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Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você que nos assiste. Na noite desta quarta-feira, durante a segunda reunião ordinária, a Câmara aprovou o relatório final da comissão processante que definiu o arquivamento das denúncias contra o vereador Oto Alejandro. Na mesma reunião, nós tivemos inclusive também a por definição da corregedoria que tem à frente o vereador Carlinhos Camelô pela suspensão de Oto Alejandro por 45 dias sem vencimentos. Tanto o vereador quanto o seu advogado usaram a tribuna para fazer a defesa em relação a esta decisão. A Corregedoria ela tem três papéis. ou ela dá uma advertência em na pessoa ou ela punir a pessoa. No caso do vereador Oto Alejrando, que nós fizemos aí um relatório que eu coloquei na tribuna, nós ouvimos aquela a acusação no qual ela negou toda a acusação, mas teve uma questão dos vídeos que circularam nas redes sociais. Isso deu uma repercussão muito grande em questão da casa a instituição em si. Nós temos que tomar uma providência, sim, e punir o vereador por esse caso que foi exposto ali. Faço questão de registrar de forma clara e objetiva que não existe no âmbito judicial qualquer processo criminal em curso contra a minha pessoa. As instâncias competentes analisaram todos os fatos e não há imputação de crime, não há condenação, não há acusação formal que pese contra a minha pessoa. Essa casa, se entender que o fato existiu, vai adotar as consequências que ela acha cabível. O Ministério Público, por sua vez, se entender que o fato existiu, ele vai oferecer uma denúncia. Pois bem, aqui o que nós falamos é que não existe indício mínimo de que os fatos existiram. Não existiam indícios mínimos de que quaisquer dos fatos existiram. E, aliás, com relação ao caso que gerou maior repercussão, cuja repercussão é um dos motivos para gravar a pena do seu Oto, do vereador Oto, a acima do mínimo legal. Esse fato, quem levou a público esse fato depois se desdisse, se retratou. Além disso, Gabriel, a mesa diretora da Câmara também fez a leitura de três novas denúncias que foram protocoladas no legislativo de Campinas. Um era um pedido de abertura de comissão processante em relação ao vereador Vini Oliveira. A segunda em relação ao vereador Permínio Monteiro e um terceiro pedido em relação ao vereador Oto Alejandro. Por maioria, essas três, esses três pedidos de comissões processantes foram arquivados. Além disso, a Câmara também votou projetos que estavam na pauta. Um deles aprovado em primeira discussão é o substitutivo total de uma matéria de autoria do vereador Eduardo Magoga, que trata de leis de controle de sonorização. O vereador, durante o intervalo regimental, falou sobre a medida e essa alteração foi importante porque a gente traz pontos novos. Geralmente quem era multado era o dono do veículo, era o dono daquele equipamento que fazia barulho. E nessa nova alteração a gente coloca a responsabilidade também quem está conduzindo, porque era muito fácil, pegou, mutou o carro, ficou lá, mas eu sei que eu estou incomodando, mas comigo não acontece nada. Então isso é um ponto interessante que nós trouxemos nessa alteração dessa lei. Um outro projeto também aprovado em primeira discussão é de autoria do presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, que institui o mês de outubro como mês de luto gestacional, neonatal e infantil no município de Campinas. trazer pro âmbito do município um dispositivo que já consta de uma lei federal, uma lei federal que instituiu o mês de outubro, né, como um mês de luto e gestacional, né, o Natal e infantil, que é para criar uma oportunidade de debater com a sociedade o enfrentamento do luto nessa situação. mãe que perde um filho durante a gravidez, o filho que praticamente nasce depois morre ou mesmo durante a infância, isso acaba trazendo impactos profundos pr pra família, principalmente pros pais, mãe, principalmente pai e irmãos. muito e é necessário a gente fazer com que a sociedade tenha um momento para refletir sobre isso, oferecer inclusive palestras, orientações, né, para as pessoas poderem entender esse momento da sua vida que é de dor, que é de dificuldade, que é de sofrimento e aos poucos possam superar isso. E também foi aprovado em turno único na Câmara o projeto de resolução que trata da nomeação do espaço criança, que fica aqui no plenário do legislativo, com o nome de Cristiane Laurito e Té, uma servidora aqui da casa que em 2025 sofreu um feminicídio juntamente com o seu filho. Nós tínhamos muitas mães, era um tema voltado paraa questão da maternidade e as mães elas não conseguiam participar da reunião porque as crianças, a gente sabe, criança, né, com criança alegre, né, ficava correndo. Então nós pedimos pra presidência que se criasse um espaço criança para permitir a participação política das mulheres. E eu fico muito feliz porque muitas pessoas que vêm aqui na casa falam eh que a a a o filho quando fala pro filho, vou nós vamos lá na Câmara Municipal, filho, ah, então eu posso eu posso ir no espaço de brinquedo? Então quer dizer, as crianças estão usando e nós pedimos então que esse espaço criança seja uma homenagem pra Cris e pro Té. A Cris é servidora dessa casa, era servidora dessa casa, foi uma pessoa, né, que marcou a vida de tanta gente aqui e ela, infelizmente, foi brutalmente assassinada num caso de feminicídio, ela e o filho. É, é importante deixar registrado que os casos de violência contra as mulheres acarreta também na violência contra as crianças. Então, a Cris eh e o Té foram vítimas desse estado de terrível que a gente vive e como uma, para prestar uma homenagem para a Cris, eh, nós, a Comissão da Mulher, nós solicitamos que o espaço criança paraa crise pro TEL, os projetos aprovados em primeira discussão voltam para a análise do plenário no mérito. Já o projeto de resolução que é votado em turno único, precisa ser promulgado pela presidência da Câmara. É com você no estúdio, Gabriel. M.