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O agendamento para emissão do cartão bem acessível é liberado pela prefeitura. Câmara aprova em primeira discussão [música] a criação da Escola de Justiça de Campinas. Olá, no Saúde agora vamos falar sobre as diferenças entre fome, gula e transtornos alimentares como compulsão alimentar. A Ana Beatriz Guisser, nutricionista, vai explicar tudo para nós. Até lá. [música] [música] Olá, [música] boa tarde. Quinta-feira, 12 de março de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe, né? Pode ir direto no 97829377 ou você pode mandar a sua mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmera Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa. A partir de hoje, o Hospital da Mulher, Craim, vai debater com especialistas à população temas como empoderamento, menopausa, autocuidado. Então, sobre os horários, os dias, como participar, o endereço, aciona o repórter Felipe Gomes, que está com as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, Felipe. Exatamente, Gabriel. No domingo, dia 8 de março, foi celebrado então o Dia Internacional da Mulher. E pensando nisso, o Hospital da Mulher aqui de Campinas preparou uma programação especial que começou nesta quinta-feira e vai até o final do mês de março. A iniciativa reúne atividades gratuitas para todas as mulheres aqui do município de Campinas, com debates sobre saúde feminina e empoderamento das mulheres. O evento, os eventos são gratuitos e acontecem todos os dias às 10 horas da manhã aqui no auditório do Hospital da Mulher de Campinas. E quem está aqui comigo e vai trazer todos os detalhes sobre essa programação é a coordenadora aqui do Hospital da Mulher, Andreia. Andreia, seja muito bem-vindo. Obrigado. Me conte um pouco sobre essa programação especial aqui do Hospital da Mulher. Bom, a gente começou hoje, né, com uma palestra do Seamo, que é um que ele cuida de violência, né? Então, eh, tendo em vista aí o número de feminicídios que t aumentado muito no município, né? Então, a violência contra a mulher tem aumentado bastante. Então, a gente tá fazendo essa roda de conversa aqui no Hospital da Mulher, trazendo informações, trazendo meios de ajuda, né, divulgação do serviço do SEAMO, do trabalho deles, né, em relação à violência contra a mulher, né? A gente vai ter amanhã também uma palestra sobre emponderamento feminino com a Dra. Raquel, ela que é advogada, ela é da Comissão de Direitos Humanos da OAB, do Conselho das Mulheres de Campinas também, e ela vai falar também como formas de emponderamento feminino, como a gente trabalha a questão feminina. No dia, isso, então, amanhã, dia 13, na segunda-feira, dia 16, a gente vai ter uma palestra com a Dra. Leda falando sobre eh menopausa, ela que é a nossa especialista em menopausa aqui no Hospital da Mulher, falando sobre menopausa e qualidade de vida, eh mudança de hábitos, o que você pode fazer para ajudar nesse período da mulher, que a gente sabe que a nossa população feminina tá envelhecendo e isso tem sido prevalente. Dia 17 a gente vai ter também uma uma roda de conversa com algumas atividades com a equipe multiprofissional aqui, que é nossa fisioterapeuta, nossa assistente social, nutricionista, falando do autocuidado feminino. E no dia 26, para encerrar, já que o dia 26 é o dia mundial de combate ao HPV, o HPV, que é um vírus que é um dos principais causadores de cânceres femininos, a gente vai ter então algumas alguns vídeos, alguma conversa, uma roda de conversa com as nossas ginecologistas, Dra. Cláudia e Dra. Gisele falando sobre a importância desse vírus, as formas de prevenção, os tratamentos que a gente oferece aqui. Andreia, e a programação já abriu com tema de violência doméstica. Qual que é a importância então de trazer esse tema, levando em consideração que estamos vendo aí uma alta de registros nos casos de violência doméstica? É, a preocupação é justamente essa, né? e a a eh informar essas mulheres, né, que existe uma rede de apoio, existe eh locais para ela procurar, divulgar a delegacia da mulher, também divulgar a forma com que essas mulheres que estão sofrendo esse tipo de violência ou que eh venham a sofrer, às vezes a mulher não entende nem um um alguma forma de de fala, alguma forma de ação como uma violência feminina, mas algumas delas são. E aí, como ela buscar ajuda, como ela pode também se proteger a si e às outras mulheres que estão ao redor dela. E além desse tema, teremos também temas de saúde pública, como você mesmo comentou, como o HPV, como a menopausa. Qual que é a importância também de conscientizar a população feminina até mesmo pra saúde pública aqui de Campinas? É porque eh o sofrimento da menopausa, né, as mulheres tendem a a menosprezar essa essa esse tipo de sintomas, né? E muit das vezes não procuram tratamento, acham que ah, não, minha mãe foi assim, minha tia foi assim e eu vou ser assim. Não, a gente sabe que hoje a mulher é ativa, ela está presente em grande parte no mercado de trabalho e existe sim tratamento. Ela não é porque ela entrou na na menopausa, ela não tá mais na sua fase reprodutiva, que ela não tem uma não é uma força de trabalho, não é uma pessoa