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Feirão do Instagram na prática abre o ano do empreendedorismo feminino em Campinas. No giro ambiental, conheça alternativas sustentáveis para o gasto intenso de água com uso da inteligência artificial. Olá, boa tarde. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta quarta-feira, 7 de janeiro de 2026. Feliz ano novo para você que está nos acompanhando, já que eu retorno hoje de férias e nós vamos juntos durante todo este ano. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp 19 ao nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto, só digitar lá 97829377. E aí você pode mandar o seu elogio e uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, que a gente conversa ao vivo no dia de hoje, mas durante todo o ano de 2026. E olha só, estão abertas as inscrições para o curso oferecido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres chamado Feirão do Instagram na Prática. Então, sobre a data, o horário, onde ele vai acontecer, o que vai ser oferecido, eu aciono a repórter Cassene Alves, que da prefeitura tem as informações. Seja bem-vinda e feliz ano novo, C, já que estou retornando hoje. Olá, Gabriel, boa tarde para você, para todo mundo que nos acompanha e um feliz ano novo para você. Olha só, é realmente essa é uma oportunidade, é uma iniciativa muito importante para as mulheres empreenderem aí no digital. Elas vão aprender do zero a utilizar essa ferramenta, o Instagram de uma forma profissional. Quem vai passar as informações pra gente, ao meu lado está a secretária de políticas para as mulheres, Alessandra Herman. Uma boa tarde, Alessandra. Obrigada pela sua participação. As inscrições estão abertas, vão até o dia 18, né? Mas como que surgiu essa iniciativa para essas mulheres? Boa tarde. Boa tarde a todos. Essa iniciativa surgiu durante o recadastramento das mulheres que fazem parte do programa Feira da Mulher Empreendedora. Quando elas eram questionadas que tipo de formação ou que tipo de capacitação elas gostariam de ter? Quase que por unanimidade elas pediram eh marketing nas redes sociais, porque elas não querem ficar dependendo só da feira para vender os seus produtos, né? Elas querem aprender a digitalmente também comercializar o que elas produzem. E essa iniciativa, então, ela não é focada apenas para as mulheres da feira, ela é aberta ao público em geral. Exatamente. A demanda surgiu durante o recadastramento, mas a gente entendeu que isso pode ser aberto para qualquer mulher de Campinas que tenha esse mesmo interesse. E não necessariamente a pessoa ela precisa já ter a uma ocupação, ela não precisa ter essa essa profissão como vendas, por exemplo, né? Ela pode adquirir também essa experiência no momento que ela aprender ali no curso, né? E na prática como que vai ser, Alessandra? Exatamente. Vai ser um curso bem interativo. Elas vão aprender do zero. Mesmo as que ainda não tm Instagram podem participar, porque elas vão estar fazendo junto com a palestrante o passo a passo. Então, desde abrir essa ferramenta e entender como ela funciona, como você posta, como elas podem, eh, acionar as ferramentas de venda disponíveis gratuitamente no Instagram. Então vai ser um curso assim que vai ser o babá mesmo no funcionamento. Às vezes a pessoa ela já tem, né, uma ocupação, ela já vende ali no Instagram, tenta vender, né, ou melhor dizendo, posta algumas coisas, mas não sabe de fato como impulsionar. Pode até tá perdendo venda por conta disso, né? Então esse é o objetivo principal. É exatamente porque, por exemplo, eh, as mulheres que fazem parte da feira, elas não querem ficar sujeitas a só vender nos dias de feira, porque elas podem estar adoecidas, pode estar chovendo, po, e a e se você depender só disso, é muito complicado. Então, assim, por isso que a gente tá partindo para esse outro lado do Instagram. Existe um projeto nosso de criar uma plataforma para que essas mulheres possam vender os seus produtos também, mas se elas conseguirem fazer isso de forma autônoma, vai ser muito mais interessante e mais benéfico para elas. Perfeito. E Alessandra, o curso ele é de um dia só no dia 19, né? Exatamente. São 2 horas de curso no dia 19. As inscrições podem ser feitas até o dia 18. Existe um número limitado de vagas, então são 100 vagas. O link de inscrição está na bio da nossa do nosso Instagram da secretaria. Eh, e é isso, são 2 horas de duração e depois elas recebem um certificado. Como que funciona? Exatamente. Vai ser entregue um certificado no final do curso para que elas possam anexar isso ao currículo delas também. Isso vai ser muito importante mesmo, né? porque elas podem adquirir essa experiência, podem utilizar essa ferramenta, né, profissionalmente aí falando, algumas não t, outras que já t, então para elas é importante entrar no mundo digital, porque o Instagram é uma ferramenta aí que tá para todo mundo e essa é a tendência agora daqui pra frente, né? Exatamente. Não tem como fugir disso. Então elas têm que estar atualizadas e nós como secretaria estamos entregando o que prometemos, né, que é escutar quais são as demandas da população e tentar ajudá-las da melhor forma. E essa é uma das ações, né, secretária? Uma das ações. Vem muito mais aí agora em 2026. Então o ano já começou bem para elas, né, e para vocês aqui da secretaria. Exatamente. Acelerado. Já começou. Então recapitulando as inscrições até o dia 18. pelo site que tá no perfil da secretaria, está na B do Instagram e o curso acontece no dia 19. Exatamente. No dia 19 no salão vermelho lá da Prefeitura de Campinas às 6:30 da noite. Às 6:30. Importante salientar isso porque senão elas vêm aqui pra Casa da Mulher Campineira, onde nós estamos, a Secretaria da Mulher. Porém, não, pessoal, o curso vai ser lá no Passo, no salão vermelho, tá certo? Então, secretária, muito obrigada pelas suas informações. Tá aí então, Gabriel, olha só, oportunidade muito importante para as mulheres, lembrando, como a secretária disse, não somente para as mulheres que fazem parte aí da feira, mas está aberta, né, as as inscrições estão abertas para todas as pessoas, todas as mulheres que desejam aprender do zero ou então ter essas informações mesmo, né, uma base para aprender usar o Instagram de uma forma profissional. O curso é 100% gratuito, 100% na prática e ainda tem o certificado. Então, lembrando, relembrando, né, as informações estão no portal da prefeitura e também na secretaria, no Instagram da secretaria. Eu volto aí com você no estúdio. Muito obrigado a nossa repórter Cene Alves e também a Alessandra Herman, que é secretária municipal de políticas para as mulheres por todas as informações. Inscrições então até o dia 18 de janeiro. E aqui no boletim a secretária falou sobre o recadastramento, né, das empreendedoras que já participam do programa Feira da Mulher Empreendedora. Ele termina no dia 15 de janeiro essas inscrições, hein? E aí o atendimento ocorre na Casa da Mulher Campineira, que fica na rua 11 de agosto, número 412, no centro da cidade, das 9 horas da manhã às 4:30 da tarde. Então é preciso fazer um agendamento prévio pelo WhatsApp 98981 2974. Bom, meio-dia mais 17 minutos. Vamos de entrevista ao vivo aqui no jornal Câmara Notícia, porque no fim do ano passado a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta de emenda constitucional, uma PEC sobre o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso, que é aquela escala 6 por1. E a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 36 horas semanais. Hoje o ministro do trabalho e emprego, Luís Marinho, afirmou que é possível votar este tema mesmo em