Reportagem sobre duas moções apresentadas pela vereadora Mariana Conte em apoio à luta de estudantes, docentes e trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp. A primeira é um apelo para que reitoria da Unicamp e CRUESP abram negociações com os grevistas da USP/Unicamp, que reivindicam reajuste salarial, condições de trabalho, não terceirização do Hospital das Clínicas e respeito. A segunda apoia ampliação da moradia estudantil em Campinas, construção de moradia no campus de Limeira e fortalecimento das políticas de permanência — especialmente importantes desde a aprovação das cotas raciais, indígenas e trans no vestibular.
Greve de docentes, técnicos e estudantes da Unicamp, USP e Unesp motivou duas moções da vereadora Mariana Conti na Câmara de Campinas. A primeira pede que a reitoria e o CRUESP negociem reajuste salarial, condições de trabalho e o fim da terceirização do Hospital das Clínicas. A segunda defende ampliação da moradia estudantil em Campinas, construção de moradia no campus de Limeira e reforço das políticas de permanência, essenciais desde a aprovação das cotas raciais, indígenas e trans, já que muitos alunos abandonam o curso quando perdem a bolsa ao fazer estágio obrigatório e não conseguem pagar aluguel.
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