produtiva. Então, como que a gente pode, com medidas simples, como mudanças de estilo de vida, melhorar a qualidade de vida dessas mulheres, levar esse conhecimento também para essas mulheres? E o a programação ela é aberta ao público. A mulher que está nos acompanhando tem alguma eh classificação indicativa ou qualquer um que qualquer uma que estiver assistindo pode vir aqui e participar? Como que vai funcionar? O os temas todos, né? As palestras todas, rodas de conversas são abertas a toda a população. Quem se interessar, homens ou mulheres, adolescentes, adultos, crianças, podem vir aqui conversar com a gente. Vai ser aberto a toda a população nesses dias. Eles acontecem aqui no Hospital da Mulher, na Avenida das Amoreiras 500, eh, aqui próximo ao BRT, ao lado do Teatro do Sesi. São nesses dias às 10 horas da manhã, todas as palestras. E quem tiver aqui e já tiver alguma dúvida relacionado à saúde, estamos aqui no Hospital da Mulher, já pode procurar alguma ajuda ou algo relacionado com isso? A a nossa equipe tá preparada para acolher as mulheres que procuram ajuda, auxílio, procuram eh a forma de como se informar, né? A nossa equipe tá preparada para isso. Nós estamos à disposição de quem precisar de ajuda ou informes. Além dessas atividades educativas, quais são outras programações que o a população pode esperar aqui do Hospital da Mulher, não só no mês de março, mas ao longo do ano? Bom, a gente tradicionalmente tem outubro rosa, né? Geralmente a gente faz atividades no outubro rosa, mas a gente tem uma equipe também multiprofissional preparada para atender as mulheres aqui, principalmente as mulheres que receberam ou que recebem aqui diagnóstico de câncer, porque aqui a gente faz, né, o o as biópsias, os tratamentos. Então a gente oferece também suporte, não só físico, mas também emocional para essas pacientes que estão tendo esse sofrimento ou passando por esse sofrimento. E aí a gente tem também as nossas enfermeiras, as nossas eh profissionais aqui que ajudam a colher e direcionar melhor os casos, ajudar a as mulheres nesse momento difícil da vida. E agora encaminhando para o final da nossa entrevista, além de ser um momento sério de debate, de reunião para esclarecer as dúvidas das mulheres, o esse espaço também se torna um espaço de socialização, de convivência entre as mulheres ou quem vier aqui visitar essa programação. Sim. Ah, as mulheres vão conhecer outras mulheres que são como elas, estão passando pelos mesmos problemas, né? E também vão eh poder compartilhar ideias e falas com as outras mulheres que estão aqui, não só para ajudá-las, mas também as mulheres que vão comparecer aqui, trocar realmente figurinhas para descobrir que elas não estão sozinhas nessa nessa jornada. E agora para finalizar a nossa entrevista, só reforçando para quem está em casa nos assistindo e quiser participar da programação, como que faz então os dias, os horários e aonde o Hospital da Mulher está localizado? Então, a gente está localizado aqui na Avenida das Amoreiras número 500, aqui em frente ao BRT, ao lado do Teatro do Sesi. As palestras, então hoje foi eh às 10 horas a palestra com o Seamo, amanhã também às 10 horas a palestra com a Dra. Raquel, na segunda-feira, dia 16, também às 10 horas, com a Dra. Leda e dia 17 com a equipe multiprofissional, com a nossa fisioterapeuta eh Neiva, a nossa nutricionista Diane, a nossa psicóloga Cristiane e a nossa assistente social Edilane. Então essa equipe toda vai est fazendo uma roda de conversa nesses dias e nos outros dias também a gente tá à disposição, tá certo? Então Andreia, muito obrigado e obrigado por nos receber aqui no hospital. Você conferiu então com a coordenadora do Hospital da Mulher aqui de Campinas, Andreia Marques, a programação especial que vai até o fim do mês de março, programação gratuita e aberta ao público aqui de Campinas, aqui no Hospital da Mulher do Município. Volto com você aí no estúdio, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, Felipe, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole de Campinas porque olha só, a prefeitura liberou o agendamento para a emissão do cartão bem acessível e também os cordões, girassol e quebra-cabeça, voltados a pessoas com deficiência. O agendamento pode ser feito pelo telefone e pela própria pessoa com deficiência ou pelo responsável. Também é possível solicitar presencialmente em unidades do Agiliza. [música] [música] A Prefeitura de Campinas liberou o agendamento para a emissão do cartão bem acessível e os cordões giraçol e quebra-cabeça voltados a pessoas com deficiência. Você veio à procura do que hoje aqui? eh, pro benefício acessível para ela, né? Porque ela tem deficiência auditiva e aí às vezes é difícil a gente conseguir ter alguma prioridade, eh ter mais benefícios para ela, até mesmo na escola, mercado, essas coisas. Então, acho que aqui seria o caminho, né? Bom, pr as pessoas entenderem, facilita a identificação nos locais, né? O que acontece? Quando você tem um cartão de identificação, você, a pessoa que tem deficiência, ela é um público prioritário. Então, em vez dela ter que discutir, dela ter que dizer: "Olha, eu tenho deficiência, então