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A proposta do projeto de lei visa a inserção do programa Hip hop nas escolas da rede municipal Campineira como uma ferramenta pedagógica inovadora e alinhada às diretrizes educacionais nacionais. A cultura do hip hop, ela é uma cultura que ela dialoga muito com os nossos jovens, né? A Base Nacional Comum Curricular, que é a uma orientação curricular para todas as escolas. Ela institui a lei 10.639 de 2020 e 2003, que fala sobre o ensino da África, da cultura e africana e afro-brasileira, história afro-brasileira. Nesse sentido, é uma é isso é obrigatório, né? Só que a gente sabe que as escolas acabam não cumprindo. E como que você muitas vezes vai falar sobre algo que muitas vezes as os nossos pequenos não tem muito acesso. O projeto Hip hop nas Escolas tem como objetivo estratégico a qualidade do ensino nas escolas da rede municipal. Então você eh colocando essa base, né, nas escolas, você fortalece a questão da cultura, você fortalece os debates dentro da escola sobre a cultura e sobre todos os temas, porque o hip hop ele traz muito isso, né, de discutir sobre a realidade que aquele jovem tá enfrentando, a realidade que as comunidades enfrentam, a realidade, né, da das exclusões, das opressões. Então o hip hop ele faz com que a nossa juventude tenha uma criticidade quando ela vai ter a visão de mundo, quando ela vai olhar para o mundo como um todo. A ideia é que o projeto conteções. Obviamente que é comandado pela coordenação pedagógica de cada escola junto com a com a comunidade escolar, com as famílias possam pensar atividades. São linguagens que os nossos jovens entendem. Vou vou dar um exemplo para vocês. A gente critica muito, né, essa questão das pichações, né, que de fato tem uma questão polêmica aí. Não vou nem entrar nessa nessa questão, mas uma professora aqui da rede conseguiu alfabetizar um aluno que era autista, que não conseguia se se alfabetizar. ela conseguiu a partir das letras que ele via nas ruas, nos muros escritos, daquelas expressões. Então, quer dizer, é uma linguagem que dialoga com os nossos jovens, que eles entendem, que eles gostam. Então, por isso a gente pensa em tornar a escola num espaço mais acolhedor, um espaço de debate, de participação, de cultura, de cultura viva, enfim. Então, nesse sentido, a gente pensou nesse nesse