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30 views Publicado 15/01/2026 HD · 1:12:08

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CEPAGRE da Unicamp faz alerta para a cidade de Campinas sobre tempestades severas após calor intenso. Defesa Civil emite alerta severo para risco de chuva forte na região de Campinas. Comissão e Proteção de Defesa dos Direitos dos Animais faz balanço das ações realizadas ao longo do ano de 2025 na Câmara de Campinas. Olá, boa tarde. Quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia mais 4 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você tem a opção de mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular. para o Qcod. E a gente abre edição de hoje com as notícias da Metrópole. Entra ano e sai ano, a rotina é sempre a mesma. Em janeiro chega a lista de material escolar. Antes de ir às compras, as famílias pesquisam os valores. Um levantamento do Procom apontou uma variação de preço que pode chegar a 150%. O ano mal começou, mas os gastos estão aí. Agora é hora de pensar na lista de material escolar e a dúvida que sempre surge: como economizar? A Moara está na reta final das compras, faltam alguns detalhes e tem uma estratégia, aproveitar alguns itens do ano passado. Quase tudo subiu, né? E o material não tá diferente, o material tá bem mais caro. É caderno de 10 matérias, outras coisinhas que hoje em dia tem, que eles adoram para enfeitar o estojo. Então eu senti bastante, mas a gente aproveitou bastante coisas do ano passado, então a gente conseguiu fazer aí uma pesquisa e encontrar um preço bacana para para conseguir acaber no orçamento, né? Mesmo com uma infinidade de produtos nas prateleiras, Maia sabe exatamente o que comprar. Era meu sonho fichário. Aí eu comprei um fichário que é dos eh animações do Pixar. E aí eu amei. E aí como eu utilizei muitas coisas do ano passado, eu comprei mais canetas como brush brush ps das e canetas da SIS para fazer título. E aí e ano passado eu reutilizei cola, tesoura, caneta, lápis, borracha e aí eu comprei um monte de caneta, um monte de marca texta. Uma pesquisa realizada pelo Procon de Campinas junto com o Procon de São Paulo, levantou o preço de 78 itens. A borracha teve a maior variação de preço, chegando a 150%. A variação de preços é muito grande, então a gente recomenda geralmente em épocas de compras sazonais, em épocas específicas, tem algumas empresas que fazem descontos maiores, outras não. Então, a gente recomenda fortemente que seja feita a pesquisa. A internet é uma ótima ferramenta de pesquisa, porque você consegue, sem sair de casa, verificar o preço de diversos produtos, né? Caso a compra seja feito em loja física, você vai à loja física, mas você já tem uma noção da lista de de produtos que você precisa comprar, você já tem uma um preço de referência. A Raíça proprietária dessa papelaria sente que os consumidores estão pesquisando mais e acabam fechando o que está mais vantajoso. Ela ressalta que é fundamental o comerciante também pesquisar com fornecedores o melhor custo benefício. Todo ano sobe um pouquinho, esse ano a gente subiu um pouco mais. A parte de papel subiu bastante também, mas a gente sempre tenta segurar. Então a gente busca alguma alternativa para que o preço não varie muito de um ano pro outro. Então, muitos dos itens a gente não repassou o reajuste pro consumidor. A papelaria criativa, por exemplo, já virou tendência. Lápis coloridos, canetas com aroma, borrachas divertidas e cadernos de personagens. Isso tudo chama a atenção da criançada, mas esse tipo de material acaba encarecendo no orçamento. A dica é pesquisar e comprar o que realmente for necessário. Se possível, a gente recomenda que os pais não levem as crianças às compras, porque exatamente nesse ponto que você toca, quanto a produtos patrocinados por marcas infantis, por personagens de desenho animado, eles normalmente têm um preço mais caro, porque tem que ser repassado um produto no produto licenciado, tem que ser repassado um preço. Então você tá com certeza comprando a mesma mochila por um preço maior do que ela custaria. sem aquele personagem. E isso fica um pouco difícil quando você leva a criança junto na compra, né? A nossa dica é peça o orçamento. Acho que grande parte das papelarias trabalha dessa maneira, né? Você pede o orçamento, faz uma pesquisa, leva compara as marcas, porque de repente o valor do orçamento tá muito diferente, mas as marcas também são muito diferentes. E compra o que tá realmente tá precisando. Eu acho que tem muita coisa que realmente dá para aproveitar de um ano pro outro, mas eu acho que a pesquisa é fundamental. E outra coisa também que a gente tem que pôr na ponta do lápis da pesquisa é se vale a pena andar a cidade toda pegando um item em cada lugar, né? Porque de repente o tempo, o dinheiro também contam, né? Então assim, eu acho que fechar um pacote que seja legal de custo benefício, tanto de se tá perto de entrega, se entrega na escola, se entrega para você, se vai ter tudo, se não vai, se o preço tá legal, se a qualidade é boa. Eu acho que são vários itens aí que podem ser considerados. Meiodia, mais 10 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quinta-feira. Você que está nos acompanhando, teve filosofia na escola? Lembra o que fora aprendido? E quando você lê esta palavra, o que te remete? Bom, o conceito vem do grego amor à sabedoria. é o estudo questionamento de questões fundamentais sobre existência, conhecimento, moralidade, razão, mente. Questões fundamentais para a humanidade. Então, imagine abordar conceitos da filosofia em um livro e escrito por mãe e filha, pois eu converso agora com a Lúcia Helena Galvão Maia, professora de filosofia na Organização Internacional Nova Acrópole há 37 anos, poetista, mãe da Isabela Galvão, que é advogada, professora de filosofia há 10 anos na organização Nova Acrópole, ministra Palestras. Então, Luelena e Isabela Galvão, primeiramente muito obrigado por terem aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal do Câmara Notícia. E para as duas, um dos desafios que vocês têm é transformar todo este conhecimento de décadas que vocês adquiriram e conseguirem transmitirem para as pessoas a ideia de algo que é conceito de ideias pra nossa realidade. Sejam bem-vindas e uma boa tarde. Boa tarde. Muito obrigada pelo convite. Boa tarde. Muito obrigada. Eh, nós temos exatamente essa intenção. Filosofia hoje tem uma imagem muito ruim na sociedade de coisa complicada, longe da realidade. E filosofia, na verdade, é arte de viver. É como lidar com as circunstâncias da vida da maneira mais humana possível, considerando valores como bondade, fraternidade, etc. Então, esse nosso livro, ele é um livro muito simples. Ele é escrito na forma de crônicas apoiadas em fatos do dia a dia que a gente viveu. E essas crônicas mostram como a gente responde à vida de maneira filosófica e como a vida fica muito mais fácil assim. Isso é muito Exatamente. Pode falar, por favor, Isabela. Exatamente. Então, a partir das nossas reflexões, né, das crônicas, a gente vai tentando transmitir um pouco do nosso conhecimento. Nós duas somos professores de filosofia, damos palestra, damos aulas, né? Só que a filosofia ela é muito prática, muito vivencial. Então, a gente tenta, através das crônicas mostrar como isso pode ser aplicado ao nosso dia a dia. Ótimo. Sobre este dia a dia, então, Lúcia e Isabela, eu acredito que a maioria das pessoas, né, tem uma rotina intensa. Eu vou pegar o meu exemplo aqui, tá? Eu tenho um filho de 1 ano e 4 meses, então eu preciso dedicar, compartilhar uma boa parte do meu tempo com o cuidado, o afeto com ele também com o trabalho. Eu tenho dois, com a minha esposa, família, amigos. serviços domésticos que não tem fim, lazer, enfim, não sobra muito tempo, eu confesso, né? Isso levando em conta que ainda