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está com vagas abertas para aulas gratuitas de balé para crianças. E as inscrições vão até o dia 10 de fevereiro. No Giro Ambiental, confira o estudo que trata do impacto do El Ninho no Oceano Atlântico, o que influencia diretamente na pesca. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. E vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas de região, já sabe, né? Pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377 ou você tem a opção de enviar a sua mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. Estão abertas as inscrições para aulas gratuitas de balé voltadas para crianças no projeto Lona das Artes. A iniciativa busca atender a alta procura por atividades que unem arte, educação e desenvolvimento infantil. O projeto Lona das Artes, em parceria com a escola de balé pirueta, está com vagas abertas para aulas gratuitas. Mais do que dança, o balé é tratado pela instituição como um estímulo para o desenvolvimento infantil. O balé pirueta, ele nasce como um embrião dentro da Lona das Artes. A Luna das Artes, ela tem as aulas de balé, ela começa a fomentar o balé dentro da comunidade como uma forma de eh aprimorar a disciplina dentro das aulas de circo e nasce o movimento dentro da instituição. é como a instituição ela tem como foco é os movimentos culturais e priorizar os movimentos é os grupos, os coletivos, nasce o balé pirueta dentro da Lona das Artes, já faz 7 anos e aí se torna o movimento, uma instituição própria, né? E aí, nesse processo de transição, a gente também tá como coordenação pedagógica, é todo moldado, o projeto é todo moldado para se alinhar com a ideia da criança evoluir durante o processo que ela esteja com a gente, não só como balé, né, mas é toda a questão de disciplina, de foco. A escola de balé pirueta conta com abordagem que mistura educação e diversão. As aulas incentivam a criatividade, a disciplina e também o amor pelo balé. O pai, ele acha que a criança só tá fazendo balé porque é bonito, por causa da roupa, do que a criança gosta, mas ele existe um conceito científico gigante dentro dessa dessa abordagem, porque quando a criança ela vem, ela trabalha todo o córtex préfrontal, ela trabalha o cerebelo para ela poder começar a desenvolver a disciplina. Quando ela acha que tá só aprendendo o passo, ela tá aprendendo não só a disciplina, ela tá prendendo foco, concentração, ela tá alinhando o corpo junto com o movimento do áudio. Então, a música eh ela tá aliada ao corpo. Então, todo esse desenvolvimento infantil, isso é só dentro de algumas aulas de balé, mas todo o conjunto de balé, tanto quando a criança ela tá dentro do palco se apresentando, aquilo tá trabalhando diversas emoções positivas nela que vai fazer uma construção a longo prazo, que é ímpar, qualquer professora de balé consegue confirmar isso. As crianças que fazem aula de balé, e não é só o balé, é as artes como um todo. As artes, elas têm esse potencial, desde que tem um plano pedagógico muito bem estruturado. As inscrições para as novas turmas seguem até o dia 10 de fevereiro e o número de alunos por sala são limitados para garantir a qualidade do ensino e o acompanhamento pedagógico. São 24 alunos por turma. E por que é limitado? Porque as crianças são acompanhadas de forma individual. a gente tem o nosso psicopedagogo junto comigo, então a gente acompanha essas crianças, desenvolvimento, então a gente tem reuniões com os pais também para mostrar como a criança desenvolveu tanto físico, tanto cognitivo. Então a gente tem esse acompanhamento, então por isso é limitado. As aulas acontecerão no Lona das Artes, que fica no bairro Padre Anchieta em Campinas e serão divididas por faixa etária. As aulas acontecem eh para as crianças de 4 a 9 anos, então elas estão bem naquela fase inicial. É só fazer a matrícula no nosso portal, que pode ser pelo WhatsApp também, ou presencial junto com a nossa tente social. Quais serão os horários dessas aulas? Temos dois horários. A turma baby é da das 9 às 10 e a turma infantil das 10 às 11. E as turmas, como você falou, são limitadas para quem não conseguir se inscrever, como que faz? A gente tem uma lista de espera, mas eu acho que vai dar tempo sim, porque tem uma data ainda, dá tempo, mas só você entrar em contato pelo WhatsApp e falar com a nossa com a nossa assistente social. A Mata de Santa Genebra recebeu visitantes especiais nesta semana. Um grupo de pesquisadores e estudantes de biologia da Unicamp trocou os laboratórios da universidade pelo contato direto com a biodiversidade local. Um grupo de 27 alunos, professores e monitores do curso de ciências biológicas da Unicampa, de Santa Genebra, em Campinas. Durante a visita, os estudantes acompanharam de perto diferentes espécies