo presencialmente, sair do virtual, ter contatos, né, de toque, de pele, de olho no olho, né? E se eu estou comunicando através desses canais, eu estou presentificada? Eu tô presente mesmo ou eu já tô doido para fulano sair e eu ir ver qual é a próxima notícia ou que o influencer tá fazendo? Gente, cuidado. Há uma diferença entre o real e aquilo que nós projetamos como desejo, né? Alerta importantíssimo. Ah, Aparecida, vamos supor que essa pesquisa ela seja aceita por todo mundo. Todo mundo entendeu essa maturação do cérebro a partir dos 32 anos, entrando nesta fase adulta. Eh, que impacto isso deveria trazer? O que que mudaria? A gente tem que ter mais paciência com quem hoje tem 18 anos e não cobrar tanto deste jovem? eh a pressão por faculdade que já existe nesta época, o que que deveria acontecer? Essa maturação, ela precisa reduzir, sair dos 32 anos e o ideal seria que isso viesse para casa dos 20 anos. O que que muda entendendo este conceito da fase adulta aos 32 anos? Tá pensando numa, eu falei sobre patologia social no início, vamos pensar numa sociedade saudável. A gente precisa repensar. Tá claro que o que a gente tem hoje é uma maturação tardia. A gente vai permanecer nisso. Quem está nisso, o que nós vamos fazer com quem está? As técnicas, por exemplo, hoje cognitivas, comportamentais, elas ajudam muito no treinamento de habilidades sociais, eh, na no seu planejamento. Porque o que que acontece com essa maturação tardia? A função executiva que é do nosso lobo pré-frontal, imagine que ela vai se fechar após os 32, a partir dos 32. Como que eu posso estimular esse cérebro para que isso seja o quê? Antecipado por nós através de criações de rotina, de planejamento, sabe? Então, à medida que eu vou incorporando isso e trazendo isso paraa minha prática, eu vou estimulando, vamos dizer assim, que é uma ginástica para esse cérebro, tá? Porque o que que tá levando essa maturação tardia? Se eu te perguntasse hoje quanto é 7 x 7 - 3, entende? Será que a gente tá conseguindo fazer ter esse raciocínio? Né? Então a gente precisa começar a compreender que algumas coisas que são fundamentais para nossa vida, elas estão sendo deixadas de lado e isso é patologia social. Então a gente precisa repensar, né? principalmente os três poderes, repensar o que que esse pessoal que está aí com meu voto, com seu voto, precisa fazer para estimular esse indivíduo que vai mexer na economia de um país, vai mexer no progresso de um país. parecida. Isso muda dentro de casa, a partir dos pais, dos responsáveis, da escola, do ambiente ali que você vive em comunidade. Sim, todos envolvidos. Em casa, por exemplo, cada um ter os seus papéis muito bem definidos. Hoje nós temos inversões de papéis, né? Existem filhos que estão cuidando de seus pais como se fossem irmãos, né? Porque essa mãe ou esse pai não quer assumir, é o garotão da vez. E eu não tenho nada contra isso. Eu só tô dizendo que existe uma maturação que ela é importante porque nós somos exemplo. Você imagina eu aos 53 anos, ah, sei lá, eh, vivendo aí no meu impulso, dando racha pela cidade, que exemplo que eu tô dando pro meu filho, né? ou se eu chego embriagada em casa, né? Qual que é a relação? Então, tudo parte do indivíduo dele na relação com ele mesmo, né? Dele entender quais as escolhas que eu estou fazendo e essas escolhas, qual o impacto dela dentro da minha família, da minha casa, da dessa relação que eu tenho. E depois isso no âmbito social. E hoje como que a gente vê essas relações sociais? muito por meio, né, do dos dispositivos que nós temos aí, como Instagram, Facebook, né, que a gente vai ver um pouco desse movimento social das pessoas. Ô, Aparecida, e existem outras fases da vida que este estudo considerou como mudanças importantes? Tá? Se a gente for pensar que essa essa essa adolescência tardia, ela chega aos 32, concorda comigo que essa adultez que a gente tinha lá aos 18, ela vai vir para 32, 33. Então, quando eu vou chegar na meia idade? E aí, será que esse corpo físico ele tem força? E aí eu tô falando, eu volto, gente, de novo nessa questão social, porque é um impacto eh extraordinário sobre a nossa sociedade. Aí você imagina aquela pessoa produtiva, ela pode estar em termos intelectivos de maturação, mas e o físico dela? Será que o seu corpo responderia essa meia idade? Vamos jogar ela lá pros, acho que dá pra gente jogar para uns 50, 60, porque vai ficar tudo tardinho. E aí, como lidar com tudo isso? Os impactos econômicos e sociais são gritantes. Aparecida Tavares, psicóloga, meu tempo está encerrado, então muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo ter