eu posso passar à frente, eu posso ter um atendimento prioritário, ela já vai, ela só com o cartão e com o cordão que Campinas também tem entregado, já evita elas fazer essas discussões ou provar que muitas vezes é difícil para ela chegar e dizer: "Olha, eu tenho deficiência". Então, o cartão já identifica como uma pessoa que tem um atendimento prioritário. A medida amplia o acesso ao serviço e permite que cartões e cordões sejam retirados diretamente nas unidades do Agiliza. Cada unidade do Agiliza espalhado pela cidade, a pessoa com deficiência ou o representante dele pode vir fazer o agendamento e tirar o cartão bem acessível, que é o cartão de identidade de identificação da pessoa com deficiência. Então ele pode agendar, vir aqui fazer um atendimento rápido e depois ele retira ou é enviado para ele. O agendamento pode ser feito pelo telefone, pela própria pessoa com deficiência ou pelo responsável. São vários espaços à disposição para fazer a solicitação. Nós temos agiliza hoje no Campo Grande, Barão Geraldo, aqui em Souzas, ã, no centro da cidade. Então nós e no e na região do Ouro Verde. Então nós temos a Lisa em todas as regiões de Campinas que a pessoa pode estar lá e e procurar um centro que tenha os atendimentos da SANASA, da CPFL e fazer esse esse agendamento. Em casos de deficiência permanente, o laudo tem validade indeterminada. Tem um laudo que não tem uma data específica, um laudo permanente. Quando a pessoa tem uma deficiência específica, ela não tem que ficar provando laudos a a cada do anos. Se é uma deficiência permanente, o laudo dela não tem uma data exata de validade, não precisa disso. Então ela ela mostra esse laudo e pronto, com o sid correto e aí ela pode fazer o cartão dela. Para orientações, a prefeitura indica o telefone 156. Importante se atentar aos documentos necessários. A pessoa tem que mandar o RG, tem que trazer ou enviar o RG dela, o CPF, o comprovante de residência e o laudo escrito por um médico com CRM, com CID e e com o carimbo dele. Isso é importante para que comprove que foi um laudo correto, um laudo que não tenha problema. [música] Vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da 11ª reunião ordinária. Os vereadores se reuniram para discutirem e votarem os seis projetos que estavam na pauta. A Mirna Abre Breu traz agora as informações. Seja bem-vinda. Boa tarde, Mirna. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você que nos assiste. Na noite desta quarta-feira, na 11ª reunião ordinária, a Câmara analisou seis projetos. Dentre eles, aprovou em primeira discussão o que trata da estrutura administrativa da Secretaria Municipal de Justiça, instituindo a Escola de Justiça de Campinas, vinculada ao gabinete do prefeito. De acordo com a proposta, a nova estrutura vai ter finalidade de promover capacitação jurídica continuada de agentes públicos municipais e também difundir conteúdos jurídicos à sociedade, acompanhando aí, alcançando profissionais de direito, estudantes e demais interessados. Para isso, a matéria prevê a articulação com Procom Campinas, a escola de governo, que é IGDS, também a Procuradoria Geral do Município, a OAB, as universidades e ainda outras entidades públicas e privadas. Durante o intervalo regimental, o líder de governo na Câmara falou da importância da instituição dessa escola. Nós teremos a formação do nosso agente público, né, pela Escola de Governo e Desenvolvimento eh do servidor. Teremos parceria com o Procom, algumas universidades eh prestando, né, todo uma gama de informações e formação para nós capacitarmos de uma forma mais eficiente para que ele possa entregar um serviço de qualidade, não só pra secretaria, mas também pra nossa população. Um outro projeto também de autoria do prefeito que foi aprovado na noite desta quarta-feira em primeira discussão é o que trata do programa Concilia Campinas voltado a diminuir a judicialização da cobrança de dívida ativa tributária e não tributária do município. proposta estabelece instrumentos de ajuizamento de execuções fiscais sem necessariamente ter que acionar a justiça. Paula Hadad, que é o líder de governo na Câmara, também detalhou a importância de Campinas ter essa ferramenta. ela de alguma forma ela diminui toda todo o peso dentro do judiciário, otimiza, né, a a o recebimento ou a forma com que a prefeitura pode lidar com valores menores, podendo se debruçar em valores maiores. a população, aquele aquele eh contribuinte que aderir a a esse esse esse projeto, essa proposta, terá ali redução de 85% em multas, né? E e e também eh tendo a redução até no no valor eh eh real daquilo que é devido, podendo dividir até em 120 parcelas. E importante a gente salientar que isso talvez é o que se espera, a administração pública espera que entre nos cofres públicos por ano até R0 milhões de reais, que ser que será muito bem-vindo pra prefeitura poder honrar todos os seus compromissos. E o resultado completo pode ser conferido no site da Câmara de Campinas e a íntegra da 11ª reunião ordinária está no youtube.com/tvcâmaracampinas. é com você aí no estúdio, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, Mina Gabriel, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque o vereador Paulo Hadad, presidente da Comissão Permanente de Política Social e Saúde, protocolou o projeto de lei que cria em Campinas o programa Reconstruindo Sorrisos. A proposta tem como objetivo priorizar o atendimento de reconstrução facial e dentária a vítimas de violência doméstica em pronto socorros, atendimento médico ambulatorial, unidades básicas de saúde e unidades de pronto atendimento na rede de saúde municipal que possuam os serviços em saúde bucal e facial. O vereador Paulo Hadad protocolou na Câmara Municipal projeto de lei que cria em Campinas o programa Reconstruindo Sorrisos. Eu apresentei esse projeto à Câmara Municipal de Campinas até pela minha experiência, né? eu que fiquei por 30 anos dentro do hospital que atende a rede pública, hospital da PUC. Eh, eu tive a oportunidade de receber e operar muitas mulheres, crianças, adolescentes vítimas de violência doméstica, eh, por ferimentos por arma de fogo, por arma branca, enfim, espancamento, né? pessoas que tinham aí fraturas, perdas de elementos dentários e que muitas vezes ficavam não só eh mutiladas no aspecto físico, mas também muito impactadas no aspecto psicológico. Ainda segundo o parlamentar, que é o presidente da Comissão Permanente de Política Social e Saúde, o objetivo é priorizar o atendimento de reconstrução facial e dentária a vítimas de violência doméstica. Então, toda vez que aquela pessoa se olhava no espelho com ausência de algum dente ou algo que que trouxesse, né, e eh uma recordação daquilo que ela, daquela violência que ela havia sofrido por, né, aparentar eh algo que que a fizesse relembrar, seja um edema de face, uma simetria de face, enfim, a gente eh se deparou com essas com essas demandas, muitas e muitas vezes dentro do hospital que atende a rede pública. Então, seria importante que nós déssemos prioridade para essas pessoas, pessoas sejam nos hospitais que at da da na nossa rede pública ou que atendam a rede pública ou mesmo em parcerias com clínicas particulares que pudessem prestar esse tipo de atendimento de forma gratuita. Capacitar profissionais para atendimento odontológico das mulheres, crianças e vítimas de violência doméstica também é uma das finalidades do projeto. A a ideia veio justamente dessa experiência que eu já tive, né, dentro da minha atividade, na minha vida privada e que a gente hoje se depara numa situação muito eh difícil, muito impactante, né, o aumento da violência contra as mulheres, contra as crianças, no seio da família. as pessoas às vezes estão em famílias desestruturadas e são vítimas de agressão. Então, todo esse toda essa e eh acolhida ou todo esse acolhimento, ele é muito importante e também você tá dando a oportunidade delas serem priorizadas para que a gente possa devolver, né, aquela situação de normalidade, ou seja, a reconstrução daquela boca, daqueles elementos dentários, como também de algo que possa ter e sido eh de alguma forma causado, né, alguma fratura, algo que possa ser necessário uma intervenção cirúrgica. Vereador Nelson Osteri protocola projeto de lei para nas categorias feminina e masculina a participação em esportes seja observado o sexo biológico constante no registro civil originário do atleta. O vereador Nelson protocolou um projeto de lei e quer acrescentar artigo na lei existente de 2005, que estabelece critérios objetivos para a organização das categorias esportivas nas competições promovidas, organizadas ou apoiadas pelo município. A proposta determina que nas categorias feminina e masculina a participação observe o sexo biológico constante no registro civil. originário do atleta, como se trata não é nenhum projeto preconceituoso, nenhum tipo de homofobia, pelo contrário, é um projeto que traz respeito, né, ao sexo feminino. Nós não podemos permitir que um homem trans, né, ele venha disputar uma modalidade feminina. Existem toda uma diferença na questão de hormônios, inclusive na adolescência. Então tudo isso acaba acarretando mais força, né, um comportamento eh de maior rendimento e isso tudo acaba eh desproporcionalizando uma competição feminina. De acordo com o parlamentar, o projeto não trata de identidade de gênero, não interfere em direitos civis individuais, não promove exclusão social e não estabelece qualquer sanção pessoal a atletas. A medida limita-se à organização administrativa das competições sob responsabilidade ou apoio do poder público municipal. Não tem nada a ver com transfobia, com preconceito, pelo contrário, é respeitar a modalidade feminina. Nós não podemos permitir que uma pessoa que tenha mais hormônio, que tenha o marcada óssea, eh, com maior rendimento, com maior, eh, envergadura, com maior densidade, disposição, né, participe de uma modalidade feminina. É óbvio que não vai ser um jogo, não vai ser um campeonato proporcional, né? alguém vai estar pendendo eh com mais chance de vitória. Então é isso que eu quero. Eu quero eh organizar com esse projeto e dar o direito da mulher competir o campeonato feminino. Comissão de Finanças e Orçamento analisa o projeto de lei que propõe atendimento prioritário a pacientes em tratamento de câncer. A Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Campinas, que