sou um privilegiado na vida. Como então realizar uma escuta da vida? Sabe aquele momento que a gente tenta fazer uma análise, pensar os rumos da nossa vida? Se se eu estou conseguindo alcançar os meus objetivos? Eu preciso em algum momento parar, tentar ficar em algum lugar silencioso, sair da metrópole, que aqui é a cidade de Campinas, ou tem como fazer isso no dia a dia, nessa rotina intensa? Peguei o meu exemplo, mas certamente quem está nos acompanhando também tem uma rotina com muitos afazeres no dia a dia. Como é que vocês avaliam a rotina das pessoas, mas este momento de reflexão que é tão importante e que muitas vezes acaba ficando aí em segundo plano. Acredito que esse silêncio que você queria buscar no campo, nas montanhas, você só encontra num lugar que é dentro de você mesmo. Se você não consegue esse silêncio interno, você vai pras montanhas e continua com barulho. O problema não é de Campinas, nem de nenhuma outra cidade. E tem uma outra coisa que é muito importante. O nosso tempo, ele se multiplica quando ele é vivido com atenção, com consciência, dando o nosso melhor a cada momento. A gente costuma dizer de corpo, mente e alma juntos. Então você tem 1 hora de 60 minutos, minutos de 60 segundos. você tá pleno dentro do tempo, tá vivo e todo aquele tempo que você tem se multiplica, tá? Então o tempo vivido intensamente ele é muito maior e ele dá pra gente viver tudo que se necessita. Filosofia trabalha exatamente com isso. É exatamente, né? A gente costuma dizer que se a filosofia ela não é feita para que a gente possa no nosso dia a dia, no nosso trabalho, com a nossa família, encontrar melhores respostas, só quando a gente tá no campo, tá isolado, tá, sei lá, no alto de uma montanha, então ela não tem uma utilidade prática, né? E a ideia é que a filosofia seja justamente a ferramenta essencial do nosso dia a dia, que a gente não precisa se retirar para encontrar respostas, a gente encontra respostas dentro do nosso cotidiano. Essas respostas são importantes que quantas vezes, né, a gente às vezes não sai de férias, a gente viaja e aí volta e fala: "Nossa, eu continuo cansado", né? Então é o que as duas falaram aqui, né? Não é uma questão de lugar. Ai, fui pra praia, fui pro campo, mas não consegui descansar porque internamente não conseguiu. Enfim, são essas questões aí que foram abordadas e realmente não é uma questão de lugar, né? a gente tem que estar preparado aí para muitas vezes desacelerar e fazer este exercício, né, de ouvir a si próprio. É, Isabele Lúcia, recentemente, na última semana, eu fiz uma entrevista aqui no jornal Câmara Notícia com uma mentora de carreira, porque saiu uma pesquisa por uma consultoria que apontou que em 61% dos brasileiros pretendem procurar um novo emprego neste ano. É um aumento de 7% em relação ao ano anterior. Como que vocês enxergam este desejo? E tem como responder a pergunta que muitos fazem, quando é hora de mudar? Por que que 61% dos brasileiros dessa pesquisa querem mudar de emprego, querem esta mudança? Como é que vocês avaliam isso? É algo positivo ou é uma insatisfação e por isso as pessoas querem mudar? Eu acredito que você teria que ver o porquê dessa mudança, não é? Se se trata de uma aspiração legítima por buscar algo que é mais adequado à sua vocação ou por um mesmo um salário mais digno, tudo bem. Mas se nós estamos fugindo de circunstâncias atritivas porque não conseguimos conviver, aí é complicado, porque você não vai encontrar esse paraíso de pessoas perfeitas em lugar nenhum. Hoje nós temos esse problema, cada vez menor resistência ao atrito, porque estamos acostumados a estar na frente de um computador, onde quando uma coisa nos desagrada, a gente cancela, bloqueia e vai embora. Então, nossa resistência, a nossa capacidade de harmonizar conflitos vai ficando cada vez menor, ou seja, a convivência vai ficando muito prejudicada. Somos seres sociais. A ideia é que a gente harmonize os ambientes onde a gente está e não espere um lugar paradisíaco onde não vai haver conflitos, porque esse lugar nesse mundo não existe. É, exatamente. E a gente também tem o hábito de buscar por mudanças sempre externas. Então, se algo tá me incomodando dentro, provavelmente é algo que eu preciso mudar fora, é o meu trabalho, é o meu círculo de amigos, é o meu, minha aparência. Então, a gente costuma fazer essas mudanças para ver se alguma coisa interna também muda, só que não necessariamente, né? Então, a mudança que a gente espera, que a gente busca, muitas vezes ela tem que ser interna e não só externa. É, seria muito bom que a gente pudesse dizer que 61% das pessoas estão planejando se tornarem seres humanos melhores nesse ano. Seria maravilhoso. Exatamente. Esta fuga de conflito vocês enxergam como algo negativo? Porque eu acho que é evidente que nós vivemos em um mundo polarizado diante da política, mas também de outras questões, né? As pessoas acham que estão com menos empatia. E aí essa falta de conversa ou mesmo de discussão para tentar resolver os problemas, isso é algo negativo quando porque é um discurso que muitas vezes a gente escuta, né, até nas redes sociais, ah, não, se isso tá me trazendo problema, eu quero fora da minha vida, eu quero uma vida mais tranquila, eu não vou me envolver com isso, é algo negativo, a gente tá perdendo essa comunicação. Certeza. As pessoas hoje têm o hábito de se considerem donos da verdade. Isso é atritivo por natureza. A sua identidade tá fundamentada numa opinião. Quem sou eu? Eu sou a pessoa que acredita em tal postura política, em tal postura, sei lá, religiosa. E se alguém ataca essa opinião, tá atacando a mim. Nós não somos uma opinião, somos algo muito mais profundo. Um ser que tá em aperfeiçoamento, em crescimento e o novo pode nos ajudar a crescer. Então esse problema de identidade superficial fundamentado em opiniões, faz com que nós sejamos atritivos por natureza. atacou essa opinião, você me atacando e eu não estou querendo crescer, eu não estou querendo aprender, eu já sei, eu já tenho a verdade. E isso é extremamente problemático e atritivo. Exatamente. E esse hábito de fugir do conflito vem dessa relação negativa que nós temos com ele, quando na verdade o conflito ele faz parte de um processo de crescimento. Toda vez que eu preciso abandonar algo que eu já tinha uma velha opinião, uma velha visão sobre alguma coisa para crescer, para expandir, existe um conflito. Só que isso é algo natural e a gente vê como um ataque e se fecha. Aí começa a polarização. Mas o conflito ele faz parte da vida. Não há como fugir do conflito. Nós sempre vamos encontrá-lo. Imagine você que a imunidade do nosso corpo não quisesse conflito. Estaríamos todos mortos. É verdade. Quando e como vocês decidiram lançar o livro Filosofia com aroma de café, reflexões de mãe e filha. Momento nós acreditamos que essa nossa relação de mãe e filha filósofas, as nossas reflexões poderiam ser inspiradoras para outras pessoas. E aí encontramos uma editora que se interessou pelo nosso trabalho e fizemos esse lançamento. Eu acho que tem sido bastante inspirador para muita gente que tem lido, mostrando como mesmo dentro de uma relação de família você pode ter mais do que um relacionamento banal de falar só sobre coisas do dia a dia, pode ter reflexões profundas, pode e deve. É, exatamente. Então, nós já tínhamos uma um conjunto de reflexões e criamos outras, né, e resolvemos juntar isso numa coletânia para mostrar como seria um bate-papo filosófico, um café filosófico em cada um traz sobre aquele tema. E toda segunda-feira, né, a professora Lúcia tem feito a leitura de uma dessas crônicas, né, na página dela. Então, para que as pessoas queiram conhecer um pouquinho mais, toda segunda-feira tem lá uma live sobre alguma alguns textos no Instagram. Bom, eh, como é que foi este processo criativo? Cada um escrevia uma parte, vocês