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A vereadora Guida Calisto apresentou um projeto de lei ordinária que torna obrigatória a utilização de pulseiras de identificação coloridas para pacientes com alergia medicamentosa atendidos na rede pública de saúde de Campinas Bom, o objetivo nosso é que naquele primeiro momento em que o paciente chega no hospital que passa ali pelo acolhimento, que sempre a gente responde algumas questões ali é feita uma entrevista com a gente sobre o que a gente está sentindo, febre, enfim, que ele já seja questionado, que o paciente já seja abordado para que ele fale se tem alguma alergia ou não. Por quê? A nossa preocupação é tentar diminuir muitas vezes o erro médico por conta muito dessa questão da alergia. Tem pessoas que têm alergia a determinados medicamentos e muitas vezes os nossos centros de saúde, porque tem poucos profissionais naquela correria, às vezes nós estamos em momentos de epidemia, de muitas doenças, aquela correria gigantesca, muitas vezes o profissional pega a ficha, lê muito rápido e não consegue ali identificar que ele tem que ter um cuidado maior com determinada medicação por conta daquele paciente. De acordo com o projeto, a medida deverá ser aplicada em todas as 69 UBS, as unidades básicas de saúde de Campinas e também nas quatro UPAs, as unidades de pronto atendimento do município, além de todos os hospitais da cidade. As pulseiras deverão ser vermelhas, padronizadas em todo o município, confeccionadas em material hipoalergênico e resistente e trarão em destaque a palavra alergia acompanhada do nome do medicamento causador da reação Quando o paciente ele cria esse hábito de que toda vez que ele chegar ele vai ser perguntado se ele tem alguma alergia quando acontecer no acolhimento não perguntar ele mesmo vai ficar atento ele vai falar opa não me perguntou eu tenho determinada alergia eu preciso colocar a pulseira Então, isso é algo que realmente pode dar um suporte muito grande para os profissionais. A gente tem visto, a gente sabe, obviamente, que vários hospitais, vários equipamentos de saúde já têm os seus protocolos. Nesse sentido, a gente quer dar esse suporte maior, porque se a gente não tem uma medida, muitas vezes, legal, que obrigue o poder público a implementar um protocolo como esse, muitas vezes o poder público se esquece dessa necessidade. muitas vezes gestores ficam preocupados com gasto, com gasto, com gasto e não querem implementar protocolos que podem salvar vidas então nesse sentido, atendendo a pedidos de trabalhadores da saúde veio essa solicitação para o nosso mandato para que a gente pudesse debater um pouco sobre isso que com certeza isso vai evitar que mortes aconteçam evitar que intoxicações aconteçam e que pode prejudicar a vida das pessoas Então, a gente apresentou para que seja mais um instrumento, mais um suporte de apoio ali, principalmente nos espaços de pronto-socorro, de urgência e emergência, que falta profissionais, que muitas vezes é aquela correria e cumprindo esse protocolo, de fato, a gente pode garantir que mortes ou erro médico não aconteçam.