tem como presidente o vereador Carlinhos Camelô, realizou a segunda reunião ordinária do ano para analisar o parecer favorável sugerido pelo vereador Nick Schneider ao projeto de lei complementar de autoria do vereador Oto Alejandro, que prevê atendimento prioritário a pacientes em tratamento de câncer nos estabelecimentos do município. Também compuseram a mesa os vereadores Eduardo Magoga e Fernanda Solto. Sigo o relator. Voto favorável. Vereador Eduardo Magoga, favorável. Presidente, também voto favorável. Com três votos favoráveis está aprovado. Um é muito importante aí que é sobre a conscientização eh da questão do câncer. Todos os projetos que ele e vem através dessa casa que é conscientização, é importante pro município de Campinas. Também foi analisado pela comissão parecer favorável sugerido pelo vereador Nick Schneider ao projeto de lei ordinária de autoria do vereador Marcelo Silva, que institui a campanha municipal Brincando mais Campinas. E o segundo aí também é as praças, sobre a questão das praças, sempre estar mais limpas aqui na cidade de Campinas também é importante, né? Sabemos que a prefeitura tem uma dificuldade muito grande nessa época de chuva em tá deixando as praças limpas, até mesmo porque crescem muito rápido os matos, mas tem feito o máximo. Aí a gente também eh tem que dar um respaldo à população para que eles tenham essas praças limpas para serem usadas. A campanha tem como objetivo promover a conscientização e mobilizar a população com relação à importância da preservação de praças, quadras e demais espaços públicos comunitários da cidade. Hoje eh são feitas muitas praças e se as praças não são limpas, ficam difícil as pessoas usarem, né? Então as praças, ela tem que estar sempre limpa para a população tá usando e exufluindo dela. A Comissão de Finanças e Orçamentos aprovou os projetos, agora vai ser seguida ao plenário, onde os vereadores votam, dá o seu voto aí para que seja aprovado e paraa sanção do prefeito. A gente segue aqui com as notícias do legislativo nesta quinta-feira. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. E olha só, a segunda reunião da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário analisou o parecer favorável sugerido pelo vereador Oto Alejandro ao projeto de lei complementar de autoria do vereador Rubens Gás, que concede gratuidade de tarifa no serviço de transporte coletivo municipal de passageiros aos candidatos inscritos no Exame Nacional de Ensino Médio nas datas de realização dos exames. A segunda reunião ordinária da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário foi presidida pelo vereador Felipe Marquezi e contou com a presença dos vereadores Carlinhos Camelô, Mariana Conte e Paola Miguel, com o objetivo de analisar o projeto de lei complementar de autoria do vereador Rubens Gás sobre a gratuidade de tarifa no serviço de transporte coletivo municipal de passageiros aos candidatos inscritos no Exame Nacional de Ensino. no médio nas datas oficiais das provas. De acordo com o projeto, para ter direito à tarifa zero, o estudante deverá apresentar ao condutor do veículo o comprovante de inscrição impresso ou digital, que conste o nome do inscrito, bem como as informações do dia, local e horário de aplicação das provas, juntamente com um documento pessoal com foto. Eu acredito que a tarifa zero pro Enem, ela é mais do que urgente e fundamental. A gente precisa, inclusive ter mais linhas de ônibus nesses dias circulando na cidade inteira, porque a gente consegue garantir não só que a pessoa não vai pagar a tarifa, mas que ela vai chegar no horário para fazer a prova. Então, eh, por isso quero deixar aqui o meu voto, acompanhar o voto do relator e ser favorável ao projeto de ter a tarifa zero pros candidatos ao Enem. Acompanha o relator favorável. Senhor presidente, passo a palavra pra vereadora Mariana Conte. Como vota, vereadora? Eh, primeiro lugar, quero dizer que voto favorável. Acho importante a gente aprovar essa lei aqui em Campinas como uma forma de democratização do acesso à universidade pública, à educação. Lembrando que o Enem é a principal porta de entrada do dos estudantes de escola pública, de baixa renda nas universidades públicas. Os parlamentares também falaram sobre os valores da tarifa e sobre a qualidade do transporte público. Na verdade, Campinas vive uma imobilidade urbana, porque quem precisa circular pela cidade tem muitas dificuldades. Eu estava vendo as notícias no dia de hoje, tem gente até abrindo guarda-chuva dentro dos ônibus, porque os tá pingando dentro dos ônibus. E Campinas tem uma das tarifas mais caras do Brasil. Eh, entendo que a gente precisa com todas as dificuldades que são os tabus, os temas, mas a gente precisa enfrentar aqui em Campinas o tema da tarifa zero. Eu entendo que a tarifa zero é uma medida importante para garantir possibilidade das pessoas circularem, terem acesso. Tivemos aí uma nova licitação, vamos acompanhar e torcer para que nós temos aí um transporte público de qualidade na nossa cidade, para que as pessoas consigam aí enfrentar essa questão do trânsito da nossa cidade, ter mais tranquilidade, transparência