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Câmara faz evento em homenagem às mulheres e destaca o avanço feminino no legislativo de Campinas. No giro ambiental dessa semana, vamos falar sobre uma pesquisa da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, que está desenvolvendo uma opção sustentável ao cimento tradicional. Estão abertas as inscrições paraa oitava edição do Parlamento Jovem da Câmara de Campinas. Podem participar escolas públicas e também particulares para preencher as 33 vagas existentes. O MAC de Campinas recebe a exposição Cidadela com instalação imersiva. Olá, quarta-feira, 11 de março de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no 97829377 ou você pode mandar a sua mensagem apontando a câmera do celular para o Qcode. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. O Museu de Arte Contemporânea de Campinas recebe a partir desta semana uma exposição que convida o público a mergulhar no universo das infâncias e na relação entre arte e natureza. Até o dia 12 de abril, o MAC abre as portas para o projeto Cidadela Arte e Natureza da artista visual Maria Esou. A proposta é oferecer ao público uma experiência imersiva que atravessa sensações, memórias e subjetividades da infância em diálogo com a natureza e o coletivo. A ideia da exposição cidadela surgiu com a minha maternidade, tanto da minha primeira filha quando eu demorava muito para conseguir ela para para pôr ela para dormir. Então eu criei a história da casa das mil janelas, onde cada dia a gente abriu uma janela e contava uma história. Ali na, minha filha demorava muito. Então, tinha dias que a gente abria muitas janelas, então a gente brincou que era a casa das mil janelas. Quando eu tava grávida do meu segundo filho, Martim, essas janelas eu senti que estavam em mim, que meu filho me habitava e que eu era a casa dele. Então eu comecei a pensar tudo que me habitava, a tristeza, a alegria, o coração, o sistema respiratório, digestivo, circulatório, tudo que forma esse corpo humano e onde esse corpo humano habita. No interior da instalação, a cidade imaginária ganha forma em 15 casas, corpos, esculturas moldadas a partir do tronco da própria artista. Cada uma abriga um minimundo com dramaturgia própria, sons, luzes e mecanismos que dialogam com temas como amor, medo, alegria, entre outras emoções. As casas elas são uma intersecção, como se fossem os mapas da cidade. Então, tem uma casa que é a casa amor, que é na que é no telhado, a casa afeto, que é na cozinha, a casa tristeza, que é o quarto de cabeça para baixo. E cada cômodo da casa traz um sentimento e isso faz com que a gente consiga perceber dentro do nosso corpo e dentro do nosso cotidiano a forma de se relacionar com os nossos sentimentos. Eventos como esse envolvem uma série de etapas técnicas e profissionais nos bastidores. Um dos destaques é a parte mecânica das estruturas, responsável pelo funcionamento dos equipamentos e por garantir que toda a operação aconteça com precisão. Eduardo Salzani, que se intitula Mecânico de Pássaros e de Mar, comenta como trouxe a magia dos movimentos para a exposição. A mecânica, eu sempre falo isso quando eu dou as minhas oficinas, eh, mecânica, ela é algo muito frio, assim, então a gente tá no no mundo, as coisas mecânicas estão à nossa volta e a gente acaba não percebendo, né? Então, eu acho que trazer movimento mecânico para pequenos momentos poéticos assim, né, eu acho que isso desperta nas pessoas, poxa, como isso tá se movendo? Como é possível isso se mover, né? Então, a gente começa a olhar pra mecânica de uma forma mais delicada, né, mais pequenininha. Eu acho que o que a Maria traz na exposição também, pensando a mecânica especificamente, é essa possibilidade, né, da gente enxergar os pequenos movimentos. Eu sempre gosto de pegar o óculos e falar: "Gente, caramba, isso aqui tem um movimento, como é que isso é construído, né?" Então, acho que a partir dessa exposição a gente consegue perceber assim esses pequenos movimentos. Aqui dentro, cada casa funciona como um espaço de história e emoção. A proposta da artista é reafirmar o corpo como um espaço de autonomia. Embora a cidadela seja voltada ao público infantil, a exposição também convida os adultos a dialogarem com a própria criança interior e a compreenderem os sentimentos de forma lúdica e sensível. A exposição, a gente fala que ela não é uma exposição paraa criança, ela é uma exposição para as infâncias, para todas as infâncias. Então, quando os adultos vêm, eles têm uma relação de de se eh de um retorno à infâncias, de se repensar dentro dessa desses minimundos e se também ter esse trabalho de inteligência emocional e muitas vezes criar um vínculo com a criança que ele tá acompanhando, porque ele para assistir a exposição, ele desce na altura do olhar da criança. Vamos com as notícias do legislativo, porque ontem a Câmara Municipal de Campinas realizou uma homenagem especial em reconhecimento à contribuição das mulheres na sociedade e no serviço público. A cerimônia reuniu vereadoras, servidoras, comissionadas e terceirizadas aqui da casa. Um dia marcado pelo reconhecimento e valorização da força feminina na Câmara Municipal de Campinas. Bom evento reuniu servidoras, comissionadas e terceirizadas para celebrar o papel das mulheres na construção de uma cidade mais justa e igualitária. A solenidade também