aceito o convite para participar aqui da nossa entrevista. Já faço um novo convite para você retornar ao nosso telejornal para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos e fica aberto as suas considerações finais. Estimulação, ela se dá, né, de várias formas. Busque as formas mais saudáveis e se precisar, peço ajuda. Janeiro branco tá aí só uma dica, saúde mental, cuidar das emoções, cuidar da saúde mental de janeiro a janeiro. Isso não só paraa sua saúde, mas para um país melhor e mais saudável. Um grande abraço aqui dos goianos para vocês. Foi muito bom falar com vocês. Aqui agradecemos a participação da Aparecida ao vivo aqui no jornal Câmara Notícia nesta terça-feira, repercutindo, né, este estudo sobre esta fase adulta que o cérebro atinge a partir dos 30 anos, que foi uma pesquisa de Cambridge. Bom, e a gente segue como jornal Câmara Notícia. Agora é hora das notícias do legislativo. Câmara de Campinas promove palestra sobre saúde mental em alusão ao Janeiro Branco. Como parte das ações do janeiro branco, campanha nacional voltada à promoção da saúde mental e ao incentivo a práticas de cuidado integral, a Câmara Municipal de Campinas, por meio da ELECAMP, a Escola do Legislativo de Campinas, realizou a palestra Cuidar da Mente é reescrever a vida, acolhimento, tratamento e esperança. O evento aconteceu no plenário da casa legislativa com foco na conscientização e no fortalecimento das redes de apoio emocional. Eu acho que é um mês importante, né? para voltar à atenção paraa promoção da saúde mental. Esse é um aspecto que às vezes o nosso dia a dia a gente não se dá conta, né? Mas hoje talvez as doenças mentais sejam uma das maiores preocupações da sociedade, estress, depressão, ansiedade, meu Deus. Então, a gente refletir sobre isso e como a gente cuidar da nossa saúde mental, eu acho que é fundamental. O encontro foi voltado aos servidores do legislativo e de outros órgãos públicos da região, além de profissionais que atuam em contextos de cuidado e gestão de pessoas, e debateu temas essenciais para a saúde mental do diagnóstico qualificado ao cuidado interdisciplinar. A palestra contou com a participação da jornalista Margarete Bruno dos Santos, da psicanalista Caterine Perez, da médica psiquiatra Isabela Brito e do psicólogo Daniel Salvador. Por que que falamos tanto sobre saúde mental? E atualmente é um tema que está em muito em alta, né? A Margarete mesmo falou há alguns anos atrás, alguns pensassem há 15 anos e 20 anos atrás, era muito mais forte a questão de saúde mental é igual a loucura, né? Então é algo que eu quero me afastar. Eu não quero falar, não quero falar sobre saúde mental, não quero falar sobre as minhas questões de saúde mental, os meus problemas. Inclusive, se a gente pensar na na geração do das pessoas que nasceram eh na década de 50, 60, se quando eu pergunto, eles falam: "Quando era criança não tinha nada disso. TDAH, autismo, deficiência intelectual, a gente falava que era o lá, né? Era esse que eu conseguia reconhecer". Então, as divisões entre o que é saúde mental e o que era a doença mental, é, é, era uma uma linha bem larga, né? era bem distante. Então, a maioria das pessoas segue a vida, continua. Se você tem condições, continua. E aí a gente vê alguns relatos quando começa a perguntar, é isso, né? Ah, mas na escola eu lembro que não conseguia completar o ensino fundamental. Ah, no trabalho fulano tinha alguma dificuldade. E hoje quando eu pergunto assim, tem alguém na família com alguma questão de saúde mental? as pessoas, os pais das crianças ou os próximos pacientes adultos falam: "Olha, ninguém diagnosticado, mas que tem alguns sempre tem um primo, um tio ali que é um pouco diferente, sempre tem, né? Então quando a gente fala assim: "Ah, hoje tem mais diagnósticos, né? tá aumentando o número de TDH, de autismo. É uma reflexão, uma discussão que a gente tem muito e é bem atual, mas também assim os métodos de diagnósticos melhoraram, né, as intervenções, o conhecimento da população mudou muito. Então isso tudo também faz diferença. Número de brasileiros com transtornos mentais preocupa especialistas e o Brasil tem as maiores taxas de transtornos de ansiedade no mundo. Então assim, é hoje é um dia bastante importante pra gente poder refletir sobre isso e o quanto isso impacta, né, a nossa nossa vida, né, o nosso cotidiano. Bom, o que que é um transtorno mental, né, o Daniel falou muito bem agora na última palestra, a gente tem que pensar que o transtorno mental ele vai causar prejuízo e sofrimento significativo na pessoa. Isso pode impactar a capacidade, né, como a gente tem os