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Câmara Notícia | Audiência sobre construção civil, gratificação a motoristas e previsão do outono
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Câmara Notícia | Audiência sobre construção civil, gratificação a motoristas e previsão do outono

10 views Publicado 27/03/2026 HD · 50:51
Resumo editorial

O Câmara Notícia desta quinta-feira, 26 de março de 2026, abre destacando a audiência pública da Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara Municipal de Campinas, com discussão sobre projetos que tratam de construção civil e do transporte público da cidade. O telejornal cobre a aprovação em segunda discussão do projeto de lei complementar do prefeito que concede gratificação por regime especial de trabalho para motoristas do executivo municipal, medida que regulariza vantagens trabalhistas para condutores de veículos e máquinas da prefeitura. A pauta inclui análise do outono campineiro feita por meteorologista do CEPAGRI/Unicamp, com previsão de chuvas próximas do esperado, temperaturas ligeiramente acima da média e frio mais perceptível a partir de maio. A edição também atualiza tramitação de matérias na casa, oferece interação ao vivo com o público campineiro pelo WhatsApp da emissora e combina informação sobre legislativo, transporte, urbanismo e clima em formato dinâmico próprio do telejornalismo público de Campinas e região metropolitana.

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Comissão de Legalidade discute em audiência pública projetos que tratam de construção civil e também do transporte público da cidade. Câmara aprova em segunda discussão projeto de lei complementar de autoria do prefeito que concede gratificação por regime especial de trabalho. [música] [música] [música] Olá, boa tarde. Quinta-feira, 26 de março de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp que já aparece aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto 97829377 ou você tem a opção de enviar a sua mensagem apontando a câmera do seu celular para o QRC. Também já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa. A gente abre a edição de hoje falando sobre o tempo, porque o outono é conhecido como uma estação de transição pós verão e que antecede o inverno. Geralmente as chuvas e as temperaturas diminuem em relação aos últimos meses. Por isso, a nossa equipe consultou um meteorologista do CPAGRE que analisou a estação se iniciou há poucos dias. uma estação de transição entre o verão e o inverno. De forma geral em Campinas e região. E o outono é marcado por uma redução na frequência das chuvas, ou seja, os temporais típicos de verão ficando menos comuns e o volume também dessas chuvas tende a diminuir nas próximas semanas. Além disso, as temperaturas começam a diminuir gradualmente, tanto as máximas quanto as mínimas, principalmente durante as madrugadas. quando o frio é mais sentido e isso vai ser mais perceptível a partir de maio. O meteorologista Diego Santos do CEPAGRE, o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp também explicou sobre o que podemos esperar das temperaturas para este outono. Em relação às temperaturas, a expectativa é de valores ligeiramente acima da média. Isso significa que nós teremos uma frequência maior de dias com temperaturas mais quentes que o normal pra época do ano. Mas como nós estamos falando de uma previsão de longo prazo, eh, ela indica a tendência, né? Então isso significa que não é porque nós teremos um outono ligeiramente eh com temperaturas maiores do que a climatologia, que não possam ocorrer eventos com eh temperaturas mais. Resumindo, o outono ano de 2026 aqui pra região de Campinas deve ter chuvas eh próximas do esperado e temperaturas ligeiramente acima da média. As inscrições para o programa Desafio de Inovação do Instituto 3M é de forma gratuita e visa formar professores para a orientação de projetos investigativos de iniciação científica que estão alinhados às diretrizes curriculares do novo ensino médio e elas se encerram hoje. Podem participar docentes do sexto ao 9º ano do ensino fundamental, do ensino médio ou do ensino técnico que atuem em escolas públicas das regiões metropolitanas de Campinas, de Ribeirão Preto e de Sorocaba, interessados em ciências e em fortalecer uma educação com foco em protagonismo e empreendedorismo. [música] A formação tem uma carga horária total de 120 horas. Confira só este recado. Olá, eu sou a Liliane Moura, eu trabalho no Instituto 3M e hoje eu vim te fazer um convite especial. Se você é professor de escola pública da região de Sorocaba, Campinas ou Ribeirão Preto, se inscreve no nosso desafio de inovação. E se você não é professor, mas conhece alguém, indica. É um curso muito bacana, super robusto. São 120 horas de formação e metodologia de pesquisa científica para ajudar você a construir projetos investigativos com os alunos. Aproveita as inscrições no site formascal 3m.febrace.org.br. BR. A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia, mas agora com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da 15ª reunião ordinária. Os vereadores se reuniram para discutirem e votarem os oito projetos que estavam na pauta. O André Aranha acompanhou tudo e traz agora as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Bom, é