ano eleitoral e manter as necessidades econômicas do país. Para discutir este tema, impactos, organização do trabalho, custo das operações, segurança jurídica, eu converso agora com o Luís Henrique Borrosino. ele que é advogado, sócio do M3BS Advogados, membro da Comissão de Direito do Trabalho da OAB São Paulo. Então, Luiz, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do jornal Câmara Notícia. E é um tema que vem sendo debatido, né? A sociedade tem acompanhado uma possível aprovação. O senhor acredita que teremos uma sanção aí do presidente Lula ainda este ano ou por ser ano eleitoral? As coisas podem ficar difíceis e não teremos uma definição sobre a aprovação ou não deste projeto. Seja bem-vindo e uma boa tarde. Olá, boa tarde para você, para todos os espectadores. Um feliz ano novo também, já que é o seu retorno. Olha, em termos técnicos, eh, por ser um ano eleitoral, a gente pode ter ali um atraso, porque, eh, o ano, o calendário legislativo, ele é um pouco mais encurtado, né, com menos sessões, maior esvazeamento do Congresso e como se trata de uma proposta emenda da Constituição, ele acaba exigindo ali uma uma maioria qualificada que é 3/5 em dois turnos de cada casa, ou seja, para que ela seja aprovada esse ano, eh, depende depende assim de um esforço enorme. E como o próprio ministro do trabalho hoje cedo ponderou, ele ele até fala de uma questão, olha, precisa de uma pressão popular, né, para que isso seja aprovado. E essa pressão popular em uma em uma questão tão estrutural que pode mexer com diversos setores da sociedade, ela não pode ser feita assim, sem um estudo técnico, sem uma discussão. Então, é muito importante que a gente eh tenha isso em mente, né, que a gente tem que ter esse bom senso para poder fazer com que as coisas eh depois elas não causem insegurança, não tenham problemas. Então assim, pode acontecer sim de ser votado, mas eu acho que é bem improvável em razão da complexidade da da proposta de emenda constituição. Ô Luiz, eu quero puxar algo importante que você falou que essa questão da pressão popular, porque é claro, né, o governo ele tem se mostrado favorável ao fim desta escala 6 por1, mas este é um assunto que não fica só restrito a este governo atual. Este assunto, ele vem de anos anteriores. O senhor sente que é algo mesmo que a população solicita, pressiona, conversa ou é algo de agora que surgiu? Não, sempre tivemos discussões nesse sentido, tanto que uma no ano passado da deputada Érica, eh, foi muito discutido, né? E agora a gente vê uma outra PEC que é pelo Senado, né? que inclusive eh ela é um pouco diferente daquela da da deputada Érica. Essas discussões sempre existiram e o setor e, né, a parte trabalhista, ela sempre se adapta com convenções coletivas e acordos coletivos, porque a própria Constituição ela já prevê ali algumas seguranças pro trabalhador, a própria próprio descanso remunerado de 24 horas, eh questãos, a questão das horas extras, então ela já traz uma proteção, é claro que precisa de uma adaptação, porque a legislação é antiga, mas de novo, a gente precisa fazer isso com muito bom consenso, com muita discussão, com estudo técnico, que até hoje ninguém apresentou estudo técnico. A gente não pode ser comparado a países de primeiro mundo, sendo que a nossa economia, a nossa, a nossa população de trabalho não consegue se adaptar a isso. Então, a gente precisa avaliar todas essas questões antes de fato aprovar aí uma PEC desse nesse sentido. Ô Luís, o ministro do trabalho e emprego, Luís Marinho, ele afirmou agora pela manhã que é possível acabar com a escala 6 por1 e manter as necessidades econômicas do país. Essa discussão é o que pode trazer complicações paraa aprovação. É preciso ainda esclarecer como que você reduz uma jornada de trabalho sem reduzir salário. Ou o salário pode ser reduzido para quem está nos acompanhando poder explicar essa situação. Então hoje você trabalha seis dias na semana e folga um. Se essa escala 5 por 2, por exemplo, a gente vai ter essa quebra, então a pessoa vai folgar duas vezes, a empresa ela pode reduzir o salário ou essa PEC, ela vai colocar que isso não pode ser reduzido? Como é que funciona isso na prática? Não, o que eles estão querendo eh fazer é que não haja redução salarial, né, até por questão de princípio da redutibilidade salarial. E e essa talvez seja a pergunta do milhão, né? Como que as empresas que vão eh podem manter o mesmo custo com menor tempo de produção? É muito difícil isso, né? Então, por isso que vai precisar ter uma adaptação, um estudo técnico que demonstrando a viabilidade econômica sobre essa sobre essa possível mudança, porque a gente tem ali um custo e vai ter uma mão de obra menor. Talvez as as empresas tenham que contratar outras pessoas para poder eh fazer frente ao que vai ficar para trás. Isso vai aumentar tudo, né? Talvez aumente até para nós mesmos, né? pra própria sociedade, que sempre é quem paga a conta no final. Ô Luiz, sobre a questão da segurança jurídica, né, de acordo com dados do Tribunal Superior do Trabalho, entre 2020 e 2023, o número de processos trabalhistas relacionados à jornada de trabalho aumentou em 18%. Então é um assunto, né, que sempre gera dúvidas, controversérsias entre patrão e empregado. Se aprovado a escala 6 por1, como é que ficam os descansos semanais, trabalhos aos fins de semana, domingo é hora dobrada ou não vai ser mais porque a pessoa tem uma folga a mais? Isso tá sendo discutido no fim dessa escala? É, essa proposta ela ela prevê uma uma redução gradual, né? ela é um pouco mais estruturada do que a da deputada Érica, porque ele é, ela prevê ali de 44 para 40 e depois 36. Então, em tese, as empresas teriam alguns anos para poder fazer com que eh essa essa mudança seja de fato implementada. Agora, a própria Constituição, como eu falei, ela já garante o se o descanso semanal remunerado de 24 horas e a CLT disciplina essa questão. Então, eh, a gente tem um modelo consolidado nas nas empresas por meio de acordos coletivos, convenção, convenções coletivas e de fato você tendo uma alteração, você pode judicializar, né? você pode ter um aumento da judicialização, sobretudo nessa questão de jornada, porque hoje ela já é o maior, acho que talvez seja o número um de pedidos nas reclamações trabalhistas, questões de hora extra, questão eh da jornada 12x36, a gente tem uma discussão muito grande sobre esse tema e a gente tendo uma alteração, com certeza vai ter eh muito mais discussão a respeito disso, é porque tem os processos que já estão eh, ocorrendo, né? Então, vão ficar antes da PEC, caso ela seja aprovada, e depois da PEC, ou isso unifica? Como é que fica judicialmente? Olha, eu entrei antes, mas agora eu quero com um acordo que tá em vigor. Existe isso ou não? É, quando se a pessoa estiver trabalhando, você vai ter ali um um limite temporal, né? Se a pessoa for reclamar, ela vai ter que reclamar do período, deixar muito bem claro na sua na sua reclamação o período que ela trabalhou antes da PEC e o período que ela trabalhou depois, né? Então a vai ter que ter essa essa divisão temporal, mas os processos que estão já em trâmite não muda em nada, né? É aplicada a legislação à época para os novos aí sim em tese aplicaria eh com essa mudança da jornada. Ótimo. Ô Luiz, a gente pode dizer que o objetivo desta PEC, do fim da escala 6 por1, é que de fato o trabalhador ele tenha mais proteção social, mais saúde, mais tempo livre. Tem como realizar essas garantias? Olha, essa é a essa é a ideia, né? Para que o trabalhador tenha mais tempo livre paraa família, horas de lazer, é aquela hora de desconexão, né? enfim, não