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O debate público sobre saúde mental que teve como responsável a vereadora Mariana Conte foi realizado por conta do impasse na renovação do contrato entre o serviço de saúde Dr. Cândido Ferreira e a prefeitura, que tem gerado a manifestação de trabalhadores e usuários do serviço de saúde mental. É, o movimento tá fazendo um ato e vocês podem ouvir algo que é a reivindicação. A reivindicação principal é a continuidade dos serviços e dos empregos. Nossa, hoje a rede Mário, a rede Cândido Ferreira atende 62 usuários por mês, né? Então são bastante, é um universo bastante grande de pessoas que são atendidas, sendo 700 pessoas em situação de rua. São pessoas que estão passando por sofrimento mental, então precisam de uma assistência. E a verdade é que a gente tá vendo aí um processo muito eh grave de precarização do serviço, ao mesmo tempo essa ameaça do encerramento do convênio. A reivindicação é pela continuidade, pela que a prefeitura, né, atenda aí a necessidade para a continuidade do convênio, com todos os serviços, sem nenhum corte, sem nenhuma precarização, mas também a luta pela ampliação da rede própria, a luta pela que a gente consiga ter mais trabalhadores, mais um atendimento mais humanizado e também reverter esse processo de precarização que, infelizmente, a rede já sofreu. também compuseram a mesa Wagner Romão, Gustavo Peta e Paola Miguel. Quero dizer que hoje, né, é um dia de luta, um dia de luta para que a saúde mental da nossa cidade, mais do que ser vista, ela seja reconhecida e valorizada, né? O prefeito Dário Saad tem apresentado muitas dificuldades e discussão com esse importante serviço oferecido pelo Cândido Ferreira aqui no município. Nós temos que ter uma ação muito rápida, né, com relação a esse tema eh do Cândido Ferreira, desse dessa situação limite que a prefeitura tem a responsabilidade, ela tem que vir, tem que ser chamada a responsabilidade. É muito importante essa atividade de hoje paraa gente aumentar a denúncia sobre a irresponsabilidade da prefeitura em relação a esse tema, a negligência, a irresponsabilidade deixar chegar a uma situação limite como essa, quando usuários estão ameaçados de não ter o seu atendimento previsto e de direito, como nós estamos chegando no dia de hoje. Segundo o serviço, o convênio assistencial deveria ter sido renovado em maio. A expectativa dos trabalhadores era de um reajuste de 23%, porém a prefeitura ofereceu 5%. No debate público, convidados também falaram sobre o tema. São nesses momentos mais difíceis que a classe trabalhadora se levanta e nós pessoas usuárias somos da classe trabalhadora. Não pode se esquecer isso.