transtornos demenciais ou outros transtornos psiquiátricos e também ocorre uma significativa eh perturbação tanto na cognição, na regulação emocional ou no outras partes do comportamento humano. Um dos objetivos da ELECAMP, além de cuidar da capacitação permanente da qualificação dos servidores da casa e o que tem feito a Câmara de Campinas hoje ser uma referência e conquistado prêmios graças à competência técnica da nossa equipe, tanto dos servidores de carreira também quanto os comissionados, mas é também promover eventos como esse para levar não só pros servidores, mas pra sociedade. Já quero agradecer aqueles que vieram, que não são da Câmara e que vieram participar desse momento. Eh, a discussão, debate e reflexão sobre temas como esse. A missão da Câmara vai para além de simplesmente aprovar leis, acompanhar a execução do orçamento, fiscalizar o executivo. Eu acho que enquanto instituição pública, representando o poder legislativo, a gente tem que também desenvolver outras ações e a gente tem que estar cada vez mais próximo da sociedade. E eventos como esse possibilitam isso. A Frente Parlamentar de Enfrentamento a Infecções sexualmente transmissíveis, criada e presidida pela vereadora Paula Miguel, tinha como objetivo analisar os dados de incidência destas doenças em Campinas e também sobre as iniciativas públicas de enfrentamento às doenças. A parlamentar realizou um balanço sobre as discussões, os debates e resultados deste trabalho. A vereadora Paola Miguel criou e presidiu em 2025 a Frente Parlamentar de Enfrentamento ao HIV, aides, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis. Foram realizadas duas reuniões para debater o assunto, além de visitas em unidades de saúde de Campinas e também cidades vizinhas. Esse foi um desafio, né, trazido pela Unides, né, que que é da ONU, né, a gente teve uma conversa eh no começo do ano, né, e aí teve o levantamento da importância de trazer a frente parlamentar de enfrentamento às ISTs. Então, e a gente sabia que era uma uma frente que ela precisava mais de de ação, né, do que reuniões para debater o assunto, né? a gente teve duas reuniões e uma dessas reuniões foi, inclusive para desmistificar sobre a desigualdade de gênero, né, eh, das ISTs, porque muitas vezes quando a gente pensa em ST, né, a gente já pensa associar logo a população LGBT, mas muitas vezes quem é mais infectado, né, além da juventude, que é o grande público alvo de ações, né, e grandes eventos, como é o carnaval, como é a parada LGBT, como são eh, por exemplo, alguns rodeios, né, essas atividades, eh, as mulheres casadas acabam tendo também uma um grande risco ali por conta dos seus parceiros e pela ideia de que essa relação é uma relação estável. Então, muitas vezes, quando chega no posto de saúde também, né, o diagnóstico e até mesmo a testagem não é feita logo de início, né? E aí algumas algumas doenças como sífiles, por exemplo, se elas demoram muito a serem e identificadas, você tem um tratamento que ele é muito doloroso, que é feito com bezetail, um antibiótico fortíssimo e ela pode ter danos neurológicos. Então a gente vê uma crescente de sífiles entre mulheres casadas e pessoas idosas, né, que é um outro problema que a gente tá tendo. E aí essas pessoas, né, quando elas recebem um diagnóstico, elas ficam eh elas acreditam que por conta da idade não seja necessário fazer acompanhamento de tratamento. Então, por isso que a gente se somou a diversas ações e foi a gente foi também conhecer iniciativas que eram fora de Campinas. O objetivo da Frente Parlamentar, além de tentar diminuir a incidência das ISTs em Campinas, também buscava, a partir do debate e do diálogo, informar a população. Então essa é uma frente que a gente fez mais ações externas do que internas, né? Mas tem sido muito importante inclusive para entender como funciona a rede de atendimento e a gente se somou a ação no dia 1o de dezembro junto com o centro de referência de IST aqui do nosso município, que é uma grande referência para diversas cidades, pra gente saber como que as testagens estavam acontecendo e também para homenagear os trabalhadores, né? Porque afinal quem cuida de quem cuida. Os trabalhos da Frente Parlamentar continuam em 2026, sem dúvida nenhuma. Eu acho que a gente tem inúmeros desafios de avançar e identificar para essas populações. Tem um dado que a a minha geração pode ser a primeira geração a não morrer de aides no Brasil, mas a população que ainda morre são as pessoas negras por dificuldade de acesso ao tratamento. Então, a gente precisa cada vez mais eh conversar sobre isso. Tem também uma uma crescente de