contou com a presença de vereadoras da casa que destacaram a importância da participação feminina na política e nos espaços de decisão. A importância é que essa casa é uma casa parlamentar, é uma casa que presta serviço público importante paraa cidade e está ocorrendo aqui eh um destaque sobre o trabalho das mulheres, o quanto as mulheres estão empenhadas em trabalhos como esse de uma casa legislativa. É, na verdade são questões importantes. Primeiro reconhecer a o trabalho, a o suporte e a competência e a coragem de todas as servidoras trabalhadoras que estão aqui com a gente. Quem vive aqui o cotidiano sabe muito bem da importância. Nós não conseguiríamos fazer metade do que a gente faz se não fosse o trabalho dedicado desses trabal dessas trabalhadoras que aqui estão. Então acho que essa é muito importante a Câmara fazer valorizar isso, valorizar essa equipe maravilhosa de mulheres que nós temos. Primeiro, uma grande honra poder estar nessa Câmara com um grande número de mulheres servidoras que muitas vezes ficam num trabalho invisível, né? A gente viu, acabou de ver uma matéria, né, que traz inclusive sobre isso, né? Quais são as mulheres que estão em estão em liderança, né? Ou do trabalho invisível. E acho que é muito importante pra gente conseguir olhar de fato quais são os nossos problemas quando a gente fala da pauta eh das mulheres. A reportagem no telão citada pela vereadora Paola Miguel também foi conduzida por uma jornalista mulher, Mirna Breu, que coordena o jornalismo da TV Câmara Campinas. A matéria reforça, o protagonismo feminino. Foi muito bom fazer e principalmente quando todas elas abordam a seguinte questão, André. A gente precisa de mais mulheres na liderança e talvez não na liderança de departamentos óbvios, porque a mulher pode estar em todo lugar, não só onde é óbvio que ela esteja. Então aqui a gente tem esse olhar principalmente do serviço público, dando aí o exemplo para o serviço privado de que a mulher pode estar em qualquer lugar em cargos de liderança. Entre os momentos mais emocionantes, esteve a homenagem a uma ex-servidora da Câmara com mais de 40 anos de dedicação à instituição. conhecida pelo trabalho, comprometimento e pela história construída dentro da casa, ela recebeu o carinho dos colegas e o reconhecimento público por sua trajetória. Na verdade, a mulher tem que buscar o espastela, né, na vida dela diariamente, em todo o movimento que ela faz, né, na na família, né, no convívio social. Então isso é, então realmente é uma é só mais para lembrar realmente, olha, não esquece que você tá na luta ali, né? E as conquistas que vieram que que tem é muito bom, né? Bom, o notícias da casa que é informativa aqui na Câmara Municipal de Campinas fez uma edição especial dedicada às mulheres escrito todo por mulheres para as mulheres, destacando inclusive o avanço feminino no legislativo de Campinas. De acordo com o presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, a homenagem faz parte das atividades do mês dedicado às mulheres e reforça a importância de valorizar histórias que ajudam a construir o serviço público. Quero cumprimentar a diretoria de comunicação pela iniciativa de reunir todas as mulheres da Câmara, sejam as trabalhadoras efetidas, comissionadas, terceirizadas, para refletir sobre a importância da presença da mulher também no poder legislativo. Aqui nós fizemos um destaque para as mulheres, inclusive, que ocupam cargos de liderança, de gestão, diretoria. E a gente tem que avançar muito. Na verdade, a Câmara pode ser um exemplo de que as mulheres são profissionais qualificadas e capazes de desenvolver atividade de qualquer área do conhecimento. Mais do que uma cerimônia, o encontro foi um momento de reflexão sobre os avanços já conquistados, também os desafios que ainda existem para garantir igualdade e respeito em todos os espaços da sociedade. Falo que a Câmara tem conquistado prêmios e respeito da sociedade, de órgãos de controle, graças a competência, a capacidade do nosso quadro de trabalhadores que incluem as mulheres. Então, nesse dia, só foi um reconhecimento a nossa gratidão em nome da população de Campinas pelo esforço e trabalho que as mulheres eh da Câmara fazem no dia a dia. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque o vereador Igor Diego protocolou um requerimento cobrando do poder executivo números atualizados de violência doméstica. O requerimento é de autoria do vereador Igor Diego e solicita ao executivo informações estatísticas de violência doméstica contra mulheres nos anos de 2023 a 2026 na cidade de Campinas. Olha, a gente quer entender o índice por distrito. Então, assim, é importante saber, por exemplo, eu tenho um trabalho um pouco uma base eleitoral mais forte lá no distrito do Campo Grande, do do aí tem o distrito do Ouro Verde, para que a gente possa encaminhar recursos, tanto eh recursos da emenda impositiva do vereador, como pedir apoio aos deputados para o fortalecimento de política pública das mulheres. Então, é um mês de conscientização, né, e também de luta. Além dos números gerais, o documento destaca a importância de mapear os distritos mais afetados para ações preventivas. De acordo com o vereador, a iniciativa reforça a Lei Maria da Penha e permite um diagnóstico do município que facilita a captação de recursos. É, nós recebemos algumas denúncias também no gabinete, tem