Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[Música] [Música] Se tirar uma foto hoje está literalmente ao alcance da mão, na era do analógico era tudo diferente, já que Você dependia do tamanho do rolo do filme e revelar um filme não era barato e nem fácil. Por isso, um acevo de fotos históricas, únicas, com contextualização e datação, é fundamental pra formação da memória da nossa sociedade. E o Museu de Imagens e Somas tem um dos maiores acervos da região. Museu tem três grandes acervos. Acero musical com a, né, especialista na que é produzido aqui em Campinas pelos campineiros. Um acervo de audiovisual de cinema, filmes e produções do museu de audiovisual e o acervo fotográfico. Esse aí é o que eu trabalho, sou que eu conheço um pouquinho mais. A maior parte desse acevo é digitalizado, algumas coleções novas que vão chegando, a gente vai trabalhando nessa digitalização, né? Então, dá para fazer boas pesquisas com o que já tem digitalizado e a gente vai incorporando com o tempo que vai aparecendo. Tem vários tipos de acúmulo do aceivo, né? Então, tem, por exemplo, essas fotografias oficiais da comunicação, da secretaria, que vem para cá e aí eles transferem os arquivos deles e a gente montou a selva aqui. Essa é uma foto. Tem doação privada, então as pessoas que colecionam as fotos, acham importante e depositam. Aqui tem, por exemplo, produções do museu também. A gente faz algumas pesquisas fotográficas e incorpora aqui. Tem tem vários vários tipos, né? A primeira coleção fotográfica do museu eh do Acevo é uma coleção que São Henrique de Oliveira ele fez quando era para trabalhou pra prefeitura como fotógrafo, né? Então esse acúmulo dele virou o primeiro aco e aí depois com o tempo outras coleções foram sendo incorporadas ao AC. A última incorporação que a gente fez foi a da Secretaria de Comunicação. A gente calcula, é difícil, é difícil essa conta porque tem muito arquivo digital, tem muito negativo, mas tá na casa de 1.200.000 imagens. Não é pouca coisa. As fotografias a gente tem mais antigas. No final do século XIX a gente consegue ter produções fotográficas já incorporadas. O audiovisual ele é um pouco mais tardio, né? Já vem lá pra metade do século XX, uma produção mais eh mais encopada que a gente começa a produzir, né? Então, mas tem bastante coisa legal assim, coisas interessantes. Todo curioso é um pesquisador, mas os pesquisadores são curiosos profissionais e para eles o acervo tem uma relevância ainda maior. sem dúvida é um dos acervos fotográficos mais importantes de Campinas, que tem atendido vários pesquisadores, pesquisadores de diversas a atividades, né, desde pessoas que estão na academia, pesquisadores eh individuais, documentaristas eh para produção de audiovisuais, eh para produção de livros, projetos culturais também, muitos professores, estudantes, eh secundaristas. Então o museu ele tem ao longo desses 50 anos atendido essa necessidade de pesquisar a história da cidade através da fotografia, né? E também a pesquisa própria da história da fotografia em Campinas, né? Eh, eu acho importante mostrar essa essa imagem que é um dos primeiros estúdios fotográficos que existiram em Campinas no final do século eh XIX. E essa foto que foi feita por esse fotógrafo, o Niichelsen, eh, e que é uma foto feita para celebrar a cidade no auge do café também no final do século XIX, né? Então, o museu, eh, na relação dele com os pesquisadores, eu acho que ele atende principalmente eh uma necessidade da cidade, que é divulgar a história cultural de Campinas e divulgar a história da fotografia em Campinas de uma forma bem abrangente. Essa imagem especial, ela ela é do Gilberto de Biaz e é uma das primeiras fotos aéreas do que documentou o centro de Campinas na década de 50. Então, é importante pensar que o museu ele pode ser acessado desde para entender a evolução urbana de Campinas em suas contradições, eh, em suas várias etapas e também na produção cultural de Campinas, porque o acervo também documenta muito dos grupos culturais da periferia, assim também como os grupos diversos que atuam na cidade, principalmente desde 1950 até hoje. [Música] [Música] [Música]