trocavam a leitura? Demorou muito este processo? Teve algo curioso aí no meio do caminho? Não, isso foi uma coletânea de escritos que a gente vinha fazendo ao longo das nossas experiências. É muito comum dentro da filosofia que a gente pegue fatos do dia a dia para refletir e crescer a partir deles. Tem uma frase que eu gosto muito que diz que só é útil o conhecimento que te torna melhor. Filosofia é um conhecimento que te ajuda a refletir sobre as coisas da vida e se tornar melhor. Então a gente tinha esse hábito de escrever sobre fatos da vida que nos fizeram crescer. Num determinado momento, resolvemos fazer uma coletânnea de tudo isso e publicar. A gente sabe que livro, né, às vezes os autores pensam em uma ideia, em uma reflexão e quem está lendo diante da sua realidade recebe de uma outra maneira. Como são os feedbacks que vocês recebem? Existem diferenças entre homens e mulheres, entre jovens e pessoas de mais idade? Existe isso. Fez uma reflexão pensando em alguma coisa e chegou um feedback de uma maneira diferente e porque o livro tem essa magia, tem, né, diante de cada realidade, de cultura de cada leitora. Eu acredito que é bem universal, até porque nós tratamos de assuntos diversos, né? E então nós recebemos feedbacks de pessoas, pessoas de mais idade, pessoas mais jovens, homens, mulheres, né? sempre alguém que se identifica com alguma daquelas crônicas ali, porque viveu alguma daquelas experiências, porque já pensou sobre aquilo. Então, é bem comum a gente receber, né, comentários das pessoas dizendo: "Nossa, eu pensava sobre isso, mas nunca tinha lido, né, nunca tinha percebido que era, achava que era só eu que pensava dessa forma." Então, acredito que as crônicas, as histórias têm essa esse poder de serem muito universais, tocarem pessoas indistintamente. E aí, Luelena, como foi o feedback e este processo, essa reflexão de vocês transmitirem este conhecimento no livro e depois receber respostas e interagir com os leitores? Como Isabel falou, é muito interessante. Cada um vai interpretar segundo o momento que está vivendo. Ou seja, às vezes tira conteúdos dali que nem a gente mesmo tinha imaginado. E pessoas de situações de vida às vezes muito simples, às vezes muito complicadas. Enfim, uma das coisas que mais me alegra, por exemplo, é receber o retorno de uma pessoa que trabalha como diarista, outro trabalha como porteiro de um prédio. Paraa nossa sociedade, a gente consideraria que filosofia é inacessível para essas pessoas e não é. E elas são capazes de reflexões filosóficas muito profundas. É uma alegria para mim quando eu recebo esse retorno e a gente recebe muito sinal de que essa filosofia é realmente acessível e própria para a humanidade e não para uma camada mais intelectualizada. Para quem está interessado onde que encontra o livro? No site da editora Hanoi. Então hannoededitora.com.br e também nas redes sociais ranoi editora. Eh, e também nas nossas redes sociais, tanto professora Luciena Galvão quanto Isabela Ruda Galvão. Eh, no Instagram vocês encontram lá o link paraa compra do livro e podem Amazon também por qualquer livraria convencional. Aói se escreve H A N O I. Vocês podem encontrar diretamente na editura, que eu acho que é o mais fácil. Ótimo. Pesquisando também, né, em site, você digitando o nome do livro, já encontra também os links para você poder adquirir o livro. Lucia Helena Isabela Galvão. Infelizmente meu tempo tá encerrado, mas eu quero agradecer muito a disponibilidade do tempo de vocês de falar um pouquinho sobre filosofia, como a Lu Helena disse na primeira resposta, né? Para muitas pessoas pode ser algo muito abstrato, distante e vocês aproximando isso da sociedade, tenho certeza que tem um ganho muito grande, ainda mais através da leitura, né? Que é o que a gente precisa incentivar muito a todos. Já faça um novo convite. Se vocês se reunirem novamente, formar uma segunda edição, um outro livro, entre em contato com a nossa produção. As portas estão abertas aqui do jornal Câmara Notícia pra gente voltar a conversar e fica aberto as suas considerações finais. Muito obrigada. Obrigada pelo convite. Eu agradeço e convido todos para conhecerem a instituição que a gente pertence, que é Nova Acrópole, que existe em Campinas, existe em todo o Brasil. é uma oportunidade através desse livro conhecer a forma como a gente faz filosofia em Nova Acrópole, certo? Muito obrigada a todos. Nós aqui agradecemos a participação aí de mãe e filha, autoras, poetistas, escritoras, filósofas, conversando ao vivo aqui com a gente. Bom, a gente segue com o jornal Câmara Notícia porque nos últimos dias, chegou o fim da tarde, né, à noite, o tempo fecha e aí as fortes chuvas aparecem. Então, sobre esta condição aqui no verão, se está tudo dentro da normalidade ou se tem influência de algum fenômeno natural. E claro, a previsão para os próximos dias eu aciono o repórter Rafael Turat, que do CPAGRE traz as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, Rafa. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos que nos acompanham no jornal Câmara Notícia. Eu estou aqui no CPAGRE, o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura do Unicamp, porque ultimamente a gente vem acompanhando, né, várias mudanças aqui na cidade de Campinas em relação ao tempo e também em toda a região. E quem vai explicar um pouco mais, né, sobre a previsão do tempo, né, o que vem acontecendo é a Ana Ávila, meteorologista e também pesquisadora aqui do CEPAGRE da Unicamp. Ana, conta um pouco mais pra gente, né, o que que tá acontecendo com esse tempo. Antes, né, ultimamente a gente era mais acostumado com as chuvas de verão que aconteceu no período da tarde, por volta das 3, 4 horas da tarde, mais pro finalzinho da tarde. Mas nos últimos dias a gente vem presenciando essas chuvas de verão um pouco mais pra noite, né? O porquê disso, existe alguma mudança? Boa tarde, seja bem-vinda. Boa tarde. Essa mudança nesse horário, ele tá relacionado com o a máxima eh eh evaporação que ocorre, né? Isso ocorre durante o dia, quando as temperaturas estão mais altas, é o que é mais normal. Mas o que que acontece? Eh, essa saturação em que ocorre a precipitação, que é um processo, na verdade, meio que físico, bastante técnico, mas, na verdade é o seguinte. Quando ocorre essa saturação, que a atmosfera não aguenta mais essa umidade e começa então o processo da precipitação, ele tá relacionado com a temperatura. Então o que que tá acontecendo? a gente tá observando que essa chuva tá vindo mais, é, durante a noite, já no começo da noite, até um pouquinho mais tarde, quando a temperatura já tá um pouquinho mais baixa. Mas é uma questão só, eh, de variabilidade natural que ocorre tanto no horário quanto nos dias, mas eh eh isso faz parte desse desse período mesmo de chuvas de verão. E tá acontecendo algum fenômeno para acontecer isso ou não é é normal da época? É normal da época. É, é, é que a gente ainda não tem tanta umidade, por exemplo, né, ainda na na atmosfera, né, nesses últimos dias a gente tinha umidade, mas não tanta aqui na nossa região. Então, com isso atrasa um pouco mais esse horário das chuvas, mas é normal. E pro pessoal que tá em casa, né, o que que são as chuvas de verão, explica um pouco mais pra gente. Então, as chuvas de verão é exatamente o que a gente vem observando. Chove intensamente numa região, né? Observamos chuvas intensas com tempestades em alguns municípios, em alguns bairros. Isso tá acontecendo, por exemplo, eh, no mais no período da tarde, eh, acontece esses esses picos de chuvas em pontos localizados e imediatamente ao lado num município ou num bairro não acontece nada. Então são chuvas muito pontuais, são formação, são nuvens que se formam eh as chamadas cúmulimbos, são aquelas nuvens que se formam com grande desenvolvimento vertical, provocam tempestades ou não