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Câmara Notícia | Bazar do CEPROMM, padre haitiano cidadão e lei peruana sobre abelhas amazônicas
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Câmara Notícia | Bazar do CEPROMM, padre haitiano cidadão e lei peruana sobre abelhas amazônicas

17 views Publicado 18/03/2026 HD · 42:46
Resumo editorial

O Câmara Notícia desta quarta-feira, 18 de março de 2026, abre destacando o quadro Ação e Solidariedade com visita a uma das duas unidades do bazar do CEPROMM, Centro de Promoção para um Mundo Melhor, em Campinas. O telejornal cobre a entrega do Título de Cidadão Campineiro pela Câmara Municipal a um padre haitiano em reconhecimento ao trabalho religioso e social desenvolvido em paróquia da zona norte da cidade. No quadro Giro Ambiental a pauta é a lei inédita aprovada no Peru que reconhece abelhas amazônicas como sujeitos de direito legais, com entrevista de ecólogo especialista em meliponídeos para explicar o impacto da medida sobre a preservação da Floresta Amazônica. A edição mantém interação ao vivo com o público campineiro pelo WhatsApp da emissora e combina informação sobre terceiro setor, religiosidade, ciência e meio ambiente em formato dinâmico próprio do telejornalismo público da cidade, articulando temas locais, nacionais e internacionais relevantes para a vida cotidiana das famílias campineiras.

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Você vai conhecer uma das duas unidades do bazar do Centro de Promoção para o Mundo Melhor aqui na cidade de Campinas. Câmara de Campinas concede o título de cidadão campineiro ao padre Josner Geud pelo trabalho religioso realizado no município. No giro ambiental, vamos falar sobre uma lei criada no Peru para proteger e preservar as abelhas. Para explicar melhor sobre esse assunto, a conversa é com o ecólogo William Bercet. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 18 de março de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 2 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp que já aparece aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto 978293776 ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. O CPRON é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que atua com foco na garantia de direitos da criança e do adolescente. E o bazar possui duas unidades. A partir de agora é o Ação e Solidariedade. O Cepron, Centro de Promoção para um mundo melhor, é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que está situado na região do Jardim Itatinga há 30 anos. Atende cerca de 280 famílias e 334 crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade, com a oferta de atividades e projetos socioeducativos. Vai desde a parte cultural também tem oficinas, tem a parte informática, tem também atividades voltadas ao mundo do trabalho, não é ao mercado porque não oferece cursos profissionalizante, mas lá os adolescentes recebem uma boa orientação para busca do primeiro emprego e temos parcerias com empresas também que nos auxiliam. Além de todas as atividades, o Cepron conta com duas unidades do bazar beneficente, que são as principais fontes de renda para as despesas mensais da instituição. A unidade, ela de bazar surgiu no bairro Jardim Tatim, quando foi fundado pelas duas madres, né? A irmã Ana Maria e a irmã Lourdes em memória, né? Então foi o foco nas famílias, né? E isso há mais de 40 anos. O prédio onde é o bazar. Uma curiosidade que eu acho que muita gente também não sabe onde é o bazar na unidade de Itatinga. Foi lá que começou o CPRON. Hoje é o bazar que é parecido com aquilo do Bom Fim, porém tem um espaço de móveis. Depois nós viemos com a outra unidade que é aqui no bairro Bonfim. No Bonfim estamos há 10 anos. A Cíntia é cliente antiga, frequenta o bazar há 5 anos e acha extremamente necessária essa ação. Eu acho uma ótima iniciativa, né, para promover a sustentabilidade do planeta, porque se você acha que uma coisa que você quer, você compra, é mais barato, você economiza. Adoro vir aqui, os preços é maravilhoso. Tem umas coisas aqui, fia assim, moderna e antiga, mas que nem fabrica mais, sabe? É coisa muito é nossa, é muito lindo as coisas que tem aqui. Você nem vê mais por aí. Por isso que eu venho sempre aqui, que eu sou mais a parte assim, procurar coisas mais