isso mesmo, Gabriel. Boa tarde para você. Boa tarde para todo mundo acompanhando Câmara Notícia, um dos projetos aprovados na noite de ontem durante a 15ª reunião ordinária, onde a autoria do prefeito de Campinas, o prefeito municipal Dário Sad. Como líder de governo na Câmara, o vereador Paulo Hadad falou a respeito disso no intervalo regimental, que tem a ver com gratificação por regime especial de trabalho para motoristas do executivo. Acompanhe. Nós votamos a legalidade desse projeto na quarta-feira passada. Hoje estamos votando mérito. É um regime especial para condutores de veículos e máquinas da cidade de Campinas, ou seja, os motoristas que hoje eles estão enquadrados n gratificações. É, são gratificações enquadradas num contexto geral da prefeitura municipal. se faz necessário ou se fez necessário essa adequação com uma nova lei que fosse específica para essa categoria, né, de de condutores de veículos e de máquinas, até por uma exigência do Ministério Público para que não houvesse nenhuma eh dificuldade de entendimento da lei, enquanto esses esses funcionários, esses eh agentes, né, do do poder público eh fossem eh reconhecidos na na execução do seu trabalho com uma função gratificada. Então são o os nossos agentes públicos, né, o nosso funcionário público que vai ser enquadrado de uma forma diferente, mas com amparo legal. Bom, mas é preciso ter uma carga superior a 36 horas semanais. Na realidade, existe um certo regramo. Esses funcionários, eles não se enquadram naquela modalidade de 36 horas semanais. Muitas vezes eles excedem essa carga horária, até por conta das suas funções. Eles têm que ficar à disposição, seja de departamento, secretarias ou mesmo à disposição do prefeito para que possa fazer aí a o o dirigir, né, fazer o deslocamento do prefeito, secretários e também diretores dentro das dos departamentos de secretarias. Então, muitas vezes esse trabalho um período superior a 36 horas, às vezes sábado, às vezes domingo e às vezes feriado. Então é uma um contexto diferente daquilo que se pratica hoje, né, na prefeitura com algumas modalidades profissionais. Também foi aprovada, Gabriel, moção número 50 de autoria da vereadora Fernanda Solto, que apoia o projeto de lei, que institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais dos quadros de apoio à educação básica. Confira o que disse a parlamentar durante o intervalo regimental. Existe um projeto de lei, atualmente tá tramitando no Senado, de para que os profissionais da educação que não compõe o quadro do magistério, ou seja, as merendeiras, os técnicos administrativos, o a o pessoal da segurança, que seja instituído piso nacional também, ou seja, um pagamento mínimo para que esses trabalhadores tenham direitos, acesso a esse direito ao pagamento mínimo. Hoje, infelizmente, a gente sabe que são profissões muito precarizadas. Inclusive, em Campinas, nós tivemos recentemente uma situação com as cuidadoras que trabalham na na educação infantil, que acompanham as crianças com deficiência, que não estavam recebendo nenhum salário mínimo. E esse projeto que tá tramitando no Senado agora, ele vem para instituir um piso de 75% do piso do magistério, o que daria em torno de R$ 3.700. a gente entende que essa valorização é fundamental para esses trabalhadores que são muito importantes pro funcionamento da educação como um todo. Bom, confirmando então 75%, né, vereadora, a proposta é um passo importante aí, segundo o seu texto, para resgatar a dignidade. Com certeza. Então, são profissões que historicamente têm uma remuneração muito abaixo do do que deveria ser. São trabalhadores que muitas vezes também estão inseridos em outras condições de dificuldade, dificuldade de acesso aos serviços públicos. como saúde, educação e acabam tendo no seu trabalho, então, uma falta de valorização, uma falta de recomposição salarial. E esse projeto que tá tramitando o Senado vem para corrigir essa injustiça. A moção aqui se aprovada, ela é encaminhada para a presidência do Senado e é uma forma de prestar solidariedade do nosso mandato a essa a essas categorias, mas também de fortalecer a pressão para que esse projeto seja aprovado mais rápido possível e para que ele possa ir posteriormente pra sanção presidencial. Bom, lembrando que quem quiser acompanhar a 15ª reunião ordinária, basta acessar o YouTube da TV Câmara Campinas, lembrando que na próxima segunda-feira será realizada a 16ª reunião ordinária, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, André Aranha, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias [música] do legislativo e ontem também, mas pela manhã, aconteceram duas audiências públicas. A primeira discutiu uma alteração no projeto de lei complementar que disciplina a exigência do estudo de impacto de vizinhantes. O projeto de lei complementar 3 de26, que propõe alterações na Lei Complementar de 2025, que trata do estudo de impacto de vizinhança em Campinas, foi discutido na 11ª audiência pública presidida pelo vereador Roberto Alves da Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara. A [roncando] diretora adjunta da Secretaria de Urbanismo da Prefeitura de Campinas falou da importância da atualização da norma, que passa a valer para as chamadas zonas mistas com imóveis comerciais e