hoje, né, a Secretaria da Mulher fazendo esse trabalho e acompanhamento, tem o Gama, que é o guarda amiga da mulher, enfim, todas as políticas públicas. Como a gente pode fazer um diagnóstico de como tudo isso está acontecendo? Como que a Câmara Municipal pode entrar de maneira efetiva para ajudar no combate? Porque é pensar não apenas, né, eh eh na atualidade, mas também pensar no futuro das nossas futuras mulheres, né, que as nossas crianças aí, as meninas possam garantir um futuro onde a Campinas é uma cidade melhor para se viver e mais segura para as mulheres. Estão abertas as inscrições para uma nova edição do Parlamento Jovem aqui de Campinas. O programa oferece a estudantes da cidade a oportunidade de vivenciarem na prática o funcionamento do poder legislativo e entender melhor como são discutidas e construídas as políticas públicas no município. O Parlamento Jovem é uma iniciativa da Câmara Municipal por meio da Escola do Legislativo de Campinas, a Elecamp, que busca incentivar a participação política e a formação cidadã dos jovens. O parlamento jovem em si, ele é um programa de simulação parlamentar. O que que isso quer dizer? que os participantes se inscrevem para vivenciar na prática a rotina de um parlamentar, de um vereador, de uma vereadora, eh debatendo os problemas da cidade, as dificuldades que afetam a população e propondo formas de resolver esses problemas através de indicações ao poder executivo, né? indicar que existe alguma coisa para ser corrigido, um serviço que precisa ser prestado de de melhor forma ou que é a cereja do bolo, digamos assim, a proposição de um projeto de lei para regulamentar, para melhorar algum aspecto aí das políticas públicas em Campinas. Podem participar alunos do 9o ano do ensino fundamental até o segundo ano do ensino médio, tanto de escolas públicas quanto particulares aqui de Campinas. Esses alunos vão ingressar em uma verdadeira jornada aqui na Câmara Municipal. atuando como jovens vereadores. O programa ele é anual, então a gente promove uma edição a cada ano. Estamos começando agora com as inscrições da edição de 2026. O número de vagas corresponde ao número de cadeiras de vereadores que nós temos em Campinas. Então nós temos 33 vagas para 33 escolas, cada uma delas podendo inscrever um aluno representando a comunidade escolar para para esse programa. Entre as atividades estão encontros presenciais de formação política e cidadã, debates de ideias, elaboração de projetos de lei e uma simulação de reunião ordinária no plenário da Câmara. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. Mais informações estão disponíveis no site da Câmara Municipal de Campinas. Muitas vezes conceitos como democracia, participação política, cidadania ficam um pouco abstratos na cabeça do jovem que muitas vezes acredita que essa participação se limita a votar, né? Alguns, uma boa parte deles inclusive ainda não tem a idade, né? Para para fazer a participação eleitoral, mas alguns entendem que participar se limita a isso, a escolher um candidato na hora de ir até a urna, conversar com seus pais a respeito dessa escolha. E o que o programa Parlamento Jovem pretende apresentar para para os participantes é que a política faz parte do cotidiano. Então, se nós temos leis que regulamentam uma série de de políticas públicas na cidade, isso foi debatido, isso foi pautado, houve pressão popular, houve discussões sobre questões de pode ou não pode isso virar uma lei, é o melhor, não é o melhor e eles compreendem como é que as decisões são tomadas. Isso ajuda a amadurecer a consciência política deles, a cultura política deles e também contribuírem pro desenvolvimento da democracia aqui no município de Campinas, principalmente acompanhando o trabalho dos parlamentares efetivamente eleitos aqui para cada 4 anos. A educação infantil foi tema de um debate público aqui na Câmara Municipal. Um encontro proposto pelo vereador Wagner Romão discutiu os desafios para ampliação de vagas em tempo integral na rede municipal de ensino para crianças de 4 e 5 anos. Como garantir as mesmas oportunidades de acesso, qualidade e permanência para todas as crianças da educação infantil em Campinas foi tema de um debate público na Câmara Municipal proposto pelo vereador Wagner Romão para ampliar o diálogo sobre a educação infantil em tempo integral. De acordo com o parlamentar, atualmente em Campinas, crianças matriculadas em creches até os 3 anos de idade estudam em período integral, mas ao chegarem aos 4 e 5 anos, o ensino passa a ser oferecido apenas em período parcial. Acho que o debate reafirmou, né, essa ideia de que nós temos que que possibilitar que as crianças nessa faixa etária de 3 a 5 anos, né, possam ter acesso à educação infantil em tempo integral. é um momento muito importante do desenvolvimento dessa criança, das suas potencialidades, da sua socialização, né, do início ali da do seus fundamentos de alfabetização, de lidar com números, de lidar com a sua sociabilidade. Então, não é uma questão menor. E o que o debate mostrou é que eh a gente talvez sequer possa falar em vagas em tempo parcial, né? Ou seja, eh, vagas realmente para essas crianças são em tempo integral e é dever da Secretaria Municipal de Educação, da Prefeitura de Campinas, eh, promover essas esse direito. O encontro reuniu representantes do Sistema de Justiça da Unicamp e de órgãos