antigas, sabe? E aqui você acha. Nossa, brinquedo, roupas, nossa, um monte de objetos é maravilhoso. Frequento aqui, venho direto. O bazar recebe em média 200 itens por dia que são analisados e conforme a necessidade da instituição, são destinados para as famílias assistidas. A O UNG oferece e também o Vale, de acordo com a necessidade de cada família para ser gasto nas unidades do bazar. Nós temos um valinho social que fica com a equipe técnica responsável, identifica sua necessidade. A família precisa, ela recebe esse valinho, escolhe uma das duas unidades de bazar e vai. Porque naquele momento às vezes não é a criança que está precisando de uma roupinha, mas precisa de um cobertor na casa ou o pai ou a mãe precisa de uma roupa para trabalhar, por exemplo, e eles têm esse válido poder de compra. Por aqui a variedade é grande. Brinquedos, calçados, adulto e infantil, roupas femininas, masculinas e infantil, cama, mesa e banho, diversos acessórios, entre outros itens disponíveis. Então, quando a pessoa fala no tudo para doar, é aquele tudo que seja feito a doação com coração, que é importante que ele não seja o lixo, porque vai dar mais trabalho para nós, né? Mas que ele esteja bom para usar, porque vai ser destinado para uso da instituição ou alguma família vai utilizar. Quando não, vem para o bazar. bazar, ele vai gerar recurso e quem compra a pessoa que vai comprar para utilizar ou para comercializar. Então, por isso que é importante que esteja em bom estado de conservação. A dependência externa, como as doações, por exemplo, são um dos desafios diários que o CPRON enfrenta para garantir os direitos das famílias atendidas e o funcionamento da organização. O principal desafio nosso é em relação a bazar, é você conscientizar realmente a pessoa da importância realmente da doação. Isso reflete na instituição, já que o recurso é destinado para ela. Por isso que aquela doação ela é feita de forma consciente. O que é consciente? Aquela pessoa que fala assim: "Eu não, eu vou doar porque eu sei da importância dessa doação. Porque você está doando, a tá representando o quê? 334 crianças que você tá ajudando. Então, construir um mundo melhor para quem? 334 crianças. A roupa masculina é o mais difícil. Então vamos doar. Vamos doar, gente. Roupa masculina. Pega lá do maridão, do filhão, desapego, em bom estado, hein? E traga pro bazar. Você pode acompanhar o trabalho do CPROM e conhecer o bazar por meio do site e das redes sociais: cepron.org.br. br, a programação do Show Encantado da Páscoa deste ano vai ser retomada amanhã, na quinta-feira às 8 horas da noite. A gente tá vendo aí apresentações que já aconteceram pela cidade. A apresentação amanhã, portanto, acontece na Avenida Baden Powel, número 606, no Jardim Nova Europa, como parte da série de 15 espetáculos gratuitos que percorrem aí diferentes regiões da cidade até o dia 5 de abril. Então você aí do Nova Europa, amanhã 8 da noite vai poder conferir então o show encantado da Páscoa. Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque projeto protocolado aqui na Câmara propõe mais acessibilidade dentro dos supermercados. A proposta prevê carrinhos de compras adaptados para crianças e adolescentes com deficiência ou mobilidade reduzida. O projeto de lei ordinária foi protocolado na Câmara de Campinas pelo vereador Benelima. A proposta altera a Lei Municipal 14084 de 2011 e passa a prever carrinhos de compras adaptados para crianças e adolescentes com deficiência, síndromes genéticas, transtornos do neurodesenvolvimento ou mobilidade reduzida. A iniciativa surgiu após o relato de uma mãe atípica que encontrou dificuldades para fazer compras com o filho. Fui procurado pelo por uma eh moradora de Campinas a respeito disso. Ela tem uma filha especial e já é grande e ela relatou esse problema e a gente constatou que os supermercados grande parte não tem e nós sabemos que muitos supermercados tem que uma cortesia que não é obrigação. Então eu quero que tornar isso obrigado em Campinas para que as mães que têm filhos atípicos, filhos deficientes, com uma mobilidade reduzida, tem esse acesso ao supermercado. Às vezes é um filho um pouco maior, que não é criança e não tem como a mãe levar até o hospital. E ela falou que não, ela não é a única, tem outras mães que é mães de crianças atípicas. Então, por