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Em um evento realizado em um cinema de Campinas, a Fundação FEAC conheceu os vencedores da 25ª edição do prêmio Fundação FEAC de jornalismo, que celebra o jubileu de prata da iniciativa. A edição deste ano bateu recorde de inscrições, totalizando 172 inscritos e 121 conteúdos submetidos por 87 profissionais, estudantes e representantes de organizações sociais. Foram distribuídos 50.000 em prêmios em quatro modalidades: jornalista, profissional de comunicação universitária e social, com 5.000 para cada vencedor. Na modalidade de jornalismo, as categorias premiadas foram fotojornalismo, impresso, online, rádio, televisão e cinegrafista. A imprensa ela ela é ela é um potente parceiro com a sua neutralidade, sua abordagem jornalística, para trazer à tona temas que são importantes, que estão sendo discutidos e outros que não estão e precisam ser discutidos. Então, a gente vê os profissionais de comunicação, jornalismo e a imprensa como fundamentais na sua essência natural, da sua vocação, que é a sua missão social, de levar e democratizar a informação e mobilizar pessoas a partir dessas informações com cobertura, com ainda mais no momento de fake news, etc., Pra gente falar o que ser dito. O tema desta 25ª edição do prêmio FEA de jornalismo foi o desenvolvimento territorial, integrando esforços para alavancar transformações duradouras. A Fundação FEAC, ela tem um compromisso de contribuir com a com a superação da vulnerabilidade social que a gente percebe muitas vezes Campinas é uma cidade muito rica, muito potente. Universidade de ponta, recursos, políticas públicas, empresas importantes. Quando a gente olha Campinas, a gente tem o risco de olhar pela média, entender que não há vulnerabilidade na cidade. E é muito a vulnerabilidade. A cidade realmente próspera, que desenvolve, se desenvolve, ela tem que pensar não só um todo, mas os seus territórios. Tem muita potência nos territórios, não tem só desafios e problemas, tem oportunidades, criatividade e inovação. Então, a visibilidade dessas iniciativas, elas são importantes pra gente olhar para Campinas com toda as diversidade de Campinas. A TV Câmara Campinas foi uma das finalistas do prêmio na categoria televisão com a reportagem cooperativa Transforma Resíduo em Renda, feita pela jornalista Mirna Breu com produção de Pereira, imagens de Antônio Junqueira e edição de Ricardo Brunete, que contou a mudança no modo de trabalho da Coper Bassoli, fundada por mulheres no Jardim Bassoli do distrito do Campo Grande. Eu acho que foi muito importante, porque geralmente a gente acaba se permeando por mostrar o que acontece de ruim. Então é importante também a gente mostrar como essas pessoas têm oportunidade de ressignificar suas vidas através, no caso aí do trabalho com a cooperativa de uma forma mais digna, com uma sede, um lugar coberto, agora com um pouco de maquinário. A gente sabe que tem muito para evoluir, mas é um grande caminho que cada território possa ser modificado a partir das suas bases. Mirana Breu, que ficou no segundo lugar, disputou o prêmio com outras duas jornalistas. Graziele Geronde da Band Campinas e Natália Henrique da Educa TV, que foi a grande vencedora com a reportagem Horta Comunitária de Campinas, é premiada por Semear Transformação Social. Primeiro prêmio na minha carreira de jornalista, uma honra e eu não teria conseguido sozinha, certamente televisão não se faz sozinho. Então eu agradeço a toda a equipe da produtora Rio Brasil Digital e da Educa TV por terem acreditado nessa reportagem. e por terem me ajudado a chegar até aqui. E agradecer também a confiança dos agricultores da Horta Comunitária do Jardim Florence, que gentilmente contaram suas histórias e contaram também como suas vidas foram transformadas por meio da horta. E para contagiar todos os presentes durante a premiação, uma batalha de rima foi feita pelo grupo Batalha da Raizular. E quando a gente se une revolução, vamos ingressar. Por isso que eu falo na verdade, um salve para o povo que vive em comunidade. Sim, um salve pro povo de comunidade. E eu falo dele sempre que faço meu free. Realmente é o poder do povo e da comunidade. Tem comunidade no palco de Guatemini. E no final da cerimônia, o presidente da Fundação FEAC falou sobre o tema da próxima edição do prêmio, que vai ser Violência de Gênero, convivência em risco, futuro em jogo, caminhos de superação. O tema desse ano tem a ver com o bloqueador da da convivência saudável, o que impede uma comunidade ter um tecido social saudável, de boa convivência, que é a violência de gênero, né? Violência de gênero destrói vínculos familiares. Violência de gênero eh cria medo. Medo não combina com uma convivência eh comunitária saudável. E nós temos uma série de iniciativas voltadas a atuar nessa área e queremos muito e a contribuição de toda a imprensa e séria de Campinas do Brasil. Lembrando que Campinas apresenta uma estatística bastante e triste nesse tema. Campinas tá acima da média do Brasil na violência de gênero. E e é e é e esse é o motivo da gente ter escolhido esse como tema para 2026.