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Câmara Notícia | Ação Corte do Bem no HC Unicamp e ferramenta para medir emissões nas lavouras de café
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Câmara Notícia | Ação Corte do Bem no HC Unicamp e ferramenta para medir emissões nas lavouras de café

15 views Publicado 26/03/2026 HD · 40:03
Resumo editorial

O Câmara Notícia desta quarta-feira, 25 de março de 2026, abre com a ação Corte do Bem realizada no HC da Unicamp em Campinas, evento solidário em que voluntários doaram mechas de cabelo para a confecção de perucas destinadas a pacientes em tratamento contra o câncer em hospitais de todo o Brasil. O quadro Giro Ambiental aborda uma ferramenta tecnológica desenvolvida por pesquisadores do CEPAGRI da Unicamp capaz de calcular emissões de carbono nas lavouras de café, contribuição relevante para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira e para certificação de origem com baixo impacto ambiental. A edição combina solidariedade, saúde pública, tecnologia agrícola e meio ambiente em formato dinâmico próprio do telejornalismo público campineiro. A pauta inclui interação ao vivo com o público pelo WhatsApp da emissora e acompanhamento das principais tramitações da Câmara Municipal de Campinas e de demandas da sociedade civil que chegam ao legislativo, reforçando o papel da TV Câmara como espaço de informação e participação cidadã.

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O HC da Unicamp recebe o corte do bem, uma ação que reúne voluntários para realizar cortes de cabelo para doações e confecções de perucas para pacientes com câncer. No Giro Ambiental, vamos falar sobre uma ferramenta desenvolvida por pesquisadores do CEPAGRE, capaz de calcular a emissão de carbono nas lavouras de café. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 25 de março de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas região já sabe, né? Pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377 ou você tem a opção de enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. apontando a câmera do seu celular para o Qcod. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. E no Hospital de Clínicas da Unicamp, um gesto simples ganhou um significado enorme. Um corte de cabelo virou esperança para que enfrenta o câncer. Ação solidária a corte do bem reuniu doadores e voluntários para captar mechas que serão transformadas em perucas para pacientes em tratamento em todo o Brasil. A ação Corte do Bem é um evento solidário de doação de cabelos para arrecadar mechas para a confecção de perucas destinadas a pacientes em tratamento em hospitais de todo o Brasil. O evento ocorreu na entrada principal do Hospital de Clínicas da Unicamp e atraiu pacientes, acompanhantes e também alunos da instituição. Eu tô fazendo uma disciplina aqui em Campinas, no campusão Geraldo e soube da ação e achei muito muito legal. Acho que é uma iniciativa muito importante, né? Essa as pessoas que estão passando por tratamento oncológico já estão enfrentando um período muito difícil. Então, qualquer iniciativa para ajudar a a dar um up na autoestima delas já é muito válida. E eu me sensibilizei com a causa e topei aqui doar um pouco do meu cabelo para Como é que foi essa essa experiência por aqui? Que que você achou do novo visual? Ah, eu já tava acostumada, não é a primeira vez que eu dou, eu já acho que é a segunda ou terceira vez. Eh, e foi bem tranquilo, foi bem rapidinho, não demorou muito, o pessoal foi muito gentil, simpático e solícito. Foi bem tranquilo. Eu sempre trago meus pais para fazer acompanhamento aqui na Unicamp e assim que eu cheguei já vi montando, né, uma estrutura. Falei assim: "Olha, mãe, vai acontecer alguma coisa". Ela foi, fez o procedimento, voltamos, quando eu vi corte do bem, eu sempre tive vontade de doar o cabelo. Aí eu falei assim: "Ai, mãe, vai ser hoje". Ela: "Então vamos lá". Aí doei o cabelo. Tô muito feliz. E o que que te inspirou a fazer essa doação? A gente sempre gosta de ajudar, né? Sempre que a gente pode, a gente participa, né? Então assim, foi o momento e ai, eu tô muito feliz, muito me tá ajudando mesmo. Você comentou que a sua filha também já fez o corte pra doação, é isso? Sim, sim. Ela ela tinha um cabelo na cintura, ela chegou a cortar, que o sonho dela era doar, só que a gente não conseguiu encontrar o lugar, né, para poder doar. E aí, conversando