residenciais. a gente tá modernizando, trazendo aí um aperfeiçoamento da lei 560. E o nosso plano de diretor busca já trazer um incentivo pro uso misto no município. Só que a lei do Wave não tava prevendo aí como que seria a necessidade de estudo de impacto de vizinhança para esses casos de isomisto. Então a gente trouxe aí os parâmetros eh equiparando ao uso comercial e ao uso habitacional para esses casos de empreendimento misto. Com essa alteração, a gente tá propondo que a área construída do do uso não habitacional desses empreendimentos siga a mesma o mesmo parâmetro que já trazia pro uso comercial, serviços, institucional. Então, na zona residencial o AV será exigido quando a área construída dessa área não habitacional for maior ou igual a 1500 m. Já na zona mista dois, a linha de corte fica com igual ou maior a 2500 m², como já é feito também pros usos não habitacionais do empreendimento, que é só não habitacional. E na zona mista 4, eh, paraa área construída maior ou igual a 5.000 m². Então, dessa forma, a gente equiparou com o que já trazia a lei do AV pros usos não habitacionais. O vereador Wagner Romão fez alguns questionamentos, entre eles o que trata das zonas mistas no distrito de Barão Geraldo. Essas áreas em Barão Geraldo, você tem isso mais ou menos a localização, ma? Se isso é, isso não compreende o atual PIDs, né? É uma outra área, né? Não, não compreende. Na verdade, eh, o zoneamento de Barão Geraldo é o mesmo da lei anterior até a 208. A lei de Barão Geraldo, a gente só mudou em em 2018 a nomenclatura, mas os parâmetros continuaram os mesmos. E daí na 208, como veio o instrumento do AV pra cidade inteira, a gente achou por bem aplicar também aos distritos, né, Barão Geraldo, APA. E aí a mudança principal é que o E também passa a ser obrigatório, quer dizer, mais especificamente para o uso não habitacional. Isso, na verdade para uso não habitacional já estava previsto na lei. O que não estava previsto é quando o uso era misto. O presidente interino da comissão agradeceu a explicação dos pontos do projeto. Já podemos explicar, as pessoas já entenderam. Em seguida, aconteceu a 12ª audiência pública, que debateu a prorrogação das concessões do serviço de transporte público coletivo aqui do município de Campinas. presidida pelo vereador Roberto Alves, presidente interino da Comissão de Constituição e Legalidade. A 12ª Audiência Pública discutiu o projeto que prevê a prorrogação excepcional dos contratos de concessão do transporte público coletivo em Campinas por mais 3 anos. Logo na abertura, o secretário municipal de transportes lembrou do histórico do processo para a realização da licitação em março deste ano, digamos, desse projeto que foi de 2021 a 2023, quando houve a licitação deserta, houve consulta pública também por 90 dias, depois a licitação ela deu deserta, a gente eh contratou a FIP novamente, a a NTP, Entendemos com o mercado o que que aconteceu, porque que a licitação não foi aderente. Fizemos mais rodadas de audiências públicas, mais rodadas de de consultas públicas. Falo isso porque vocês são prova, essa casa que é prova do processo da trilha que a gente percorreu pra gente chegar aonde a gente tá. Graças a Deus, eh, no mês passado a gente teve a nossa sessão de entrega de envelopes na B3. Eh, acho que muitos de vocês puderam acompanhar, inclusive cito aqui dois operadores do sistema alternativo que estavam lá, nosso amigo chileno, nosso amigo Valtinho. Fomos lá, tivemos eh propostas, então houve lances, quem acompanhou viu que houve disputa pelos lotes e lá naquela tarde a gente a gente fechou um ciclo. O presidente da INDEC disse que após o leilão o transporte público passa por um período de transição para que as empresas vencedoras possam operar em Campinas. Existe uma transição que faz parte do processo. Que fase que nós estamos? Nós estamos analisando a documentação das empresas que disputaram da licitação e venceram a fase do leilão. Após a fase do leilão, eles tinham um prazo de 5 dias prorrogáveis por mais 5 dias para enviar documentação, planilha, porque lá ele deu um preço, depois ele abaixou o preço, então ele precisou enviar uma planilha em até 5 dias, explicando o deságio do leilão. Pois bem, além disso, ele precisou também, nós precisamos, a prefeitura, secretaria de administração, secretaria de justiça, precisou analisar os atestados e estão em fase de análise. Nós estamos falando de quase 800 ônibus em que alguns alguns deles são veículos zero, alguns deles são articulados que precisam ser fabricados. Nós estamos, vou repetir, analisando a documentação dos vencedores do leilão no dia 5. Ainda não foi aberta empresa SPE. Em até um ano a transição vai ocorrer. Em até um ano, isso está dentro do edital da licitação do transporte público. Isso foi publicado, houveram participantes, vencedores e tá lá o prazo. O prazo que eu estou falando aqui tá dentro da licitação do transporte público. Com a presença dos vereadores Wagner Romão, Nick Schneider, Vini Oliveira, Paulo Hadádio, Gustavo Peta e Rubens Gás, o debate trouxe a preocupação dos legisladores com o prazo para que as novas empresas passem a operar em Campinas, uma vez que o projeto do governo prevê a prorrogação da atual licitação em 3 anos, o presidente da INDEC reforçou os prazos. Todos esses