necessariamente, mas tem potencial para tempestades porque elas vão muito alto na atmosfera, então elas conseguem ter muita energia e potencial para tempestades e elas podem provocar essas chuvas bem pontuais, mas não necessariamente são chuvas mais generalizadas. Pode ser essas questão essa questão de chuvas pontuais são chuvas isoladas, né? Em algum, como você falou, em algum bairro pode ocorrer a chuva, em outro não, né? Exatamente. Inclusive na meteorologia a gente costuma colocar pancadas localizadas de chuvas, pancadas isoladas. E isso às vezes dá margem até uma interpretação, poxa, mas todo dia fala a mesma coisa e na minha região não chove. Exatamente isso. Quer dizer, chove em algum ponto e não chove em outro, porque essas nuvens elas se formam em pontos localizados onde há mais condições para essas para essa formação, mas não há condições, umidade suficiente e condições atmosféricas suficientes, por exemplo, para chover de uma forma generalizada. As chuvas mais generalizadas, elas estão associadas mais a a frentes frias e também há um a um fenômeno no verão que é muito comum, que é a zona de convergência do Atlântico Sul, que é quando a gente fica por vários dias eh com chuvas persistentes. Aí então as chuvas são mais generalizadas. Do contrário, no verão é muito comum essas pancadas localizadas. E essas pancadas localizadas chove muito em pouco tempo, né, Ana? Normalmente sim, elas têm por característica exatamente chover uma taxa muito alta, ou seja, cai muito um volume alto de chuva num curto espaço de tempo associadas normalmente a temporais. E isso tem um impacto muito grande, sobretudo nas regiões urbanas. E isso gera inclusive uma falsa ideia de que está chovendo muito, porque por a por outro lado nós temos as condições as as condições de reservatórios mananciais que devem ser abastecidos com as chuvas nessa época do ano. Então essas chuvas de verão, essas tempestades, elas dão essa falsa ideia de que está chovendo muito de forma generalizada, mas na verdade não está. E o Ana, junto com essas chuvas de verão, a gente pode acompanhar durante essa semana, né, que choveu bastante com muitos raios, trovões, trovoadas. aqueles clarões no céu é normal também para essa época. Sim. É, essas nuvens, essas nuvens cumulonbos, elas tvimento vertical, vão na atmosfera até 10, 12 km. Nessa região da atmosfera é muito frio, né? As temperaturas diminuem e muito, são temperaturas bastante negativas. Eh, e nessas nuvens eh elas têm grandes correntes ascendentes e descendentes, né? Nessas correntes são geradas eh correntes elétricas que vão gerar a as descargas elétricas, né? Podem ocorrer granizo, os ventos também acabam sendo muito intensos também nessas nuvens, né, no entorno dessas nuvens, quando acaba ocorrendo a tempestades. Isso e inclusive pode gerar tempestade severa, né? Eh, isso pode acontecer por conta do desenvolvimento dessas nuvens, do potencial delas e então podem provocar ventos, granizos, chuvas intensas. Isso tudo faz parte dessa característica das chuvas pontuais aqui na nossa região tropical. Você falou em tempestades severas, né? Para hoje, dia 15, para amanhã, dia 16, sexta-feira, a Defesa Civil do Estado de São Paulo comunicou que a gente pode ter tempestades severas. Então, a gente pode esperar a chuva pros próximos dias? Sim, a gente pode esperar. Essas essa esse aviso ele está valendo inclusive aqui pra nossa região. Existe essa possibilidade eh sim, é uma possibilidade concreta de que chuvas eh intensas podem possam ocorrer com essas características ainda, né, mais pontuais. Eh, mas a gente não consegue exatamente eh prever, né, com tanta antecedência exatamente aonde ela vai ocorrer, mas de forma geral há potencial para ocorrer em qualquer ponto da nossa região. Em relação às temperaturas, vai se manter nesse calor eh por parte da tarde, nesse tempo abafado? Vai, vai se manter claro que não tão quente quanto, por exemplo, nós tivemos os primeiros dias do mês, que são aqueles dias que o sol fica incidindo durante todo o dia, sem nuvem alguma. Então, as temperaturas sobem muito, inclusive se mantém altas durante a noite. Com essas chuvas de verão, de tarde e noite, dá uma refrescada e com isso as temperaturas diminuem ligeiramente durante a noite, mas o tempo vai continuar nessa e nessa característica de tempo um pouco mais abafado, que é uma característica bem típica do mês de janeiro aqui na nossa região. Joana, pra gente finalizar, né, a previsão que essa instabilidade, né, calor, chuva dure até o começo da semana que vem. Sim, a gente tem a perspectiva de que essas estabilidades e chuvas eh se mantenham por conta dessa dessas condições de umidade e calor que vem da região norte associado a a sistemas meteorológicos, então exatamente atuando aqui na nossa região. Então essa condição eh persiste aí no nos próximos dias. Então é importante pro pessoal que tá em casa, né, tomar cuidado, seguir todas as orientações certinhas da Defesa Civil, né? Sim, exatamente. Ficar atento, isso não é não é pânico, mas sim uma prevenção que as pessoas evitem, né, e procurem o autos salvamento, né, e claro que os avisos e alertas às defesas civil são extremamente importantes. Ana, muito obrigado por todas essas explicações, né, sobre o que tá ocorrendo no nosso tempo aqui na cidade e em toda a região. Muito obrigado, viu? Fico à disposição. Obrigado, viu, Ana? Então, Gabriel, é isso, né? Eu encerro aqui minha participação no jornal aqui do Cepagre. Então, volto com você aí no estúdio, ó. Não esquece porque vai vir chuva por aí. Não esquece seu guarda-chuva. Vilma, boa tarde. Ah, boa tarde para você, Rafael Turat. É algo muito comum, eu falo aqui no jornal que vai chover, chove esqueço o guarda-chuva. Aí não adianta. Quero agradecer também a disponibilidade do tempo, as informações da Ana Ávila, meteorologista e pesquisadora do CEPAGRE Unicamp. Eu continuo nesta temática. A nossa equipe segue circulando pela cidade. A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um boletim meteorológico especial, colocou a região de Campinas em estado de atenção. Então, sobre esta condição, os cuidados que nós precisamos tomar, eu aciono a repórter Cassene Alves, que está na sede da Defesa Civil com as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Casse. Exatamente, Gabriel. Boa tarde para você, para todo mundo que nos acompanha. Essa ferramenta é importante que entrou em vigor em dezembro de 2024, justamente com esse objetivo de alertar a população sobre os riscos, né, de temporais. Aqui na região de Campinas já foi emitido esse alerta também. Hoje amanhã tem riscos, né, desses temporais. Esse alerta foi emitido justamente para informar a população. Então esse cenário ele acaba se agravando entre hoje e amanhã. Por isso, então, a gente vai conversar, vai entender melhor sobre essa ferramenta e sobre, né, esses fenômenos com a Sueli Castiglieri, ela que é a coordenadora de monitoramento aqui da Defesa Civil de Campinas. Boa tarde, Sueli. Pra gente contextualizar, né, a importância dessa ferramenta, como que é feito esse trabalho de vocês aqui na Defesa Civil de Campinas. Boa tarde. Boa tarde. Eh, a gente tem um uma equipe de 25 funcionários, 25 servidores que ficam 24 horas por dia fazendo o monitoramento dos radares da rede telemétrica, eh enviando esses alertas. Eh, eh, inclusive a gente recebeu ainda essa semana o CEL Broadcast, que foi um alerta de de alerta severo, que é quando, eh, eh, eles detectam que realmente eh tá vindo uma tempestade muito feia, esse alerta é emitido. Então, é importante que as pessoas eh dêem credibilidade para esses alertas que eles recebem e evitem e essas áreas de risco, de alaramento, não ficar embaixo de árvore, é, não tentar avançar pela correnteza da água, porque ela pode levar, ela tem força para isso. Então, evitar lugares seguros, áreas de alaramento nas