de proteção à infância. Segundo o vereador, como a rede pública direta não tem vagas suficientes, parte das crianças é encaminhada para unidades conveniadas, que são contratadas pela prefeitura e administradas por organizações da sociedade civil. A gente talvez sequer possa falar em vagas em tempo parcial, né? Ou seja, eh, vagas realmente para essas crianças são em tempo integral e é dever da Secretaria Municipal de Educação, da Prefeitura de Campinas, eh, promover essas esse direito, né? A gente não pode deixar esse direito como um direito de segunda de segunda escala, de segunda classe, eh, apenas com as entidades conveniadas, que são importantes na medida em que a rede não tá oferecendo essa esse direito na sua administração direta. Mas o ideal que nós temos que trabalhar é para que todas as crianças tenham acesso a esse direito de uma maneira equânime, ou seja, todas devem ter direito à educação pela administração direta, uma educação de qualidade, eh, e que a gente possa ter controle social, né, que tem o conselho de escola, que tem a participação dos pais, que tem a gestão democrática, como preconiza a nossa constituição. A vereadora Fernanda Solto também participou do debate e falou sobre a situação dos professores e servidores da rede pública municipal de ensino. Segundo ela, a forma como a educação pública é organizada e administrada também faz parte do processo pedagógico. No momento em que a gente passa pela privatização das escolas da educação infantil, ainda que continue ofertar um serviço público, a população não paga novamente por esse serviço, mas nós estamos falando aqui objetivamente de uma privatização da educação infantil do nosso município. tá relacionado à piora das condições de trabalho, a interferência do processo pedagógico que é construído coletivamente na rede, a criação dessas distorções que o vereador Wagner colocou que são muito graves. Eh, a gente precisa ter o entendimento do que de que é sobre isso que nós estamos falando, né? Nós estamos passando por um processo do desmonte da educação pública, o fechamento das turmas, inclusive a questão, a própria questão da oferta do ensino integral também tá relacionado à questão do fechamento eh das escolas, que foi feito recentemente para a entrega eh para para direcionamento desses alunos paraas eh unidades geridas pelas OSCs, que tem mais alunos por turma, em que os professores chegam a receber quase 70% menos, em que os agentes de educação infantil também tem uma da defas salarial. Outro ponto bastante discutido foi o impacto do ensino integral na rotina das famílias, principalmente das mães. E é muito caro para mim essa discussão, porque é a gente se depara com muitas famílias que quando buscam o auxílio do conselho em busca de uma vaga em período integral pro AG3 e a gente pouco tem ação sobre falta mesmo, né, da administração e dessas vagas, a gente tá falando de mulheres que buscam autonomia econômica, que busca romper com ciclos de viol violências domésticas e que buscam eh garantir eh condições sociais mínimas para suas famílias. E daí eu não posso, inclusive entra numa dualidade essa discussão eh sobre qual que é a necessidade dessa família frente ao direito da criança. A gente tem que possibilitar a que as mães possam ter o direito também primeiro a a entender que seus filhos e filhas estão num local seguro, tão num local de educação de qualidade, estão sendo bem cuidadas, bem tratadas e que possam desenvolver já desde o início, né, da sua da sua trajetória de vida e as suas potencialidades. Acho que esse é o ponto principal. e ao mesmo tempo também eh o direito ao trabalho, possibilitar que as mães, mães e pais, né, porque o o trabalho, o trabalho de cuidado sempre recai mais à mulheres, né? Eh, mas nós nós temos que, né, sempre batalhar pela ideia de que os pais também são responsáveis por esse cuidado. Então, que eles possam também trabalhar com tranquilidade, possam assumir essas tarefas, né, de de sustento do lar, de de relação com o seu trabalho, com a sua renda, de uma maneira eh também de uma maneira tranquila, entendendo que as suas crianças estão bem eh nas escolas municipais, de preferência da rede direta, da administração direta. Projeto de lei apresentado aqui na Câmara chama a atenção para os riscos das atividades esportivas de autodesempenho. A proposta pretende estabelecer medidas de prevenção para reduzir casos de mal súbito durante a prática esportiva. Um projeto de lei protocolado na Câmara Municipal de Campinas propõe tornar obrigatória a comprovação de aptidão médica para participação em práticas esportivas de auto desempenho no município. A proposta apresentada pelo vereador Arnaldo Salvete tem como objetivo preservar a vida e a integridade física dos participantes. as academias hoje de Campinas, eh, na no entendimento, eh, desse vereador e de algumas pessoas que me procurou, a preocupação qual que é, que as pessoas realmente façam o exercício físico eh com uma autorização médica, né? Porque você vem, a gente vem acompanhando alguns acidentes que vem acontecendo com com a questão da saúde, pessoas que estão fazendo exercício físico e muitas vezes não tão preparada para fazer esse exercício físico. De acordo com o texto do projeto, a medida também busca incentivar a cultura da prevenção nas atividades esportivas e dar mais segurança jurídica para organizadores de