prazos são técnicos, não são meus, não são do prefeito, são técnicos e a gente pretende e vai trabalhar para seguir esses prazos com novas tecnologias, novos veículos, novos meios de pagamento, etc. E sobre a questão do dos 3 anos, eu já respondi também que em até um ano, né, como eu disse, em 10 meses, 11 meses, a gente vai ter a transição, vai ter os os novos operadores funcionando e isso independe da questão do contrato antigo. Riverete salientou que a INDEC continua a fiscalizar o contrato vigente até que seja efetivado o novo serviço. Quase 40 milhões nós já recebemos de multas do transporte público por atraso de cumprimento de horário, por atraso eh por desvio de itinerário, por quebra de veículos. Então, tudo isso vem sendo feito de forma transparente, independentemente do operador que ali estiver. Ao final, ficou a sugestão para que o período de prorrogação seja alterado para 2 anos. se pudesse ser do anos e prorrogar, se ó, não deu tempo, vai ter que ser mais, a gente renovar novamente mais dois anos para que as pessoas, o os as pessoas que usam o transporte públicos, elas têm que saber o que está acontecendo. Então, foi muito bem, foi esclarecido os o tanto o presidente da INDEC, o Vinícius, como o secretário Fernando de Transporte, esclareceram todas as perguntas que estiveram aqui hoje. E eu tenho certeza que vai ser o melhor pra população. Agora queremos ônibus novo. Sim, rápido. A alteração na lei de 2017 sobre o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos aqui de Campinas foi aprovado na Câmara, sancionado pelo prefeito e agora é lei. [música] Foi publicado no Diário Oficial do Município uma alteração na lei de 2017 sobre o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos do Município de Campinas. O artigo que foi acrescentado fala que a prática de qualquer conduta considerada maus tratos vai acarretar ao infrator a imposição de multa entre 750 e 100 vezes o valor da unidade fiscal de Campinas a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido. Essa iniciativa é do vereador Rebert Ganém. A gente pensou nesse substitutivo e para que a gente pudesse aumentar as penas, né? Então nós temos aí o caso do Cão Orelha, que deu uma repercussão muito grande e nós aproveitamos, né, essa repercussão que teve junto com a sociedade, que é importante isso, que a sociedade participe. Então a sociedade também quer respostas nossa. E nós como vereadores, a gente não pode criar uma lei para prender alguém, isso não existe. Mas nós conseguimos eh criar leis com penalidades administrativas, né, com multas. Então, a já tem as multas, né, no no na nossa lei e nós aumentamos ao máximo que nós podíamos, né? A multa vai ser aplicada em dobro se o infrator for guardião, tutor, responsável ou agente que goze da confiança ou de acesso facilitado ao animal. E se em razão da prática infracional o animal ou a cria for a óbito, ficar enfermo ou sofrer lesão permanente. A multa vai ser aplicada em triplo se o infrator for reincidente, entendendo-se reincidência como cometimento de qualquer das condutas consideradas maus tratos em período inferior a 5 anos. O vereador reforça que precisa doer no bolso do infrator para que ele não cometa mais este tipo de crime. É sempre assim, né? Pessoa usa assim de segurança, não porque, né, ela vai acontecer um acidente e vai acontecer alguma coisa para ela, não. É por causa da infração mesmo, né? Vou pagar, senão o guarda vai me ver ou tá sem o cinto, vê o guarda na frente, coloca o cinto. Eh, e o que você disse é importante. Eh, se for o tutor, o guardião legal, que é pior ainda, né? Ele tem um animal lá, o animal sente amor por ele, né? Então é é pior, por isso que ele paga em dobro, né? E o triplo, se ele voltar a fazer isso. E é cumulativo. Se o animal tiver sem água, é multa. Se tiver sem comida, é multa. Se tiver acorrentada é multa, vai acumulando a multa até chegar o máximo que puder, ele vai pagar por isso. É uma é uma resposta nossa aqui da casa legislativa pra sociedade. Uma homenagem emocionante para Campinas. Foi sancionada a lei de autoria do presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, que oficializa o espaço criança Té Coelho Lima Silva, no Parque Portugal, eternizando a memória do pequeno Té que lutou bravamente contra uma doença rara. O prefeito de Campinas sancionou no dia 23 de março de 2026 a lei número 16.884, transformando em lei a proposta do vereador Luiz Rossini, atual presidente do legislativo. A iniciativa oficializa a denominação do espaço criança Té Coelho Lima Silva, uma área de lazer infantil no Parque Portugal. um dos cartões postais mais tradicionais da cidade. Té foi uma criança lembrada pela alegria, energia e pela forma como marcava as pessoas ao seu redor. Um campineiro de 3 anos que enfrentou a hisiocitose de células de Langarrins. Ele teve que fazer um transplante de fígado aos 3 anos de idade. Inclusive a sua mãe Monique foi doadora do fígado para para o seu filho. É, o transplante inicialmente foi bem sucedido, mas depois teve complicações. Infelizmente o o Té veio a falecer, mas nesse curto espaço em que ele esteve aqui, que ele viveu, ele mostrou muita alegria. Ela era uma criança alegre, gostava de passear, visitar pontos da cidade. Então, ele tinha vontade e alegria de viver. Com a sanção, o