pegar no telefone, ficar eh atrelado ao trabalho. Mas eu acho que essa proteção social às vezes ela pode ser também eh vista de uma outra forma, né? Por quê? Porque as empresas muito provavelmente podem pensar em outras formas de contratação que fujam dessa da do formalismo, né? Então, a gente pode ter redução nos postos de trabalho, a gente pode ter aumento eh no custo dos serviços essenciais. Então é uma questão que a gente assim eh é um é um contracenso ali, né? A gente precisa analisar a proteção social e também toda essa parte econômica, né? No que que pode gerar eh de coisas ruins paraa economia. Ô Luiz, se aprovado, o fim desta escala vale para todas as categorias, então você põe essa PEC dentro de um projeto de lei ou existem exceções, como a da saúde, por exemplo, de serviços sociais, essenciais, desculpas, e aí não entraria nessa questão. Não, a rigor, como se trata de uma proposta emenda da Constituição, ela é válida para todos os para todos os setores. Por isso que quando a gente diz que cada setor ele tem a sua especificidade, essa PEC ela não trata dessas divisões, ou seja, setor da saúde, segurança, serviços essenciais, é muito difícil você ter uma escala eh como essa que tá sendo proposta, sem prejudicar o próprio serviço, sem prejudicar as próprias empresas, mas a rigor a PEC ela é válida para todos, sem exceção. Eh, eh, ô Luiz, só me surgiu aqui uma uma questão. Eh, você falando que tem que analisar certinho essa questão do impacto e aí na sua visão, quem deveria fazer isso? É o governo que é o presidente que vai sancionar? É o Congresso brasileiro que tem que fazer uma pesquisa? É algum órgão particular? Como que você enxerga essa questão do impacto e as discussões ao longo desse ano? Ah, eu acredito que assim, o diálogo, né, você tendo audiências públicas para tratar da questão, você chamando eh representantes de cada setor para poder expor a tua a tua posição. Acho que isso é importante, não só vir um estudo técnico eh do governo, mas também de todas as de todos os setores econômicos, até para que isso não seja eh enviezado, né, como uma questão política, porque este ano, especificamente a gente tem eh eleições e esta discussão vai ser com certeza uma plataforma política, né? vai ser uma eh uma um assunto que vai ser muito debatido e vai ser utilizado por determinados políticos para eh angarear votos. Então, é importante que não só tenham estudo do governo, mas também de eh entidades reguladas ali pelo setor, né? Para encerrar aqui da minha parte, de acordo com o IBGE, quase 40 milhões de trabalhadores estão hoje na informalidade. Este assunto que nós abordamos aqui na entrevista, atinge essa parte da população, os 40 milhões de brasileiros de alguma maneira ou eles estão completamente fora, Luiz? Não, eles ficam de fora porque quando você não tem carteira assinada, né, quando você não é CLT, você fica de fora, você não tem esses direitos. Então, a rigor, essa PEC não alcançaria esses eh trabalhadores informais, tá? Luís Henrique Borrosino, advogado. Muito obrigado novamente pela disponibilidade do seu tempo ter explicado para quem está nos acompanhando, nosso telespectador, o andamento que nós estamos, né? Aprovação no Senado, volta pra Câmara. Então, certamente neste primeiro semestre nós vamos ouvir falar muito sobre uma possível fim dessa escala 6x1 e os impactos que isso terá para as pessoas e também pra economia do nosso país. Já faça um novo convite. Se tiver alguma atualização, a gente volta a conversar. Você fica com o convite para retornar aqui ao jornal Câmara Notícia e fica aberto à suas considerações finais. Não, o prazer foi meu de ter conversado com vocês, explicado um pouquinho, porque é uma questão que realmente vai ser muito debatida nesse nesse ano. E eu acho que assim, o meu o meu ponto final para concluir é que a gente precisa de diálogo. A gente não pode fazer nada com base eh em pressão popular, a gente precisa de diálogo e estudo técnico para poder eh adaptar essas questões ao setor. É uma discussão super bacana. Eh, tem conceitos legais, tem uma ideia, né, para que a pessoa possa ter mais lazer, possa ter mais tempo com a família, mas de novo, isso não pode se sobrepor à questão da economia, porque não adianta todo mundo feliz, todo mundo em casa sem trabalho. Então, acho que é importante a gente ter essa esses esses parâmetros para poder eh pensar e discutir essa questão. É isso. Uma análise do todo. Luís Henrique Borrosino participando ao vivo aqui do jornal Câmera Notícia. Meio-dia mais 32 minutos. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole. Agora o museu da imagem e do som aqui de Campinas retornou do recesso de fim de ano com uma exposição Campinas 100 anos de cinema. Amostra permanente gratuita conta com a história cinematográfica aqui da cidade. O Museu da Imagem e do Som recebe a exposição permanente Campinas 100 anos de cinema, uma viagem pela história cinematográfica da cidade. Montada na sala Imagem de um sonho. A proposta é possibilitar que as pessoas conheçam a história do cinema no município e descubram as curiosidades e relevâncias que permeiam essa trajetória. Nós temos aqui no Miss muito muito da memória audiovisual da cidade. Nessa sala que nós estamos aqui, ela se chama sala 100 Anos de cinema, onde onde estão reproduzidos algumas passagens da história do audiovisual dessa cidade aqui, porque para quem não sabe, Campinas já foi um grande polo de cinema, tá? E isso tá bem retratado aqui na exposição que foi feita com muito carinho pelo pessoal do CTAV. A gente recomenda a visita que é muito legal. Além disso, temos aqui do lado a sala Hércules Florense, que fala um pouco da vida da obra sobre Hércules Florence, que morou muito tempo em Campinas, aliás está enterrado na cidade. Ele é considerado um dos inventores da fotografia. Temos a sala Osons da Cidade, onde eu temos alguns objetos antigos de rádiodifusão, de áudio e também uma outra sala onde temos câmeras antigas, projetores antigos dos cinemas de Campinas, cartazes de cinema, enfim, é um é um bom passeio, é uma boa pedida para passear e conhecer um pouquinho do da história do audiovisual da nossa cidade. O projeto demorou dois anos para ser concluído, demandando um intenso trabalho de pesquisa, desenvolvimento e montagem. Um dos destaques é a curadoria audiovisual, que reúne 4 horas de curtas metragens produzidos ao longo das últimas oito décadas em Campinas, celebrando a produção local. Foi um trabalho minancioso que o pessoal do CTAV fez, minucioso e com muito carinho. Ah, aqui a gente tem muita coisa relacionada ao nosso audiovisual. Assim, ela demorou um pouquinho. Eu cheguei aqui em fevereiro do ano passado, ela tava parada por conta das pesquisas, algum acidente de percurso, alguma burocracia que precisava ser sanada, mas foi foi inaugurada e tá sendo sucesso. A amostra é composta por 13 painéis informativos, quatro instalações interativas e o Cine Fênix, a menor sala de cinema de Campinas, que oferece uma experiência imersiva para todas as idades. Um espaço maravilhoso pra gente que gosta de antiguidade. A gente curte essa essa essa moda mais retrô, né? Então é isso aí. E você até se identificou porque tem um aparelho, né, que você tem na sua casa. Sim, a gente tem um uma vitrola daquela ali antiga, como outras coisas também, né, que que a gente que a gente guarda e compartilha também nas redes sociais. A gente sempre passou por aqui, nunca teve oportunidade, mas desta vez a gente trouxe o pequeno porque a gente faz parte da nossa história e a gente sempre quer passar para ele um pouquinho, que nem a gente