com o pessoal que pode trazer o cabelo. Nossa, ela vai ficar muito feliz que a gente guardou o cabelo dela até hoje para poder doar. Novo visual seu também aprovado. Ah, super, super, super aprovado. Amei. A Júlia acompanhou a sogra Marisa, que vai começar o tratamento paliativo contra um câncer de laringe e resolveu doar os cabelos para quem está enfrentando a mesma batalha. A gente veio que começar o tratamento paliativo, aí ela viu uma moça cortando e quis também tomou essa iniciativa de fazer o corte já que ela falou assim: "Agora eu criei coragem e vou cortar". E aí você tá acompanhando aqui dando apoio? Isso. Eu tô só acompanhando, não quero não. Mas o que que você achou da iniciativa dela, né, de sensibilizar também com a causa e doar esse cabelo também para outras mulheres? Ah, eu achei bonito e é uma coisa que ela quis. Ela falou assim: "Eu vou guardar, vai que um dia vai ser a minha de novo, para utilizar o meu próprio cabelo". Aí você, ah, então vamos lá cortar atitude corajosa, bem corajosa. Toda essa ação aqui no HC da Unicamp conta com a ajuda de voluntários, desde os profissionais que fazem os cortes de cabelo até as pessoas que doam além do cabelo, tempo também para essa ação acontecer. A logística para entrega aos pacientes e confecção das perucas também conta com uma corrente do bem e com a ajuda do tio fininho. Isso. Nós temos uma ONG a combinando do bem que o intuito é a informação do diagnóstico precoce de criança infante juvenil e apoiar as crianças. E dentre esses projetos nós unimos a solidariedade com as mechas de esperança e esses cabelos em parceria com vários hospitais como é o HC da Unicamp. tem a doação, a gente vem, recolhe, vai pro fio da alegria, que é nossa parceira, transforma em peruca e eles voltam. E aí é doado pros pacientes, tanto em tratamento oncológico quanto em algum outro tratamento que os cabelos caem. Aí você participa dessas ações também de entrega, é isso? Isso. As entregas num raio de 500 km a combinando bem muitas vezes está presente. E nas regiões mais distantes do Brasil, a gente faz de outra forma, inclusive o Fio da Alegria, que viaja um pouco mais nessa questão dos cabelos, ele faz a entrega da peruca para nós e simbolizando todas essas pessoas que doam seus cabelos, que a gente fala que doar o cabelo também é como se fosse doar um órgão, que quando você fala em doar um gesto de amor, doando um pedaço de si, a gente considera que o cabelo também é um órgão muito especial para quem precisa tanto de um uma esperança de um cabelo, de uma peruca nova até o tratamento finalizar. A voluntária Mariane fundou em 2014 o projeto Fio da Alegria, após perder um sobrinho com leucemia súbita e dois meses depois passar pelo mesmo hospital de câncer infantil para acompanhar o tratamento da filha de 2 anos que se recuperou. Ela então aprendeu a confeccionar as perucas e uniu outros voluntários. Então, para fazer uma peruca dessa, a gente precisa de 250 g de cabelo já limpo, já tecido, né? E para juntar 250 g não é de só de um doador, né? São vários doadores que vão doando. A gente vai guardando os cabelos iguais, o mesmo tecido, da mesma cor. A gente vai juntando para fazer a tecelagem. A gente vai faz 8 m de tecelagem e depois é passada a tecelagem pra touca. E aí que forma a peruca. E aí quando a paciente recebe é como que é ver esse retorno, essa alegria, né, de quem recebe essa doação? É a autoestima. né? A gente vê a felicidade de pessoas que não saiam de casa, começam a sair, adolescentes que não vão pra escola, quando põe a peruquinha, anima a ir pra escola. Ajuda muito no tratamento, né? Autestima é tudo, né? Depois elas vão no salão, faz o formato, faz a franja, faz o que é o o corte da peruca do rostinho dela, né? A gente tenta deixar várias perucas nos bancos para elas poderem chegar e experimentar qual se adapta melhor com o rostinho dela. Para doar, o cabelo tem que estar limpo e seco, com pelo menos 20 cm de comprimento. Rafael, mestrando da Unicamp, deixou o cabelo crescer por 3 anos para fazer a doação. E eu recebi a ação pelo e-mail aqui institucional que a gente tem na Unicamp. Uma amiga também me enviou para confirmar duas vezes, né? E aí, como eu já tinha em mente essa doação, o cabelo tá crescendo há uns 3 anos mais ou menos, era hoje, né? Tinha que vir. E aí, p cortei e espero doar para alguém eh essa segunda vez já, né? A segunda vez que você já faz a doação, então