ruas, eh e em uma situação de emergência, ela pode estar acionando o corpo de bombeiros. Perfeito. Isso ele nesse sistema, né, emitido esse alerta, ele é programado, às vezes ele, o monitoramento ele é feito, né, de uma maneira assertiva, mas nem sempre eles chegam, né, essas essas mensagens chegam exatamente eh bem antes, né, de vir esse temporal. Como que é feito então essa programação? É, eh, esse alerta severo, ele vem praticamente quase que em cima da hora, que é realmente é um monitoramento, é uma previsão. Então, ela pode, essa previsão ela pode mudar. Por quê? Porque a a o radar ele pode ter uma outra visibilidade, então essa tempestade ela pode ter outro caminho. Então, quando realmente essa tempestade vem, aí realmente esse alerta severo ele é emitido e realmente é em cima da da hora. Então as pessoas têm que ter eh dar mais credibilidade para ele quando realmente receber esse alerta severo. Exato. Então assim, a primeira a primeira o primeiro passo, né, o que a pessoa ela precisa fazer, não ignorar esse alerta. Se ela já estiver na rua, estiver num num local que não tem eh muito abrigo, ela tem que tomar muito mais cautela, muito mais cuidado nesse sentido. Exatamente. Ela tem que dar muita credibilidade e evitar as áreas de alargamento. Hoje a gente tem, principalmente na região central, a gente tem eh eh várias ruas com pontos de alaramento onde tem a a a placa indicando isso. Então a pessoa tem que evitar parar, evitar estacionar, evitar atravessar a rua, procurar um lugar seguro, entrar numa loja, algum comércio e aguardar realmente a a enchurrada baixar e se ela se vê em risco, é realmente é ligar no Corpo de Bombeiro para pra emergência. E hoje nós temos, né, vários órgãos que estão, né, ligados nessa questão. Eh, um órgão, né, ajudando o outro nesse sentido, principalmente aqui na cidade de Campinas, né, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, tem também a ENDEC, todos essas eh todas essas secretarias estão aí disponíveis também para auxiliar esse morador, auxiliar a população em casos assim de uma vulnerabilidade, né, diante da tempestade. Isso é sim, é é todo um trabalho em conjunto. E hoje a gente tem o o a o grupo gestor da operação verão, então tem trabalho em conjunto com todas as secretarias e e pra gente definir estratégias de como vai agir em conjunto, uma auxiliando a outra, passando informações que é muito mais rápido o atendimento na emergência. Como que faz então pra população receber esse alerta, né? já foi falado lá em dezembro de 2024 quando iniciou, né, essa ferramenta, mas só pra gente reforçar ainda mais a importância dessa ferramenta pra população. Sim, é muito importante que as pessoas se cadastrem. Basta ela enviar uma mensagem, um SMS por 40199, ela vai estar cadastrada, vai, ela envia o CEP e ela já vai estar cadastrada e vai receber todos os alertas da Defesa Civil. Perfeito. Então, só pra gente contextualizar e finalizar, qual que é a principal orientação então diante desse cenário entre hoje e amanhã? É que as pessoas realmente tomem cuidado, se precavem, evite essas áreas e e dê mais e atenção aos alertas recebidos, porque o alerta ele vai até amanhã e hoje tem previsão porque o tempo continua abafado, a temperatura alta e no final da tarde vem aquelas tempestades localizadas. E isso para amanhã também é a mesma condição. E sem contar que tá vindo aí uma frente fria já início para pro início de domingo que também vai trazer chuva forte. Então a pessoa tem que se atentar para isso e evitar nesse período da tarde que geralmente cai as chuvas eh evitar essas áreas já conhecidas pra maioria da da população de Campinas. Tá certo? Então Sueli, muito obrigada pelos seus esclarecimentos. Tá aí. Então, Gabriel, a gente conversou com a Sueli, coordenadora, né, de monitoramento aqui da Defesa Civil de Campinas. Então, uma mensagem que fica, né, não ignorar esse alerta. é importante realmente ressaltar a prevalência, né, a importância mesmo desse dessa ferramenta pra população. E fica então essas dicas aí da Sueli, evitar áreas de riscos, né, principalmente nesse período eh no final da tarde, né, que tende a ser mais agravante aí esse cenário de tempestades aqui na região. Eu volto aí com você no estúdio. Muito obrigado, Cassene Alves e também a Sueli Chiglier, coordenadora aí de monitoramento por todas as informações. Alerta importante aqui para Campinas e região. Vamos com as notícias do legislativo, porque a Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais aqui da Câmara de Campinas apresentou o balanço das atividades realizadas ao longo do ano de 2025. Presidida pelo vereador Permínio Monteiro, a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais é formada pelos vereadores Carmo Luiz, Rebert Ganém, Paulo Hadad e Débora Palermo. O grupo tem como principal atribuição acompanhar, fiscalizar e propor ações voltadas à garantia dos direitos dos animais no município. Em 2025, foram realizadas cinco reuniões, cada uma com foco em temas específicos. Entre os assuntos debatidos estiveram a educação ambiental e a proteção de animais silvestres. foi muito produtiva. Durante esse ano. A gente fez o convite para pessoas que têm conhecimento da causa e sabe da importância da proteção animal no município de Campinas, aonde a gente convidou aí o Dr. que é de uma clínica veterinária aqui na Ponte Preta e ele é um conhecedor em vários animais silvestres que às vezes é socorrido com problema de saúde, às vezes é atropelado, às vezes é resgatado e consegue recuperar a vida desses animais colocando de volta na natureza, no que é o seu habitar natural. Também tivemos aí uma reunião com a Dra. Camila, que falou também sobre o trabalho de veterinária na na comissão. A gente sabe do trabalho que é muito importante. São categorias diferentes, como veterinária, ela trabalha numa área, outro trabalha na outra, mas a gente sabe dos cuidados que tem com os animais. Também tivemos uma reunião com a advogada que é especializada em direito de condomínios, aonde os animais hoje ele convive geralmente eh de forma comunitária, às vezes ele vive dentro do condomínio, não está diretamente dentro de um apartamento com o seu tutor, mas eh convive dentro desse condomínio e hoje já existe lei que protege os animais dentro de condomínio, protege os animais comunitários e é muito importante a gente ressaltar dessa responsabilidade e e respeitar as leis. E é claro, os direitos dos animais que precisam ser cuidado, mas de forma comunitária a pessoa que sensibiliza com a situação dele, ela pode levar um alimento. Também fizeram parte da pauta discussões sobre a qualidade de vida e o bem-estar emocional de cães e gatos, além do acompanhamento, implantação e do funcionamento do Hospital Veterinário de Campinas, que está já interamção na casa, onde a gente vai poder fazer eh a doação de casinhas pets para levar para os animais de rua, onde são animais comunitários e permite também as pessoas cuidarem de alguma forma. E estamos planejando também como a gente fazer eh um cuidado especial nas colônias de gato, que também existe na nossa cidade. São várias colônias. E dentro desse contexto geral, a gente trouxe também o secretário eh do clima e do meio ambiente de Campinas, que o ADEAS, aonde ele falou e eu cobrei dele a questão do Hospital Veterinário Público gratuito aqui na cidade de Campinas, que no meu na minha concepção já passou da hora de ter o Hospital Veterinário Campinas 1.300.000 habitantes. Infelizmente não tem. Tem São Paulo, tem vários eh hospitais públicos que atende eh a os animais na cidade de forma gratuita. Osasco já tem dois, Guarulhos, se eu não me engano, também tem dois hospitais. E eu sei que é importante. Campinas tá na hora, passou da hora. Estou cobrando constantemente o prefeito Dário. Acredito que agora, no próximo ano, a gente vai ter alguma novidade