espaço ganha identidade oficial. A nova denominação também carrega um significado simbólico, transformador em memória e memória em legado para as novas gerações. Eu fui procurado pelo Thiago Ferrari, coordenador do PIC, programa da infância campineira, sugerindo que a gente pudesse dar o nome do Té para que isso pudesse simbolizar toda aquela vivacidade, alegria, vontade de viver, né, que o Té tinha. é uma forma da gente homenagear. Ele teve um curto espaço de tempo aqui, mas nesse curto estapo de espaço de tempo, pode dizer que ele viveu com intensidade, mesmo enfrentando as dificuldades porque teve que passar. Ele foi exemplo de resiliência, né? Exemplo de coragem. O vereador Luiz Rossini destaca que a lei também valoriza o Parque Portugal, um espaço que já é referência em lazer e convivência familiar na cidade. Diariamente, dezenas de crianças passam pelo local, brincam, socializam e constróem memórias. E a gente pode ver que aquele espaço é muito frequentado por crianças que vão andar de bicicleta, de patins, várias atividades, né? Então, acho que vai ser mais uma inspiração conhecer um pouco a história do Té e ali ele vai inspirar outras crianças a viver com intensidade, com alegria, né, valorizando o dom da vida. Eh, não importa quanto tempo a gente viva, mas a gente tem que viver com intensidade, com amor, como foi o caso do T. E olha só, a Comissão Especial de Honraria se reuniu pela segunda vez no ano e analisou 70 projetos de decreto legislativo. Presidida pelo vereador Edson Ribeiro e com a presença dos vereadores membros Benelima, Dr. Paola Miguel e Paulo Hadad. A comissão especial de honraria realizou a segunda reunião do ano e deu parecer a 70 projetos de lei. Segunda discutição de votação do parecer sugerido pelo senhor Benê Lima, favorável PDL 184/2025 processo 24457 de autoria Senr. Carmo Luiz que consegue medalha altos da paz ao pastor Rivelino de Almeida. Silva, eu gostaria de perguntar ao vereador Paulo Hadad, como que é a Vossa Excelência vota, presidente. Voto favorável. Vereadora Paola Miguel do Partido dos Trabalhadores. Como favorável? Senhor presidente, eu acompanho relator e voto favorável. Vereador Ben Lima. Já já dei parecer de parecer favorável já. Obrigado. Bom, desculpa aí. E esse vereador também vota favorável. Com os votos favoráveis, está aprovado. De autoria do senhor Carlindo Camelô, que concede diploma de honra ao mérito, Manuel Ferraz de Campos Sales, azuzu pelo mundo. Eu gostaria de perguntar ao vereador Benê Lima como que a Vossa Excelência vota favorável, senhor presidente. Vereador Paula Minguel, senhor presidente, acompanhe o relator, voto favorável. Vereador Paulo Hadad, presente. Acompanhe o relator, voto favorável. Vereador Ianco, meu voto é favorável, presidente. Esse vereador também vota favorável. Com voto favorável estão aprovado. Os parlamentares também aprovaram o projeto de autoria da vereadora Paola Miguel para a área da cultura. Discussão e votação do parecer sugerido pelo senhor Benê Lima, favorável ao PDL 299 de 2025, processo 245083, de autoria da senhora Paola Miguel, que concede medalha Carlos Gomes ao pontão de cultura Aquarela. Pergunta ao pergunta ao vereador Paulo Hadad, qual o seu parecer? Vereador Dr. Ianco, eu voto favorável seguindo o relator. Eh, pergunto à vereadora Paula Miguel, qual o seu parecer, vereador? Senhor presidente, eu acompanho o relator e agradeço o voto favorável dos demais membros que já votaram. Eh, pergunto também ao vereador Edson Ribeiro, qual seu parecer? Presidente, com o parecer favorável também do vereador Benê Lima, a gente aprova esse esse projeto. A comissão aprovou os 70 projetos que estavam na pauta. Os parlamentares fizeram considerações finais sobre o trabalho realizado. Presidente Edson Ribeiro, mais uma vez uma grande satisfação estar aqui presente com todos os senhores. Agradecer mais uma vez a todos aqui os presentes e a todos que nos assistem pela TV Câmara. E sabemos que nós estaremos aqui nas próximas reuniões de uma das comissões que mais trabalha aqui nessa casa. Presidente Edson Ribeiro, parabenizá-lo pela condução dos trabalhos. Eh, também parabenizar os meus pares, vereador Dr. Ianco, Paola Miguel, Benelima e também vocês que nos acompanharam pela TV Câmara, um nosso cordial boa tarde. Realmente a comissão que mais trabalha essa casa, que eu quero agradecer a todos os membros dessa comissão, Dr. Paulo Hadad, Paola Miguel, Benê Lima, que graças a bom Deus é uma comissão que realmente é uma responsabilidade muito grande que nós temos. Então, graças a Deus que nós aparece aqui a bancada completa da comissão. A gente segue aqui com Genal Câmera Notícia nesta quinta-feira. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e olha só, o aumento de casos registrados do vírus Mpox Brasil tem ascendido [música] um alerta entre as autoridades. Este é o assunto do quadro Saúde Agora com Cassi Alves. [música] Olá, começa agora mais uma edição do Saúde. Agora vamos falar de saúde pública porque novos casos de MPOX t surgido aqui no Brasil. Só neste ano foram registrados 88 casos, a maioria no estado de São Paulo. A Secretaria Estadual da Saúde confirma em 2026 um total de 50 casos em território paulista. A capital é a cidade com maior número, 31 casos. Campinas com dois casos, Paulíia com um. Sumaré com um caso e Hortolândia também com um caso. São as cidades aqui da região metropolitana de Campinas com notificações, cinco no total. Por isso, então convidamos o Dr. Marcos Davi Gomes de Souza, médico infectologista, mestre em pesquisa clínica em infectologia pela Fiocruz e ele já está conectado aqui conosco. Seja muito bem-vindo, Dr. Marcos. Muito obrigado, C. Bom dia a todos. Bom dia, Dr. Marcos. Bom, pra gente iniciar como que está, né, essa relação, como que o Brasil eh vê essa situação desse vírus, né, e falar um pouquinho também sobre o que vem a ser esse vírus MPOX, que tem acendido um alerta também na população. Bom dia a todos os telespectadores. Eh, a Mpox é uma zoonose, né? Então, o que que é uma zoonose? é uma doença que ela teve origem, né, em animais e acidentalmente ela foi transmitida pro ser humano, né? Então isso inicialmente ela tinha até um nome, né, que ficou conhecido, mas por questões eh ambientais para não estigmatizar, né, os animais, até porque hoje eles praticamente não fazem mais parte, né, desse ciclo da doença. A doença ela no contexto atual, ela é transmitida de humanos para humanos. A gente fala, né, em Mipox. Então, ela é uma doença viral, uma doença de manifestação predominantemente cutânea, né? Então, ela dá vários sintomas, ela pode afetar vários órgãos, mas o principal órgão afetado que a gente primeiro suspeita da doença é a pele, né? [limpando a garganta] Ela não tem tratamento, mas ela possui diagnóstico. E Cassen, o mais importante que eu acho hoje aqui nosso papel é desmistificar, né? E tentar, porque tá tendo um pânico nas redes sociais. Não sei se você vai, né, abordar isso mais para frente, mas a gente precisa dizer que ela não é tudo isso que está, né, a apresentando. Aí as pessoas muitas vezes postam fotos, né, isoladas de casos mais graves, que são muito raros, né, mas isso não corresponde à realidade da MPOX, né, a maioria dos casos, pelo menos. Certo, Dr. Marcos? Então, a gente vai entrar, né, nessa questão dos sintomas. Então, queria que explicasse exatamente como que é feita essa transmissão, né? Quais são os cuidados que as pessoas elas têm que ter? Exatamente. As redes sociais, né, a internet, aí está cheia de informações em relação ao vírus, principalmente, né, nos casos aqui no Brasil. Então tem esse alerta, né, justamente as pessoas estão eh realmente preocupadas, né, com a com a disseminação desse vírus aqui. Então, vamos esclarecer de fato como que é feita essa transmissão, né, e o que a pessoa ela tem que tomar cuidado. É, então assim, uma uma informação muito importante é que as doenças infecciosas elas são muito dinâmicas. Às vezes elas começam de uma forma e elas evoluem, né? o próprio vírus el ele evolui, né? Então esse vírus que a gente tem hoje, ele não é igual ao vírus lá que foi identificado no início da epidemia, né? A gente chama de clados, né? São clados, são como se fossem cepas, né? Diferentes. E curiosamente ele tomou uma característica de infecção sexualmente transmissível. Então, mais de 95% dos casos de MPOX que a gente atende tem relação com a relação sexual, tá? Então as pessoas ficam muito preocupadas, ah, eu vou pegar MPX na maçaneta, ah, eu vou ter que, né, não vou tocar nas pessoas. E cria aquele pânico, até porque no início, realmente, como a gente nunca tinha ouvido falar, né, a maioria das pessoas, criou-se esse esse terrorismo, mas não é. Atualmente a transmissão da MPOX, ela é principalmente por via sexual, pelo contato sexual. E a gente atende, né, os casos e muitas vezes o paciente chega, ele nem sabe que tá com mipox, às vezes é uma lesãozinha tão pequena, né, que aquilo ali vai sumir espontaneamente, não vai acontecer nada mais sério e a gente acaba descobrindo porque a gente faz o exame. Mas se não fizesse o exame, até a gente médico mesmo às vezes fica na dúvida, tá? Então ela é transmitida de pessoa a pessoa, pode ser transmitida por objetos, pode, tá? Se aquela pessoa que tá infectada, né, e e tiver aquele objeto tiver contato com a lesão, né, ela pode haver a transmissão, mas isso é muito raro. O mais comum mesmo é a transmissão eh por via sexual, tá? Doutora, quais são os primeiros sintomas, então como que vocês identificam, né, já que às vezes pode confundir aí esse diagnóstico, então tem um desafio também de ter esse diagnóstico precoce? Sim, é muito desafiador porque quando a gente vai ler no livro, né, lá tá escrito que a pessoa tem febre, dor de cabeça, dor no corpo, que são sintomas inespecíficos, né? Uma dengue pode causar isso, eh, qualquer doença, né, infecciosa ou não infecciosa mesmo pode causar isso. Então, o que que a gente vê na prática? Os pacientes muitas vezes tor não senti nada, simplesmente apareceu essa feridinha aqui na região genital, na região analida é essa, né? Alguns pacientes se queixam de dor na ferida, né? Outros não, tá? Então tem essa essa diferença também. Nem sempre é uma lesão dolorosa, mas habitualmente a história natural da doença, o paciente ele vai ter um quadro de febre, mesmo que imperceptível, às vezes aquela febrinha mais baixa, o paciente ele se sente um pouquinho mais fraco, mais cansado, tá? Alguns casos também podem cursar com calafrios e alguns dias depois, né, eh, ele vai manifestar, pode manifestar, né, não é obrigatório, mas pode