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A vereadora Guida Calisto pede informações sobre a prática de combate ao câncer de pele na população negra. Existe um mito, né, que é muito veiculado, eh, que a população negra, porque ela tem uma quantidade, né, de melanina, né, na pele a mais, ela não é o público vulner um público vulnerável ao câncer de pele. Isso é o mito. A várias pesquisas nacionais, científicas já têm comprovado que a população negra, sim, ela pode ser afetada pelo câncer de pele, sim. E esse mito vem muito, inclusive por conta do racismo institucional que a gente sofre, né? as instituições, as instituições brasileiras t olhar para a população negra que o negro é mais forte, que a mulher negra aguenta dor. Então essa é mais um desses que o povo negro não tá suscetível a ter câncer de pele. A parlamentar questiona o executivo se Campinas oferece atualmente algum programa de capacitação ou aperfeiçoamento médico voltado ao diagnóstico e acompanhamento do câncer de pele, especificamente do tipo melanoma da população negra. O primeiro é que a gente tá perguntando para o poder público municipal se a formação, se os médicos do SUS aqui que atende a população dermatologista tem esse olhar, tem essa formação, tem essa capacitação para poder olhar isso. E o segundo ponto é os dados, a população negra, tem muito negro eh sendo afetado aqui no município com câncer de pele. Quais quais são os dados disso? E isso é porque os dados são importantes? a gente não pode nem nem menusprezar os dados, nem esconder os dados, porque são os dados que são elementos para poder formular a política pública. Então é nesse sentido que a gente apresentou esses dois requerimentos. Como o município define as estratégias e o público alvo das campanhas de câncer de pele também é um dos questionamentos da vereadora que defende parcerias e políticas públicas. detectar o número de pessoas eh negras que são suscetíveis, que pegaram o câncer de pele, né, que tiveram aí o diagnóstico do câncer de pele e depois a gente quer apresentar um uma proposta junto ao núcleo da de consciência negra da Unicamp, que já tem um estudo sobre isso. E também a gente quer sentar com a secretaria, fazer uma parceria entre Unicamp e Secretaria Municipal de Saúde para pensar políticas públicas e combater essa doença. S.