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A história dos 80 anos de um dos mais tradicionais blocos carnavalescos de Campinas, o Nem Sangue nem Areia, contada em uma exposição de fotos no R de entrada do plenário da Câmara Municipal de Campinas. O carnaval talvez seja uma das manifestações da cultura popular mais tradicional, né? E o bloco Nem Sangue nem Areia. lá em 1946 iniciou esse movimento no bairro operário, vila industrial, próximo dos curtumes e virou tradição. Teve uma fase de interrupção retomada eh recentemente. Por isso até a exposição retrata as duas fases, na primeira fase até 1975 e depois a fase mais recente aqui do bloco. É, a Câmara inclusive criou esse espaço exatamente para isso, né, para trazer exposições, para permitir que as pessoas que venham à Câmara acompanhar sessões, as reuniões, possam ter contato um pouco da nossa história. Aqui é a nossa história contada nessas fotos, né, de captadas por vários fotógrafos, né, que eh retratam, né, a história, a trajetória do bloco Nem Sangue nem Areia. O Nem Sangue nem Areia manteve suas atividades até 1975. quando já havia sido transformado em escola de samba. Em 2008, um grupo de jornalistas e artistas de Campinas resolveu resgatar a história do bloco, que no ano seguinte retornou ao cenário carnavalesco da cidade. A mostra que permanece até 27 de fevereiro na Câmara representa a trajetória do bloco nessas duas fases, com registros históricos da formação original e também dos desfiles mais recentes captados pelas lentes de sete fotógrafos. E é uma forma também da gente mostrar que a Câmara tem compromisso com a difusão, apoio à cultura. Aliás, diversos vereadores, inclusive eu, né, eh indicaram emendas impositivas para apoiar o carnaval vários blocos. O nem sangue nem Areia é um deles. Com os desfiles que acontecem anualmente na vila industrial, no domingo que antecede o carnaval, o nem sangue nem Areia arrasta milhares de foliões que apostam na alegria. Tradição que tem o apoio do legislativo de Campinas. Então é uma festa popular muito legal. a gente vê as famílias reunidas, pessoas de todas as idades, né, muito diversa. Eu acho que ali tá o respeito, a diversidade, a pluralidade que a sociedade representada também nos encontros do bloco Nem Sangue nem Areia, a cada carnaval escolhendo um tema que diz respeito também um pouco à nossa história. São registros importantes que estão retratados nessa exposição que a gente espera que a população que vem à Câmara possa apreciar também.