no transporte público. Eu sempre falo, é uma das cidades mais cara, sim. E o transporte ele tem que ser de qualidade pro usuário. E o usuário é o que mais sofre. É que tá lá na ponta, é o que mais sofre. Vereador Rodrigo Farmadique solicita ampliação do convênio com o Hospital Veterinário da Pontifícia Universidade Católica de Campinas para incluir atendimentos destinados a protetores independentes e famílias cadastradas no CAD Único, mediante a um encaminhamento obrigatório pelo consultório veterinário móvel aqui do município. O vereador Rodrigo Farmadique protocolou uma indicação pedindo a ampliação do convênio com o Hospital Veterinário da PUC Campinas, com a finalidade de incluir atendimentos destinados a protetores e dependentes, também famílias cadastradas no Cardúnico mediante encaminhamento obrigatório pelo consultório veterinário móvel do município. fiz essa indicação para que possa fazer um estudo da possibilidade de ampliar essa assistência e esse atendimento eh pros protetores independentes de animais. São aqueles eh protetores que acabam eh acolhendo os animais de rua, animais que são vítimas de maus tratos também. E isso é muito custoso para eles também fazer, principalmente aquele animal eh que já foi maltratado, que tá com algum problema de saúde, eh é muito caro esse atendimento. E o e no mesmo na mesma indicação, eu fiz uma indicação para que pudesse também ampliar para aquelas famílias que têm eh registro no CAD único. Então aquela família que tem um registro no CAD único é um atestado de que ela tem um problema social e dificuldade econômica. Então, é nada mais justo do que essas pessoas possam também ter acesso para um tratamento eventual necessidade de um hospital público. A administração pública tem esse convênio com o Hospital Veterinário e o Departamento de Proteção e Bem-Eestar Animal tem prioridade no atendimento. Recentemente a prefeitura formalizou, né, esse convênio com um hospital veterinário particular, que é o hospital veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária da PUC, para atendimento eh veterinário dos animais que estão sobre a responsabilidade do município. Então, aqueles animais que são resgatados pelo SAMU, animais que estão sob responsabilidade do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal. Então não é um um convênio de porta aberta que qualquer cidadão pode levar o seu pet ou seu cachorro ou seu gato ou até o animal de grande porte para ter esse atendimento. Hoje esse convênio foi formado eh foi formalizado essa parceria para atendimento dos animais então que são de responsabilidade do município. Ainda segundo o parlamentar, os protetores de animais têm uma grande função nos cuidados de bichos vítimas de maus tratos e abandono. Isso também é uma medida que você garante eh a diminuição também dos do a redução dos maus tratos e do abandono dos animais, porque os animais hoje eles fazem para quem tem um animal doméstico eh em casa, ele faz parte da família hoje da da da sociedade brasileira, né? Eh, muitas vezes são animais eh de apoio emocional, animais para aquelas até para pacientes tem algum problema do eh que do espectro altíssimo ou problemas psiquiátricos, psicológicos e num momento de dificuldade, quando precisa de um atendimento médico veterinário, eh é um tratamento caro. Então, as pessoas que têm esse registro eh e têm a o cadastro único, né, no CAD único, para que elas possam ter acesso e não não ocorram de da necessidade às vezes e que ocorre, infelizmente, do abandono de Olha só, segundo o atlas mundial da obesidade de 2025, 31% da população adulta no Brasil está obesa e 68% apresenta excesso de peso. Então, o nosso quadro hoje vai discutir sobre como distinguir a fome fisiológica da gula e da compulsão alimentar. É o saúde agora. [música] Está no ar mais uma edição do Saúde Agora, o quadro voltado para conscientização e informação sobre temas médicos, prevenção de doenças e dicas de bem-estar e qualidade de vida. Hoje vamos falar sobre as diferenças entre fome, gula e compulsão alimentar. Em um cenário em que a obesidade avança no Brasil, entender a relação com a comida se torna fundamental. Segundo dados do atlas mundial da obesidade de 2025, 31% da população adulta vive com a condição e 68% apresenta excesso de peso. Por isso, hoje convidamos a nutricionista Ana Beatriz Guisser. Ela tem especialização em obesidade e emagrecimento e saúde e já está conectada aqui com a gente. Seja muito bem-vinda, Ana. Obrigada pelo convite. Bom, Ana, pra gente iniciar então esse nosso bate-papo, né, falando um pouquinho sobre essa questão da fome, da gula e também compulsão alimentar, né? Entender um pouquinho essas diferenças, as diferenças, né, desses três tipos. Mas, primeiramente, né, fome é um sinal fisiológico, primeiramente, né, mas quando os sinais ele ultrapassam aí o limite? Então, vamos começar pela fome especificamente, Ana. Então, a fome é quando a gente realmente, né, tem aquele roncar do estômago, eh, já estamos um tempo sem comer e a gente começa já a sentir uma fraqueza. Então, a gente tem esse sinal fisiológico, eh, onde a gente deve respeitar e se alimentar, né? Eh, quando a