já falou, a gente tem várias peças, né, que ele mesmo se identificou com dois telefones ali, né, duas relíquias. Uhum. E a gente gosta muito de passar a história mesmo, né, para ele. O público pode também assistir as sessões do Cine Clube, que acontecem de terça a domingo no período noturno. Além disso, o museu recebe exposições de terceiros em parceria com outras instituições ou por meio de curadoria especializada. A gente abre espaço para as pessoas que porventura queiram expor, não consigam acesso em outro lugar. Uhum. É só vir conversar com a gente aqui que a gente tenta jantar. O Miss Campinas está localizado na rua Regente Feijó 859, no centro da cidade. Meiodia mais 36 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira e vamos com as notícias do legislativo porque a Câmara entregou um lote de doação de materiais inservíveis ao Progen, projeto Gente Nova Serviço de Fortalecimento de Vínculos, que atua na região noroeste de Campinas. A Câmara fez a entrega do lote 4 dos materiais inservíveis que estão disponíveis para doação, de acordo com lei municipal, que permite o poder executivo e o poder legislativo a fazer doações de móveis, máquinas, arquivos e utensílios, entre outros as sociedades, amigos de bairros, associações de moradores, cooperativas de reciclagem, gestão e tratamento de resíduos e outras entidades representativas da população. legalmente constituídas para o uso exclusivo dessas entidades. Nos lotes da Câmara, há computadores, incluindo os teclados e monitores, ar condicionados, cadeiras e outros materiais. Hoje é a terceira fase do processo de de doação de bens. Eh, estamos agora na fase de recebimento das instituições, certo? retirar os materiais, a manifestação de interesse e também se há mais de um interessado nos lotes ao sorteio para ver quem fica com os lotes. Quando a instituição sem fins lucrativos eh se inscreve em mais de um lote, ele esse lote acaba indo para sorteio, tá? É, teve empresas que ganhou um, empresa que ganhou mais de um lote, tá? teve presença que até não foi sorteada e recebeu um lote de uma de uma civil lucrativa que teve mais de um lote. O edital de doação foi publicado em novembro do ano passado com base na lei sancionada em julho de 2025. As instituições participaram de um processo seletivo e além dessa, que fez a retirada na tarde de hoje, outras também serão beneficiadas com os materiais inservíveis. O Progen, projeto Gente Nova que atua na região noroeste de Campinas e atende crianças, adolescentes, idosos no sistema de fortalecimento de vínculos. É uma das instituições habilitadas a receber os materiais e já tem planos de como vai utilizá-los. Esse material vai ajudar muito as crianças do Progen, que eles gostam muito de jogar, de pesquisar também. Os idosos que atuam no nosso serviço também, que gostam de pesquisar, os educadores ensinam os idosos a a mexer no computador, a tecnologia, isso vai ajudar muito eles na tudo que eles precisam e necessitam lá. Agora com a entrega do material, esse material é destombado e tirado do patrimônio da casa. E aguardando vir mais materiais para pra gente fazer mais processos de doação. A abertura de um edital em 2026 para doação dos inservíveis está em estudo devido à legislação eleitoral. uma discussão, Mirna, sobre o ano eleitoral, se há possibilidade de fazer doação. Então, nós estamos junto com a procuradoria fazendo esse estudo para ver se há a possibilidade de fazer essa doação em ano eleitoral ou esperar as eleições acontecer ou depois, após as eleições, a gente pode fazer essa doação, sim, ou em 27 só. Durante todo este mês de janeiro, você que está nos acompanhando vai assistir aqui no jornal Câmara Notícia um balanço de como foram os trabalhos das comissões aqui do legislativo de Campinas. Hoje é o dia da comissão de ciência e tecnologia e inovação que analisou o presidente o ano de 2025. Tendo como presidente o vereador Dr. Ianco e os vereadores Arnaldo Salvete, Paulo Hadad, Gustavo Peta e Luís Iabico como membros, a comissão de ciência, tecnologia e inovação da Câmara Municipal de Campinas realizou algumas reuniões durante o ano de 2025. A comissão tem como objetivo promover iniciativas em defesa do desenvolvimento científico e tecnológico do município. Um ano bastante produtivo, né? Tivemos bastante pautas aí relevantes, importantes. Eu sempre tenho dito, tenho falado, não, não me canso de dizer que Campinas, ao meu ver, é a cidade mais tecnológica, né, do do Brasil, do país. E obviamente nós temos que se trazer também junto com essa tecnologia inteligência, né, uma colaboração, né, da cidade trazendo investimento, trazendo pautas relevantes e a nossa comissão tem muita pujança, tem muita força. Acho que tem ícones bem grandiosos aqui do município que se interessaram muito por essa comissão e nós vamos realmente fortalecer ela cada vez mais para que ao final, né, desse mandato a gente consiga construir muitos trabalhos aqui pra cidade de Campinas. Uma das reuniões realizadas pela comissão debateu sobre o uso de inteligência artificial para segurança, inclusive em eventos de grande porte, contando com a participação de secretários municipais, o presidente da INDEC e representantes de empresas de tecnologia. Inteligência artificial é algo que vem crescendo, né? A gente há alguns anos atrás, há dois anos atrás, a quase não escutávamos falar e hoje é impossível praticamente quem tem acesso, né, aos smartphones, a computadores, tablets, é impossível que essa pessoa não conheça a respeito de inteligência artificial, no mínimo ela já escutou falar. E isso tem que se integrar diretamente à nossa população através da tecnologia. Então, de novo, a gente tem que interagir a inteligência junto à tecnologia e nada melhor do que a cidade de Campinas para trazer essas inovações. Não tenho a menor dúvida disso. Dr. Anco falou também das expectativas da comissão para este ano de 2026, crescer cada vez mais, né, a nossa comissão crescer cada vez mais, trazer pautas ainda mais relevantes e, obviamente, né, dentro dessas pautas, dentro dessas discussões, trazer alternativas para melhorar as condições aqui, né, do ponto de vista tecnológico e de inteligência na nossa cidade. Hora de conferirmos os trabalhos realizados pela Frente Parlamentar de Enfrentamento às Violências relacionadas ao trabalho que foi criada em fevereiro de 2025 pela vereadora Mariana Conte. A Frente Parlamentar de Enfrentamento às violências relacionadas ao trabalho, criada em fevereiro de 2025 pela vereadora Mariana Conte, deu sequência aos trabalhos realizados na legislatura anterior, no período de 2023 e 2024, fruto da articulação com o Instituto Welter Laser, Sereste Campinas, sindicatos e entidades. Olha, nós fizemos várias discussões. Nós fizemos um debate com o professor Jorge Luiz Solto Maior, que é ex-desembargador do Tribunal de Justiça, que é professor da do direito da USP, é um especialista no campo do trabalho e eu entendo que foi um momento muito importante para entender que a precariedade, aquela sensação de que o trabalho, de adoecimento no trabalho, a sensação de que aquele trabalho não tá fazendo bem, que é é uma sensação compartilhada por tantos trabalhadores, ela é também uma questão estrutural tá ligado a ao conjunto de ataques aos direitos trabalhistas que nós vivenciamos com reforma trabalhista, com reforma da previdência, tá ligado à instabilidade, a falta de segurança no trabalho, está ligado ao adoecimento e a ao assédio como técnica de gestão. Também se liga a isso, as reivindicações e as lutas pela redução da jornada de trabalho contra a escala 6x1, as lutas por reajuste