isso, isso. A primeira foi pelo Cabel Alegria lá em São Paulo. E como eu descobri agora que aqui recebe também, já sou dor de sangue aqui, cadastro na medula óssea, terminar esse trio, né, de doação. Bom, então 3 anos, cabelo crescendo, rendeu bastante a doação, mostra pra gente. Acho que sim, né? Espero que tenha sido suficiente para manter, né, fazer esse projeto acontecer. O Hospital de Clínicas da Unicamp é um dos poucos pontos permanentes de arrecadação de mechas de cabelo na região. Desde 2021, foram mais de 4500 doações que ajudaram na produção de cerca de 500 perucas para pacientes de todo o país. É uma central de captação desde 2021 aqui no HC, né? E as pessoas vendo doar, manda por correio. Então a gente tem todo um trabalho já há anos e essas pessoas sim doam sem receber nenhum incentivo, né? Não precisam do incentivo para para vir. Então doam pela causa mesmo. Doam pela causa para fazer o bem e sempre sem olhar a quem. Eh, a gente fez toda a programação do evento, o projeto, fizemos o intermédio aí com vários eh além dos voluntários que estão aqui presentes hoje, a gente tem voluntários por trás disso. Então, a gente tem os patrocinadores, então a gente conseguiu locação de cadeira com uma empresa de locação. A gente conseguiu toda a parte de arte gráfica, toda a parte de criação com uma agência daqui de Campinas a solo e que sempre apoia a gente. O Saltine do McDonald's sempre apoia a gente. Então assim, e o Instituto Altaia também que doou as tendas e as camisetas. Então só isso é possível graças a também à ajuda de todos esses esses apoiadores, nossos e os voluntários. Vamos com as notícias do legislativo. O preço dos combustíveis segue como uma das principais preocupações do brasileiro e também entra no centro do debate político. Os vereadores aqui em Campinas discutiram os fatores que têm pressionado os valores nas bombas e os reflexos deste cenário na economia. Por iniciativa da vereadora Fernanda Solto, a Câmara realizou um debate sobre o aumento no preço dos combustíveis no Brasil. A discussão aconteceu durante a primeira parte da 14ª reunião ordinária para analisar os impactos da alta do petróleo relacionada aos conflitos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que pressionam o mercado global e refletem no bolso dos consumidores. Nós trouxemos esse debate aqui pra Câmara pra gente entender de fato o que que tá relacionado e o que que é só especulação, o que que são interesses políticos envolvidos. E é uma questão importante que nós trouxemos aqui. A Petrobras, a despeito de toda essa oscilação do preço do petróleo internacionalmente, a Petrobras manteve o preço do diesel no Brasil relativamente estável, absorvendo então esse aumento da do dos preços sem repassar para as distribuidoras e revendedoras. E com relação ao preço da gasolina, não teve aumento nenhum. do diesel foi um aumento eh foi teve um aumento recente de 11%, porém durante todo pelo menos os últimos 500 dias, um preço estável, né? Importante a gente lembrar também que nós temos um outro conflito em andamento que também impacta nessa questão do preço de combustíveis, que é a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Durante o encontro, foram debatidas medidas adotadas para conter os impactos da alta, além das consequências das privatizações no setores de refino e distribuição de combustíveis. Apesar eh desse desse preço relativamente estável, algumas regiões do Brasil, inclusive aqui no estado de São Paulo, relataram o aumento do preço dos combustíveis na bomba de 20 a 30%. E quando nós vamos verificar na realidade o que tá acontecendo, isso é um impacto das privatizações que foram realizadas no governo Temer e Bolsonaro de refinarias e da BR distribuidora. O que que aconteceu quando esses governos eh entregaram esse patrimônio público para a iniciativa privada? o estado perdeu o controle de parte importante sobre a cadeia produtiva do combustível eh nacionalmente. Então, as refinarias privatizadas, por exemplo, apesar dessa crise da necessidade de combustíveis, né, do aumento da produção de combustíveis internacional e nacionalmente, as refinarias privatizadas estão trabalhando só com 60% da sua capacidade. Representantes do Sindicato dos Petroleiros e a vereadora Mariana Conte também participaram do debate. Eu acho que é muito importante esse debate, porque isso afeta diretamente a vida das pessoas. Nós estamos falando