eventos e responsáveis por estabelecimentos que promovem esse tipo de prática. Esse projeto de de lei vem ajudar a prevenir a questão da pessoa quando for fazer o exercício físico, apresentar, né, um um atestado médico que ela está capacitada para fazer aquele exercício físico. Isso é nas corridas de rua, né? Porque hoje aumentou também eh também muito a questão das corridas. Então assim, eu acho que vem ser uma prevenção antes que aconteça alguma coisa com a pessoa que vai fazer o exercício físico. A morte súbita cardíaca é um dos principais fatores de risco em atividades de auto desempenho. No Brasil são cerca de 200.000 mortes por ano. Entre atletas jovens, a estimativa é de um caso entre 50 a 80.000 praticantes por ano. Eu vejo e na questão de jornal, muitas vezes de de manhã a gente pega a notícia que um que um rapaz novo teve um infarto fazendo exercício físico. Então ele fez o checkup dele, ele teve autorização médica para poder estar fazendo aquele exercício, né? Então eu acho que é uma prevenção no estado de Campinas e uma eu acho que uma prevenção para as as academias e aí hoje o esporte em Campinas que vem através das corridas de coisas que tem aí o o a pessoa que vai fazer o esporte, ele esteja autorizado pelo médico a fazer aquele esporte. Uma viela que foi fechada em Joaquim Egídio tem tirado o sono dos moradores da região. Procurada pela população, a vereadora Guida Calisto protocolou um requerimento pedindo informações à prefeitura. A vereadora Guida Calisto, através de um requerimento, solicita informações sobre o equipamento público municipal multiuso nas proximidades da Fazenda Santa Maria em Joaquim Egídio. Ela teve acesso ao local. Essa viela era uma viela que servia para que a população pudesse cortar caminho e não precisasse dar toda essa volta. A informação que nós tivemos da Secretaria de Planejamento é que uma parte desse loteamento aqui, uma parte dele é público, tanto é que não foi fechado esse essa parte aqui. Só que nós precisar nós precisamos aqui, a população que mora aqui precisa desses dois dessas duas partes aqui. É essa rua e a rua de baixo, ela tá aberta, mas a próxima um morador fechou. E de acordo com a informação na Secretaria de Planejamento, a área que foi fechada é uma área particular. Bom, eh, enfim, obviamente que ele tem o direito direito de fechar porque é é uma área particular, mas há anos essa população utiliza aqui. Há anos a população utiliza essa viela. São mães que vem de manhã cedo trazer pra escola, pro centro de saúde, idosos que precisa subir, pegar subida, né? Então, eu acho que o o poder público, a prefeitura poderia negociar com aquele morador ali embaixo. O problema maior é que essa viela, olha só, dá acesso a um centro de saúde e uma escola. E toda essa situação tem prejudicado muito os frequentadores dos locais. Nós estamos há dois meses sem poder ir da parte alta para a parte baixa de Joaquim Gírio. É muito triste. É uma falha da administração no sentido de querer um planejamento urbano e uma vida com urbanidade num distrito que é esquecido. E moro aqui em Joquingilho há 65 anos. E essa viela aqui, ela tá aberta aqui há mais de 60 anos. E realmente complicou inda e vinda do pessoal aqui de cima para descer para baixo. Só temos uma saída que é a estrada ali e o morro se tornou difícil porque não é fácil subir a pé isso aí não. Principalmente carregando sacola, né? Aí complicou a ida e vinda dos funcionários da escola, da creche, os as os os próprios alunos, né? que agora tem que dar a volta. Antes cortava o caminho, era uma mão na roda. Complicou. Complicou. Ficou ruim. Complicou mesmo. Ficou difícil. A situação tem desagradado os moradores. A parlamentar pergunta também qual é a destinação que a prefeitura dará esse espaço. Se o poder público tiver um pouco de disposição, era só conversar com o proprietário ali e negociar para que pudesse manter esse passeio e a população não fosse tão tão prejudicada com o fechamento dessa viela, gente. E é é a vida urbana, é as pessoas, é a vida cotidiana, é coisa simples. Eu acho que dá para resolver. Enfim, apareceu a primeira vitória da Ponte Preta. Ontem a Macaca recebeu o Guarani de Bagé, venceu e se classificou a quarta fase da Copa do Brasil. A Ponte Preta começou em cima. Diego Tavares chutou, mas fraco. O Guarani de Bagé respondeu e com muito perigo. Cruzamento na área, toque de cabeça e Diogo Silva conseguiu espalmar. Elvis tabelou com Rodrigo Souza, mas também chutou fraco. Diego Tavares arriscou da intermediária, mas sem direção. Veio o segundo tempo e logo aos 2 minutos Brian Borges chutou rasteiro, forte, a bola bateu na trave antes de entrar. Placar aberto, 1 a 0 Ponte. Elvis quase fez gol olímpico. Kevon fez bela jogada pela esquerda, cruzou o rasteiro, mas ninguém conseguiu aproveitar. Aos 45 minutos, o Guarani tentou em cobrança de escanteio, mas sem perigo. Então ficou nisso no Moisés Lucarelli. Ponte Preta classificada próxima fase um, Guarani de Bagé eliminado, zero. Primeira vitória da Ponte em 2026. Vitória muito importante da Ponte, né? Primeiro por conquistou a primeira vitória na competição na Copa do Brasil e foi a primeira vitória do técnico Rodrigo Santana. E financeiramente foi muito importante porque a Ponte só de participar, de entrar na terceira fase, ela já tinha recebido R 1,5 milhão deais. Por ter vencido o jogo ontem, recebeu mais R$ 