em relação a isso, mas eu não perco a esperança. Eu continuo cobrando, faço o meu papel de vereador, que é fiscalizar e cobrar e fazer aí as indicações necessárias, fazer requerimento de formação e também saber quando vai acontecer pra gente dar uma resposta pra população e fazer essa prestação de conta. O Departamento de Bem-Eestar Animal de Campinas, o DPBE, esteve em destaque. O vereador realizou visita técnica ao local para conferir de perto os trabalhos e as melhorias que estão sendo realizadas na unidade. Eu estive depois da reunião que nós tivemos aqui na comissão com o secretário, eu estive lá pessoalmente fiscalizando e visitando o DPBE, aonde avançou muito as as obras do caniz, dos canis e também do gatil abrigar mais de 300 gatos, que já existe uma determinação do Ministério Público para que traga de volta de Mairinque para Campinas os gatos sejam cuidados na cidade. também vai está sendo construída, está bem avançada as obras da clínica veterinária lá dentro do DPBE, não só para atender os animais lá do DPBE, mas futuramente existe aí um projeto para funcionar 24 horas e atender também a população aonde vai atender o público. O vereador Wagner Romão, presidente da Comissão Especial de Estudos das Neurodivergências, analisou o trabalho realizado em 2025. A Comissão Especial de Estudos destinada a avaliar e debater os desafios de implementação, atuação em rede e de coordenação das políticas públicas municipais voltadas às pessoas com alguma das neurodivergências, realizou quatro reuniões em 2025. O presidente Wagner Romão analisou o trabalho realizado. A gente começou essa comissão em setembro, né? Fizemos já quatro reuniões. A primeira delas foi uma reunião conceitual. A gente discutir a questão das neurodivergências, entender que neurodivergência não é doença, né? Ela precisa ser tratada de uma maneira que as pessoas tenham dignidade, né? Eh, para lidar com as suas neurodivergências. E mais do que isso, as pessoas que são cuidadoras das crianças adolescentes que têm neurodivergência, seja o o transtorno do espectro autista, seja o TDAH, dislexia, enfim, diversas neurodivergências. De acordo com o parlamentar, um dos objetivos da comissão foi trazer oportunidades aos neurodivergentes em áreas como a música e o esporte, assunto que deve voltar neste ano de 2026. dar dignidade para essas pessoas, pensar na questão do trabalho e renda, pensar na questão do lazer, pensar na questão do esporte, que é muito importante, pensar na questão da cultura da música, né, para as pessoas neurodivergentes, eh, com neurodivergências, é algo que a nossa comissão tá buscando e nós vamos continuar esse trabalho e em 2026. Campinas. Hoje não tem nenhum psiquiatra na rede eh do SUS de Campinas, né, do município. Então, nós precisamos trabalhar muito para que essas pessoas tenham dignidade e possam, né, viver bem, viver com tranquilidade na dignidade dos seus direitos. Ah, quarta-feira horrorosa para o futebol campineiro. Vamos começar pelo Campeonato Paulista. A Ponte Preta, com salários atrasados e sem poder inscrever os jogadores, recebeu o Velo Clube no Moisés Lucarelli e perdeu a segunda na competição. Aos 6 minutos, a Ponte Preta roubou a bola já no campo de ataque. Bruno Lopes da intermediária chutou já escorregando e Marcelo Carné fez a defesa. O Velo Clube respondeu em cobrança de falta. Diogo Silva espalmou errado, mas Rodrigo Alves mandou longe. Até que aos 26 minutos, Zé Mário recebeu nas costas da zaga Ponte Pretana e cara a cara parou em Diogo Silva. Um minuto depois, em cobrança de escanteio, a bola passou por Bruno Lopes e Marcelo tomou à frente de Rodrigo Souza para abrir o placar. 1 a 0 Velo Inaian recebeu livre na área, chutou forte, a bola bateu no travessão em cima da linha e saiu. Por muito pouco não sai o segundo. Empolgado e Naian arriscou de longe e essa passou perto. Nos acréscimos do primeiro tempo, Rodrigo Alves acertou a trave de Diogo Silva. No início do segundo tempo, Gé cortou a marcação e bateu cruzado, mas à esquerda do gol. A Ponte Preta tentou o encruzamento de Elvis, a zaga não afastou, mas o chute foi fraco e ficou nisso sem inspiração em pleno Moisés Lucarelli. Ponte Preta 0, velo 1. Sinal de alerta mais que ligado pelos lados do Moisés Lucarelli. Não arrumar dinheiro para pagar os funcionários do clube, os jogadores, derrubar o transferban para registrar os atletas que foram contratados, a Ponte Preta é uma séria candidata ao rebaixamento. A Ponte volta a campo neste sábado, 6:30 da noite, contra o Capivariano fora de casa. Derrota no profissional, derrota na base, a macaquinha, sem oito titulares, caiu para o Cruzeiro. Está eliminada na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Aos 8 minutos, a Ponte Preta errou o passe. Pablo arriscou da intermediária e João Bezerra fez a defesa. Aos 12 minutos, em mais uma saída de bola errada da Ponte, o Cruzeiro tentou duas vezes com Eduardo Pap e parou em João Bezerra. Essa foi por pouco. Aos 16 minutos, Gustavo Zaga não conseguiu aproveitar o cruzamento e chutou mal. Até que aos 40 minutos, cruzamento na área. Gustavo Zago, agora sim nas costas do zagueirão, cabeceou para o fundo das redes. Placar aberto, 1 a 0 Cruzeiro e porteira aberta. Sabe aquela frase nada é tão ruim que não possa piorar? Pois então, aos 9 minutos da etapa final, Pablo recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Deixou a Ponte com um a menos. E aí ficou fácil para o Cruzeiro. Na cobrança da falta, João Bezerra espalmou errado e Pablo sozinho ampliou. 2 a 0 paraa Raposa. Aos 45 minutos, Davivinho recebeu na direita e não foi fominha. Tocou para Miguel, que só teve o trabalho de colocar para o fundo das redes. Final Ponte Preta, eliminada zero, Cruzeiro classificado três. A Ponte para na terceira fase da Copinha. Então agora fica a expectativa para que a diretoria primeiro acerte os salários dos atletas e depois analise quem tem condições de subir a equipe profissional. E para completar o combo de derrotas da quarta-feira, o Guarani perdeu para o 15 de Jaú e também deu a Deus a Copinha. Antes do primeiro minuto, o 15 de Jaú teve duas oportunidades, mas não conseguiu concluir a gol. Aos 5 minutos, Mineiro caminhou, estava livre, resolveu arriscar e isolou. Até que aos 8 minutos, Juan Osório no meio da área recebeu um belo presente, aproveitou um chute fraco e rasteiro e cara a cara aguardou. 1 a 0 15 de Jaú. O Guarani respondeu com Artur, que recebeu na esquerda e chutou para o fundo das redes. Tudo igual, 1 a 1, só que não. O atacante Bugrino estava em posição irregular, gol anulado, então segue 1 a 015. Em chute da intermediária, Pedro fez a defesa em dois tempos. Aos 27 minutos, por pouco o Bogre não empata em cobrança de escanteio. Aos 13 do segundo tempo, Mateus Eduardo do 15 foi expulso. Mesmo com um a mais, o Guarani não conseguiu gol de empate. Então ficou nisso. 