de uma flutuação no preço internacional do petróleo, o que tem um afeta diretamente a vida, né, o cotidiano, a economia. A gente já tá sentindo, embora a gente saiba que as causas não são exatamente uma consequência, né? Existe muito ataque especulativo, foi o que foi dito aqui, mas é uma flutuação, é uma questão. Nós, a a Magda Chambriarte, presidente da Petrobráas, ela estava a eh publicou ontem que a gente estava verificando pelo menos seis navios com mais de 300.000 1000 m³ de diesel cada um que vieram pro Brasil importado pelas pelas distribuidoras brasileiras, não pela Petrobras, mas que tiveram a sua rota desviada porque foi revendida a carga. Então, quando a gente pensa em algo eh que tem a lógica do capitalismo, né, tem a lógica do capitalismo, a população não tá na no plano. O plano é o lucro, né? Então, quando você pode revender esse diesel, que poderia estar abastecendo o Brasil aqui para fora com lucro maior, elas vão fazer isso e ao mesmo tempo você cria um desabastecimento, já que a gente depende de 20% desse diesel e os preços vão subir. Projetos voltados à causa animal avançaram aqui na Câmara de Campinas. A Comissão de Educação e Esporte deu parecer favorável às propostas, entre elas a que cria o Dia Municipal em memória aos animais vítimas de maus tratos. A Comissão Permanente de Educação e Esporte da Câmara de Campinas aprovou parecer favorável a 17 projetos de lei durante a reunião realizada nesta semana. Entre eles está a proposta do vereador Herbert Ganém, que cria o dia municipal em memória aos animais vítimas de maus tratos. A data deve ser celebrada em 4 de janeiro e homenageia animais que perderam a vida por crueldade, além de reforçar a importância do combate aos maus tratos. O projeto também faz referência ao caso do cão comunitário Orelha, que teve repercussão nacional com essa alta de violência aqui e na no Brasil, né, na violência contra os animais. A gente teve caso recente aí do do cachorro lá que os adolescentes mataram. Então parabenizar aqui ao vereador Éber Caném. Nós sabemos que tá longe ainda eh de ser sanado esse problema, mas é um passo importante aqui paraa Câmara Municipal de Campinas. Eh, a gente tá fiscalizando sempre o DPB aí. Quero aqui cumprimentar também a Carol que tem um belo trabalho em Campinas que resgata os animais de rua, Carol que tem um instituto aí amor e bicho. Então parabéns Carol aí. Ela sim faz um trabalho verdadeiro e tem que ser reconhecido pela Câmara Municipal de Campinas. Outro projeto com parecer favorável institui o Dia Municipal do Sandá, uma modalidade do kung fu, também conhecida como box chinês. A comemoração deve ser celebrada no dia 26 de novembro. Os demais itens da pauta tratam da denominação de ruas, praças e espaços públicos da cidade. Teve bastante projeto hoje da volta no final de semana, né? Mas o nosso objetivo aqui é trabalhar por Campinas e dar celeridade aí pros processos da Comissão de Educação Esporte do Estado de Campinas. O vereador Hbert Ganém quer alterar a Lei 15.339 339 de 2017 sobre o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos de Campinas. O vereador Herbert Ganém quer acrescentar um artigo na lei de 2017 sobre o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos do Município e utilizar coleiras refletivas como forma de identificação de animais comunitários que já tenham passado por procedimento de castração com o objetivo de promover mais segurança, organização e proteção animal. Essa ideia surgiu no Instagram. Eu estava um dia, olhei no Instagram, apareceu um vídeo de Canoas, Rio Grande do Sul, onde lá prefeitura da cidade começou a distribuir, né, as colheiras e verdinhas ali, né, que refletem quando bate uma luz. Você vê de longe, né? Achei interessante aquilo, vou trazer para Campinas também, achei importante aquilo e apresentei a proposta aqui na casa para que os animais comunitários estejam, né, e coloquem nele neles essa coleira e que reflete, né, que fique de longe, você já vê o animalzinho. O vereador diz que o caso do cão orelha não pode cair no esquecimento e este projeto vem a tentar garantir mais direitos a esses cães que um dia foram abandonados, mas que hoje fazem parte de uma comunidade. Esses animais comunitários, eles vivem na rua, infelizmente, não tm os seus lares, foram abandonados e tem aí algumas pessoas que também não conseguem ter um animal em casa, mas ele cuida daquele animal na frente da