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Por iniciativa das vereadoras Mariana Conte e Paula Miguel, o Teatro Bentoquerino foi sede do debate público que discutiu o reconhecimento da Parada do Orgulho LGBT+ como manifestação cultural e popular do município. É um projeto que tem uma um significado histórico, cultural e político. Eu acho que é isso, é importante, a gente valorizar as mudanças, valorizar aqueles que tiveram coragem lá atrás de enfrentar esse preconceito, de enfrentar essas adversidades e a gente trazer pro nosso tempo, porque o nosso tempo também vai exigir coragem, também vai exigir pioneirismo, também vai exigir protagonismo e vai exigir que eh ousadia para colocar coisas que as pessoas não estão acostumadas a ver. As pessoas não estão acostumadas a ver, as pessoas não estão acostumadas a ver uma universidade pública cheia de pessoas trans e foi uma grande vitória as cotas trans. falar desse projeto. Ele é um projeto eh de minha autoria juntamente com a vereadora Mariana Conte para que a gente torne a parada LGBTQI a PN, mas como patrimônio cultural e material da cidade de Campinas, reconhecendo seu poder social e turístico. Muitos dos nossos hotéis se beneficiam muito desse momento, já estão sem vagas, muitas cidades ao entorno vem para Campinas. Então, os nossos estabelecimentos, bares, restaurantes, casas noturnas, casas de shows, a gente tem um um momento, né, de fato, onde nosso Pink Money vale muito. Paulo Mariante, do grupo Identidade falou que a luta este ano será contra a resolução do Conselho Federal de Medicina, que proibiu o bloqueio hormonal para crianças e adolescentes trans. Esse ano tem um ataque que nós temos que colocar como eixo central. O Conselho Federal de Medicina quer impedir a vida de crianças adocentes trans. Se a gente tem um mínimo de consciência, a gente tem que ter isso como central em todas as nossas lutas. Enquanto a gente não revogar, a gente vai fazer manifestação em todos os lugares até que isso aí aconteça. Porque é isso, parada é para lutar. Castro, ativista, produtora cultural, que atua em defesa dos direitos humanos, ressaltou os objetivos das paradas LGBT mais. As ações dessas paradas sempre foram por direito à vida, sempre foi por direito a lutar, sempre foi por direito que a gente pudesse existir, permanecer na rua e fazer aquilo que bem nos entendesse, com respeito e dignidade a todos os corpos. E é muito importante que hoje, né, depois de muito tempo, as paradas estejam discutindo a questão da idosidade. Nós temos que discutir como é que tão a população LGBT que é alijada de direitos, de direitos eh do INSS, que não tem a questão eh de direitos com os seus companheiros, que na idosidade a família, por exemplo, eh já tinha nos expulsado, agora elas não vão nos recolher novamente para dentro de casa. Nós temos que discutir a cidade de Campinas, por exemplo, por que que a prefeitura municipal não apoia e não senta com a casa sem preconceito? Tu