infecções entre os jovens ali entre 16 eh e 29 anos, né? Isso tem crescido muito por conta da questão da não utilização da camisinha. Então, aquelas campanhas antigas que a gente via na televisão, né, que tinham ali muito próximo também, né, a grandes eventos, elas deixaram de acontecer no último período e isso tá fazendo com que as pessoas fiquem eh se infectem novamente, né, com diversos STS. A gente não tá falando somente do HIV, né, a gente tá falando de várias outras eh que podem ser eh contraídas ali nesse processo, né? E e uma coisa muito significativa é de tentar chegar nessas populações, né? Eh, não tem, muitas delas não têm mais o risco de morte com relação a isso, né? É um acompanhamento para uma vida inteira e também para que a gente possa eh discutir um pouco sobre PREP e PEP, né, que é a profilaxia pré-exposição e a profilaxia pós- exposição. O pós pós exposição é muito utilizado em mulheres em caso de violência e abuso sexual. né? Então a gente também quer divulgar quais são os espaços que fazem isso. Tá tendo um processo de descentralização, porque hoje no final de semana só acontece no Mario Gat e a PREP é pré-exposição. Então para aquelas pessoas que correm alto risco de se exporem, é melhor que façam acompanhamento com a PREP, né? E assim diminui o risco de ter uma IST. A Frente Parlamentar para acompanhamento, estudo de impacto e fomento à implementação da atividade delegada em Campinas, apresentou o balanço dos trabalhos realizados em 2025. Presidido pelo vereador Igor Diego, o grupo acompanha as tratativas para viabilizar o convênio e avalia os impactos técnicos, operacionais, financeiros e sociais desta medida. O grupo é presidido pelo vereador Igor Diego e tem como objetivo acompanhar as tratativas para viabilizar o convênio, além de estudar os impactos técnicos, operacionais, financeiros e sociais da medida. A atividade delegada é uma um convênio que o governo do estado ele faz junto ao município de Campinas para que o município possa, caso tenha essa necessidade, eh fazer a contratação para uma ação, para um eh um trabalho delegado, né, por isso que é ativo da delegada junto aos policiais militares. Várias cidades de estado de São Paulo já possui esse convênio firmado, porém a cidade de Campinas ainda não. Um dos uma das principais dificuldades é as questões orçamentárias. E para isso nós apresentamos aqui essa essa frente parlamentar para poder ouvir, né, as dificuldades do poder executivo. Instalada oficialmente no dia 1o de setembro de 2025, a Frente Parlamentar realizou uma reunião conjunta com a Comissão de Segurança Pública da Câmara, reunindo representantes do poder público, das forças de segurança e da sociedade civil. secretário municipal. Nós podemos discutir com a Polícia Militar, o comandante como que isso funciona em outras cidades e qual que é a eh as vantagens de ter essa atividade delegada. O comandante Tacarrach preparou uma apresentação, um mapa, por exemplo, ali da conhecida aqui em Campinas, né, da região do centro, conhecida como boca do lixo. Como que ele poderia agir e acabar com o tráfico de droga apenas com esse fortalecimento? Também tivemos o delegado de polícia presente para poder também dizer como que isso contribui e encontrar um caminho. Durante o encontro, foram apresentados dados e experiências de outros municípios paulistas que já implantaram a atividade delegada. A Frente Parlamentar também destacou a importância do fortalecimento institucional das forças de segurança como forma de ampliar a sensação de proteção da população. Entre as possibilidades discutidas está o envio de emendas parlamentares para auxiliar na implementação da atividade delegada no município. Hoje, o o que o comando da PM diz é que uma ação aproximadamente de 6 milhões por ano conseguiria garantir a contratação de um número eh suficiente de policiais para trabalhar nas suas folgas. Então a atividade delegada é um bico para aqueles que querem, né, em palavra comum aqui, né? Então, a a eh o município ele ele chama os policiais que vão usar as viaturas da PM, o uniforme, armamento, tudo da PM, né? e ele paga apenas aquela, digamos assim, hora extra, aquela ação ali, eh, específica para fazer ou num evento ou combate a um ponto de tráfego, uma operação definida pelo município. Nós entendemos que pode ser colocado um gatilho numa lei que esse programa só entra em atividade caso exista recursos extras, né? Então, por exemplo, se a se a Câmara, os deputados federais, estaduais mandarem emenda para contratação, o município fica autorizado a fazer esse aporte, porque tem muitos deputados federais que deixam