1,6 milhão deais. Então, enchendo os cofres aí do Moisés Lucarelli, precisa, né, para poder pagar o salário aí dos atletas e também dos funcionários do clube. A Ponte espera hoje, né, o vencedor do confronto entre uma equipe lá de Porto Velho em Rondônia e o Atlético Goianiense. Amanhã a gente informa aqui quem será este adversário da Ponte na quarta fase. Bom, a gente segue com o Jornal Câmara Notícia, porque dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, apontam que a construção civil brasileira ficou em terceiro entre os setores da economia nacional que mais cresceram em 2024, contribuindo com o aumento de 4,3% no produto interno bruto nacional. Agora, o que é bom para a economia pode não ser tanto assim para o meio ambiente. Tema que você confere a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. Olá, está começando mais um Giro Ambiental. O Brasil vive um momento de crescimento na construção civil, que é um dos setores que mais impulsionam a economia e geram empregos no Brasil. Mas você já parou para pensar no impacto ambiental por trás desse avanço? A produção do cimento tradicional, essencial para obras e edificações, é também uma das grandes responsáveis pela emissão de gás carbônico na atmosfera. E no programa de hoje vamos conhecer uma pesquisa da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, que está desenvolvendo o cimento ecológico, que é uma alternativa sustentável. E para conversar com a gente sobre esse assunto, essa tecnologia e os impactos positivos que ela pode trazer para o meio ambiente e também para a sociedade, recebemos o professor Carlos Eduardo Marmorato. Professor, seja bem-vindo. Muito obrigado, Camila. Muito obrigado a todos aí pelo convite. Eh, um agradecimento especial aí à TV Câmara Campinas pela oportunidade de estar falando desta pesquisa. Professor, para começar, eh, como eu citei no início, né, a construção civil é um dos setores que tem mais avançado no Brasil. E por que o cimento tradicional ele é considerado um problema pro meio ambiente? É, o cimento tradicional, ele é o segundo material mais consumido pela humanidade. O primeiro material mais consumido é a água. O segundo é o cimento tradicional da construção civil. E ele utiliza duas matérias primas básicas. Uma dela o calcário, que é uma rocha. E no seu processo de produção exige a queima. Isso é um processo eh conhecido, né? eh, internacionalmente por utilizado por todas as indústrias. Esse processo de queima dessa rocha carbonática, mais o consumo dos combustíveis faz com que tenha emissão de gás carbônico para a atmosfera. Então, Camila, eh, para se ter uma ideia, para produzir 1 kg de cimento tradicional para a nossa construção civil, cerca de 600 a 700 g de gás carbônica é liberada pra atmosfera. Então, o impacto eh em termos de emissões de gases poluentes causadores do efeito estufa, ele é muito grande. O Brasil tem cerca de 60 milhões de toneladas de cimento produzidas ao ano. Então, em torno de 60% desse total em massa é a quantidade que é emitida de gás carbônico paraa atmosfera. Então, o que eh a construção civil se preocupa, evidentemente, é mitigar, minimizar essas emissões. E professor, o senhor coordena, né, atualmente uma linha de pesquisa na Unicamp há cerca de 6 anos que cria uma alternativa, né, para esse cimento tradicional. Poderia explicar pra gente um pouco mais sobre sua pesquisa? Perfeito. Assim, o primeiro foco da pesquisa é ter um cimento alternativo, ou seja, se nós diversificarmos os tipos de cimento que podem ser empregados, isso favorece para a construção civil. Eh, o cimento que nós estudamos, que é o cimento magnesiano, inclusive nós lançamos um livro no final do ano passado que integra todas as pesquisas que nós fizemos nesses últimos anos. Ele é derivado das rochas magnesianas. Evidentemente o processo de produção se assemelha muito a ao cimento convencional. No entanto, para produzir esse cimento, você emite menos emissões de gás carbônico relacionado ao cimento Portland, que é o cimento tradicional. Então, se eu estou emitindo menos eh eh gás carbônico, eu consigo mitigar os impactos ambientais. E esse cimento, Camila, e a todos que estão aqui nos acompanhando, ele é um cimento que permite adições e cinzas, ou seja, resíduos de outras indústrias. Nós temos, por exemplo, no estado de São Paulo, né, uma grande produção de de cana de açúcar que o bagaço dela é queimado, se transforma numa cinza. Então, uma das isto para efeitos de produção de energia elétrica, né, por meio das termoelétricas. Então, uma das pesquisas nossas foi utilizar a cinza da cana do açúcar em conjunto com esse cimento magnesiano. Então, além de eu ter uma matriz, vamos dizer assim, que já na sua origem, ponto de partida, emite menos gás carbônico paraa atmosfera, eu ainda consigo incorporar resíduos de outras fontes. E esse cimento magnesiano, ele é feito de óxo de magnésio, é isso? Isso é a origem dele é o óxido de magnésio. Ele sai das rochas eh de carbonato de magnésio. O Brasil, aliás, é uma das rochas mais abundantes que tem é o carbonato de magnésio. Outra origem do do magnésio, né, do óxido de magnésio, é marinha. Nós temos muito óxido de magnésio, na verdade, muito magnésio, né, presente no mar. Então é possível também extrair. Já existe produtos comerciais feitos dessa origem, mas evidentemente aquele que compõe um menor custo é oriundo das