15 de Jaú classificado um, Guarani eliminado zero. Gre até teve oportunidades, mas não conseguiu concluir e fica pelo caminho. Agora o técnico Mateus Costa, que permanece no cargo da equipe profissional, certamente vai se reunir com o treinador do sub-20, que é o Jairo Bloomer, e decidir quais atletas têm condições de agregar a equipe profissional. Bom, meio-dia mais 56 minutos, a nossa equipe conversou com a coordenadora do curso de nutrição da Unimetrocamp sobre jejum intermitente. É o Saúde agora. Olá pessoal, saúde agora já está no ar com muita informação para você. Nessa edição, vamos falar sobre jejum intermitente, uma prática, um padrão alimentar que alterna períodos de jejum. Mas será que essa prática é prejudicial à saúde? Para responder essas e outras questões, convidamos a nutricionista Joseane Almeida Santos. Olá, Joseane, seja muito bem-vinda aqui no Saúde Agora. Olá, Cene. Olá, pessoal. Tudo bem? meu que agradeço o convite, Josiane. Essa prática, né, esse padrão alimentar já está bem acessível aí para todo mundo, né, várias notícias, informações disponíveis na internet, mas até que ponto, né, é permitido fazer esse jejum? Queria que você explicasse pra gente o que vem a ser esse jejum e quais são os tipos. Bom, o jejum intermitente, como você colocou, é uma prática no qual existe uma janela em que a gente faz, na verdade, o consumo alimentar. Então, eh, essa janela a gente também tem características próprias para serem utilizadas ali dentro. Ou seja, eu não posso sair comendo qualquer coisa em qualquer quantidade, a qualquer momento, senão o princípio do jejum, ele também acaba se perdendo, né? Eh, ele é interessante porque muitas pesquisas mostram que sim, né, quem às vezes faz o jejum tem um um período de perda bem perda de de peso bem intensa, mas além disso, eh, ele tem uma característica até de eh melhora da saúde. Agora, como você colocou no início, né, todo mundo pode fazer jejum, às vezes algumas pessoas não podem por uma questão de saúde mesmo. Então, quando a gente pensa, por exemplo, com os diabéticos ou outras pessoas que têm doenças metabólicas, em que você altera o funcionamento do corpo, relação de medicamentos com alimentos, então, né, a gente tem períodos de consumo de medicamento e essas janelas elas são, na verdade, coerentes com o consumo alimentar. Então, se a pessoa fizer jejum nesses momentos, a gente pode acabar eh alterando o tratamento do paciente. Então, não havendo contraindicações, ele acaba sendo uma prática interessante por um período curto, pra gente realmente ter a perda de peso. Perfeito, Joseane, quando iniciar, né? Queria que você explicasse a questão dos intervalos, porque são várias etapas, né, do jejum, deve começar com intervalo menor. Como que funciona? Bom, primeiro, eh, muitas pessoas têm uma ansiedade muito grande em, eh, no, no horário que ela vai comer alguma coisa. Então, a primeira coisa é saber se você consegue eh esperar por esses intervalos maiores, porque senão isso vai te causar uma ansiedade grande e você não consegue trabalhar com essas janelas, na verdade, né? Ã, segundo, a gente começa com os intervalos menores, como você colocou, e vai ampliando de acordo com a, né, adaptação do organismo, tá? Eh, então você pode começar aí com nos intervalos de 12 horas, eh, no qual como funcionaria isso? Você, né, temos 12 horas do dia, tirando ali o período que a pessoa vai dormir. Então, se eu vou pensar num relógio, né, a gente vai fazer a última refeição às 18 horas da noite e comeria, por exemplo, às 6 horas da manhã, tá? Então, dá o intervalo de 12 horas, porém não acaba sendo muito eh efetivo porque a pessoa fica muito tempo acordada. né? Então, o que significa isso? De 6 da tarde até 6 da manhã, já é um período mesmo que a gente espera ter um consumo alimentar menor, espera na verdade já dormindo. Então, esse período também ele tem que ser num período efetivo. Então a gente, né, começa com essas 12 horas, vai depois para 14, 16, né, reduzindo a janela de consumo alimentar. E nessa janela é importante, Cassine, que as pessoas entendam que não se pode também comer muita quantidade de alimentos, né? A dieta ela precisa ainda ser hipocalórica para ter uma perda de peso. E eu acho que esses talvez são os principais erros do jejum. Ou seja, a pessoa fica muito tempo sem comer, eh, e aí ela come grandes quantidades, o que caloricamente, que é o que faz a gente ganhar peso, acaba ali passando até de uma dieta, né, de seis, 7, oito refeições a um dia e, né, no final, que seria ali o princípio do jejum, que é principalmente metabolicamente fazer com que o organismo tenha uma eh um gasto energético com queima de gordura, acaba na verdade sendo ineficiente, porque ela acaba acaba consumindo muito mais alimentos e alimentos que não são e ideais para esse para esse momento, no caso, tá? Inclusive tem a gente tem orientações de como quebrar o jejum. E como que funciona isso? Então, Josiane, você comentou a respeito do alimento, né? A pessoa ela acaba ficando muito tempo sem comer, aí depois quando vai comer acaba comendo em excesso e grande quantidade e alimentos que não são ideais. Nessa nesse intervalo, nesse jejum, como você diz, é nessa janela, quais são os alimentos permitidos durante essa prática? Bom, primeiro, eh, como a gente fica mais de 12 horas de jejum, a gente começa a ter alterações inclusive na produção de hormônios, como a insulina. Então, a na hora que a gente vai comer alguma coisa, que a gente fala que vai quebrar os precisamos pensar em alimentos que não vão estimular uma grande produção de insulina, né? o que a gente chama de pico insulinâmico. Então você precisa procurar por alimentos mais ricos em fibra, de baixo índice gliccêêmico, eh mais ricos em proteína para ser ali a sua primeira refeição. Então quer dizer que a primeira refeição do jejum é muito importante para essa modulação hormonal. Durante a janela do jejum, essas refeições, esses alimentos também precisam ser distribuídos, né, ofertando mais alimentos ricos em fibra para dar mais saciedade, eh, pouco energéticos, então não ficar consumindo, eh, né, no caso, carboidratos simples, alimentos, eh, ricos em açúcares ou ricos em gordura. Então, naquela janela ali também vai ter que dividir, por exemplo, a cada du 3 horas a pessoa vai consumir, mas consumir alimentos de uma melhor qualidade nutricional e também de baixa quantidade de calorias para se ter esse efeito. Então, para cada pessoa, a gente também calcula, né, qual seria a quantidade de energia e distribui dentro desse período. Senão, como eu falei, né, o que acontece é que muitas vezes a pessoa acha que tem aquela janela para comer e come de tudo. E aí eles querem se agradar, né, até pela questão mesmo, eh, hormonal. A gente sabe que o cérebro tem receptores, é, de glicose, de insulina, então ele vai procurar alimentos, inclusive mais doces para essa questão da saciedade, o que não é indicado. Então, precisa ter um acompanhamento. É interessante eh fazer inclusive todo o procedimento em um período que você vá fazer todos os passos, tá? Ou seja, agora na festa de final de ano, todo mundo quer ter ali uma perda de quilinhos, né, muito rápida. E a gente tem uma oferta às vezes de muita socialização com alimentos. Então, será que é uma época legal pra gente começar o jejum, para fazer o jejum, para dar continuidade? Então ele é um tratamento dietético que você tem início, meio e fim paraa sua efetividade. Perfeito. Joseane, a questão é sobre essa prática, né? Por exemplo, o principal foco talvez de muitas pessoas, como você mesmo mencionou agora nesse período de fim de ano, né? As pessoas elas querem o que? Elas buscam o emagrecimento rápido. Nesse sentido, quais são os pontos positivos para esse jejum? Além do emagrecimento, o que ele causa no organismo? Duas mafias, ele vai causar uma, na verdade, como se fosse uma uma, como que eu digo? Ele vai ajudar o organismo a se recalcular. ele vai trazer o organismo novamente pra rota, melhorando o metabolismo, melhorando a produção hormonal, ajudando na perda de peso, consequentemente no processo inflamatório. Então, a gente sabe que o excesso de gordura ele traz consigo também, né, um uma série de de eh fatores que inflamam o organismo. Então, ele acaba sendo muito benéfico. Muitas pesquisas realizadas inclusive mostram que aquelas pessoas que consomem habitualmente uma menor quantidade de calorias do que o necessário, é como se elas tivessem um rejuvenescimento celular. Então isso ajuda inclusive nesse processo de eh melhoria mesmo todo o funcionamento do corpo, tá? Mas como eu disse, eh é importante a gente ah outra coisa que é importante que que eu esqueci de colocar, posso fazer jejum fazendo atividade física para potencializar o meu jejum, né? Muitas pessoas querem fazer atividades físicas de jejum, tem tolerância. Algumas