isso esse projeto, o projeto também define características mínimas para os carrinhos adaptados, entre elas, assento ampliado, estrutura reforçada, cinto de segurança, apoio ajustável para os pés e material de fácil higienização. A proposta também está alinhada à Lei Brasileira de Inclusão e ao Estatuto da Criança e do Adolescente. A regra vai ser pelo menos no mínimo dois, né, no supermercado. Eu particularmente não gosto de criar burocracia pro setor privado, porém isso é uma necessidade. Então ela vai, não é uma burocracia, uma necessidade das mães atípicas da cidade de Campinas. Eu espero que um dia seja lei estadual e posteriormente federal aqui no Brasil. Um vereador Nelson Oer protocola requerimento e pede informações à prefeitura sobre oferta, planejamento e financiamento da educação em tempo integral. na rede municipal de ensino. O vereador Nelson Ostre protocolou um requerimento pedindo informações à prefeitura sobre a oferta, planejamento e financiamento da educação em tempo integral na rede municipal de ensino de Campinas. Quando a gente eh menciona eh a a palavra educação já é algo que nós temos que prestar muita atenção e realmente pisar em ovos para não errar. Então essa esse requerimento ele vem através de várias demandas que chegaram não só no gabinete como também em abordagens na rua. Quando você tá lá caminhando, vem uma mãe e fala: "Por que a escola do meu filho, que era período integral, não é mais? Porque eh não tem escola integral na minha região?" Então assim, a gente começa a assustar com as demandas que chegam e o a melhor ferramenta nesse momento é o requerimento de informações. O vereador faz uma série de questionamentos no documento. Quantas unidades escolares da rede municipal oferta educação em tempo integral, considerando jornada mínima diária de 7 horas ou 35 horas semanais. Eu peço ali à Secretaria de Educação que informe a relação nominal das unidades escolares, né, contendo o endereço completo e a etapa de ensino eh atendida. Eu questiono também, que para mim é um dos questionamentos mais interessantes, que é qual o percentual de estudantes da rede municipal que estão matriculados em educação em tempo integral em relação ao total de matrículas da rede, porque aí nós vamos saber quem está matriculado e quem não está matriculado, né, que o problema está aí naqueles que não conseguem a matrícula. O parlamentar agora aguarda um posicionamento do executivo. Eu espero, e falei isso na última sessão, que a Secretaria de Educação, ela me transmita uma resposta satisfatória. Caso essa resposta venha de forma insatisfatória, eu vou representar sim no Ministério Público, porque não é normalidade como Campinas, que inaugura 16 creches, né, que fala-se tanta educação e de repente nós estamos vendo crianças sem horário, sem período integral, nós estamos observando mães desesperadas porque o Conselho Tutelar vai atrás delas, porque o filho não está matriculado. Então, nós queremos resolver isso. E eu sou a favor da escola em período integral e por isso que estou lutando através desse requerimento e junto a alguns pais. Agora é lei em Campinas. Estabelecimentos comerciais que oferecem brinquedotecas devem garantir a presença de monitores e informar as regras de uso do espaço. A Lei 16.881 que passou a vigorar neste mês de março em Campinas é de autoria do presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini. A medida reforça a obrigatoriedade de monitores em brinquedotecas e altera uma legislação já existente, ampliando as regras de segurança e informação nesses espaços. A proposta busca garantir mais segurança para as crianças e tranquilidade para os pais. Na verdade, a lei que exige a presença de um monitor nos estabelecimentos que já oferece essa brinquedoteca, vamos falar, na verdade são os brinquedões, né? Eh, escorregador, pula, pula, piscina de bolinha e outros que cada vez assim aparecem novos brinquedos voltados às crianças. Vai permitir que uma família possa fazer uma refeição no restaurante, né? E a criançada que muitas vezes impaciente corre para cá, pelo menos fiquem ali num local protegido, brincando, se divertindo. Eh, então a obrigatoriedade do monitor já existia. O que faltava era o regramo. Entre as novas exigências, os estabelecimentos devem a fixar em local visível