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A Frente Parlamentar da Educação da Câmara de Campinas é formada por vereadores e representantes da sociedade civil. A vereadora Guida Calisto, presídio colegiado, que tem como objetivo fortalecer o debate sobre a qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação e as políticas públicas no segmento. Em 2025, o grupo realizou uma série de reuniões para discutir temas estratégicos para o futuro da educação em Campinas. Realizamos várias reuniões, discutimos sobre educação especial, discutimos sobre o Plano Nacional de Educação, discutimos sobre o NEAB, que é o Núcleo de Estudos eh e pesquisas afrobrasileiros da Unicamp. Eh, tivemos também um uma reunião da Frente Parlamentar que discutiu um projeto de lei que nós apresentamos, que é o projeto eh sobre um programa municipal eh de combate, acompanhamento às pessoas que gagueijam. E essa discussão foi bem legal, sabe? Que é para poder pautar, ajudar as escolas, como orientar, como organizar o trabalho, chamar o auxílio de profissionais fonodiólogas para acompanhar essa questão da gagueira, não é? é qualquer profissional, eh, não é qualquer fonodiólogo, também tem os os fonodiólogos especializados. Tem uma associação no Brasil, a Abra Gagueira, que acompanhou esse projeto de lei, que acompanha a implementação desses projetos de lei em vários municípios no país e ela tem presença nacional. Então, foi um debate bem legal. Um dos encontros foi dedicado à discussão sobre o Plano Nacional de Educação. Plano Nacional de Educação é um plano estratégico desse Senal, que ele é apresentado para que a sua vigência seja de 10 anos, né, que discute as metas, as estratégias de acesso e permanência da na educação, ou seja, como que a política de educação vai garantir que os nossos alunos continuem tendo acesso e permanência. É, esse essa essa reunião dessa frente, desse dia que discutiu o Plano Nacional de Educação, foi muito importante porque discutiu vários vários pontos, né? Teve vários recortes, mas dois deles eu achei bastante importante. Primeiro foi a questão das plataformas e também teve, agora eu lembrei, quando eu falei de plataforma, eu lembrei, teve também uma reunião que discutiu o modelo educacional do estado de São Paulo, que é muito baseado nas plataformas digitais, né? E nessa, tanto essa do estado de São Paulo, que nós discutimos aqui com o professor Arnaldo, como essa que nós discutimos o Plano Nacional de Educação, falou da preocupação que os educadores têm com relação a essa exigência das plataformas. As plataformas hoje têm servido de um verdadeiro instrumento de controle, de esvaziamento, uma tentativa de esvaziar o trabalho, o papel do professor, coisa que a gente não pode aceitar de forma alguma. O financiamento da educação foi outro ponto central das reuniões. Então, para que a gente possa ter educadores eh em condições de dar uma boa uma boa aula, né, que tenha condições de dar implementar um bom ali uma boa aula, acompanhar os seus alunos e os alunos tenham condições de aprender, de participar e ter condições de atendimento, uma educação básica com muita qualidade. É necessário que a gente também é reveja a questão do financiamento, principalmente sabe por quê? Porque existe a medida do do arcabolso fiscal, que é uma medida que que lamentavelmente o governo federal segue, que ele acaba restringindo recursos para áreas muito importantes para nós, como saúde, educação. Então isso fica limitando inclusive o financiamento na educação, ou seja, eh os recursos não se ampliam. Então, nesse sentido, não dá pra gente aceitar que a educação do nosso país seja limitado aí a orientação do arcabolso fiscal. Então eu destaco esses pontos também que nós discutimos na reunião da Frente Parlamentar de Educação.