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O auditório principal da Pontifícia Universidade Católica de Campinas foi o cenário para o lançamento do programa Antiracismo pela Cor do Esporte, criado pelo Centro de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros Dra. Niceia Quintino Amauro da PUC Campinas, a ideia é promover as ações de combate ao racismo nas instituições de ensino do município por meio de letramento racial, palestras e cartilhas educativas. Esse programa ele tem uma importância muito grande, porque infelizmente o racismo faz parte eh da nossa sociedade eh e a e no esporte também não é diferente. Então, essa esse programa que a PUC lançou através do Centro de Estudos Africanos e que a Prefeitura de Campinas, a Câmara Municipal de Campinas, Ministério Público, os times de Campinas, Guarani, Ponte Preta, também a OAB e outros tantos órgãos entraram eh junto como a Federação Paulista de Futebol, sem dúvida vai chamar, vai combater uma situação horrorosa que é o racismo em todas as esferas da sociedade e também no esporte. que esse programa envolve uma série de ações, entre elas a um núcleo de estudos, também eh programas de estudos para formar pessoas nesse com esse propósito e a ideia de que o programa ele atue dentro e fora da universidade com todos os parceiros que nós temos hoje aqui eh outros que vão se juntar ao programa ao longo da sua implementação. É uma iniciativa brilhante da PUC de trazer, internalizar pra universidade esse essa preocupação, essa discussão e a partir daí, inclusive influenciar na base da formação dos profissionais de todas as áreas. Como instituição de ensino, educar para o futuro é uma de suas missões. Está dentro da nossa missão, né? A Pon Fí Universidade Católica de Campinas é uma instituição confessional, né? católica, eh, comunitária, sem fins lucrativos, filantrópica e que tem na sua missão, né, construir através da pesquisa, da produção de conhecimento, do ensino, uma sociedade mais justa e fraterna. Segundo dados do observatório da discriminação racial no futebol em 2014, ano em que foi lançado o observatório, 36 casos foram relatados de racismo no Brasil. e no mundo. Em 2023, esse número já tinha subido para 250 casos e isso sem contar a subnotificação dos times amadores. Com 2 anos de existência, o Centro de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros da PUC é dirigido pela Comendadora Edna Lourenço, que comemora mais esse passo na promoção da garantia de direitos. Mais um passo, mais um avanço. E nós temos a felicidade de estarmos aqui na universidade, né, combatendo o racismo, mas não só isso, realment, propondo ações para esse combate de forma efetiva, né? Então, hoje é um grande dia porque o esporte que reúne multidões, nós precisamos estar juntos. Ela não cumpriu papel de punir os dizendo as pessoas não o racismo, principalmente o exemplo para as nossas crianças. Todos os apoiadores serão multiplicadores das ações propostas para que a sociedade toda receba, reflita e incorpore essa mensagem para além do esporte e a partir dele. Isso é decisivo porque quando você tem esses parceiros, você possibilita que a luta seja mais reconhecida. E são pessoas que contribuem também nos orientando no caminho, né? Porque tem coisas à vezes que nós não temos essa atenção. Então o Ministério Público, a OAB, a Câmara, a prefeitura, todos para ampliar ampliar o programa. Muitas das discussões que são desenvolvidas no centro e na sociedade podem ser incorporadas em legislação. A gente pode aprimorar a legislação também, pode propor iniciativas e aprimorar as políticas públicas nas várias áreas, mas que tem essa gênese de enfrentamento ao racismo. Então, a Câmara se sente primeiro contemplada, lisongeada, honrada de participar também desse programa. Temos uma lei muito robusta. que parouismo com ela não é cumprida. Infelizmente nós ainda somos vistos como sem alma raça inferior. E não é isso. A ascensão social intelectualizada do nosso povo negro tá aí. A universidade tá cheia de negros. Então nós precisamos ter igualdade de direitos e de oportunidades. E essa legislação tão robusta, ela tem que ser a nosso favor. Objetivo final é fazer de Campinas o Brasil do mundo, um local onde todos possam viver bem, independente da cor da pele, da raça, da preferência e opção religiosa de gênero. É, a gente é um deve ser um esforço coletivo, né, para fazer dessa uma sociedade mais justa, mais humana, mais solidária.