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O documento aponta relatos de falta de medicamentos em centros de saúde do município, inclusive para pacientes em tratamento contínuo. Segundo Rodrigo Farmadique, a informação sobre a falta de medicamentos chegou de forma inesperada. Nós somos surpreendidos logo no início do ano com diversas reclamações de todos os cantos da cidade, de cidadãos reclamando da falta de medicamentos nas unidades básicas de saúde. E paraa nossa surpresa, a prefeitura ela tem esses medicamentos em estoque, só que não tá chegando nas unidades. Por isso eu fiz um requerimento cobrando explicações da Secretaria de Saúde e quais foram as razões e os o problema que é que causou esse desabastecimento, porque a população, principalmente aquela que depende do SUS, ela retira os seus medicamentos e são medicamentos de uso contínuo, principalmente medicamentos para diabetes, para hipertensão, até para aquele é um anticoncepcional, um remédio mesmo que de corriqueiro que o paciente precisa retirar mediante uma consulta e uma prescrição. não tá achando. E no município de Campinas, no ano passado, nós não tivemos esse problema. Então, foi uma surpresa muito grande, por isso nós estamos cobrando explicações e quais estão são as medidas que a secretaria eh tá adotando para que resolva esse problema no horizonte breve. O parlamentar destaca ainda que a própria secretaria informou que a mudança do almoxerifado municipal impactou a distribuição regular dos medicamentos. Sim. Não é um medicamento uma uma falta pontual. São praticamente quase todos os medicamentos e alguns insumos, porque segundo informações preliminares, o problema era na logística, na distribuição desses medicamentos. Só que até o ano passado tava normal, então nada se justifica. Ainda que uma eh contratação de uma empresa terceirizada tenha sido feito, não justifica de uma hora para outra criar esse desabastecimento, que devia ter sido feito um planejamento prévio. O vereador também solicita a relação atualizada dos medicamentos em falta com indicação das unidades afetadas, a previsão de reposição e questiona se houve prejuízos nos atendimentos. Até porque o gestor ele pode ser responsabilidade ser responsabilizado eh pro agravamento de uma enfermidade, de uma doença ou algum problema que o paciente precisava daquele medicamento. Evidente que se ele procurar numa rede privada para comprar, possivelmente ele encontre, mas eh são lista de medicamentos essenciais que são disponibilizados pelo SUS e tem no município de Campinas. Então, e esse questionamento vem também paraa responsabilização de quem, eh, tem a responsabilidade por esse problema. Rodrigo Farmadique pontua que a situação não é complexa de resolver, sem dúvida. Até porque assim, eh, se até o final do ano e o transcorrer do ano passado todo não teve esse problema e que eu me lembre na história recente da da Secretaria de Saúde, nós não tivemos esse problema. Então basta pequenos ajustes pra logística de distribuição para que o problema seja resolvido e a distribuição seja normalizada.