informações sobre a presença de monitores e as regras de utilização da brinquedoteca, como limites de altura, peso e classificação etária dos brinquedos. Nós fomos buscar no Estatuto da Criança Adolescente primeiro uma definição do que caracteriza a infância, né, que vai até os 12 anos de idade. É claro que dependendo do tipo de brinquedo, você pode colocar limitações ou restrições em altura ou peso da criança, mas a faixa etária fica definida. É isso que a gente quer que os estabelecimentos observem. E mais do que observar é deixar claro pro público, inclusive quem pode ou não participar ou ou brincar naquele equipamento, evitando muitas vezes atritos, discussões, aborrecimentos, constrangimentos pela falta da informação. Com a nova lei já em vigor, os estabelecimentos precisam se adequar às regras. A medida fortalece a fiscalização e busca garantir mais segurança no uso das brinquedotecas em Campinas. A ideia é que tendo a informação, respeitando a lei, as crianças possam brincar com segurança e os pais eh não ficarem eh poder ter fazer sua refeição tranquila também. foi sancionado pelo prefeito a utilização das faixas exclusivas para ônibus de transporte coletivo urbano por veículos que prestam serviços ao programa de acessibilidade inclusiva e ao serviço especial conveniado, o SEC ligado por Vãs escolares adaptadas e por táxis. Foi publicado no Diário Oficial do Executivo no dia 16 de março a lei número 16.877, 877, a lei Larissa, que dispõe sobre a utilização das faixas exclusivas para ônibus de transporte coletivo urbano por veículos que prestam serviços ao programa de acessibilidade inclusiva, o PAI, também ao serviço especial conveniado SEC, ligado por vans escolares adaptadas e por táxis. Isso aí é uma luta de algum tempo. Não é fácil você mexer na estrutura do transporte na cidade de Campinas, principalmente em regulamentações de normas e também decretos para que você possa fazer o uso dessas faixas. Mas foi um debate muito importante você levar pro pessoal da INDEC, da Secretaria de Transporte, a questões dos autistas, muitas vans, às vezes na questões do transporte na saída das instituições e também para poder buscar essas crianças. paravam em congestionamentos e isso gerava uma crise nessas crianças autistas. Então ali você entra em desespero motorista, eh a professora de apoio ali, a mãe e todos os familiares. A lei é de autoria dos vereadores Luiz Irilo, Carlinhos Camelô e Eduardo Magoga. Foi uma lei muito importante que o Dário hoje sanciona. Foi um projeto que nós batalhamos muito nas comissões para que fosse aprovado, que hoje já é lei. Então essas vans adaptadas exclusivas para o transporte de pessoas com deficiência, principalmente o autismo, poderão utilizar as faixas exclusivas dos ônibus para poder levar essas crianças ao destinos que elas precisam. Os veículos referidos nesta lei poderão utilizar as faixas exclusivas para ônibus, exceto as destinadas ao BRT, independentemente de estarem transportando passageiros. Fica proibida a realização nas faixas exclusivas para ônibus de embarque e desembarque de passageiros dos veículos de que trata esta lei. O vereador Eduardo Magoga reforça que a lei também vai ajudar a desafogar o trânsito, embora o objetivo principal não seja esse. Naquela fila, se sair meia dúzia, 10, 20, 30 carros daquela fila, você já tá desafogando o trânsito. Mas o intuíto não foi esse, desafogar o trânsito, mas sim oferecer é aí uma possibilidade dessas crianças com espectro autista poder chegarem ao seu destino o mais rápido possível, evitando assim sair da rotina dela e dar uma crise no meio desse transporte. Mas pros dois lados foi positivo o projeto. Então agradeço o prefeito aí também mais uma vez que sensibilizado sancionou a nossa lei. A atuação religiosa e social em Campinas rendeu um reconhecimento especial ao padre Josner Geeldi. Nascido no Haiti, ele recebeu o título de cidadão campineiro pelo trabalho desenvolvido junto à comunidade da paróquia Santos Apóstolos. A Câmara Municipal de Campinas entregou durante a terceira reunião solene de 2026 o título de cidadão campineiro ao padre Josner Geud. A homenagem foi proposta pelo vereador Carmo Luiz em reconhecimento ao trabalho social e religioso desenvolvido pelo parco na região norte da cidade. O título de cidadão campineiro é a mais