pessoas têm a tolerância de fazer atividade física e com isso tem uma queima calórica e de gordura muito maior, é recomendado, mas outras acabam entrando em hipoglicemia, sentence mal, tem fraqueza. Então, talvez realizar atividade física em jejum para essa pessoa não é um recomendado, mas também é uma outra forma de você aumentar esse esse funcionamento, esse metabolismo. Então, só eh recapitulando e, né, resumindo, sim, os benefícios do jejum vão além, na verdade, da perda de peso. Ele traz uma reprogramação do metabolismo, melhora, né, a questão do sono, do processo inflamatório e também das alterações hormonais. Jose, você até comentou agora essa questão da atividade física, né? Eh, seria uma das questões que está aqui no meu roteiro, é que quando o corpo ele começa a perder, né, essa massa magra, acaba perdendo também essa musculatura. E aí é nesse sentido que a pessoa começa a ter essa reação adversa com o jejum. É, é, seria essa questão da massa magra? Pode. Vamos lá. O corpo ele tem dois tipos principais de componentes, que é a massa magra ou muscular e a nossa reserva aqui é a gordura, né? Quando a gente começa a perder peso e aí a gente não tem um estímulo que, por exemplo, é ir pra academia, que é como a gente realmente consegue ter massa muscular ou pelo menos evitar a perda dessa massa muscular. Então quando a gente começa a perder peso, eu perco os dois, massa muscular e gordura. Por que que é ruim perder a massa muscular, né? Ela além da questão da força, é ela que é o nosso mo, é nosso tecido ativo, ela gasta energia mesmo que a gente, né, não esteja ali fazendo uma atividade física. Então, por isso que acaba não sendo interessante. Então, quando a gente orienta, né, que você faça uma atividade física no período de emagrecimento, além de potencializar essa perda de peso, você na verdade evita a perda de massa magra e com ou reduz a sua perda ali no caso, e com isso também aumenta o gasto energético, né? Então, acaba sendo muito propício. Não sei se ficou claro, era essa sua dúvida. Sim, perfeitamente. E Josiane, você comentou sobre essa prática, né, eh, que ela tem o começo, meio e fim. Então, não é algo que a pessoa ela tem que fazer assim ao longo da vida, né? Ela tem que tem um limite para ela finalizar esse jejum. explica pra gente como que funciona e esse período que uma pessoa ela pode fazer essa prática, pode adotar esse hábito. Bom, mecanicamente, né, o nosso corpo ele começa a entrar numa série de equilíbrio metabólico, de funcionamento. Então, tanto essa prática, como às vezes a gente fala, né, de dieta cetogênica ou baixo de carboidrato, são, na verdade, estratégias ou ferramentas no qual a gente vai dar uma sacudida no organismo para que a gente tenha essa alteração desse funcionamento do metabolismo. Então, o que vai acontecer em um determinado momento, esse metabolismo ele vai se acostumar com aquela, né, com essa nova rotina de não consumir os alimentos ou consumir numa janela restrita. E aí o potencial efeito dessa perda de peso que o jejum causa, ele acaba na verdade sendo reduzido. Então é um próprio eh, né, costume do corpo em relação a isso. Então isso é muito individual, né? Vai em relação à idade, à prática de atividade física, eh ao sexo, ser homem ou mulher. Então, pode ser que você faça esse tipo de protocolo e com 2, tr meses você já percebeu que não tem mais resultado. Seu organismo ele já se acostumou com aquela, né, novo ritmo. E pode ser que outra pessoa com dois meses vai ter a mesma coisa. Então, a gente tem que eh o nosso corpo é o nosso melhor termômetro, né, para saber quando a gente deve parar ou colocar outras estratégias, né? Então, como eu falei, pode ser uma dieta que a gente tem alteração eh dos macronutrientes ou inserir o que a gente chama de termogênicos, que vai obrigar o organismo a queimar mais energia na forma de calor. Então, aí a gente tem diferentes ferramentas e o jejum acaba sendo uma dessas estratégias também. Perfeito, Joseane, muito obrigada pela sua explicação em relação ao jejum intermitente. O que fica aqui então de mensagem é que nada pode acontecer sem uma orientação. É preciso buscar eh a nutrição especializada, uma especialidade, né, correta para poder então administrar para cada paciente, cada organismo responde de uma forma, né? Ele é bom, mas se feito exatamente do jeito certo, né? Exatamente. Então a gente, na verdade, né, o nutricionista, ele vai verificar eh ajustes na dieta para atender essa necessidade do paciente, verificar se esse paciente não fica muito ansioso e trabalhar com algumas estratégias de, por exemplo, dividir mais as refeições e dar ali snakes mais nutritivos, mas que o paciente entende que ele está comendo inicialmente aquela aquele início, né, ser mais fácil e mais adaptável para ele. É, muitas vezes também a gente pode ver que não é recomendado para aquele paciente fazer o jejum, então, né, a gente precisa desse acompanhamento e como eu disse, né, os alimentos que vão ser utilizados para quebrar o jejum, como que a gente vai dividir isso dentro da janela, como que a gente vai reprogramar essa janela, janela maiores, janelas menores, né, se a gente vai eh dar um up com outras estratégias como um termogênico ou outras ferramentas também. Perfeito, Josiane. E pra gente finalizar, e uma dúvida em relação ao término desse jejum intermitente, né? A pessoa, ela busca por por esse jejum, conseguiu o peso ideal, conseguiu aquele objetivo, depois tem o risco de voltar eh a comer exageradamente. Isso pode agravar também uma outra situação desse desse paciente. Pode sim. Primeiro que pra gente sair do jejum, assim como entrou, foi um processo, a gente tem que reacostumar o organismo a comer várias vezes, né? Por que que a gente fala isso? Toda vez que a gente come várias vezes ao dia, e aí a ideia é comer pequenas refeições e refeições que são pouco calóricas, o nosso organismo ele vai se acostumar a a, né, gastar energia para mastigar, digerir, absorver. Então, toda vez que a gente faz esse processo, o organismo ele trabalha, né? Então eu preciso recondicionar o meu organismo, porque antes ele ficava numa janela muito pequena e agora eu vou, né, aumentar. Segundo, ah, né? Aí, por isso que é importante a transição. Eu vou ter que trabalhar com esse paciente agora qual a quantidade necessária de alimento, porque uma coisa foi para ele perder peso e outra coisa é para ele manter o peso. Então, a gente vai realmente verificar qual a quantidade, quais os alimentos, qual é a rotina dele. É ele que compra o alimento, ele faz, ele que vai no supermercado, ele compra um iFood, uma, né, uma, uma marmita. como que é essa rotina dele do dia a dia pra gente na verdade trazer isso para dentro da alimentação, porque senão, como você disse, existe o reganho de peso, né? E aí todo esse processo acaba sendo inútil. Tá certo, Joseane? Muito obrigada pela sua participação aqui no Saúde agora. Foi um prazer recebê-la trazendo todas essas informações e o seu conhecimento. Eu que agradeço. Ótimo dia a todos. Muito obrigada. Bom, a gente conversou com a nutricionista Joseane Almeida Santos falando um pouquinho sobre essas dúvidas na questão do jejum intermitente. Muito obrigada pela companhia, pela audiência e até o próximo. Saúde agora. Para amanhã, sexta-feira, segue a mesma condição dos últimos dias. Tempo nublado, nebulosidade em alta, com o sol tentando aparecer e tem previsão de mais chuva pra cidade de Campinas. Com isso, nada daquele calorão extremo, apenas o tempo abafado. Vamos às temperaturas, porque elas já estão aqui na minha tela para amanhã, sexta-feira, 16 de janeiro, mínima de 19º ao longo do dia, a temperatura até sobe, mas não passa dos 28º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na sexta-feira ao meiodia ao vivo. Te espero até lá. Ча. เ
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