de mandar recurso para Campinas, deputados ligados da Polícia Militar, na sua maioria, eles deixam de mandar recursos pra cidade de Campinas porque não tem esse convênio e eles querem alcançar de alguma forma esses policiais militares. Aí a gente inverte o jogo, a gente coloca os guardas municipais juntos, né? Agora ele usa o dinheiro e pode utilizar esse dinheiro para contratar os guardas e a PM e conseguimos fazer captação. Então o comando da Polícia Militar também tem conversas com deputados, vários vereadores dessa casa, né? tem também ligações com esses deputados, só que eles são impedidos hoje de mandar para esse convênio, porque ainda não tá eh legalizado isso, nem eh e nem existe uma previsão de se fazer dessa forma. Então é um caminho que eu acho que dá para construir junto o governo e a gente ter sucesso. As emendas impositivas são uma ferramenta permanente dos vereadores. Eles podem disponibilizar valores de até 1,2% da receita corrente líquida do município para projetos específicos. Neste ano, este percentual corresponde a um total de 113.850.000 R000, sendo R$ 3.450.000 para cada vereador. Pelo menos metade deste valor tem de ser destinado à saúde. A gente começa hoje com as emendas impositivas destinadas pela vereadora Fernanda Solto. A vereadora Fernanda Solto detalhou o destino das emendas impositivas referente ao orçamento de 2026, que este ano corresponde a R.400.000 R$ 1.000 para cada parlamentar. Desse valor, 50% deve ser destinado à saúde. Principais destinações que a gente elencou, nós conseguimos R$ 520.000 para serem encaminhados para o ouro verde paraa aquisição de um tomógrafo, né? composição de emenda para aquisição de um tomógrafo. Porque hoje no hospital, que é uma referência para uma região muito grande da cidade, mas também da região metropolitana, o ouro Verde atende também pacientes eh de outras cidades da nossa região. Nós temos apenas um tomógrafo funcionando, o que dificulta tanto a realização dos procedimentos de urgência, emergência, porque se tem alguma algum problema, algum imprevisto com esse equipamento, se passa por manutenção, precisa parar, a, o próprio atendimento de urgência e emergência pode ficar comprometido e também a fila da dos exames eletivos, inclusive para eh que os pacientes possam ser encaminhados paraa cirurgia posteriormente. Então, essa foi uma das prioridades do nosso mandato, tentar eh buscar esforços em conjunto com os vereadores da bancada de oposição para que a gente pudesse eh garantir a aquisição desse desse tomógrafo. E o nosso mandato destinou 520.000, então, para o Hospital Ouro Verde. Além do valor destinado para o Hospital Ouro Verde, a vereadora também contou que serão direcionados R$ 450.000 para a reforma de duas UPAs do Campo Grande e do Padre Anchieta. Fernanda também esclareceu que R$ 200.000 R000 serão direcionados para o setor de vigilância e saúde paraa prevenção da dengue. Nós sabemos que agora no início do ano nós vamos ter o aumento do número de casos de dengue e quem faz o monitoramento, o acompanhamento e também todas as ações necessárias para eh diminuir o número dos casos, né, desde a visita até os terrenos para fazer orientação das famílias, dos moradores, mas até também o encaminhamento de amostra, de exames para fazer uma verificação da situação epidemiológica. Todas essas ações são integradas dentro da vigilância em saúde, dentro do devisa. E considerando que nós tivemos, né, nos últimos anos expressivos casos de dengue e entre outras eh doenças infecto contagiosas também nós encaminhamos eh R$ 200.000 R para o Devisa para fazer a compra de equipamentos mobiliários, eh, que seja que são necessários para qualificar e melhorar, eh, agilizar o trabalho do no departamento. Então, também foi uma conquista importante que vai ser executada nesse ano de 2026. A cada ano, os vereadores podem disponibilizar valores do orçamento anual do município para projetos específicos, as chamadas emendas impositivas. E em uma dessas emendas, a vereadora Fernanda Solto encaminhou o valor de R$ 160.000 R para o Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, o DPBEIA, tanto paraa aquisição de insumos, para exames, eh, medicamentos, quanto também para, eh, qualificação, eh, de trabalhadores, para realização de adestramento dos animais que são acolhidos no DPBE, por muitos animais são acolhidos, vítimas de maustrato, acidente, enfim, vítimas do abandono. Os animais quando eles são recuperados, são tratados e podem ir pra uma pra adoção, um problema que tem crescido em Campinas é que é uma característica desses animais. Nós temos tido muitos pitbulls sendo