sua casa, né? protetores vão até ao local que esses animais ficam, né, e dão alimento, dão água. Então ele acaba se tornando um animal da comunidade, né? A comunidade alimenta eh esse animalzinho. Eu gosto muito de lembrar esse caso para não para não cair no esquecimento, o caso do cãozinho orelha. Era um animal comunitário, eh não teve eh ninguém não teve seus direitos garantidos, né? foram lá, mataram esse cachorro, fizeram a maior barbaridade com ele e no final não deu em nada na justiça. Tá até aí hoje rolando. A gente precisa criar mais leis que protejam, né, os animais comunitários e essa da coleira ajuda os animais a serem identificados também para vocês não acharem assim: "Ah, esse animal apareceu do nada aqui não, esse animal faz parte daquele daquela comunidade naquele local, tem que ter o seu respeito e também de identificação também dele e de longe também, né? E olha só, projeto de lei do vereador Rubens Gás exige informação clara sobre injeções para emagrecer em clínicas de estética aqui em Campinas. O projeto de lei do vereador Rubens Gás dispõe sobre a obrigatoriedade de transparência, consentimento e observância das normas sanitárias na utilização de produtos injetáveis para emagrecimento em clínicas de estéticas em Campinas. O projeto prevê informações como nome do produto, princípio ativo, número de registro ou autorização da Anvisa. Esse projeto foi protocolizado devido a fatos já ocorridos de pessoas que vieram a falecer com esses produtos vigetáveis para emagrecimento. O parlamentar reforça os riscos e efeitos adversos, as contraindicações, também as limitações do tratamento. Devem ser informados a identificação e o registro profissional do responsável pela aplicação. é através da informação ao paciente, porque muit das vezes pela maneira foita, por complexo, por querer emagrecer, as pessoas hoje estão entrando numa onda, né, de produtos injetáveis e é necessário que saibam da onde é oriundo esses produtos, necessário que haja o órgão regulador da Anvisa. Ainda, segundo o autor do projeto, é importante destacar que a proposição não cria normas técnicas de saúde, também não invade a competência da União ou do Estado, não regula medicamentos e não autoriza substâncias, além de não alterar critérios de registro sanitário. O intuito nosso é que que as pessoas possam cada dia mais se conscientizar, né, e que haja uma transparência nas informações. Isso é básico do projeto. As pessoas, elas têm que não pode partir de forma afoita, trêslocada, porque eh esse intuito, esse desejo de emagrecer, às vezes ele ele tá acima da própria saúde, então eles correm o risco e nós sabemos de produtos que veio de outros países que causaram todo esse dano, perdendo vidas no nosso país. Em reunião solene, Câmara de Campinas entrega diploma de mérito médico Dr. Deferino Vas, a especialista em cirurgia da cabeça e do pescoço. Confira como foi. Por iniciativa da vereadora Débora Palermo, foi entregue o diploma de mérito médico Dr. Zeferino Vaz a José Francisco de Sales Chagas. Natural do Rio de Janeiro, residente em Campinas desde a infância, o homenageado se formou em medicina e se especializou em cirurgia geral e cirurgia de cabeça e pescoço, função que exerceu por 17 anos como assistente no Ministério da Saúde desde 1982. A vereadora justificou a entrega. Dr. José Francisco é um exemplo de profissional que alia competência, dedicação e amor à medicina. Sua contribuição ultrapassa os muros da universidade e do hospital, alcançando toda a comunidade campineira. Por isso, é com grande alegria que celebramos a concessão do diploma de mérito médico Dr. Zeferino Vaz, de minha proposição e aprovado por esta casa em reconhecimento a sua trajetória brilhante e ao impacto positivo que deixou em nossa cidade. Esta homenagem é um reconhecimento do meu mandato e também de gratidão da cidade de Campinas a um homem que dedicou sua vida a salvar vidas e a formar profissionais comprometidos com a saúde e com o bem-estar da população. Um vídeo foi exibido em homenagem a José Chagas, que posteriormente agradeceu a honraria recebida. Primeira, meu nome é Fernanda Saiag, aluna do Dr. Chagas, esse grande cirurgião de cabeça e pescoço que impressiona a todos com as suas técnicas e a sua forma de ensinar. Com ele, toda cirurgia e discussão de caso é uma possibilidade real de aprendizado. Quando a gente pensa na palavra orientador, a gente vai estudá-la, ela