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O Instituto CPFL lançou nesta quinta-feira dois novos projetos culturais no Parque Oziel em Campinas. As atividades serão realizadas na Associação Amigos da Criança, a AMIC, e devem atender centenas de crianças e adolescentes da região. A gente tá muito feliz, estão fazendo a abertura de dois projetos que t uma parte cultural e uma veia artística de alta qualidade. Então esse tanto a escola Lodum quanto o Cisne Negro tem isso em comum. Que mais eles têm em comum que liga com o Instituto CPFL? o propósito. Então, essas escolas elas têm o trabalho com crianças e adolescentes desde a base. Então, quando a gente olha, né, aqueles músicos do Lodum, olha aquele bailarino em cima do palco, é lindo, a qualidade artística é enorme, mas como isso começou? Então aqui é um dos lugares que isso vai começar, quando a gente trabalha com a formação desse cidadão, dessas crianças e desses adolescentes. A escola Lodum, ela começou em Salvador em 83, são mais de 40 anos. Olodum começou há 47 anos. Então, para você ver como é importante ter uma escola caminhando junto, é essa escola que tá vindo para cá. Entre as novidades está a implantação do primeiro núcleo da escola Holodum no estado de São Paulo. O projeto vai oferecer aulas gratuitas de percussão, canto e dança afro para 300 alunos. E é um projeto que além de formar percussionistas, ninos, meninos e meninas, eh pessoal na na área de teatro, na área de informática cultural e uma série de outras linguagens culturais, formou principalmente pra vida. E é exatamente isso que nós pretendemos com a implantação do projeto da escola Lodu em Campinas. Não é apenas formar excelentes percussionistas que nós sabemos que iremos formar, ótimos cantores e cantoras que sabemos que iremos formar, ótimos dançarin dançarinos e dançarinas de pontos que sabemos que formaremos. O objetivo principal desse projeto é, além de formar grandes profissionais na área de da arte e da cultura, é formá-los paraa vida, transformá-los em cidadãos, em cidadãos e cidadãs, em pessoas que possam gerir e apontar o seu próprio destino. Outro projeto lançado é o núcleo de dança Cisne Negro. A iniciativa oferece 100 vagas para aulas de balé clássico e marca a primeira unidade da companhia fora da capital paulista. A Cisne negro sempre teve a participação social com as crianças. A gente tá trazendo para Campinas. É a primeira vez que a gente tá saindo da capital e viemos para Campinas, que tem arte eh no seu desde o começo da cidade. Ah, o Cisne Negro sempre apoiou o as crianças porque a parte de educacional e artística é que vai levar essas crianças, né, vulneráveis, que para elas terem um conhecimento de arte e um conhecimento do próprio corpo. A partir daí, com certeza, elas vão crescer. e com uma consciência melhor da sua vida. Os projetos chegam ao Parque Oziuel com a proposta de aproximar as crianças da arte, da cultura. Música, dança e balé clássico passam a fazer parte da rotina de diversas famílias daqui da região. Olha, primeiro que a gente tá falando de uma área eh que a gente é notoriamente com uma vulnerabilidade e a gente sabe o quanto a cultura é um grande é uma grande linguagem, né, através desses dois projetos que podem fazer uma transformação social aqui, se agregando aos movimentos que já acontecem, porque a gente tem que dizer que aqui é uma área e que é fértil de cultura, mas com poucas oportunidades, mas fértil porque as pessoas fazem muita cultura. Então, dois projetos estruturados que vão ter uma continuidade, eles vão significar primeiro cidadania, mas uma grande transformação social, porque a gente sabe que a cultura ela dá pertencimento, ela permite que a gente dialogue com todas as outras questões. Então, a gente tá muito feliz. Para representantes de movimentos em Campinas, a chegada da escola Lodum ao Parque Oziel também amplia o acesso à cultura afro brasileira e cria novos espaços de formação e pertencimento para crianças e adolescentes da região. Projetos acaba entrando numa segunda alternativa no meio de sobrevivência dessas pessoas que estão em vulnerabilidade social. Então, tanto na educação, cultura ou esporte, é sempre bom a gente dialogar com as nossas crianças, com as nossas juventudes, para que não sejam perdidas aí no decorrer do processo da vida que a gente sabe, principalmente nesses espaços onde a criminalidade aflora muito mais. [música]