alta honraria que a Câmara Municipal de Campinas pode outorgar a uma pessoa que não tenha nascido em Campinas. Mas portanto que fez e faz por nossa cidade, passa a ser o reconhecido como o mais novo filho da nossa terra, o nosso querido padre Josner. para receber essa homenagem. Hoje houve uma criteriosa avaliação, passa por um processo. Todo, todo esse todo esse título passa por um processo. Nó, eu faço um projeto de lei, nós fazemos um pedido à Câmara Municipal, esse processo é analisado nas comissões, passa por comissões dentro da casa, inclusive a comissão de honraria e foi analisado e votado no plenário desta casa. Aliás, tem que ter maioria absoluta para que esse projeto siga em frente e seja aprovado. E eu quero dizer, padre, com muita honra que você esse essa homenagem foi aprovada por unanimidade por esta casa. Na Sírio no Haiti, o padre Josner atua na paróquia Santos Apóstolos, na região da Vila Boa Vista. A indicação para a homenagem partiu da própria comunidade que destaca o fortalecimento das pastorais, o atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade, entre outras atividades. Eu quero também aqui enfatizando e agradecendo mais uma vez ao vereador Carmo, eh, que entendeu, acredito que a indicação para que eu pudesse receber essa homenagem nessa noite, é porque ele teve a sensibilidade de entender que cada um do seu jeito então acaba contribuindo para o bem da cidade, para o bem da sociedade. Ele na vida política, eu na vida religiosa, na vida social e na vida da paróquia. Então, cada um consegue contribuir para o bem da sociedade. A homenagem da Câmara destacou a trajetória de fé, trabalho social e integração com a comunidade construída ao longo dos últimos anos pelo padre Josner. A cerimônia reuniu vereadores da casa e outras autoridades. Hoje nós estamos celebrando aqui um ato que é muito bacana a gente conseguir por unanimidade deixar de lado por um tempo todas as nossas diferenças e falar: "Olha, padre, o senhor vai receber, né, esse título de cidadão campineiro, independente das religiões, para que o seu trabalho, né, para que a gente use a TV câmerara, para que a gente use as pessoas, para que isso seja multiplicado aqui na cidade. Ao receber o título de salão capineiro, reconhecemos não apenas sua contribuição espiritual, mas também seu compromisso com a justiça social, educação e apoio aos mais necessitados. Sua presença em nossa cidade tem sido uma bênção, inspirando muitos a seguir o caminho do amor e da solidariedade e o caminho de Deus. Meiodia, mais 25 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira. E olha só, hoje é dia de reunião ordinária, hein? A 13ª do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar 11 projetos que estão na pauta. Entre eles, nós temos dois projetos de lei complementar de autoria do poder executivo, ambos de forma definitiva. Um deles fala sobre a criação da Escola de Justiça de Campinas e o outro um plano municipal de desjudicialização de cobranças da dívida ativa tributária e não tributária, o PMDC Concilia Campinas. Então, além desses dois projetos, nós temos outros nove que você pode conferir no site da câmera. É só digitar lá campinas.sp.lege. leg.br e você consegue ler na íntegra os 11 projetos que serão discutidos e votados e, claro, as outras reportagens para você ficar muito bem informado sobre aqui o legislativo de Campinas. Ah, hoje é dia, hein? Copa do Brasil, quarta fase, às 8 horas da noite. A Ponte Preta vai a Goiânia enfrentar o Atlético Goianiense em jogo único, hein? Quem vencer avança de fase, quem perder está fora, eliminado da competição. Se a partida terminar empatada, a disputa vai para os pênaltis. O técnico ponte pretano Rodrigo Santana, vai para a segunda partida à frente da macaca. Se quiser, ele pode repetir a formação que venceu o Guerani de Bagé no Majestoso, mas o Jonathan Cafu e o Daniel Baianinho brigam por um lugar no ataque que hoje tem o Diego Tavares. Então uma provável Ponte Preta para logo mais. Tem Diogo Silva no gol, Pacheco na lateral direita. A dupla de zaga deve permanecer com o David Braz e com o Lucas Cunha e o Kevson na lateral esquerda. Meio-campo de Rodrigo Souza, Tarik e Elvis. E na frente Jonathan Cafu ou Diego Tavares, Brian Borges e William Potker. Se a macaca vencer, recebe R milhões deais como