rochas de carbonato de magnésio. E hoje com esse avanço da pesquisa, eh o senhor pode dizer que esse esse cimento alternativo, né, ele já tem uma resistência comparável com o cimento tradicional. Esse cimento, Camila, ele a o foco de utilização dele, isso é importante, nós estamos passando eh para toda a comunidade, é que nossa construção civil, ela utiliza muitos, muito material, né? Ela consome muito material para se verticalizar, para produzir nossos espaços, né, residência, imóveis, etc. Então, eh, nós temos que associar sempre os materiais que nós estamos utilizando a sistemas construtivos que não precisam, por exemplo, ao término da sua vida útil, ser demolido e esse material ser encaminhado para aterros. E é um desperdício de material. Então, eh, um dos principais focos quando a gente associa sustentabilidade aplicada na construção civil é sempre nós estarmos associando os nossos materiais a sistemas construtivos que permitem, por exemplo, a montagem e a desmontagem. Isso é muito importante. Então, nós chamamos sistemas construtivos a seco, que difere um pouco do da nossa alvenaria convencional. Então esse cimento magnesiano, ele é destinado para produção especialmente de placas, né, chapas, painéis. E com isso eu faço, né, a fixação dessas placas num quadro que é no que é um pórtico e com isso eu produzo painéis e por meio dos painéis eu consigo produzir nossos ambientes construídos. Então assim, como não são as mesmas aplicações diretas do cimento convencional, mas é paraa produção de elementos construtivos e esses elementos construtivos serem aplicados um sistema construtivo eh que nós chamamos mais industrializado. É importante nós também implementarmos o maior nível de industrial industrialização na nossa construção civil para assim nós estarmos associando essas tecnologias. a a a menores impactos ambientais. Sim, professor, o senhor já citou um pouco sobre isso, mas o grupo também de pesquisa também desenvolveu a primeira placa plana magnesiana do Brasil, né? E você falou um pouco sobre essa aplicação, onde ela pode ser aplicada, é diferente o uso dela? Perfeito, Camila. Então, assim, exatamente, a primeira placa plana produzida por meio dessa tecnologia no Brasil. Então nossa nossa pesquisa começou, evidentemente, analisando os materiais, fazendo esse o cimento, incorporando resíduos para para depois transformar esse cimento num elemento construtivo. E esse elemento construtivo principal, né, é a placa plana. Para quem é é legal, né, ou para quem participa da construção civil, é fácil fazer uma analogia, por exemplo, com gesso acartonado, né, onde eu tenho uma placa de gesso acartonado que eu faço a fixação num painel. Eh, então o cimento magnesiano na forma de uma placa, na forma de uma chapa, ele pode ser aplicado dentro de construção a seco. E nós, dentro da faculdade de engenharia civil, arquitetura e urbanismo, conseguimos fazer a transferência desse noal para o mercado. Então, já foi feita a transferência desse noal, né, por meio da agência nova, eh, agência de inovação da Unicamp para o mercado e tá disponível para todos. Perfeito. Eh, e professor, na pesquisa vocês também citam sobre o déficit ambiental, né, eh, desculpa, habitacional, que também essa pesquisa ela pode ajudar eh a reduzir esse déficit no país. Com certeza. tudo que é tecnologia que possa ser transformada num sistema construtivo, numa unidade habitacional, nós diversificamos as possibilidades e damos, né, o o possibilidade maior, vamos dizer assim, para, por exemplo, o poder público está fazendo eh eh moradias populares por meio, né, eh dos seus programas e tanto o governo, né, um órgão público, quanto a iniciativa privada, Quanto ele tem uma maior possibilidade de uma opção de escolha, né, ele vai optar por aquela que evidentemente tem melhor custo benefício. E num país como o nosso, que tem um um grande déficit habitacional, eh nós disponibilizarmos tecnologias que nós chamamos tecnologia apropriada, né, que é a tecnologia que melhor se apropria para aquela situação. Isso é um ganho. E e voltando um pouquinho na questão do sistema construtivo ser industrializado, montado e desmontado, isso permite, por exemplo, até para a população de baixa renda, eh, verticalizar, construir a sua moradia por meio de um simples processo construtivo de montagem, né? Ou seja, ele mesmo pode construir por meio de comprando as os seus da mesma forma, mas a forma de verticalização é diferente e construir isso porque é um sistema mais leve também. Quando a gente utiliza placas planas, quando a gente utiliza painéis, nós estamos fazendo com os sistemas construtivos tenha menor densidade, menor peso do que o tradicional. Então isso facilita, impulsiona a nossa construção civil, disponibilizando uma tecnologia que melhor se adequa à nossa realidade. Sim. E se essa tecnologia for usada em grande escala, né, qual seria o impacto ambiental pro Brasil? muito Camila, pelo seguinte, eh, como eu mencionei anteriormente, eh, todos os insumos que nós utilizamos, né, na em todas as indústrias são extraídos da natureza. Então, quando nós pensamos em ser sustentável, nós temos que mitigar o consumo de materiais, diminuir o consumo de materiais e aumentar a vida útil daquilo que tá sendo produzido. Eh, então, por exemplo, se eu vou fazer uma uma construção tradicional com tijolos, isso é tirado, né, do solo. O tijolo