salarial, por condições dignas de trabalho, porque de fato nós estamos vendo inclusive um adoecimento massivo até casos de suicídio de trabalhadores que acabam se matando pelo fato de terem a sua a sua situação de trabalho tão agravada. Dentre as importantes iniciativas desenvolvidas na defesa da saúde do trabalhador neste período, destaca-se a proposição pela frente da implementação de uma opção no 156 para denúncia de violência e adoecimento relacionados ao trabalho. Nós fizemos uma reunião com 156 para debater os canais de denúncia sobre a questão do assédio e fizemos essa oficina eh para formação de lideranças sindicais, de lideranças populares sobre a questão do tema da contra o adoecimento no trabalho. Além disso, que não foram reuniões aqui da casa, mas nós acompanhamos uma audiência organizada pela deputada Sia Bonfim lá na na em Brasília, eh, inclusive porque se está em debate um sistema nacional de saúde do trabalhador. a nossa ideia e que nós temos trabalhado Campinas como um um modelo, mas que nossa ideia é que a gente consiga a apresentar em nível nacional um sistema nacional de saúde do trabalhador, em que a saúde do trabalhador seja levada em conta nos planos econômicos, nas obras, nos investimentos, porque não dá para a gente pensar a economia do país sem pensar quem trabalha para produzir a economia do país. Mariana aponta várias medidas que devem ser realizadas para melhorar as questões que envolvem as relações de trabalho. Precisamos começar pela revogação da reforma trabalhista, reforma da previdência, que foram eh extremamente danosos pro conjunto dos trabalhadores. Combater as privatizações e as terceirizações. terceiriz. Terceiriza é uma forma de rebaixar direitos e também de melhorar a qualidade do trabalho terceirizado também, enquanto a gente tem, acho que é uma uma é uma são dois caminhos, a gente reverter os processos de terceirização e paulatinamente substituindo o trabalho terceirizado por um trabalho que seja que tenha um trabalho eh concursado, trabalhos que sejam trabalhos com garantia de direitos para os trabalhadores, mas ao mesmo tempo, garantir que os trabalhadores que hoje trabalham em regime terceirizado tenham melhores condições de trabalho. No último semestre de 2025, a comissão de meio ambiente, presidida pelo vereador Luiz Abico, realizou sete reuniões para debater temas atuais para o município. O presidente da comissão fez uma avaliação positiva das atividades. Em um ano de mandato, como presidente da comissão do meio ambiente, o vereador Luís Iabico faz um balanço sobre os debates realizados na Câmara Municipal de Campinas junto com os membros Benelima, Herbert Ganém, Wagner Romão e Rubens Gás. Ao todo, foram sete reuniões com o objetivo de debater políticas públicas sobre prevenção dos recursos naturais da cidade. Com muita honra presidir a comissão do meio ambiente. Tivemos várias reuniões, muitos delas, muitas delas muito eh acalorados de debates de vários assuntos e no balanço geral a comissão trabalhou bastante e produzimos muito. O parlamentar ressalta que em uma das reuniões o assunto mais polêmico foi sobre o projeto PIDES, polo de inovação para o desenvolvimento sustentável de Barão Geraldo. É justamente quando eu cheguei na comissão em fevereiro, o o projeto estava na nossa comissão. Vereadores quiseram pedir vistas, os debates foram aumentando, né? o relatório foi acalorando e, enfim, conseguimos chegar aí num num consenso e o projeto foi aprovado hoje. Hoje outro projeto que passou por nós foi o das microflorestas, né, que foi um assunto também muito debatido aqui na Câmara. os vereadores tinham muitas dúvidas e coube a comissão esclarecer, fazer parecer, dar parecer, fazer o relatório elucidativo também nesse assunto. A COP 30 sediada em Belém do Pará também entrou em pauta com a presença de especialistas em meio ambiente. O vereador falou ainda sobre o papel da comissão para o próximo ano. É um assunto complexo, com temas complexos, mas o o linguajar muitas vezes a população não entende. Então, cabe a Câmara Municipal através do seu comissão de meio ambiente levar a população de Campinas o buscar o entendimento, levar o entendimento da da do meio ambiente no todo, né? A COP 30, que foi a conferência geral do clima que aconteceu em Belém do Pará, foi um assunto de de passagem, durou algumas semanas, a população, muitas delas não chegaram a sequer ter acesso às informações. Então, nós temos um projeto para ano que vem trazer eh pessoas ligadas a esse tema eh com o objetivo de levar a população um linguajar mais popular. A nossa equipe continua circulando pela cidade. Agora nós vamos até o bosque do Jebas, que é aqui perto da Câmara Municipal, porque neste mês de janeiro acontecem as ecoférias lá no Museu do Bosque, que é um programa voltado à educação ambiental e à valorização da biodiversidade. Então, sobre as inscrições, idade permitida para participar, os dias e horários e, claro, que as crianças irão encontrar, eu aciono o repórter André Aranha com as informações. Seja bem-vindo e feliz ano novo. Com certeza, Gabriel. Boa tarde para todo mundo. Feliz ano novo para todos que acompanham aqui o Câmara Notícia. Bom, olha só que oportunidade bem bacana pra criançada de 7 a 12 anos começar bem o ano, entendendo um pouco mais sobre meio ambiente, sobre ecologia. Por isso eu estou aqui com o Bruno, que vai falar como vai funcionar, evidentemente essas férias. Tudo bem, Bruno? Boa tarde, muito obrigado por nos receber. Boa tarde. Eu que agradeço. Bom, vamos lá. Explica pra gente como vai ser então essa ecoférias aqui no museu, não é? eh, em um dos museus aqui do bosque dos Jequitibas. Bruno, isso. A Ecoférias, ela é um é um projeto que a gente desenvolve a bastante tempo. Aí teve um durante um período teve um iato, né, por causa de pandemia, né, e o o museu em reforma. Então, a gente ficou um tempo sem realizar o evento. Então, a gente voltou há do anos e nesse evento a gente organiza então três manhãs de atividades pr as crianças. Estão sempre das 8 ao meiodia. E então a gente desenvolve atividades lúdicas relacionadas a algum tema direcionado ao meio ambiente e que também converse com a exposição que a gente tem aqui no museu ou em algum dos outros espaços, né, que aqui a gente tem o Museu de História Natural e tem também o aquário e o Serpentário, né, onde a gente tem répteis, a gente tem peixes também. E aí a gente monta as atividades de acordo com as temáticas da nossa exposição. Como vocês escolhem o os temas, Bruno? a gente tenta ver algum tema que esteja eh sendo bastante falado na mídia, né, nas redes sociais, algum tema que a gente julgue que seja bastante importante, eh, seja naquele ano, né, ou seja, por algum evento que tenha acontecido que seja recente. E aí a gente, né, senta, né, as pessoas da equipe e nós escolhemos então o tema e depois a gente tem um conjunto de colaboradores que nos ajudam a organizar as atividades, a montar as atividades. Bom, vamos lá então pra galerinha anotar certinho. Eh, começaram hoje as inscrições aqui para para pro pessoal participar. Quantos anos, não é? 7 a 12. E de que horas a que horas? Como faz para se inscrever? Tá? Eh, a inscrição ocorre aqui no Museu de História Natural, logo ali na entrada. Eh, só precisa trazer os documentos da criança, né? Porque a gente precisa da do RG nesses documentos aí. E é por ordem de chegada. Então, o pessoal vem, faz a filinha, a gente vai atendendo por ordem de chegada, pessoal eh faz a inscrição ali eh durante o horário de abertura do museu, que é das 9 até às 13 horas. Quanto tempo dura aí essa atividade? As atividades