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A comissão de cultura da Câmara de Campinas encerra o ano com um balanço positivo das atividades desenvolvidas ao longo de 2025. Presidida pelo vereador Igor Diego, a comissão contou ainda com a participação dos vereadores Benelima, Rebert Ganém, Paola Miguel e Permínio Monteiro. Durante o ano promoveu debates importantes e ampliou o diálogo com o setor cultural da cidade. Segundo o presidente, o trabalho foi marcado pela escuta ativa e pela construção coletiva de políticas públicas. Olha, o destaque dessas 10 reuniões da Comissão Permanente de Cultura, né, foi o acompanhamento desde o carnaval até o Natal, ou seja, de janeiro a dezembro, aqui nós discutimos as ações do município. Então essas reuniões, ela trouxe, em resumo e de destaque que nós aumentamos o número de ações da Secretaria de Cultura em parceria com a Câmara Municipal, com as emendas, com a lei Audir Blan, recursos federais, estaduais, e nós conseguimos gerar eh 35.000 novos empregos na cidade de Campinas, né? Então, foram 2.400 eventos durante o ano e esse apoio, esse acompanhamento da comissão é importante. Conseguimos também a aprovação de um projeto de lei que foi um pedido da comissão de reestruturação. Então, os trabalhos aumentaram, geramos mais emprego, um trabalho muito sério que veio após pandemia e e mostrou que a cidade de Campinas gerou uma economia, ajudou na questão de emprego econômico também na cidade de Campinas. As reuniões contaram com a participação ativa de integrantes da Secretaria Municipal da Cultura e de Artistas locais, fortalecendo a aproximação entre o poder público e a classe cultural. o presidente, né? Aqui nós fomos bem democrático, o Gabriel que é o diretor lá da secretaria, Alexandra, a secretária e também o o Dias Dias, que ele é o presidente do Conselho Municipal de Cultura, sempre tiveram espaços democráticos abertos junto com o legislativo. E aqui nas reuniões nós podemos acompanhar a demanda apresentada pelo conselho, que é de mais investimento. Esse próximo ano, a Câmara tá votando um projeto que diminui o orçamento. E a comissão questionou porque tá tendo essa diminuição. A justificativa do executivo é que com a a finalização das obras do teatro, né, eh, Castro Mendes, eh agora o recurso da cultura que era investido e disponibilizado pra obra não vai ser mais necessário. Mesmo assim, sabemos que tem outras demandas. Outro destaque do trabalho da comissão foi o alinhamento com as políticas federais, o que contribuiu para o fortalecimento do financiamento da cultura de Campinas. as leis federais tenham a obrigatoriedade de democratizar esse recurso. O que muito acontecia é que quando o dinheiro chegava, né, o a era disponibilizado, né, pela Secretaria de Cultura através dos editais, sempre as mesmas pessoas ali que consegui e tinha uma facilidade em escrita e captação era, né, as pessoas contempladas e sendo os pessoais das periferias que não tem essa habilidade e essa assessoria técnica acabavam ficando de fora. Então, essas pessoas das periferias agora mudou, agora nós colocamos, né, intermediadores, pessoas que podem ajudar aquela pessoa que tem boas ideias, que tem o dom cultural a fazer a captação. Isso trouxe mais democratização e o dinheiro obrigatoriamente ele é ele tem que ser distribuído no território da cidade. Igor Diego projeta os próximos passos e destaca o planejamento para 2026, com expectativas de ampliação das ações no segundo semestre. Nós temos grandes expectativas, né? A, um dos principais objetivos da comissão é conseguir fazer um diagnóstico das emendas impositivas disponibilizadas, dos recursos municipais, federais e também estaduais, como que ele tem tido um impacto dentro da cidade de Campinas. Com esse diagnóstico, nós teremos indicativos eh de maneira sólida, algo que a comissão nem a secretaria e o o poder executivo tem hoje para entender o impacto desse recurso na comunidade. Então, a comissão vai pedir um estudo, também encaminhamos eh emenda impositiva para realização desse diagnóstico.