premiação pela CBF. Um dinheiro fundamental aí pro futuro do clube neste ano de 2026. E claro que amanhã a gente conta a história desta partida em jogo único entre Atlético Goianiense e Ponte Preta. Bom, meio-dia mais 29 minutos. Olha só, as abelhas amazônicas peruanas se tornaram os primeiros insetos a obter direitos jurídicos na história do país. A medida inédita de proteção às abelhas assegura direitos como a garantia de um hábitat saudável e livre de poluição. o direito de manter populações saudáveis, condições climáticas ecologicamente estáveis, além do direito de regenerar os ciclos naturais. Na Amazônia brasileira existem ao menos 32 espécies de abelhas meliponas classificadas em algum grau aí de ameaça de extinção, de acordo com o Instituto Chico Mendes pela Conservação da Biodiversidade. Então, sobre a importância das abelhas e esta decisão no Peru, acompanha a partir de agora o giro ambiental de hoje. Olá, está começando mais um Giro Ambiental. Hoje vamos falar de uma decisão inédita que aconteceu na América do Sul. As abelhas amazônicas passaram a ter direitos legais reconhecidos por lei no Peru. A medida foi aprovada na província de Satipo e protege mais de 170 espécies de abelhas sem ferrão que são responsáveis por grande parte da polinização da floresta amazônica. Mas o que significa dar direitos legais ao inseto? E porque essas abelhas são tão importantes para a natureza? Para explicar melhor esse assunto, nós conversamos hoje com o ecólogo William Bercet. William, seja muito bem-vindo ao Giro Ambiental. Muito obrigado, Camila, pelo convite. Para começar, essa notícia chamou atenção, né, porque fala em direitos legais para abelhas. Mas o que significa exatamente isso na prática? Eh, na prática, essa legislação, ela considera as abelhas como o sujeito de direito, né? e vai permitir que, por exemplo, as comunidades indígenas ali presentes ou os ambientalistas ali da região, eles possam entrar com recursos legais, né, com processos legais diretos, né, em proteção às abelhas, né, essa legislação, ela contempla a parte de proteção da dos dos ambientes, né, dos habitates dessas abelhas, também das colmeias, né, e a questão também do uso de agrotóxico, que são aí as principais ameaças, né, para as abelhas, né, na casa, o desmatamento e o uso de agrotóxicos, aí vem ameaçando severamente as espécies de abelhas nativas. E essa é uma legislação é um passo importante, né? Eh, e quando falamos que elas têm direitos, quais são esses tipos de direitos exatamente? O que elas o que protegem elas as abelhas? Essa lei, ela vem no sentido, né, de assegurar direitos com a garantia de um hábitat saudável para elas e nível de poluição e riscos contaminantes, o direito de manter populações saudáveis, condições climáticas ecologicamente estáveis, né, e o direito de regenerar esses ciclos naturais. Basicamente quando a gente protege uma um grupo, né, de animais, né, ou no caso, porque aí são várias espécies, né, então quando a gente tá protegendo aí o grupo das abelhas sem ferrão, né, os meliponídios também sua área de ocorrência, a gente preserva não somente essas espécies, mas também todo o processo ecológico que elas desenvolvem, né, que no caso das abelhas, a centralidade aí essa relação ecológica da polinização. Então essas espécies elas acabam atuando como um guarda-chuva, né? A gente protege elas, mas também protege tudo que tá relacionado a elas ali naquele sistema, certo? Eh, você já falou um pouco sobre a polinização, eh, por que essas abelhas são tão importantes pro meio ambiente, por que precisamos preservá-las? Bom, se tiver que falar de uma maneira simples pra gente seguir se alimentando todos os dias, né? Mas passando mais profundamente, em florestas tropicais, 90% de todas as árvores dependem de polinização biótica, né, que é o que a gente chama de polinização feita por animais. E as abelhas elas correspondem a quase 80% dos polinizadores, porque elas vivem a vida dela nas flores, né, coletando seu alimento nas flores, né, nesse sentido, elas visitam as flores para coletar o néctar e o pól fonte de alimento. E ao visitar as flores e sujarem de pó, se sujarem de pólen, elas transferem pólen entre flores diferentes, realizando a fecundação, formando os frutos e sementes. Então, dessa maneira, ela garante a sucessão florestal, a