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O plenário da Câmara foi o palco do primeiro encontro da Frente Parlamentar de Enfrentamento ao HIV, Aides, Hepatite Vrais e outras ISTS, as infecções sexualmente transmissíveis. Presidido pela vereadora Paola Miguel. Muitas vezes a gente pensa num programa, a gente pensa, né, na na nas atividades, eh a gente pensa inclusive na recuperação de programas e propagandas que todo mundo já deve ter assistido, né, com música, camisinha. Eu passei por uma escola muito estruturada, né, que tive aula de orientação sexual ainda no ensino fundamental e isso fez com que a minha escola tivesse o índice de gravidez na adolescência diminuído de forma significativa e também que as infecções não chegassem até os adolescentes. E nesse momento a gente vê uma crescente entre mulheres casadas, entre a juventude, entre a população idosa. A gente tem um serviço que ele é referência a nível de Brasil, mas Campinas já foi uma das grandes cidades na formulação de políticas públicas a enfrentamento HIV Ardes. Então, que a gente consiga voltar a ser esse farol para que essas transformações partam a partir a partir daqui e que principalmente a gente consiga combater a desinformação e que a gente atinge as metas que a Unides propõe, que é 95, 95% de testagem, 95% de acompanhamento e tratamento e 95% de da diminuição da carga viral nas pessoas. A vereadora Fernanda Solto, que é médica infectologista e membro da Frente Parlamentar, marcou presença na reunião. Por isso é tão importante a gente estar trazendo esse debate aqui, porque a nossa luta em defesa de mais financiamento no SUS, por valorização dos trabalhadores, pela garantia de acesso aos usuários de forma de fato universal, ela é urgente, ela é necessária. É só assim que a gente vai conseguir reduzir o número das infecções, garantir a ampliação das políticas de prevenção, garantir o tratamento e avançar inclusive na discussão e na necessidade de se ter de fato um tratamento curativo, sem investimento, sem recurso, sem gente pensando e trabalhando, isso não vai ser possível. Então essa frente aqui na Câmara Municipal de Campinas, ela vai ter uma tarefa fundamental de qualificar o debate aqui entre os vereadores, mas também de pressionar para que o governo municipal tenha como prioridade entre as suas pautas o fortalecimento do programa de enfrentamento ao HIV AIDS e outras ISTs. O lançamento também reuniu alguns especialistas no assunto, como coordenador do programa municipal de STS, HIV, Aides Hepatite Virais, Josué Nazareno de Lima e Gabriel Borba, responsável por legislação e populações doides Brasil, programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e AIDS. É com grande prazer que o Nides no final do ano passado conseguiu certificar que o Brasil ele já conseguiu atingir duas dessas metas. Então, a primeira de diagnóstico e a última de tratar eh de conseguir a supressão de carga viral. Mas o grande gargalo que a gente tem é justamente a segunda meta, que são as pessoas que descontinuam o tratamento. Então, uma questão que eu falo, né, o Brasil ele tem as tecnologias, a gente tem o SUS, mas a gente também precisa perguntar os porquês, né? Por que que a pessoa não ainda não acessa o sistema? Por que que essas pessoas são deixadas para trás? para nós é de suma importância que o legislativo ele discuta, ele implementa, eh, fomente também essas políticas públicas de resposta ao HIV, essa iniciativa, eh, que vai com certeza dar um um salto de qualidade em tudo que a gente faz. Então, acho que nós vamos trabalhar muito juntos. O alcance dessas metas, ela quebraria a transmissão do HIV, permitiria mais qualidade de vida para as pessoas com o vírus e reduziria drasticamente a mortalidade. Mas para isso é fundamental algumas coisas que a gente tem que levar em conta. Eu não coloquei todas, mas eu destaquei as principais. O primeiro é o diagnóstico amplo de HIV. E Campinas tá muito eh confortável nesse sentido. Todas as unidades básicas da saúde fazem teste HIV rápido, não só teste HIV, como teste de sífiles, teste de hepatite B e hepatite C. Então, um um um empenho muito grande com toda a nossa equipe, tem alguns membros da nossa equipe aqui, nós conseguimos que todas as unidades de saúde façam de isso já é desde 2000 desde 15 16. Exatamente. Então isso é uma coisa que a gente se a gente fica muito feliz e muito confortável de dizer. Pode melhorar, pode ampliar o acesso, claro, claro que pode, mas a gente já está numa situação bastante confortável, mas queremos melhorar. que a gente consiga pensar em formulações de políticas públicas aqui para nossa cidade, mas também para toda a região, que a gente consiga pensar políticas públicas que façam com que a cidade de Campinas não consiga diminuir drasticamente as infecções e que a gente consiga, né, de fato, ser a primeira geração a não morrer de aides aqui na cidade de Campinas. Ah.