vem lá do latim, ela significa aquele que aponta o rumo do Oriente. E é isso que ele faz com seus alunos e orientandos. emocionado, sem dúvida, bastante, porque quando as pessoas reconhecem teu trabalho, é realmente a glória é a sua eternidade, né? A eternidade nossa não tá no espírito, não tá não sei aonde, não tá no se tá naquilo que a gente deixa. E eu deixo duas famílias fantásticas dos meus dois filhos, né? Um agradecimento aqui pra mãe deles, que soube também em conjunto criá-los de uma caráter e de uma personalidade de gente do bem. Consequentemente as mulheres deles acompanham o mesmo caminho porque senão não estariam juntos até hoje, né? Finalizando, muito obrigado, vereadora, muito obrigado a sua assessoria, o João, a Margarete, que são pessoas fantástica também. Bom, e hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária à 15ª do ano. A partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar os oito projetos que estão na pauta. Entre eles está em análise final de autoria do poder executivo, o que institui a gratificação por regime especial de trabalho para servidores que atuam como condutores de veículos e máquinas em condições diferenciadas de jornada. O texto altera uma lei complementar de 2014. De acordo com o projeto, a gratificação pode ser concedida a servidores que exercem as funções com cargo horária superior a 36 horas semanais, incluindo a atuação em períodos noturnos, fins de semana e feriados, além de disponibilidade para atendimento fora do expediente regular. Para você ficar muito bem informado, conferir a pauta completa e as outras reportagens, é só entrar no site da Câmara, no campinas.sp.lege.br. lege.br. Bom, a gente segue aqui com o jornal Câmera Notícia porque olha só, um estudo do CEPAGRE, o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura, desenvolveu uma ferramenta que calcula emissão de carbono em lavouras de café, com o objetivo de promover um manejo sustentável, sem reduzir níveis de produtividade e rentabilidade. Tema que você confere a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. Olá, seja bem-vindo a mais um Giro Ambiental. O café é uma das culturas mais importantes do Brasil e também um dos produtos agrícolas mais presentes na mesa dos brasileiros. Mas assim como outras atividades agrícolas, a produção também gera emissões de gases de efeito estufa. Pensando em tornar essa produção mais sustentável, pesquisadores do CPAGR da Unicamp desenvolveram uma ferramenta capaz de calcular a emissão de carbono nas lavouras de café. E para explicar como essa ferramenta funciona e quais impactos ela pode trazer para café e cultura, eu converso agora com o pesquisador do CPAGRE, João Paulo da Silva. João, seja bem-vindo ao Giro Ambiental e muito obrigada. Eu agradeço. Eh, bom dia a você e a toda audiência e paraa gente é uma satisfação poder difundir esse esse importante trabalho que a gente desenvolveu dentro da Unicamp, certo? Eh, João, para começar, conta pra gente como que surgiu a ideia de desenvolver essa calculadora de carbono pra produção de café. Legal. Eh, a gênese dessa ferramenta, ela veio de outras frentes que a gente já explorava eh numa parceria entre Unicamp e Embrapa, Agricultura Digital, para monitor eh para criar métodos e ferramentas para monitorar a a estimativa de emissões de gás de efeito estufa em atividades agropecuárias. Então, a gente começou esse trabalho eh inicialmente em 2011 com uma ferramenta para eh agropecuária, que ela automatiza uma metodologia para eh que cria regras para quantificação dessas emissões. Então, a gente desenvolveu essa ferramenta para atividades agropecuárias em geral, depois uma ferramenta para florestas e a partir do crescimento, do interesse dessas ferramentas, uma cooperativa de caféicultores, né, a Coxupé, eh nos procurou pra gente poder também desenvolver uma versão desta ferramenta especificamente para a caficultura, que é aí a o cultivo de interesse e de grande importância econômica para ele. João, na prática, como essa ferramenta funciona? Essa ferramenta, ela funciona, eh, a gente tentou desenvolver de forma mais simples possível para diminuir o desafio de quem tá no campo, sejam produtores ou técnicos para aplicação dessa dessa metodologia. Então ela ela funciona eh pela inserção de informações da atividade agrícola que extensionistas e produtores conhecem, como a aplicação de adubo nitrogenado sintético, a o