regeneração florestal, ou seja, o mantenimento desse ciclo de sucessão dentro das florestas, né? A reprodução das árvores. E quando a gente traz isso pra realidade agrícola, não é diferente, né? No Brasil, quase 80% de todas as culturas agrícolas dependem de polinização, né, biótica. E 1/3 é estritamente dependente, quer dizer, sem polinização não produz. Então, manter e preservar as nossas abelhas é manter e preservar essa função e de base, que é a polinização e que garante floresta e alimento, né, comida nas nossas mesas, certo? E mesmo sendo tão importantes, muitas espécies estão ameaçadas, né, por isso da lei. Mas também eh quais são os principais riscos que essas abelhas enfrentam hoje em dia? É, as principais ameaças a gente tem no no mundo inteiro o cenário global assim de declínio de polinizadores, né? As principais eh ameaças, né, para as abelhas são o desmatamento, as monoculturas e uso de agrotóxicos, né? As queimadas também são os principais eh impactos, assim, mas a gente também tem eh problemas assim como o próprio desconhecimento, né? uma escala menor dentro das cidades, a gente tem problemas com isso, né? Muita gente desconhece as abelhas, né? Pensa que a abelha é só aquele bicho amarelo e preto que ferroa, mas a gente tem no mundo mais de 20.000 espécies de abelhas, né? A maioria delas é solitária, não forma colmeia. Das que formam colmeia, né? Que a gente chama de abelhas sociais, eh a maioria é sem ferrão. Então esse também é um mecanismo importante, né? tanto a parte da legislação quanto essa conscientização mesmo, né, essa educação ambiental, ela é importante porque a gente conhece, a gente preserva, a gente tende a preservar mais aquilo que a gente conhece, né? Então essa legislação ela ajuda também nesse sentido. Virou uma notícia em muitos lugares, né? Inclusive, a gente tá aqui hoje falando disso, mas um aspecto legal é esse, é chamar a atenção para que as pessoas estudem, conheçam e compreendam mais tanto sobre as abelhas quanto toda a ecologia dos sistemas. E essa lei, ela protege as abelhas sem ferrão, como você citou. E qual é a diferença dessas abelhas sem ferrão para quem a gente tá acostumado a ver no dia a dia? É, as abelhas a gente pode dividir em alguns grupos, né? Essa abelha mais popularmente conhecida, né? É a abelha, ela possui ferrão, ferroa, né? É a APS melífera, é a abelha europeia africanizada. Essa abelha ela foi, ela não é nativa aqui no Brasil. Ela foi introduzida na América no século XVI pelos jesuítas paraa produção de cera e mel. E mais tarde, na década de 60, teve a introdução das genéticas africanas para aumento de resistência e produtividade. E aí elas se espalharam, né? Hoje elas estão do norte da Argentina até os Estados Unidos, mas ela não é nativa aqui do Brasil, ela foi introduzida, né? É a principal abelha criada pra produção de mel no mundo inteiro. Mas antes de encostar qualquer embarcação aqui no Brasil, antes de chamar Brasil, a gente já tinha aqui as nossas abelhas originárias, as nossas abelhas nativas, até conhecidas como abelhas indígenas sem ferrão, que são as espécies que pertencem ao grupo dos meliponídios, né? E aí a gente tem, o Brasil tem a maior diversidade do mundo, né? São mais de 300 espécies reconhecidas desse grupo e que são as nossas abelhas nativas sem ferrão. Elas não possuem ferrão, né? Tem um ferrão atrofiado, ele é vestigial, são sociais, né? Produzem mel e por aí vai. E a gente tem abelhas solitárias também que não formam coméia, tem ferrão e não produzem mel, tá? Eh, e também falando aqui do Brasil, você falou que tem mais de 300 espécies de abelhas aqui no Brasil. E aqui também tem espécies ameaçadas. Qual o cenário aqui no nosso país? A gente tem 300 de abelhas sem ferrão, né? Se a gente for contar com abelhas solitárias e tal, eh, esse número ultrapassa, chega aí perto de 3.000 espécies. E a gente tem sim esse problema de ameaças no Brasil, né? A gente tem várias espécies que estão ameaçadas. Eh, de maneira geral, todos os polinizadores estão ameaçados por conta desse cenário que eu mencionei, né, do desmatamento e uso de agrotóxico. Isso afeta toda a comunidade de de invertebrados dentro de uma floresta ou áreas adjacentes a culturas agrícolas e dentro das lavouras também, né? Então é um problema bem maior, né, do que a gente imagina, mas