manifestar essas erupções cutâneas que são, é como se parece uma verruga, né? Ela começa com uma bolha, com uma vesícula, que é uma lesão cheia de água. E aquilo ali vira uma crosta com passar do tempo, mesmo sem tratamento, né? Vira uma crosta e essa crosta com depois de duas, três, quatro semanas ela cai espontaneamente, tá? E a resolução eh é é espontânea, né? A gente atualmente não tem tratamento, certo? E como que é feita essa avaliação, né? Eh, o exame, qual que é o primordial exame que é detectado então esse vírus? É a MPOX, o diagnóstico dela é clínico laboratorial, né? Então a gente que os médicos que estão acostumados a ver a MPOX, a gente bate o olho, a gente já suspeita, né, que pode ser se o paciente falar que teve uma uma relação sexual desprotegida, né, mais um ponto para CMPOX. E mais o diagnóstico definitivo, ele é feito através do PCR, da reação em cadeia de polimerase. Que que é isso? É um exame que você pega um um suab que é um contonetezinho, você passa ali na lesão e manda isso pro laboratório, né? Todos os lacs, né? os laboratórios centrais de saúde pública que tem todos os estados do Brasil estão preparados para fazer esse exame. Então, a pessoa que ela teve um um suspeito, ela vai procurar a sua unidade básica de saúde, né, seu profissional de saúde ali de referência, ele vai avaliar, se possuir critérios, ele vai coletar aquele material e vai mandar pro lacem. É importante a gente ressaltar também do período de incubação. O que que é o período de incubação? é o é o período entre o momento que a pessoa se expôs à doença e o momento dos primeiros sintomas. Então isso não é imediato, né? Isso pode levar até 21 dias, né? E eh eh eh ele ele varia de pessoa para pessoa, mas eh varia de 5 a 21 dias, tá? Então, às vezes a pessoa não, ela disse: "Não, mas eu não tive nenhum nenhuma relação nesses dias, mas pode ter sido aquela relação de três, quatro semanas atrás que está se manifestando agora". E nesse período então, né, desses 20, 21 dias, o que que essa pessoa ela deve fazer? Você disse que não tem um tratamento específico, né? Mas ele precisa tomar uma medicação. Como que funciona essa parte para minimizar aí os efeitos, né, as dores e também para ir sarando toda aquela erupção cutânea? Isso, isso é muito importante, né? Porque as pessoas é muito estranho a gente dizer assim: "Olha, não tem tratamento para sua doença, né?" E a pessoa fica, como assim não existe tratamento? Então, até existe, né, um antiviral que é o Tecoate, mas esse antiviral ele não mostrou eh nos estudos, né, que foram feitos, não mostrou um benefício claro, tá? Foram divididos dois grupos de pacientes, um tomou, outro não, e no final das contas aqueles que tomaram não tiveram benefício tão claro. Então, eh, atualmente, e ele só era empregado para pacientes com doença grave, né, que é a minoria dos casos, né? É bom que a gente reforçar isso. Quem é o paciente que vai ter doença grave? Aquele paciente que tem problemas na imunidade, né? Que tem uma imunidade muito deficiente por alguma doença, tá? Então, eh, o que que a gente pode fazer? É o cuidado local, né? lavar com água e sabão. Em alguns casos pode acontecer uma coisa que a gente chama de infecção secundária, que é quando uma bactéria da pele, ela se aproveita daquele daquela lesão e acaba causando, né, ali uma lesãozinha bacteriana. E aí a gente vai tratar a lesão bacteriana, né, infecção bacteriana. Eh, mas para impox mesmo não é importante que no período uma pessoa com suspeita ou diagnosticada com ox que ela fique isolada. Isso é muito importante, pessoal, porque que que acontece? Como eu falei para vocês, muitas vezes a lesão ela é muito muito pequena, né? Quase imperceptível. E eu tive muita dificuldade, muitos empregadores não queriam afastar o a o seu funcionário. Ele diz: "Não, isso aí você vai ficar de atestado por causa disso, mas é um é um é um problema de saúde pública, né? é risco sanitário de transmissão. Então, para aquela pessoa, ela pode não manifestar, né, sintomas mais graves, mas se ela transmitir, né, para uma criança, para uma pessoa com câncer, para uma pessoa eh que vive com HIV, com uma imunidade muito baixa, isso pode ser catastrófico. Então, é muito importante que a pessoa que tem a suspeita, ela fique afastada até o esclarecimento e se for confirmado, né, que cumpra aí o período de quarentena, né, período até a crosta cair, certo? Então, Dr. Marcos, nesse sentido, eh, de repente essa evolução, né, dos surtos do vírus aqui no Brasil, em algumas cidades aqui da região metropolitana de Campinas, que tiveram casos justamente por conta, né, desse eh desse decreto também, essa declaração de emergência, né, da vigilância e também da Organização Mundial de Saúde. É justamente por conta dessa quarentena e desse afastamento que muitos pacientes não fizeram de acordo. Talvez seja isso eh esse aumento aí nos casos, né? Perfeito, perfeito. Eh, é muito importante, né? E como toda doença infecciosa, a gente não pode ser egoísta, né? E às vezes muitas pessoas até por quererem trabalhar, não, não pode, não quero ficar em casa, eu quero ir trabalhar, né? Mas você tem que pensar no outro também, principalmente quem trabalha na área da saúde, né? Você vai est lidando ali com pessoas eh possivelmente debilitadas e que se houver uma