consumo de combustível, o padrão de uso e mudança de uso do solo dessa dessa propriedade. Então, com esse tipo de informação, a gente consegue alocar as emissões de cada uma dessas categorias em escopos, que esses escopos eles dizem respeito à responsabilidade sobre essas emissões. Então, existem emissões que são de responsabilidade do produtor, que são oriundas das decisões tomadas dentro da lavoura. Existem emissões que são relacionadas à compra de energia para o funcionamento dessa atividade econômica e existem outras emissões que dizem respeito à cadeia eh de valor que envolve eh a fabricação de insumos que são aplicados dentro da lavoura até o transporte dessa dessa produção. E também um ponto importante do estudo foi analisar o carbono armazenado no solo. É, porque essa parte é tão importante para entender o impacto ambiental na café e cultura. Exatamente. Eh, o carbono no solo, ele é a contraparte das emissões que a gente que a gente consegue contabilizar na propriedade. Então, a aplicação de adubos nitrogenados sintéticos, o consumo de combustível, ele gera emissões para a de gás de efeito estufa para a atmosfera. E uma forma de deixar a atividade agropecuária eh de forma sustentável é a gente quantificar o quanto desse carbono ele é mitigado e estocado no no solo. Daí a importância da agropecuária para a sustentabilidade e para combate às mudanças climáticas, certo? E como essas informações também podem ajudar o produtor rural no dia a dia? Eh, de que forma a ferramenta contribui eh para um manejo mais sustentável, sem reduzir a produtividade desse produtor? Muito interessante essa pergunta. Eh, a metodologia ela eh prevê a gente identificar essas fontes de emissões e além de identificar essas fontes de emissões que são mais sensíveis, são mais altas, a gente a partir disso consegue identificar oportunidades de mudança do paradigma produtivo para paradigmas mais sustentáveis, por exemplo, com a substituição de adubos nitrogenados sintéticos por eh opções eh alternativas, né? E com com isso, eh, o produtor consegue, além de reduzir o seu o seu custo, ele consegue aí fazer essa contribuição paraa redução da da mudança climática que é promovida pelo aumento da concentração desses gases de efeito estufa na atmosfera. E um outro benefício que se que a gente também pode elencar é que com o aumento da matéria orgânica nesse solo, a gente aumenta também um um uma propriedade do solo, que é a capacidade do solo de trocar CS, que é a CTC. E isso promove a redução da necessidade de inserção, de aplicação de de novos adubos. Aumenta a disponibilidade dos nutrientes que já estão no solo para absorção pelas plantas. Isso reduz o custo. E um ponto interessante também do estudo é que o manejo sustentável ele pode até melhorar a qualidade da bebida, né, do café. Como que isso acontece? Então, eh essa parte ela tem a ver também com a maior disponibilidade de nutrientes, que aí a planta consegue ter todos os seus processos fisiológicos aí suprido com as suas necessidades e isso se reflete na qualidade do fruto e na qualidade da da bebida, certo? E agora que a ferramenta foi desenvolvida, quais são os próximos passos? Ela já tá sendo usada pelos produtores? Essa ferramenta, ela foi desenvolvida numa parceria com uma a cooperativa de café cultores de Guachupé. Então, a própria cooperativa eh está fazendo a aplicação desse dessa metodologia, dessa ferramenta com seus produtores, mas quem faz essa aplicação são os técnicos extensionistas. Então, é uma parceria onde o produtor ele não vai ter que necessariamente, nesse caso, eh fazer a aplicação da ferramenta. A gente forneceu treinamento para os técnicos e os técnicos estão coletando essas informações para que depois elas sejam agregadas e analisadas como um conjunto de produtores, porque essa cooperativa ela tem eh milhares de de produtores que que fazem parte, né, dessa dessa associação, desses que são os cooperados. e a gente vai eh está aplicando sobre um recorte desses produtores para analisar o impacto que eles têm hoje e a partir daí traçar metas de eh ampliação da sustentabilidade dessa produção. E além do café, essa ferramenta podeer pode ser usada em outras produções, outros meios de produção? Sim, essa ferramenta especificamente a gente desenvolveu pro café, mas nós temos versões para pecuária, para que funcionam de eh com uma uma ferramenta só, que é a versão para