abandonados na cidade e quando esses animais são acolhidos no DPB e tratados e depois podem ir paraa adoção, nós temos uma resistência na adoção a esses animais por conta eh muitas vezes da agressividade que não é própria do animal, mas sim das condições em que aquele animal eh foi submetido de abandono. Então, uma das emendas que a gente tá destinando pro DPBE, além da questão da compra de materiais e insumos para exames, é também a o adestramento desses animais para que eles possam ir eh pra adoção. E nossa, o nosso maior objetivo, né, que além de acolher e tratar, é para que esses animais possam encontrar uma família. Por fim, para a pasta de cultura, a vereadora destinou montante de R$ 400.000. Nós também fizemos destinação paraa cultura, muito importante. Nós eh temos com compromisso nosso mandato a o fomento, a promoção de atividades culturais que tenham relação com o a a a as a os territórios do nosso município. Então, nosso nosso mandato vai destinar eh R$ 400.000 R$ 1000 para atividades culturais, desde atividades culturais de bairro, mas também atividades que já são conhecidas na nossa cidade, que já são eh bem estabelecidas, né, como grandes feiras, as grandes mostras, mostra curta, mostra jazz, por exemplo. Então esse fomento da atividade cultural também foi uma das prioridades do nosso mandato. [música] Hora de balançar as redes pelo Campeonato Paulista, porque o Bugre está demais. Embalou, hein? foi a São Paulo e com um jogador a mais chegou a segunda vitória consecutiva. A vítima da vez foi a Portuguesa. Logo no início, Natã Camargo errou o passe, a Portuguesa tentou com Éton, mas parou em Caiqu França. João Vittor recebeu com liberdade, finalizou e Caik França mandou para escanteio. tentou de longe, mas o Guarani tem goleiro, né? Essa foi fácil. O Bugre demorou para chegar ao ataque, mas também quando chegou, Mirandinha cruzou o rasteiro e Guilherme Parede na pequena área livre, era ele o gol e acertou a trave, fez o mais difícil. Natan Camargo arriscou mais para fora. Até que aos 27 minutos tudo mudou. Isaac lançou Mirandinha que ganhou na corrida do zagueiro Gustavo Henrique, mas tomou este carrinho por trás ia em direção ao gol. Como era o último homem, era expulsão direto, só que o árbitro só tinha dado o cartão amarelo. Então o VAR chamou e o vermelho acertadamente foi dado. Com um a mais, o Bugre foi para cima, a Mirandinha bateu cruzado e Bruno Bertinato fez a defesa. Isaac soltou a canhota e o goleiro fez a defesa em dois tempos. No segundo tempo, Nat Camargo chutou e com a ponta do dedo, Bruno Bertinato mandou para escanteio. Na cobrança de Mirandinha, Maranhão desviou de cabeça, Isaac mandou pro meio da área e o zagueirão Jonathan Costa para o fundo das redes. 1 a 0 Bugre. A Lusa tentou responder com Caio Roque, que acertou a rede, mas pelo lado de fora. Aos 31 minutos, Gabriel Pires cabeceou e Caik França mais uma vez fez bela defesa. Carlos Lima chutou com veneno e Caik France espalmou mais uma. Aos 45 minutos, na última oportunidade, Carlos Lima perdeu gol feito na pequena área. Quando a fase é boa, final no Canindé, Portuguesa 0, Guarani 1. Vitória importantíssima do Guarani que entrou no G8 da competição neste momento, é o quinto colocado. Então, a equipe conseguiu a segunda vitória consecutiva, não perdeu nenhum jogador para o derby por suspensão ou lesão. Agora é preparação para o duelo contra a Ponte Preta neste sábado, 4 horas da tarde, no Brinco de Ouro. Confronto que pode ratificar uma classificação a próxima fase e de quebra rebaixar a Ponte Preta para a série A2. Que jogo teremos no próximo sábado? E claro que ao longo desta semana a gente fala mais sobre o derby de número 213 entre Guarani e Ponte Preta. E a gente vai falar aqui no jornal Câmera Notícia. Bom, a gente segue aqui com o nosso telejornal ao vivo nesta terça-feira, porque nesta semana o quadro Adote um bichinho traz uma variedade de cães e gatinhos para adoção. Todos estão vacinados, castrados e pronto para ganhar uma família. Adote e ajude a transformar vidas. [música] [música] Prepare o seu coração. Pire fundo, porque a partir de agora você vai conhecer olhinhos brilhantes, rabinhos abanando e muito amor para dar. Está no arro Adote um bichinho. A sua chance de encontrar o melhor amigo e mudar uma vida para sempre. O contato para a adoção responsável aparece aí na sua tela. Começamos com os peludinhos da ON Anjos de Rua. Olha que belezinha a Bob, uma filhotinha vira latas, super dócil, linda e cheia de amor para dar. Ela faz parte de uma aninhada de sete bebês e precisa de uma família com carinho e [música] responsabilidade. E