gente entra, né, eh, em exageros, né, eh [música] exageros podem acontecer ocasionalmente, né, que é aí que a gente classifica uma gula, eh, estar comendo um pedaço e de repente querer, ai, tá tão gostosa essa torta, repetir esse pedaço. Eh, mas acontece, né, eh, de forma mais ocasional. esse esse exagero. Então, eh, a fome, né, e a gula, ela elas vão estar presentes na nossa rotina, no nosso dia a dia, certo? No caso da gula, né, essa questão de exagerar um pouquinho, como você bem colocou, né, faz parte ali do nosso dia a dia. Situações emocionais, por exemplo, elas também contribuem, interferem na alimentação, né? porque muita gente acaba descontando ali as emoções nos alimentos. Então esse comportamento ele afeta o organismo? Com certeza. Eh, a gente percebe essa essa questão, né, de uma fome mais emocional e com a nossa rotina, né? o a falta de tempo às vezes para ter um planejamento alimentar, a correria do dia a dia para dar conta do trabalho, da família, né, e ainda eh conseguir aí um tempo pro lazer. E às vezes a gente chega eh talvez um pouco frustrado em casa e busca o prazer nos alimentos, né? E e geralmente, na maioria das vezes, são alimentos de alto teor calórico, né? Então a gente busca os lanches, né, rápidos, eh, pizza e isso também tem um efeito, né, às vezes potencializado, dependendo de como é o nosso social, se a gente frequenta muito, muito evento também, né, pode ser ainda potencializado. Agora, o que a gente precisa ficar atento, como eh eu mencionei no começo, é a frequência desses episódios, né? Eh, então, se começa a acontecer com uma frequência muito grande, muitas vezes na semana, episódios de exagero, de quantidade ou de tipos de alimento, né, muito alimento industrializado, alimento eh com presença de fritura na preparação, a gente deve eh ter aí o sinal de alerta, né? É, exatamente. Eh, a você comentou essa questão sobre os eventos, né, no dia a dia. É uma situação também no caso confraternização, né? Muitas pessoas que acabam indo muito em festas ou até mesmo festas ali de familiares, um churrasco, isso acaba também se tornando algo em excesso quando a gente fala em alimento, né? fala em comida, porque às vezes a gente nem tá com fome, mas passa o dia todo ali eh eh comendo, né, sem estar com fome. Isso também já é um motivo de preocupação ou não? Até que ponto a gente consegue separar esse limite, Dra. Ana, olha, quando a gente tem consciência que a gente tá fazendo a escolha alimentar, né? eh e está escolhendo naquele momento viver a situação eh ali da reunião de amigos, família, aproveitar e no dia seguinte a gente consegue retomar a nossa rotina. Eh, até esse ponto tá tranquilo. Agora, quando esse consumo ah, muitas vezes exagerado, no dia seguinte ou algumas horas depois, traz um quadro já de angústia, de arrependimento, de às vezes falha na tentativa de um planejamento aí para emagrecimento, né, está mexendo muito com o emocional da pessoa e ela não consegue, né, sair desse ciclo. É, é um sinal de que é necessário acompanhamento multidisciplinar, então com nutricionista, apoio psicológico e psiquiátrico, para que a gente consiga, né, conduzir e e trazer esse paciente eh para um conforto emocional, para escolhas melhores com a comida, independente da situação, né, se é em casa, se é em reuniões sociais. Mas essa questão, né, da ajuda eh profissional, quando, né, buscar um profissional de saúde, ele já entra na situação de uma compulsão alimentar mesmo. Qual que é essa diferença? Quando que a gente vai perceber de fato que é só uma agula ali do momento, que é um exagero do momento e quando isso se transforma mesmo em compulsão alimentar. Ciassiane, quando começa a acontecer eh assim num volume grande durante a semana, não é mais uma coisa pontual de um sábado, um domingo ali, ah, né, a cada 15 dias, uma vez na semana, eh, aí já é um alerta pra gente buscar ajuda. Muitas vezes a gente acha que ah tá num momento mais estressante, mais corrido, acaba demorando muito para buscar ajuda profissional. E é por isso que hoje a gente tem, né, esse número tão grande pacientes ou com algum grau de sobrepeso ou com eh ou portadores, né, aí da obesidade, né, em em graus mais elevados. Como que é feito então, Dra. Ana, essa questão do acompanhamento, né? Existe um tratamento especializado para essas pessoas que já foram diagnosticada com essa compulsão alimentar? Porque como a doutora falou, eh às vezes esse paciente ele demora um pouco justamente por essas questões do dia a dia mesmo, né? Às vezes eles não entendem esses sinais como um alerta e sim como uma consequência ali do dia a dia, né? da rotina estressante, de uma movimentação diferente nessa rotina aí, eh, no dia a dia. Então, como chegar nesse diagnóstico, né, como que é realizado esse mapeamento, essa triagem com esse paciente e o tratamento eficaz? Então, geralmente, né, eh, quando a gente identifica isso no consultório eh da da nutricionista ou da psicóloga, o caminho é encaminhar para uma avaliação psiquiátrica, porque quem vai fechar esse diagnóstico é o psiquiatra, né? E a partir do diagnóstico fechado, né, de de compulsão, de qual é o transtorno alimentar que que esse paciente apresenta, é