que as crianças vão fazer aqui duram mais ou menos e quanto tempo, Bruno? As atividades vão ocorrer do dia 20 até o dia 22. Então são três manhã de atividades, começa às 8 da manhã e vai até o meio-dia. Bom, tem aqui algumas coisas que podem inclusive ser abordadas aí nessa ecoférias, não é? Aqui no bosque dosibaz, viu Gabriel Castro? Vou perguntar pro Bruno aqui porque tem bastante coisa bacana. Desmatamento, queimadas, atividades agropecuárias. Vamos falar um pouquinho sobre desmatamento, Bruno. Sim. tanto ao desmatamento como outras atividades com as queimadas mesmo expansão urbana, eles são responsáveis muito pela diminuição da biodiversidade, porque quando você promove esse tipo de atividade, você diminui os ambientes naturais onde os animais vivem, né, que nós chamamos de hábitats, né? E aí, conforme as populações vão ficando sem lugar para morar, então as populações começam a diminuir em parte, né, por competição entre os animais, começam a competir por alimento, por parceiros, né, então começa a diminuir a população também, porque com a diminuição do hábitat eles começam a entrar nos ambientes humanos, começam a entrar nas cidades ali e começam a causar eh alguns problemas nas cidades. E muitas vezes as pessoas quando tm contato com esses animais, infelizmente elas acabam matando alguns indivíduos. Então isso pode causar bastante problema. Bom, esse é um dos temas que serão abordados com as crianças aqui, né? Também queimadas, enfim, poluição, expansão urbana. Isso é o tema nosso, o tema geral, eh são atividades antrópicas, né? Ou seja, atividades realizadas pelo ser humano que podem impactar na extinção de espécies de seres vivos, né? Porque a extinção, uma coisa que a gente tem que ter em mente é que ela é um fenômeno natural. Então, todas as espécies que a gente conhece, né, que habitaram o planeta ao longo do, né, dos dos milênios aí, ao longo dos milhões de anos, elas têm um período que elas surgem, elas permanecem durante um tempo e aí naturalmente a população começa a diminuir até que essa espécie venha a desaparecer. O que acontece é que a gente tem, né, depois que o ser humano se estabeleceu e a gente teve o crescimento, né, das cidades e da, né, a industrialização, vários outros processos de desenvolvimento do ser humano, isso levou ao a aceleração da extinção de vários grupos de animais. Então, é isso que a gente vai discutir com eles. Então, como que as atividades realizadas pelo ser humano podem impactar nessas espécies, fazendo com que elas desapareçam mais rápido do que deveria acontecer? Muito bom. Inclusive, é um assunto que que é bastante abordado na mídia, é queimada, né, também poluição. Isso, as crianças, essa é a ideia, pelo menos já vão começar a entender como funciona isso na na teoria e depois, evidentemente, vê na prática. Bruno, isso, isso mesmo. A gente tenta focar sempre num de universo, começa num universo micro para você para um universo macro, né? Então, a gente começa com aquelas pequenas atitudes que a pessoa pode desenvolver no seu dia a dia, que assim, essas atitudes em si, elas sozinhas, elas não podem eh gerar um impacto tão grande, né? Mas a ideia é que a partir dessas pequenas atitudes, a gente vai conscientizando essas pessoas nessas crianças para que quando elas se tornarem adultos e tiverem mais influência na sociedade, elas consigam eh, como posso dizer, elas consigam influenciar em políticas públicas, consigam influenciar em empresas, né, que é onde ocorrem, né, os grandes danos aí, né, os grandes responsáveis, né, por esses danos ambientais. Boa. Tem bastante coisa aqui que vocês vão mostrar como nossas atitudes podem ajudar na conservação das espécies também. Essa questão achei super interessante turismo desordenado, porque nós estamos em janeiro, muita gente eh indo pra praia, né, Bruno? E isso aqui as crianças já têm que começar a ter consciência também. É assim, a gente, principalmente o pessoal que vai pra praia, né, aquelas praias que ficam muito cheias, a gente vê às vezes um acúmulo de lixo, né? Então, é importante que as crianças já aprendam desde o início que a gente não pode jogar lixo em qualquer lugar, né? Nós temos uma exposição no aquário, né? Não aqui no museu, no a gente tem uma exposição sobre essa problemática do lixo que é despejado nos oceanos, que é despejado no meio ambiente, né? Então a gente trabalha essa conscientização com ele sempre de, né, separar o lixo e eh dar a destinação correta, né, para o lixo. Também uma questão que é super comentada sempre é a extinção de espécies. Tô lendo inclusive mais de 800 espécies se extinguíram aí nos últimos 500 anos. Quer dizer, é muita coisa, né, Bruno? É, é, é, é um número que chama muito atenção. É, comparado com outras épocas do planeta, a extinção ela tá bem mais acelerada, né? Isso aí ele, esses 500 anos acabam eh coincidindo muito com o crescimento, né, com a industrialização, com o crescimento das cidades, né? Então, quando o ser humano conseguiu eh interferir com mais eh força, né, no meio ambiente ali, aí você tem esse esse dado de que as as populações, né, as espécies começaram a diminuir mais rápido. Como que vai ser? As crianças vão chegar, eh, vão ter uma aula teórica, depois as crianças vão dar e uma voltinha com vocês aqui pelo museu. Como que vai funcionar a dinâmica de tudo isso? Cada manhã a gente vai ter duas atividades. As atividades sempre começam às 8. Os pais deixam as crianças ali na entr na portaria do museu às 8 horas da manhã. A gente tem uma atividade das 8 até às 10. Depois tem um intervalinho para eles lancharem e aí depois a segunda atividade vai até meio-dia. Em cada atividade a gente tem uma exposição teórica muito curtinha de coisa de 10 minutinhos, onde os nossos colaboradores vão e explicar essas temáticas sobre desmatamento, sobre poluição, como que elas eh acabam interferindo na qualidade de vida dos animais e dos outros seres vivos também. Então, nesses 10 minutinhos é essa explicação teórica e aí depois a gente entra para uma atividade prática, né, uma atividade lúdica. Eh, normalmente ou vai ser uma atividade eh física, onde a gente vai aproveitar outros espaços do parque, onde as crianças vão poder correr, vão poder trabalhar com corrida de obstáculos em alguns momentos, algumas coisas de pega-pega, né? mas sempre voltado para essa temática, sempre usando essas brincadeiras como símbolo para alguma coisa maior, que é o que a gente tá trabalhando ali. Então, vai ter esse tipo de atividade, algumas atividades também de raciocínio, onde eles vão ter que eh montar, a gente monta algumas maquetes com eles, eles vão ter que organizar ali. Então, ah, tem esse ambiente, o ambiente está em redução, a gente tem que acomodar as espécies ali nesses ambientes novamente. Então, a gente vai ter vários tipos de atividades que a gente vai trabalhando com eles ao longo desses dias. Bom, eu tenho certeza absoluta, né, Gabriel Castro, que esse tipo de atividade é muito legal para as crianças, porque são assuntos eh super interessantes. As crianças durante as férias também, não é, além de brincar, de ser uma forma bem interessante, também saem daqui, claro, é um pouco mais conscientizadas, pequenininhas, é verdade, mas já conscientizadas. de 7 a 12 anos começam hoje. Começaram hoje, portanto, as inscrições aqui no no bosque, né? Eh, e a expectativa, logicamente de mais ou menos, não sei se você tem esse número ou não, Bruno, eh, quantas crianças devem passar por aqui? Olha, a gente abriu 32 vagas, mas a gente também tem uma lista de espera, né? Na última edição nossa, a gente teve uma lista de espera bastante