essa é a amora, irmãzinha da Bob, com apenas 3 meses, porte médio, viraatas, linda e carinhosa, já está vermifugada e também sonha com um lar cheinho de amor. Agora vamos conhecer o Juan, um bulldog macho de 3 anos, porte médio. Ele já é castrado, vacinado e verme fugado. O Juan precisa ser filho único e de uma família paciente e responsável. Ele tem um problema neurológico desde que nasceu e precisa de muito amor. Esse é o Cleitinho, um gato macho de um aninho, porte médio, doce, brincalhão, independente na medida certa, ideal para apartamento. Ele já é castrado, sociável e se dá bem com outros gatos e cachorros. Agora chegou a vez dos peludinhos do DPB a Campinas. O Samir é um jovenzinho que foi resgatado pelo SAMU animal após um atropelamento. Ele passou por tratamento e agora está prontinho para a adoção responsável. Sem raça definida, dócil, hiperativo, o Samir está vacinado e vermugado e claro, a sua espera no DPBA Campinas. E essa fofura aí é a dama, uma caramelo muito carinhosa, brincalhona e dócil. A dama também foi resgatada pelo SAMU animal, passou por tratamento e agora espera uma família. Ela já está vacinada e vermugada. E agora apresentamos o ruivo, um gatão amarelo, grande cheio de história. Ele foi encontrado doente, abandonado dentro de uma caixa. Hoje está castrado, vermifugado e precisa ser filho único ou conviver com gatos Five. ainda é um pouco assustado, mas com paciência pode ser um grande companheiro. E aí, qual desses amores vai conquistar o seu coração, hein? Lembre-se, adotar é sim um ato de amor, mas de muita responsabilidade. Para mais informações, acesse o portal Animal Campinas. Tem uma turminha cheinha de carinho esperando por você. [música] Agora pela manhã, Prefeitura de Campinas divulgou novas ações de combate à violência contra a mulher. A repórter Camila Borges acompanhou tudo e traz as informações. Então, seja bem-vinda e boa tarde, Camila. Olá, Gabriel, boa tarde. É isso mesmo, acabou agora a coletiva de imprensa, onde o prefeito Dário Saad, em conjunto com representantes de todas as secretarias municipais da cidade e também das forças de segurança, anunciou novas ações de combate à violência contra a mulher, tendo em vista que na região de Campinas foram registrados 20 feminicídios em 2025, sendo nove deles apenas na cidade de Campinas. Eu conversei com o prefeito Dário Saad e também com a secretária de políticas para mulheres. Vamos ver essas discussões que terão nas 500 479 salas de aula, que serão as salas de aula da educação do município e da educação do estado, serão discussões presenciais. As capacitações, como a secretária falou, serão online. Então, por exemplo, serão capacitados agentes de saúde especificamente para identificação e terá uma capacitação online aí que será para será para todos os profissionais de saúde que existem, tanto do município particular, privado, que será online, que é para identificar eh eh suspeita, identificar casos de violência eh contra a mulher que muitas vezes passam batido. Todos os alunos, as famílias estão vendo os números e eh alarmantes e de violência contra a mulher, os números alarmantes de feminicídio. Então, é importante a gente trabalhar na formação do caráter dos nossos homens, principalmente. E o foco nosso é homem mesmo. Homens mesmo. São homens que estão sendo e eh criados, estão sendo formando seu caráter, achando que pode agredir mulher, achando que pode bater em mulher, achando que pode matar mulher. Então nós temos que trabalhar trabalhar dentro da da da formação dos nossos homens e junto com a repressão também. agradecer aqui a PM, a Polícia Civil desse grupo que vai compartilhar dados e se e vamos usar a inteligência artificial para criar padrões. Então, por exemplo, nós vamos ter padrões de alertas através da inteligência artificial dos casos que estão que t boletim de ocorrência, nos casos que são acompanhados pela pela Secretaria de Assistência que tem auxílio moradia nos casos que tem que tem relato. Então assim, todos esses casos vão ter acompanhados com inteligência artificial. A partir do momento que se alimenta o instrumento de inteligência artificial, ele vai criar padrões e alertas para que a gente possa tentar evitar o o feminicídio. A gente já tem ações como o aplicativo do PANO, que é o SOS Gama, mas a gente quer tentar antecipar um pouco isso. Se a inteligência artificial nos criar padrão, um padrão, olha, é esse tipo de de de relato que tá ou no boletim de ocorrência ou no atendimento da Secretaria de Assistência ou no atendimento secretaria, esse tipo de de padrão tem 80% mais chance de chegar no feminicídio. Então