que a gente vai traçar o plano de tratamento. Então, vai envolver um acompanhamento com dieta, com planejamento, vai envolver também as sessões de terapia, podendo ser individuais ou em grupo. E em alguns casos é necessário a medicação. Então temos que avaliar, né, individualmente, caso a caso, mas não é um tratamento de um profissional único, né? Acho que isso que é o o importante a gente reforçar, né? que quando o paciente ele tem o apoio eh de uma equipe que fala a mesma língua, ele tem uma chance de se recuperar e conseguir lidar melhor com essa compulsão. Existem outros eh transtornos alimentares também que a gente pode classificar nessa mesma linha, né, de da compulsão da gula, eh, e que geram também impactos assim negativos paraa saúde. a gente pode eh colocar aí como a bulimia, né, que é um transtorno quando a gente tem o consumo abusivo, em seguida tem o quadro aí do arrependimento, da angústia ou de simplesmente querer se livrar daquele alimento que foi consumido. E a gente busca práticas eh para eh compensar essas calorias consumidas. Então, desde purgação, que são os episódios de vômito, excesso de exercício físico, onde o paciente pode se lesionar, uso de laxantes, né? Então, a bulimia ela é um um transtorno alimentar também muito presente quando a gente eh enxerga aí eh os quadros de abuso alimentar. Dra. Ane, qual é o grau, né, de um transtorno assim que é preciso levar em consideração para esse tratamento mais eficaz? Olha, quando a gente identifica que o paciente ele tá tendo, né, já tem de repente diagnóstico de compulsão acompanhado de episódios de bulimia, às vezes uma busca eh por um corpo perfeito, uma distorção de imagem, mesmo quando ele chega eh no peso ideal, ele quer também sempre continuar emagrecendo cada vez mais, podendo desenvolver aí quadros também de anorexia nervosa, né? Eh, eh, são os casos mais complicados quando não existe apenas um transtorno, mas existe a presença de vários transtornos eh alimentares juntos, né? E o emocional eh do paciente fica muito fragilizado, ele tem uma dificuldade de colocar eh as condutas nutricionais, né, de manter a frequência na terapia. Então, esses geralmente são os quadros eh aí mais graves de um transtorno alimentar, tá certo, Dra. Ana, bom, pra gente então finalizar, né, queria que você eh falasse sobre os primeiros passos, então, que esse paciente ele precisa dar para mudar esse padrão, né, dessa compulsão de comer em exagero, né, e buscar realmente esse profissional. Então, qual que é a primeira mudança desse paciente? Eu acho que a primeira mudança é buscar ajuda, sendo ela eh com uma nutricionista, eh com uma psicóloga, né? eh para que a gente identificando o próprio profissional em consultório tentar eh reunir essa equipe, se ele não tiver essa equipe, sugerir, né, o no meu caso, né, eu sugiro o acompanhamento com a terapia e também com o psiquiatra para fazer uma avaliação para entender se eh esse paciente ele tem somente uma dificuldade, alguns abusos ou se ele tem realmente compulsão alimentar. A partir daí, a gente vai trabalhar dentro de eh condutas aí dietéticas, um bom fracionamento alimentar, que é dividir a alimentação, né? não passar longos períodos sem se alimentar, eh, ou então, né, eh, corrigir aqueles hábitos do bilisco, eh, onde o paciente não faz, eh, as refeições, né, de forma organizada, mas ele passa o dia ali eh tendo pequenos consumos de bolachas, de biscoitos, né, eh, e integrar essa equipe, né, é muito importante como como nutricion não trabalhar sozinha, né? eh ter essa essa consciência de eh pegar, né, realmente aí o telefone e ajudar esse paciente eh fazendo contato com a terapia com a terapeuta que ele escolheu, com o psiquiatra que ele escolheu, para que a gente possa tratar eh o paciente eh globalmente. Então, entender o que que ele tá trabalhando na terapia, entender se o psiquiatra está fazendo uso de alguma medicação, como essa medicação pode interferir no comportamento alimentar, né? E assim a gente vai conseguindo eh ter esse controle, ter essa ter essa melhora. Muito obrigada, Dra. a Ana por trazer toda a sua experiência aqui pro Saúde agora, né? E passar um pouquinho desse compartilhar um pouquinho aí da sua história, né, em relação aos pacientes com esses transtornos, essas compulsões e mostrar de fato que realmente a busca pelo profissional é tão importante aí quanto, né, a saúde e bem-estar. Então, muito obrigada pela sua participação. Eu que agradeço. Obrigada. Bom, saúde agora fica por aqui. Nós temos um encontro marcado na próxima edição. Te espero. Até lá. [música] Chuva não para em Campinas nas últimas 24 horas. Foram 44 mm de acumulado. Tem previsão de mais chuva para esta tarde e segue esta condição para amanhã, sexta-feira, principalmente na manhã e também na hora do almoço. Nebulosidade em alta, aquele tempo nublado. A partir da tarde, o tempo começa a abrir, o sol tentando aparecer aí entre nuvens e a temperatura volta a subir. Então, olha só, para amanhã, sexta-feira, mínima de 19º e a máxima pode chegar aos 27 aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na sexta-feira. Até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música]