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A Secretaria de Saúde de Campinas publicou o primeiro alerta de arboviroses de 2026, identificando 29 bairros do município sob o alto risco de transmissão de dengue. Diante do cenário, a prefeitura intensificou o combate ao mosquito a ETS Egipt, vetor que também é responsável pela disseminação do zicavírus e da chicungunha. O alerta, ele tem três objetivos principais. O primeiro objetivo é a comunicação com a a população, com a sociedade e transparência, alertando para quais bairros existe o maior risco de transmissão e aonde as equipes estão atuando de maneira mais intensa. O segundo objetivo é para comunicar a população de que as nossas equipes estão nesses territórios, vão fazer os trabalhos e pra população ter certeza de que pode abrir a porta, pode receber os agentes, que a gente vai fazer um trabalho ali em toda essa região. E o terceiro objetivo principal é o objetivo que se refere a chamar a população, convocar essa população a atuar junto com o poder público no combate ao mosquito. As regiões norte e suleste são as que mais possuem mais áreas com alto risco de transmissão da doença com sete cada. E elas são: Vila Itália, Vila Prose de Souza, Vila Teixeira, Vila IAPI, Jardim Magnólia, Jardim do Vovô, Residencial Parque Bandeirantes e já na região Suleste, o Jardim São Gabriel, Jardim São Vicente, Vila Formosa, Jardim Bom Sucesso, Jardim Centenário, Fundação Casa Popular e o Parque Industrial. Todos esses bairros estão com risco de transmissão. Os bairros que fazem divisa no entorno desses bairros, que não estão nominados, mas que estão ali eh no entorno desses bairros, também existe esse risco. E a gente traz destaque a dois deles, que é o Fundação Casa Popular e o Parque Industrial, por ter uma alta pendência, ou seja, as equipes vão trabalhar nesses territórios, mas a população tem uma certa dificuldade de receber o agente. Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das casas. Por isso, é importante que a população receba os agentes que estão trabalhando nos bairros. A gente faz um apelo à população de que a gente precisa que esses agentes entrem nas casas para que eles consigam tirar os criadores e remover esse risco. No caso da pessoa não estar em casa, ela pode, sabendo que esses bairros estão em alerta, tomar os cuidados. 10 minutos por semana vai fazer diferença. Procurar lugares onde pode acumular água e eliminar esses criadores para o mosquito não nascer. Na casa da dona Maria de Fátima, a situação está controlada porque ela toma todos os cuidados necessários. Se todo mundo fizesse a parte, não teria dengue, né? Mas limpar seus quintais com água, eh, no prato com os furinhos, como como você vê aqui, né? Tudo é desse jeito e graças a Deus nunca teve, nunca houve esse problema. Então eu acho muito importante. Diferente da dona Maria de Fátima, o Luciano já pegou a doença mais de uma vez e sabe da importância dos trabalhos dos agentes. Sentindo na pele é complicado, né? Ah, na verdade, né? Se todo mundo fizer um pouquinho, ajuda bem. A gente aqui em casa aqui, a gente toma as medidas, né? Que todo mundo vai informando, a gente vê em mídia, ó, faça isso, faça aquilo, a gente vai fazendo, né? para não prejudicar nem a gente, nem os vizinhos também, né? Porque se pega um, pega todo mundo, aí é complicado, né? Em caso de dúvida sobre a identidade dos profissionais, o telefone 156 atende de segunda a sexta-feira. Já nos fins de semana e feriados, o contato é com a Defesa Civil pelo 199. As orientações principais é ficar de olho em lugares que possam acumular água. O mosquito, ele é um mosquito muito bem adaptado ao meio urbano. Então, ele vai procurar lugares onde um pouquinho de água, ou mesmo que não tenha água ainda, mas que possa vir a ter com uma chuva, ele vai botar os ovos. Os ovos vive por até um ano, mesmo sem água. E daí se tiver uma chuva e aquele local tiver água, o mosquito vai conseguir se desenvolver. Então, tomar cuidado com vaso de planta, remover o pratinho, calhas, caixas d'águas. A caixa d'água tem que ser telada, as calhas precisam ser limpas, tirar areia, tirar eh folhas que possam acumular. Ralos que não são utilizados ou vasos sanitários também devem ser tapados ou fechados. Com todos esses cuidados, um olhar atento para dentro da casa, que é onde tem 80% dos criadores do mosquito, a gente vai conseguir enfrentar esse mosquito.