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Entre as diversas reuniões realizadas pela Comissão da Mulher em 2025, o colegiado presidido pela vereadora Mariana Conte, formado com a participação das vereadoras Débora Palermo, Fernanda Solto, Guida Calisto e Paula Miguel, discutiu projetos como a criação da Procuradoria Especial da Mulher no âmbito da Câmara Municipal de Campinas e o Programa de Procedimentos e defesa Pessoal para mulheres na cidade. E até então a comissão da mulher, ela nunca conseguiu ter uma composição eh só de mulheres, porque afinal nós estamos num mulheres suficientes para fazer a comissão. E é essa também é uma tendência, né? Na verdade, nós tivemos um crescimento da representação das mulheres no último período. Isso também é uma conquista, mas a a própria falta ou a o fato das mulheres serem minoria parlamento tem uma série de fatores, mas também a violência política de gênero é um desses fatores. trabalhos tiveram também a participação da ocupação Maria Lúcia Peti e Laudelina de Campos Melo, que falaram sobre ocupação de mulheres em Campinas. A violência de gênero e o silêncio feminino também foi tema de um amplo debate que contou com a presença da advogada presidente da Comissão das Mulheres Advogadas, conselheira da OAB São Paulo e membro do Observatório da Democracia da Advocacia Geral da União, Dra. Maira Ria e outras pessoas que estiveram na plateia. É importante dizer que o Brasil vive uma epidemia de feminicídios. A gente teve um crescimento no número de mortes de mulheres pela sua condição de mulher. Nós fizemos a discussão sobre a Secretaria da Mulher e fizemos o debate de que é importante a criação da secretaria, mas somente a a secretaria, a criação não basta, que a secretaria precisa ter financiamento, recurso, precisa ter contratação de profissionais, é precisa ampliação do SEAMO, da das equipes do SEAMO para dar conta da demanda e do combate à violência contra as mulheres. Fizemos o debate sobre a violência política de gênero, que é uma que as mulheres sofrem quando ocupam espaços da política, como nós aqui vereadoras que temos também sofrido a violência política de gênero, eh, de forma sistemática, a partir do silenciamento da partir de uma de um de um de um boicote legislativo. É fundamental que essa casa leve a sério esse tema, porque é também uma forma de dar um exemplo, de mostrar que essa casa não compactua com a violência contra a mulher. A gente sabe que isso aparece muitas vezes nos discursos, mas aparecer apenas falar não basta, é preciso tomar uma atitude.