pecuária, soja, milho, feijão, arroz, trigo. E temos também uma ferramenta para eh florestas que aí a gente vai consegue contabilizar espécies madeireiras, espécies e espécies frutíferas. E também um ponto eh importante que você citou já um pouco sobre o carbono, né? No caso é quando se fala da emissão do carbono, isso é quais fatores que entram na conta? eh, principalmente a mudança de paradigma produtivo dessa dessa produção. Então, quando a gente eh faz a transição, que é a supressão de uma mata nativa para uma produção agrícola, eh qual seja, a gente promove a perda desse desse carbono do sistema. Então, existe uma emissão que está relacionada à decisão de suprir essa essa eh essa vegetação nativa. Mas quando a gente faz, por exemplo, a conversão de um sistema de cultivo convencional para um plantil direto, por exemplo, a gente tem uma alteração nessa dinâmica na taxa de emissão ou de remoção desse desse carbono na atmosfera. E esses valores eles podem ser tratados de forma mais abrangente, ou seja, um fator que ele consegue atender vários vários tipos de transição e várias eh alterações da dinâmica desse desse cultivo, mas que não são tão precisos. Mas a gente pode fazer, ter fatores até em escala de campo muito detalhado, que aí necessitaria ser feito um trabalho bastante específico com pesquisadores especialistas na área. Então a gente tem camadas de detalhamento que a gente pode contabilizar esse carbono, mas que isso tem a ver principalmente com o paradigma produtivo, né, que são eh plantil direto, cultivo convencional, cultivo consorciado e e entre outros. Certo, João? sobre a pesquisa, tem algo que eu não te perguntei que você queira acrescentar? Sim. Eh, esse método nós desenvolvemos e nós atualmente estamos trabalhando na nas publicações que serão submetidas a revistas eh científicas com revisão por pares para a gente conseguir validar eh cientificamente eh esses dados que nós que nós levantamos para poder disponibilizar isso também para avanço da literatura de científica sobre o tema que tem crescido muito eh de alguns anos para cá. sempre foi um tema de de preocupação dentro da ciência, mas isso agora eh está em uma esfera econômica e com impacto mais direto à sociedade. Então isso é muito importante que a gente faça esse essa comunicação com a comunidade científica pra gente atestar o nosso trabalho e promover novos experimentos, certo? Perfeito, João. Eu agradeço a sua participação aqui no Giro Ambiental pelas informações que você passou pra gente sobre essa ferramenta tão importante. Eu que agradeço interesse e seguimos à disposição paraa colaboração. Certo? Qualquer novidade sobre essa ferramenta, você pode estar convidado para voltar aqui e conversar com a gente. Muito obrigado. Bom dia a todos. Agora você acompanha as novidades do meio ambiente e eu fico por aqui. Até o próximo giro ambiental. Pesquisadores em expedição na Estação Ecológica Rio Acre registraram um fenômeno raríssimo, o encontro de dois exemplares de palmeira albinos. A descoberta intriga a ciência por ser o primeiro registro de albinismo para esta espécie na literatura especializada, conforme aponta a professora Rita Portela da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que estuda o tema há 20 anos. O fato de as palmeiras não possuírem clorofila significa que elas são incapazes de realizar fotossíntese para produzir o próprio alimento. Embora ainda sejam indivíduos pequenos, os pesquisadores notaram que eles já estão desconectados do fruto, o que indica que as reservas iniciais de energia da semente já não são a fonte principal de nutrição da planta. O destino dessas palmeiras fantasmas agora é o foco do estudo. O próximo passo da equipe é os exemplares para descobrir por quanto tempo conseguirão sobreviver e como será a evolução biológica, uma vez que o albinismo total em plantas costuma ser fatal por conta da ausência de energia. Semana de tempo estável, então para amanhã, quinta-feira, o sol aparece durante todo o dia. pouca nebulosidade e não tem previsão de chuva. A temperatura segue alta para este início de outono. Olha só, mínima de 20º. Ao longo do dia, essa temperatura sobe, podendo chegar aos 30º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária, a 15ª do ano. São oito projetos que os vereadores vão discutir e votar. E nós nos encontramos amanhã na quinta-feira. Até lá. Ciao. Ciao.
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