grande. Como é que nós vamos fazer esse ano? Então, nós temos essa edição, temos duas edições por ano, tem essa em julho, tem em janeiro, depois tem uma outra em julho. Eh, na edição de julho a gente vai repetir essa temática e a gente vai dar preferência para as crianças que eh porventura estiverem na lista de espera, que não conseguirem, né, uma vaga para essa edição de agora. Então a gente também estimula as pessoas, né, que mesmo que sejam poucas vagas, né, que talvez eles cheguem aqui e as vagas já estejam esgotadas, que venham para preencher a lista de espera, que daí na próxima edição a gente dá preferência para essas crianças também. Legal. E as inscrições vão até até as águas se esgotarem. Bom, valeu, muito obrigado e parabéns aí para vocês pela iniciativa. Imagina, eu agradeço. Bom, muito obrigado, Bruno, conversando conosco. Portanto, meu amigo Gabriel Castro, que baita oportunidade aí pr as crianças, claro, se conscientizarem, aprenderem um pouco mais sobre ecologia, sobre meio ambiente, porque é sempre bom começar o ano desta forma, aprendendo, não é mesmo, Gabriel Castro? Ótima oportunidade, realmente. Muito obrigado ao nosso repórter André Aranha e a disponibilidade do tempo, todas as informações que foram passadas aqui pelo Bruno Crespo, que é biólogo muito bacana, então, no Bosque do Jequitibals para as crianças aí de 7 a 12 anos. Na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Guarani se reabilitou, venceu com autoridade e segue firme na luta pela classificação. A vitória do Guarani demorou para ser construída. Somente aos 37 minutos do primeiro tempo, Kevin recebeu livre da marcação, invadiu a área e acertou o cantinho do goleiro. 1 a 0 Bugre para cima do Assisense. No segundo tempo, aos 40 minutos, Artur saiu cara a cara com o goleiro, driblou e ampliou 2 a 0. Calma que tinha mais nos acréscimos. Víctor Gabriel com maestria. Bola para um lado, o goleiro para o outro. Pênalti bem batido, fechou a conta. Final Assisense zero, Guarani 3. O Guarani tá no grupo sete da Copinha, na segunda colocação com três pontos atrás do Atletic que está 100% com seis pontos, dois jogos e duas vitórias. O Bugre volta a campo na sexta-feira, depois de amanhã às 6:45 da noite contra o Naviraense. A Ponte Preta joga amanhã, 1 da tarde, então nesta quinta-feira a gente fala mais sobre o confronto da macaca. Olha só, a gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia, porque como o uso da inteligência artificial impacta o meio ambiente, principalmente com a questão do consumo de energia e de água através dos data centers. É um tema importantíssimo e que você confere a partir de agora no Giro Ambiental. Olá! O avanço da inteligência artificial transformou a maneira como empresas e indivíduos interagem com a tecnologia, mas também trouxe um impacto ambiental pouco discutido, o consumo intensivo de água. Estudos recentes revelam, por exemplo, que o chat GPT, uma das ferramentas de A mais populares do mundo, pode consumir até 5 L de água a cada 20 a 50 comandos de texto, número que aumenta significativamente quando se trata, por exemplo, de geração de imagens. Atualmente a ferramenta tem 400 milhões de usuários semanais. Ou seja, se cada um fizesse apenas entre 20 e 50 perguntas, o consumo estimado seria de 200 milhões de litros de água por semana. para que a gente entenda melhor sobre os impactos da inteligência artificial no meio ambiente. Giro Ambiental conversa hoje então com a pesquisadora do Instituto de Computação da Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas, Juliana Fraita Borim. Juliana, seja bem-vinda aqui ao Giro Ambiental. E para que a gente entenda e quem tá em cada em casa compreenda melhor qual que é esse mecanismo de que a inteligência artificial precisa da água. Por que isso? Primeiramente, bom dia. Eh, obrigada pelo convite. Eh, a inteligência artificial utiliza a água para resfriamento das máquinas, né? resfriamento de todo aquele ambiente do data center, porque como vocês devem imaginar, os data centers são grandes edificações com um número muito grande de máquinas, de servidores de armazenamento e de processamento. Esses eh essas máquinas elas estão operando 24 horas por dia, todos os s dias da semana, então elas geram muito calor. um dos mecanismos para eh fazer o resfriamento desse ambiente utiliza a água, né? A gente tem basicamente aí duas possibilidades, uma com ar condicionados, né, e outro com água, né? A água ela circula por entre essas máquinas, eh, coleta, ela, ela entra nesse sistema, uma água fria, ela passa por essas máquinas, coleta o calor das máquinas e vai até um lugar onde aí existem duas possibilidades de mecanismo. Um mecanismo é que essa água que tá quente, ela evapore dessa desse prédio, né? E aí você precisa outra outra água que seja inserida, né? Mais água que seja inserida nesse sistema para circular, né? Eh, existe outro mecanismo onde você sempre reutiliza a mesma água. Então, quando ela chega quente num determinado ponto, é usado eh algum mecanismo de ventilação para resfriar essa água. Então, nesse nesse segundo mecanismo, você tem um consumo maior de energia e menor de água, porque a mesma água tá sendo sempre reutilizada no mecanismo anterior que eu falei, onde tem evaporação da água, aí sim você tem essa água sempre sendo substituída e por isso você tem esse maior consumo de água. Sim. Agora, esse resfriamento ele parece essencial, por exemplo, para manter essas máquinas. No entanto, esse impacto ambiental ao fazer todo esse movimento dessa água que ou evapora ou ela é resfriada e volta pro sistema. Quais são os impactos efetivos quando a gente pensa nessa nesse consumo de água? Juliana, é, a gente tem o impacto eh principalmente ali na região onde esse data center tá instalado, né? porque ele vai competir com as outras necessidades de água que tem para abastecer a própria população e todos os outros serviços da região, né? Então, eh, quando o data center ele é projetado para utilizar água no seu resfriamento, ele normalmente é planejado para ser instalado próximo de lugar, lugares onde você tem essa fonte de água potável, porque também precisa ser uma água limpa, né? Não pode ser eh, mesmo se a gente pensar água do mar, não poderia ser utilizada simplesmente da forma como ela é coletada do mar. Você precisa ter um processo de limpar essa água para que ela possa trafegar nesse sistema de refrigeração, né? Existe ainda um outro impacto indireto eh no consumo de água, que é paraa produção de todas essas máquinas que estão dentro do data center, né? A produção de semicondutores é uma produção que envolve também bastante o consumo de água lá na fábrica que produz o semicondutor. Então não existe só o consumo de água relacionado ao resfriamento do ambiente do data center, mas também nessa cadeia produtiva até você chegar no data center existe o consumo de água que também deve ser considerado. Sim. Agora você faz parte de um grupo de pesquisadores da Unicamp aqui na cidade de Campinas, de onde a gente grava o giro ambiental, que justamente procura alternativas sustentáveis para essa questão. Conte-nos quais são essas alternativas, tá bom? Eh, existem várias alternativas que os pesquisadores, o meu grupo e outros pesquisadores têm explorado, né? Eh, além de toda a parte do pessoal que, né, dos pesquisadores mais da área de energia que estudam energias renováveis e com nessa questão da infraestrutura dos data centers, quando a gente pensa nos modelos de inteligência artificial, a gente pode pensar em modelos que sejam também mais sustentáveis, né? Porque o consumo de energia, o consumo de água