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O presidente da Câmara de Campinas, vereador Luiz, protocolou um projeto de lei complementar que cria o meliponário municipal no Centro de Educação Ambiental do Parque das Águas. Importante destacar a importância das abelhas, né, paraa preservação da biodiversidade, pro cultivo da agricultura. Eh, segundo estimativa, cerca de 75% de todo alimento cultivado no campo depende dessa polinização feito pelas abelhas, né? Então, a abelha é fundamental pro equilíbrio ecológico e paraa existência da própria espécie humana. No passado, eu criei uma lei tentando preservar e proteger as abelhas aqui de Campinas, as abelhas sem ferrão, que permitia inclusive o manejo, né, de colmeias, às vezes por alguma razão tá no local que não legal para outros. Só que essa lei ela feria é uma lei estadual que é quem deve regular toda a legislação sobre a fauna silvestre. Então, alertado por isso, por um técnico da Secretaria do Clima, hoje nós fizemos um estudo e surgiu a proposta de criar um meiponário municipal. A proposta é incentivar a conservação das abelhas nativas sem ferrão. Além de desenvolver colmeias de abelha, abelhas sem ferrão, abelhas nativas, temos diversas espécies, né? Eh, ali poderia ser um espaço para as escolas poderem levar crianças e que a Sanasa já tem lá o centro de educação eh do lado do Parque das Águas, então já tem esse conceito, essa finalidade facilitaria obviamente implantar isso. Para além da educação ambiental, poderia ali ser um local mesmo de criação de abelhas sem ferrão. Então essa ideia foi desenvolvida junto com a CLIMA que eu incorporei, eu acho importante. E Campinas poderia aí passar, fazer parte também de um pequeno rol de cidades amigas das abelhas, inclusive até entidades, instituições, instituto agronômico que reconhecem a iniciativa dos municípios que adotam medidas de preservação das abelhas. O executivo é quem vai determinar quem será o gestor do meliponário municipal caso o projeto se torne lei em Campinas. A intenção é exatamente essa, que a SE Clima, juntamente com a Fundação José Pedro de Oliveira, possa fazer a gestão desse ambiente. Nós, inclusive, no início, pretendíamos que esse meliponário fosse lá na Mata Santa Genebra, mas pelas características da mata, pela função, pela missão da Marta, eles falaram que talvez para com essa com esse porte não seria possível ali. Por isso que foi identificado aqui o Parque das Águas. Mas certamente a experiência, né, o conhecimento, né, dos técnicos da Fundação José Pedro Oliveira vai ser fundamental no desenvolvimento e implantação desse meliboniário no Parque das Águas. Rossine lembra que as abelhas são espécies fundamentais para a polinização e a manutenção da biodiversidade. O desenvolvimento das cidades de forma geral acabou eliminando os espaços de mata e espécies também de abelhas, além de outros eh espécies da fauna, né? a gente vê que os até a onça tá perdendo seu habitar cada vez mais próxima da cidade. Então a gente tem que ter um olhar voltado paraa preservação dessa biodiversidade que é imensa. Os insetos, todos eles cumprem uma função ecológica importante e a abelha ainda mais, né, por ser a polinizadora, eh, dos alimentos. Você sabe que nos Estados Unidos há fazendas que elas alugam colmeias durante o período de plantão, de plantil, florada, para que as abelhas possam fazer o processo de polinização. Muitas vezes a agricultura intensiva com uso de agrotóxicos também passou a ser um problema, né, de eh de extinção ou de colocar em risco a extinção das abelhas. É claro que esse projeto vai no sentido contrário. a gente precisa reverter essa tendência e preservar esse animalzinho que é fundamental paraa sobrevivência, inclusive da espécie humana.