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A moção protocolada pela vereadora Guida Calisto diz que a Câmara Municipal de Campinas manifesta apoio irrestrito à implementação do piso salarial nacional. Também a efetivação das 30 horas semanais sem redução de vencimentos, que será debatida em audiência pública a ser realizada no dia 19 de agosto na Câmara Federal. o nosso apoio a essa matéria, porque o Brasil anda numa discussão gigantesca sobre a política econômica, sobre a questão da onde arrecadar, onde procurar mais recursos para se arrecadar. Então a gente, a a nossa preocupação é que os trabalhadores não sejam penalizados por conta dessa questão do dos recursos, né? Então quando o presidente Lula vem falando sobre a taxação das grandes fortunas, é para poder garantir mais recursos e quem tem que ser beneficiado são os mais vulneráveis. Com relação a aos assistentes sociais, tem uma luta nacional pelo piso nacional desses trabalhadores, porque existe uma discrepância gigantesca do pagamento do salário, principalmente de assistência social, quando ele é concursado e quando ele é trabalha em entidades. Aqui em Campinas mesmo, nós temos uma diferença grande. Por exemplo, um assistente social concursado diretamente pela prefeitura tem um salário base na em média R$ 7.000, Enquanto que um um trabalhador assistente social cumprido a mesma função, né, eh com o mesmo cargo, mas cumprindo a mesma função, ele ganha no máximo 2500. Ainda segundo a parlamentar, é inaceitável que profissionais essenciais ao enfrentamento das desigualdades sociais recebam menos de dois salários mínimos. A gente sabe que tem postos de trabalho que precisam ter plantão, né, de profissionais de assistência social. Então tem hospitais que precisa ter assistência social e o hospital não para, não fecha, trabalha sábado e domingo, enfim. Eh, a discussão é 30 horas semanais, 30 horas semanais. Eh, tem o entendimento que é uma jornada eh discutida pela base dos assistentes sociais e é uma jornada digna, né? Uma jornada que vai dar condições de trabalho, de atendimento, eh, tem que lidar com uma população muito vulnerável. a questão do adoecimento, inclusive dos assistentes sociais tem sido muito séria, né? Porque trabalho numa linha de frente muito intensa, muito, enfim, que que demanda muito desse profissional, inclusive. Então, é legítimo, é uma questão de saúde pública, é uma questão sanitária pública.