também tá muito relacionado ao que a gente chama o tamanho do modelo, né? Se a gente eh pensar eh no chat GPT, eh o chat GPT modelo 4, ele é um modelo muito maior. Quando a gente fala maior é eh em número de parâmetros de neurônios que ele usa, é muito maior do que o chat GPT3. E um modelo maior implica em você consumir mais energia para você poder executar esse modelo. Eh, na existe um hype, né, de uso de IA, né, onde eh a maioria das empresas acha que tem que usar IA para todo tipo de para resolver todo tipo de problema. Então, uma questão primeiro que a gente tem que pensar é: utilizar inteligência artificial para resolver meu problema? consigo resolver de outra forma mais barata, né? Barata no sentido ambiental mesmo. Eh, se você precisa resolver o seu problema usando inteligência artificial, eu preciso mudar usar um modelo grande. Não posso mudar usar um modelo menor que me dê ainda um resultado eficiente, mas que consuma menos energia, né? Além disso, eu preciso rodar esse modelo num data center. Não posso rodar num equipamento mais próximo eh de onde esse dado está sendo coletado, de onde essa tarefa precisa ser realizada, né? Isso que o meu grupo, a gente pesquisa muito isso que a gente chama de eh realizar inteligência artificial na borda. Na borda seria em equipamentos mais próximos de onde o dado tá sendo coletado, aquele dado que eu quero usar. eh, para processar dentro da inteligência artificial, né? Então, a gente tem experimentado rodar eh modelos de inteligência artificial pequenos em equipamentos também computadores bem pequenos, bem restritos e são computadores que consomem menos energia, né? A gente inclusive tem uma parceria, a Unicamp tem uma parceria com a Receita Federal, onde a gente tem recebido eh TV Boxes, que são equipamentos que chegam de maneira ilegal no país. A Receita Federal eh coleta esses equipamentos e o destino natural seria a destruição desses equipamentos. Mas eh nessa parceria a gente tem pensado em dar novos usos para esse equipamento, que ele é basicamente um pequeno computador, né? eh, de forma que você evite gerar lixo eletrônico, né, com a destruição do equipamento. Então, a gente tem rodado modelos de IA bem pequenos dentro desses equipamentos que consomem pouca energia, são equipamentos reutilizados, então você não tem o gasto de produzir esse esse equipamento. E e com isso a gente tem e conseguido, eh, criar algumas aplicações para cidades inteligentes, por exemplo, contagem de veículos em vias ou em estacionamentos, contagem de pessoas na fila do restaurante. Então, esse tipo de aplicação a gente consegue muitas vezes realizar localmente, sem precisar enviar para um data center e com menor consumo de energia. Isso seria então, Juliana, uma tendência, digamos assim, pra gente pensar num futuro. Em que momento é necessário realmente utilizar a inteligência artificial que precisa de um data center, né? Aquele lugar grande que gasta muita água. em que momento eu posso na minha rotina, na minha empresa, no meu negócio, ter esses esse outro dispositivo que também vai ser funcional e mas que eu não vou ter essa questão ambiental envolvida? É uma tendência? Sim, é uma tendência, né? O que a gente chama de inteligência na borda, né? A borda quando a gente fala é quando a gente não manda dados pra nuvem, né? A nuvem é tudo que fica lá no data center. Então existem várias vantagens, né? A vantagem tem essa vantagem do consumo de energia que eu falei, você usa um equipamento mais barato, você não precisa enviar seus dados para um data center. Então, principalmente em cenários onde você não quer tirar o dado porque ele é um dado sensível, que você quer manter maior segurança, você não precisa mandar isso pela rede, para um data center. É, sem contar que também você tem pode ter uma resposta mais rápida naquele processamento, porque ele tá sendo processado. Você coleta o dado, já processa ali localmente, não tem aquele tempo de transferência do dado até a nuvem, até o data center e o retorno da resposta. Então, é uma tendência eh usar de forma complementar, né? você, a gente vai precisar ainda dos data centers, eles vieram para ficar, eh, mas a gente pode pensar nessa complementaridade de não realizar tudo no data center, realizar algumas coisas de forma local. E aí tem várias variáveis que precisam ser consideradas para você tomar essa decisão de onde executar a sua tarefa de inteligência artificial. É, e essas variáveis, cada empresa aí tem que fazer essa esse dimensionamento, esse estudo. Isso é que leva em consideração tanto eh a o desempenho que ele quer na execução, desempenho, quando eu digo em tempo em tempo de resposta, quanto de eh a se a resposta é eficaz, né, ou se eu preciso um modelo maior, um modelo menor. pode se levar em consideração também para onde é o data center, onde vai ser executado aquela operação. É um data center mais sustentável, menos sustentável, né? Eu acho que todo mundo tem que se preocupar com toda a cadeia de sustentabilidade para que cada um de nós tenha o menor impacto ambiental possível. Juliana, muito obrigada. E o giro ambiental está aberto para que quando vocês tenham aí novidades nessa pesquisa ou em outra, a gente possa aqui contar para quem tá lá em casa. Obrigada pelo convite. Olha, o Giro Ambiental acaba de falar então com a pesquisadora do Instituto de Computação da Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas, Juliana Fraita Borim. Olha, não aqui continue com a gente porque agora tem notícias e curiosidades sobre sustentabilidade e meio ambiente. O tráfico de animais silvestres impulsionado pela demanda de consumidores é um crime ambiental conhecido por envolver espécies carismáticas como elefantes e rinocerontes. No entanto, uma vasta gama de insetos também é alvo desse comércio ilegal, sendo buscada por colecionadores, troféus e como animais de estimação exóticos. Globalmente, as populações de insetos já estão em declínio devido a ameaças como poluição, pesticidas e mudanças climáticas. O tráfico agrava essa situação, aumentando a pressão sobre espécies já vulneráveis. A verdadeira escala do contrabando de insetos é desconhecida, pois muitos casos não são relatados. Isso faz com que a polícia e o público em geral subestimem ou ignorem a gravidade desse delito. O Saola, raro mamífero descoberto em 1992 e apelidado de unicórnio asiático, está criticamente ameaçado de extinção com menos de 100 indivíduos na natureza e nenhum avistamento desde 2013. Um novo estudo genético publicado na revista Cé oferece esperança para a espécie que habita as montanhas Anamite entre o Vietnã e Laos. Os pesquisadores sequenciaram 26 genomas de restos de saolas e descobriram que existem duas populações com diferenças genéticas complementares. Os cientistas acreditam que o cruzamento dessas duas linhagens genéticas em programas de cativeiro pode ser a chave para salvar o saula da extinção. Hoje o sol apareceu entre muitas nuvens e tem previsão de chuva para agora à tarde, viu? E segue esta tendência para amanhã, quinta-feira, de tempo encoberto, mas de temperaturas altas. E com isso há previsão de mais chuva para a cidade, principalmente à tarde e início da noite. E os ventos podem ser moderados à noite. Vamos às temperaturas porque elas já estão aqui na minha tela para amanhã, quinta-feira, então, 8 de janeiro, mínima de 20º, já é uma mínima elevada, né, para este verão. Ao longo do dia, essa temperatura sobe, podendo chegar aos 32º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos juntos neste ano de 2026 e nos vemos amanhã na quinta-feira ao meiodia ao vivo. Te espero até lá. Ciao