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O projeto institui a política municipal de incentivo à transição energética de Campinas, com o objetivo de promover a transição para uma matriz energética mais limpa, renovável e resiliente. O autor da proposta, vereador Luiz Rossini, que é o presidente da Câmara, lembra que o país tem feito essa discussão, principalmente com a realização da COP 30. Essa ideia surgiu a partir de discussão, discussões que a gente tem feito com técnicos, especialistas, pesquisadores da área ambiental, particularmente da área energética, aproveitando o clima da COP 30, né, que pensar como é que a gente vira a chave para tornar esse mudo cada vez mais sustentável, a gente queria que Campinas também iniciasse um processo que a gente chama de transição energética no sentido de estimular o uso racional de energia elétrica no município, fonte renováveis, energia, ampliar a utilização de energia solar e também de energia motor elétrico. Eh, e aí a gente pode no projeto apresentar algumas propostas no sentido de que o poder público seja indutor disso. primeiro os espaços, prédios públicos incorporarem as tecnologias renováveis e que consumam menos energia e também estimular o setor produtivo, né, o setor privado a fazer o mesmo. Rossine diz que o gasto de energia elétrica em Campinas é alto e que o propósito é reduzir esse uso. Hoje Campinas consome cerca de 300 MW de energia hora de energia elétrica, né? Energia elétrica é muito consumida. O transporte é uma fonte eh grande, né, de consumo de energia, mas as redes residências também t uma participação grande, assim como os prédios públicos. Então, a ideia é criar diretrizes para estimular a modernização, né, uso racional e eficiente da energia elétrica também nos prédios públicos. é criar um plano municipal, né, que você faça isso através de uma discussão com a sociedade, com as secretarias da prefeitura pra gente definir as ações que devam ser implementadas. Na verdade, a proposta do projeto de lei é criar as diretrizes, definir os objetivos e metas e a partir daí iniciar essas ações. A matéria prevê a criação do Fundo Municipal de Transição Energética, vinculado à Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o objetivo de financiar programas, projetos e ações do Plano Municipal de Transição Energética. Tentar ter um local que você possa captar recursos, né? para você investir nessas soluções inovadoras. Por exemplo, na hora que você vai fazer a regularização fundiária de um núcleo habitacional, né? Se você já quis conseguir colocar energia elé, energia solar para aquecimento dos chuveiros e minimamente já é uma grande contribuição, mas isso tem custo, né? Precisa você ter algum local que tenha recurso para financiar esse tipo de ação. Então a ideia é um pouco essa também, investir em pesquisas, né? a gente incorporar, apoiar os institutos, as entidades a que trabalham nesse campo, mas enfim, é ter uma legislação para iniciar, tipo assim, estabelecer um marco legal para criar as condições para que Campinas possa também dar um exemplo, ser referência nesse novo momento que o mundo exige, né? A proposta deve passar por uma ampla discussão, já que trata de uma mudança de cultura sobre sustentabilidade. Debater com a sociedade, debater com a prefeitura, porque tem que ser alguma coisa que seja assim feita a várias mãos, né? A gente só deu o pontapé inicial, mas é fazer todo mundo, a sociedade campineira, também pensar em como é que a gente se prepara para essa esse novo desafio que tá colocado pro mundo inteiro. Primeiro a gente precisa acabar com o desperdício energético, né? Isso envolve inclusive uma educação, né, ambiental, ecológica das pessoas no dia a dia, nas casas, né, os processo, as empresas, a gente tem que pensar isso também. Obviamente os prédios públicos tê que já ser estruturados, pensados eh para isso.