nós vamos focar naqueles casos. Estamos com três varas de violência doméstica, ou seja, imaginem a quantidade de medidas protetivas que foram expedidas. Então assim, comparando esses números, a gente vê que realmente as medidas protetivas sim são eficientes, porque senão esse número já teria explodido. E uma outra coisa, a gente sabe, pessoal, que existem pessoas que são desajustadas, não tem jeito, então mesmo com a medida protetiva, eles vão cometer o crime. Então, algumas batalhas nós vamos perder, não tem jeito. Nós vamos disponibilizar brevemente todos os cronogramas. Agora a gente precisa montar essas comissões de trabalho e lançando programa a programa conforme a gente for se organizando. Então a gente vai atuar diretamente nas escolas de primeiro até 9º ano para começar a quanto antes essas campanhas de conscientização e e prevenção. Então é um alerta importante, é é totalmente anônima, as mulheres não se identificam, não tem nenhum problema. Ela tem que entender o que ela pode estar passando, se é um sinal de alerta ou não. Os grandes eventos, né, secretário, vão ter tendas com eh funcionários da prefeitura atendendo mulheres, atendendo as mulheres, orientando, é claro, verificando se tem uma situação de assédio, eventualmente algum homem que tá descontrolado ou que bebeu demais, será acionado imediatamente a Guarda Municipal, Polícia Militar. Então nós teremos tendas de atendimento paraa mulher. A as mulheres chegam lá e pode relatar assédio. O foco é de atendimento e acolhimento. E o foco é evitar o assédio. Porque muitas casas de violência começa com assédio. Um homem chega eh faz um ato de assédio com as mulher, a mulher muitas vezes e eh não quer e e e nega e começa uma questão de violência. Então, todos os grandes eventos terão esse esse apoio. Gabriel, entre as diretrizes estão ações de combate mais efetivas, além de fazer as redes de apoio às mulheres da prefeitura chegarem a áreas mais afastadas da cidade, como áreas periféricas de Campinas. Os principais focos serão a prevenção e conscientização contra a violência de gênero. Foram anunciadas ações em todas as secretarias e na educação serão feitas formações online de profissionais da educação contra a violência de gênero digital. Eh, e também discussões com alunos meninos sobre masculinidade, tanto na rede municipal quanto na rede estadual. Também será feito um plano pedagógico da Secretaria de Educação que será pautada no combate à violência de gênero de forma adequada para cada faixa etária. Já na área da saúde serão feitas capacitações de agentes de saúde com objetivo de identificar sinais de violência doméstica em pacientes. Já a Secretaria de Segurança Pública também anunciou que será criada um uma frente integrada pela Guarda Municipal, pela Polícia Civil e também pela Polícia Militar, com foco em estratégias e no enfrentamento contra a violência de gênero e contra o feminicídio. Também no período de festas agora do carnaval será feita pela Secretaria de Cultura a implementação de tendas de acolhimento contra o assédio e também a distribuição de protetores de copo para evitar que as mulheres tenham as bebidas batizadas durante as comemorações. Os próximos passos, segundo os secretários, serão montar um cronograma e colocar em ação essas e colocar essas ações em prática. A primeira dama, Maria Geovana Fortunato, também falou sobre o assunto durante a coletiva e se colocou como mais uma força na atuação e na luta em combate à violência de gênero aqui em Campinas. Volto com você aí do estúdio, Gabriel. Muito obrigado, Camila Borges, pelas informações. Então, atividades que serão realizadas de forma descentralizadas, né, por Campinas e também multisetorial com a área da saúde, com a área da segurança. É muito importante, né, este combate que a gente precisa fazer para diminuir o quanto antes os números aí de violência contra a mulher. E claro, né, passa também por uma questão de educação, já começando aí pelas escolas. [música] A aproximação de um sistema frontal contribui para deixar o tempo instável, então tem possibilidade de chuva acompanhada de tempestades. Amanhã quarta-feira, o sol aparece durante o dia, à tarde a nebulosidade aumenta e deve cair aquela chuva de verão. Vamos às temperaturas. Elas já estão aqui na minha tela. Meio de semana chegando com mínima de 19º. Ao longo do dia, essa temperatura sobe, podendo chegar aos 29º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quarta-feira ao meiodia ao vivo, hein? Te espero até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] เฮ [música]
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