um solo argilo arenoso que é calcinado. Se eu for produzir o cimento, eu também tiro, né, as rochas calcárias, tiro a argila da natureza, o próprio minério de, né, de ferro transformando em aço. Então, sempre tô extraindo da natureza uma quantidade de insumos muito grande. Agora, se eu pego esse insumo e faço ele num sistema construtivo convencional, que que nós chamamos de sistema construtivo convencional? é alvinaria da maneira com que, né, predomina na nossa construção civil em todo o Brasil, ou seja, produzir por meio de alvinaria, de tijolos, de blocos. Esse é um sistema, Camila, que não permite desmontagem, não é? Por exemplo, se eu não quero, se eu quero dar uma outra, eu quero ampliar ou se eu quero eh usar aquela área para uma construção maior, eu vou precisar fazer demolição. E tudo isso, de certa forma acaba indo para terro sanitário e muito pouco indo para processo de reciclagem. Ou seja, o sistema tradicional, ele é um sistema que consome muito, muito material e desperdiça muito material. Agora, o que nós propomos, né, além do cimento ser alternativo, associado a menores emissões de gás carbônico, que isso esteja atrelado a sistemas industrializados que permite montagem e desmontagem. Assim, se a minha obra, né, perdeu a sua serventia por algum motivo ou precisa ser trocada de lugar, ela pode ser desmontada e montada em outro local. E se a pessoa que fez aquela obra, né, não tem mais interesse para aqueles materiais, ele pode doar em uma pessoa construir seu imóvel, a sua moradia com os mesmos materiais, simplesmente fazendo desmontagem e montagem. Então é muito importante que nós, em termos de tecnologia para construção civil, além de usar materiais associados a menores emissões de gás carbônico, nós mitigamos o consumo de materiais e também utilizando sistema construtivo que permite montagem e desmontagem e não demolição. E professora, a gente sabe que a pesquisa continua, né? Quais são os próximos passos para essa pesquisa sobre o cimento sustentável ecológico? na construção civil, né, na na engenharia civil, a gente sempre busca por maiores resistências mecânicas. Isso, evidentemente, quando você ganha maior resistência mecânica, você consegue otimizar eh as dimensões dos elementos, né? Então, a capacidade portante, evidentemente, do material em termos de resistência mecânica, ela sempre também é uma das prioridades. Então, o que nós eh fizemos foi resgatar uma tecnologia muito esquecida, aprimorar essa tecnologia e todo o processo de aprimoramento é constante. Então nós estamos hoje nesse momento, né, entrando na questão da nanotecnologia, que é para fazer por meio, né, deste deste eh novos materiais que possam ser adicionados em nível nanotecnológico. Um deles, Camila, é o grafeno. Nós já começamos os estudos com grafeno, que é uma adição, né, em termos de nanotecnologia para melhorar as propriedades do cimento magnesiano como um todo, não só do ponto de vista de resistência mecânica, mas sempre pensando em durabilidade. Quanto maior, quanto melhor for o material em questão de desempenho, durabilidade, mais ele tá associado a queas questões, né, aos quesitos de sustentabilidade aplicada na construção civil. Então, o próximo passo é nós sairmos também da parte micro microscópica, vamos dizer assim, e partir paraa nanotecnologia, que nós iniciamos este ano. Então, já fica o convite aqui pro senhor voltar quando tiver novidades referente à pesquisa. Eu agradeço, Camila, agradeço a todos da TV Câmara Campinas pela possibilidade de estar divulgando o nosso trabalho. É sempre muito importante nós aproximarmos as pesquisas científicas da sociedade. Nós aqui na Faculdade de engenharia civil, arquitetura e urbanismo, buscamos, evidentemente, fazer essa aproximação, porque nós, evidentemente, né, o nosso país é um país em construção e as tecnologias precisam estar disponível cada vez mais rápido para a sociedade. Então, agradeço esse canal de comunicação, agradeço o convite, estou à disposição sempre. Perfeito, professora. A gente agradece. Muito obrigada pela sua participação e por compartilhar com a gente essa pesquisa que é tão importante pro futuro da construção civil e também pro meio ambiente. E o giro ambiental não acaba por aqui. Você continua com a gente para conferir mais informações e curiosidades sobre o meio ambiente. Até o próximo programa. Pesquisadores descobriram que cobras e lagartos possuem mutações genéticas. que eliminam produção de grelina, hormônio responsável por sinalizar a fome. Ao analisar 112 espécies, o estudo confirmou que esses animais perderam a capacidade biológica de sentir a urgência de se alimentar. Além da ausência desse hormônio, houve também a perda do GM MBOAT4, que seria responsável pela ativação química no organismo desses répteis. Essa adaptação permite que esses predadores suportem jejuns prolongados, sem o estresse metabólico da fome constante. O mecanismo é estratégico para animais com dietas irregulares, garantindo assim que eles sobrevivam por meses até encontrarem a próxima presa em ambientes onde o alimento é escasso. Quarta-feira chuvosa aqui na cidade de Campinas. Segue esta previsão para amanhã. Quinta-feira de tempo fechado, muitas nuvens e com isso nada de calorão. Olha só as temperaturas, mínima de 19 e a máxima não passa dos 24º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira. Até lá. Ciao. Ciao.