as abelhas sofrem muito com isso por conta disso. Elas dependem das flores para visitar ali a as flores, né, e coletar seus seu alimento, né, o néctar, que elas vão elaborar o mel e o pólen, que é o alimento proteico delas. Então, quando a gente tem a o desmatamento de uma área, a gente afeta primeiro toda a comunidade ali de abelhas presentes, a disponibilidade de locais para elas nidificarem, né, que boa parte delas nidificam dentro do oco das árvores e a disponibilidade de alimento para essas abelhas, né? E aí você insere uma monocultura e aí começa a usar o veneno, você acaba extinguindo o restante ali que tava presente. As abelhas às vezes vão na flor coletar porque elas prestam esse serviço ecossistêmico da polinização e acabam se contaminando, né, em algumas culturas. Então é um risco grande assim. Além disso, a gente tem um problema sério que é a questão, tem muitas espécies de abelha que a gente nem conhece ainda e que não foram descritas, né, pela ciência e principalmente na região amazônica, né, que que tem muitas áreas assim sem estudo ainda e não tem espécies descritas e a gente corre risco de perder essa espécie antes mesmo de de conhecer ela, né, antes de descrever, não só na Amazônia, como também na Mata Atlântica, alguns lugares que a a gente passa e vê que tem espécies novas ainda sendo descobertas. É. E William, agora trazendo também pro nosso dia a dia, né, o que cada pessoa pode fazer para ajudar na preservação das abelhas individualmente? Eh, essa é uma boa questão, né? Porque geralmente a gente pensa nisso como uma coisa distante, né? Mas dentro do nosso cotidiano, né, onde estamos inseridos, pequenas atitudes fazem a diferença, né? Então, por exemplo, se eu sei que o desmatamento e a e o agrotóxico ele é nocivo para as abelhas, no meu ciclo de consumo, se eu der preferência alimentos de origem sustentável, da agricultura familiar, de preferência, se possível, né, orgânicos, eu vou est contribuindo para fortalecer essas atividades e essas atividades elas fortalecem as abelhas, né? Então, é tudo tudo tá correlacionado, né? a gente se relaciona com as pessoas e com o ambiente de diferentes formas. E dentro do sistema capitalista que a gente tá inserido, a nossa escolha de compra, ela é um grande e importante mecanismo de relação. Então, aquilo que eu compro e que eu consumo, eu fortaleço, né? Então, por exemplo, também consumir mel, consumir os produtos das abelhas, isso fortalece, incentiva a cadeia de produtores, né, e de criadores de abelha, que são guardiões, né, que vão trabalhar conservando e multiplicando as colmeias de abelhas, né, especialmente os meliconicultores, né, que são os criadores de abelhas nativas sem ferrão. Perfeito, William, muito obrigada pelas suas explicações e por participar aqui com a gente do Giro Ambiental. Eu agradeço, fico feliz e podem contar comigo aí. Eu fico por aqui, mas o Giro Ambiental continua com as informações do meio ambiente. Até o próximo programa. Um macaco Bugil Vermelho foi registrado em uma área residencial em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, o que gerou otimismo entre especialistas locais. O animal foi filmado por moradores e a presença dele é vista como um marco simbólico para a biodiversidade da região. A espécie havia praticamente desaparecido da região em 2020 durante o surto de febre amarela que dezimou populações inteiras de primatas. Segundo o biólogo Gilberto Ademar da Fujama, o novo registro é um sinal concreto de recuperação. Antes da crise sanitária, os bugius eram comuns em matas e estradas rurais. O reaparecimento confirma que aos poucos a fauna local começa a se regenerar. Nebulosidade já está em alta aqui em Campinas e Para amanhã, o tempo fica nublado, uma pequena queda na temperatura e existe possibilidade de chuva, viu? Então, quinta-feira de guarda-chuva sempre por perto. Os termômetros se afastam dos 30º. Olha só, já estão aqui na minha tela. Então, para amanhã, quinta-feira, 19 de março, mínima de 19 e a máxima não passa dos 28º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária. A partir das 6 horas da tarde os vereadores vão se reunir para discutirem e votarem os 11 projetos que estão na pauta. E nós nos vemos amanhã na quinta-feira. Até lá. Ciao. Ciao.
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