transmissão, né, para aquela pessoa pode ter uma consequência mais séria. Daí daí a importância da gente primeiro não entrar em pânico, né? Essa eu acho que é a principal mensagem aqui hoje, não há motivo para pânico, né? Eh, a a a MPOX, ela tem essa característica de transmissão sexual. Então, muito raramente alguém que não teve, né, um contato sexual eh eh pode adquirir, né? E segundo que mesmo que a pessoa adquira eh a minoria vai ter complicações, né? Muito muito poucas pessoas vão ter complicações. O que que a gente viu na primeira fase da epidemia? Muitas pessoas que viviam com HIV, que não sabiam que tinha o HIV, né, que tinha uma imunidade já muito baixa, elas adquiriam a MPOX e aí essa doença evoluía de forma mais grave, né? Então ela diagnosticava o HIV junto com a MPOX. Então, esses pacientes foram os que, infelizmente, né, vieram a óbito, porque não foi só pela MPOX, não foi a combinação da Mipox com uma outra doença, né, que afeta profundamente o sistema imune. Tá certo, Dr. Marcos? Agora pra gente então eh finalizar, né, o nosso quadro, como que está a situação no Brasil? Então, quais são, né, as dicas e orientações, né? A primeira delas é não entrar em pânico, né? Não criar essa sensação de que o vírus ele está eh que está alarmante aqui no Brasil. Eh, então queria que você passasse essas recomendações. É, perfeito. Então, assim, atualmente, né, eh, os últimos dados a gente tem menos de 200 casos confirmados no Brasil, tá? Então, primeira coisa, menos de 200 casos em 2026, tá? existem cerca de 500 e pouco em investigação, né, que estão aos centros de vigilância epidemiológica estão investigando. É uma doença que ela não desapareceu, né? Então isso é importante também. Eh, o fato de não estar na mídia não significa que a doença desapareceu, ela estava aí, né? A gente identificava um ou outro outros casos. E as doenças infecciosas, elas têm muitas vezes essa característica, né, de picos, né, momentos que t mais casos e depois dá uma diminuída, depois volta a subir de novo. Então isso é uma dinâmica mesmo das doenças infecciosas e até o momento nenhum óbito, né, foi registrado pela MPOX. Então, eh, é importante que as pessoas conheçam, né, se informem sobre a doença em canais confiáveis, né, como é o trabalho que vocês TV Câmara estão fazendo, né? Nós temos também o site da Sociedade Brasileira de Infectologia que tem todas as informações, o site do Ministério da Saúde, né, saúde de A a Z. Você pode entrar lá no na letra M de MPOX e aí você pode se informar sobre todas as as informações da doença. Não sei se você vai perguntar sobre a vacina também, que é uma dúvida, né, que as pessoas sempre perguntam nessa questão da vacina, porque como a gente falou, né, sobre a questão do tratamento, mas tem também essa dúvida em relação à vacina, Dr. Marcos. É, e aí é é outra coisa muito importante também sobre a vacina, o que que acontece? A gente estimula, né, as pessoas a se vacinarem, eh, né, porque por para várias doenças, mas, infelizmente a MPOX só é uma empresa no mundo que produz a vacina da MPOX e ela não tem para quem quer, digamos assim, né? Ela é uma é uma vacina limitada. Ela tem algumas características que depois que ela que você descongela, né, ela tem um tempo para ser aplicada. Se ela não for aplicada, ela tem que ser descartada. Isso tudo é programado, né, pelo Ministério da Saúde em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde para que nenhuma dose seja perdida. Então, para quem que a vacina é eh ela vai ser dispensada prioritariamente, né, para aquelas pessoas que têm um risco maior de adoecer e morrer, né, pela mipox, que eu já falei, são aquelas pessoas que têm algum problema na imunidade, né, uma imunidade muito baixa. Ou então aquelas pessoas que epidemiologicamente estão em maior risco, né, a gente tem alguns grupos populacionais mais vulnerabilizados que têm maior risco de adquirir as ax. e algumas eh secretarias de saúde também colocam eh essa vacina para essas pessoas. A vacina ela é dada em duas doses, tá? E tem esse público alvo aí como prioritário. Tá certo, Dr. Marcos, muito obrigada pela sua participação aqui na saúde agora. ficou então esclarecido sobre esse vírus, não precisa ter esse pânico. Então, quero agradecer novamente pela sua participação e compartilhar todo o seu conhecimento em relação a esse vírus aí que tem acendido esse alerta. Muito obrigada. Eu que agradeço, Cassende. Bom dia a todos. Bom, pessoal, conversamos então com o Dr. Marcos, ele que é médico infectologista, mestre em pesquisa clínica em infectologia pela Fiocruz e trouxe todas as explicações sobre esse vírus. Então não precisa de pânico. O nosso quadro fica por aqui. Te espero na próxima edição. Até lá. [música] [música] Amanhã, sexta-feira, o sol continua aparecendo durante todo o dia. A nebulosidade diminui em relação a hoje e não deve chover na cidade. Portanto, segue o tempo estável e abafado, viu? Vamos às temperaturas porque o calor permanece. Mínima é de 19. Ao longo do dia essa temperatura sobe, podendo chegar aos 32º aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela [música] sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na sexta-feira. Até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música]
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