de borboletas e mariposas, além das lagartas em uma das áreas de conservação mais importantes da região. No campo, os alunos colocam em prática os conteúdos aprendidos em sala de aula. Há muitos anos, quando a gente dá essa disciplina, seja para pós-graduação, seja para graduação ou para curso aberto, a gente acha que é importante ter uma imersão dos alunos num ambiente para ver borboletas, mariposas, insetos ao vivo. E a matração de Genebra, né, que aqui é o lado da universidade da Unicamp, ela é muito atrativa por causa disso. Nós estamos praticamente a 15, 20 minutos de distância. Há uma facilidade. Eh, tanto a fundação quanto o pessoal daqui é muito aberto e e incentiva esse tipo de atividades. Então, eh, não há por não fazer essa visita mesmo que rápida, né, para as pessoas conhecerem, verem as plantas, verem as lagartas, verem as borboletas voando, se alimentando. E quando a gente fala dos diferentes tipos de borboletas, diferentes grupos, explicar cada um com material vivo. A iniciativa faz parte de uma disciplina de férias voltada ao estudo das borboletas. Durante a atividade, os estudantes observam as diferentes espécies e o ciclo de vida desses insetos. A mata de Santa Genebra já catalogou mais de 700 espécies de lepidópteros e abriga desde exemplares mais comuns até espécies raras com poucos registros. O local também abriga o borboletário Santa Genebra, inaugurado em 2005 com uma área de 3.000 m² voltado para pesquisas científicas e educação ambiental. É uma dedicação diária, né? Elas demandam um cuidado diário, tanto pra gente coletar lagartas lá dentro do viveiro para trazer pra sala de criação, né? A troca, a limpeza dessas desses potes, né? Colocação de folhas frescas, elas precisam sempre estar com folhas frescas, né? O controle com relação à parte de pragas que podem estar dentro do viveiro, né? A gente também quando tem necessidade faz coleta de matrizes fora da de fora, né? dentro da mata, fora do viveiro, para que a gente reponha alguma espécie que tá necessitando. Para a Fundação José Pedro de Oliveira, responsável pela gestão da área, ações como essa reforçam o papel da Mata de Santa Genebra como espaço de ensino, pesquisa e conservação ambiental. Então são dezenas de pesquisas. Só no ano 2024 tinha um patamar de 24 pesquisas científicas sendo feitas. Isso superou os 30 agora no ano 2025. Então a gente tá numa ascensão do número de pesquisas e aulas como essa que acontecem de rotina. Pessoal da Unesp de Rio Claro já veio aqui, pessoal da PUC vem muito aqui, pessoal da Unicamp, alunos de vários cursos. Então, a importância é muito grande, tanto para conscientização e educação ambiental, quanto para agregar ao conhecimento sobre as espécies que ocorrem aqui nesse nessa principal eh vegetação de Mata Atlântica de todo a o segundo maior floresta do país e a principal de toda a região metropolitana de Campinas. Além de funcionar como laboratório vivo para universidades e escolas, o borboletário busca aproximar o público da natureza, usando a beleza das borboletas como ferramenta de conscientização. Borboletário, ele é muito antigo, ele é do começo dos anos 2000, quer dizer, ele tem mais de duas décadas de funcionamento. Isso é muito acúmulo para a compreensão da biologia dessas peças, né? Nós temos autorização para eh manejar no no borboletário algumas algumas dezenas de borboletas entre as 706 borboletas que ocorrem na Mata de Santa Genebra. Para os alunos, a experiência vai além do aprendizado teórico e amplia o contato direto com a biodiversidade local. A primeira vez no borboletário. Eu achei que é um espaço muito agradável, assim, muito organizado, que a gente consegue ver diferentes espécies de borboleta, a gente consegue ver lagartas, eh, os monitores, eles ajudam a gente na identificação das espécies também. Eu achei uma visita muito interessante. A visita foi muito interessante, a oportunidade de conhecer o borboletário, eh, e ter um contato bem grande com as borboletas aqui. Acho que realmente tem essa essa visão da prática, né? a gente aprende muito a teoria, então poder ver como ela se interagem com a natureza, ver realmente um projeto de preservação, conservação ambiental, isso é muito importante. Eu sou voluntária aqui na Santa Genebra, eu já conhecia, mas é realmente bem diferente é o conteúdo que a gente aprendeu hoje do que eles passam pr as crianças. Então foi um conteúdo muito mais amplo. A gente aprendeu mais sobre as borboletas e sobre o borboletário em si, como isso preserva o meio ambiente. E a gente segue aqui com as notícias da metrópole. Mas agora falando sobre emprego é sempre bom, né? Atenção, você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que quer mudar de área, preste atenção porque estão mais de 300 vagas disponíveis para esta quarta-feira no Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas. H vagas para açoogueiro, ajudante de obras, analista contábil, analista financeiro, armador de ferragens na construção civil, atendente de loja. Esta vaga é específica para pessoas com deficiência. Auxiliar administrativo, auxiliar de cozinha, auxiliar de linha de produção. Esta vaga também é específica para pessoas com deficiência. Copeiro de restaurante, cozinheiro, eletricista, farmacêutico, garçom, motofretista, motoboy, pizzaolo e porteiro. Para conferir todas as vagas é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadão.campinas.sp.gov.br. br. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã, às 4:30 da tarde. A unidade do Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. Hora das notícias do legislativo, o vereador Rodrigo Farmadique protocola requerimento e pede esclarecimentos à prefeitura sobre a atual situação do abastecimento de medicamentos na rede municipal de saúde. O documento aponta relatos de falta de medicamentos em centros de saúde do município, inclusive para pacientes em tratamento contínuo. Segundo Rodrigo Farmadique, a informação sobre a falta de medicamentos chegou de forma inesperada. Nós somos surpreendidos logo no início do ano com diversas reclamações de todos os cantos da cidade, de cidadãos reclamando da falta de medicamentos nas unidades básicas de saúde. E paraa nossa surpresa, a prefeitura ela tem esses medicamentos em estoque, só que não tá chegando nas unidades. Por isso eu fiz um requerimento cobrando explicações da Secretaria de Saúde e quais foram as razões e os o problema que é que causou esse desabastecimento, porque a população, principalmente aquela que depende do SUS, ela retira os seus medicamentos e são medicamentos de uso contínuo, principalmente medicamentos para diabetes, para hipertensão, até para aquele é um anticoncepcional, um remédio mesmo que de corriqueiro que o paciente precisa retirar mediante uma consulta e uma prescrição. não tá achando. E no município de Campinas, no ano passado, nós não tivemos esse problema. Então, foi uma surpresa muito grande. Por isso, nós estamos cobrando explicações e quais estão são as medidas que a secretaria eh tá adotando para que resolva esse problema no horizonte breve. O parlamentar destaca ainda que a própria secretaria informou que a mudança do almoxerifado municipal impactou a distribuição regular dos medicamentos. Sim. Não é um medicamento uma uma falta pontual. São praticamente quase todos os medicamentos e alguns insumos, porque segundo informações preliminares, o problema era na logística, na distribuição desses medicamentos. Só que até o ano passado tava normal, então nada se justifica. Ainda que uma eh contratação de uma empresa terceirizada tenha sido feito, não justifica de uma hora para outra criar esse desabastecimento, que devia ter sido feito um planejamento prévio. O vereador também solicita a relação atualizada dos medicamentos em falta com indicação das unidades afetadas, a previsão de reposição e questiona se houve prejuízos nos atendimentos. Até porque o gestor ele pode ser responsabilidade ser responsabilizado eh por agravamento de uma enfermidade, de uma doença ou algum problema que o paciente precisava daquele medicamento. Evidente que se ele procurar numa rede privada para comprar, possivelmente ele encontre, mas eh são lista de medicamentos essenciais que são disponibilizados pelo SUS e tem no município de Campinas. Então, e esse questionamento vem também para responsabilização de quem eh tem a responsabilidade por esse problema. Rodrigo Farmadique pontua que a situação não é complexa de resolver, sem dúvida. Até porque assim, eh, se até o final do ano e o transcorrer do ano passado todo não teve esse problema e que eu me lembre na história recente da da Secretaria de Saúde, nós não tivemos esse problema. Então, basta pequenos ajustes pra logística de distribuição para que o problema seja resolvido e a distribuição seja normalizada. Vereador Eduardo Magoga faz indicação ao poder executivo para a implantação de uma escola de tempo integral no CDHU da Vila Renascença no distrito de Nova Aparecida. A proposta é do vereador Eduardo Magoga e prevê a construção da escola em um terreno situado entre as ruas Novo Hotel e Júlia Lopes Pinheiro, na Vila Renascença, onde fica o CDH7. Antes, estudos técnicos devem ser realizados paraa implantação da unidade de tempo integral. De acordo com o vereador, a indicação tem como objetivo ampliar as vagas na rede pública de ensino em uma região que é marcada por um histórico déficit educacional. Essa é uma região muito carente, é uma região que precisa de uma atenção bem especial. Nós já vamos ter lá no CDHU da Vila Renascença a construção de uma unidade da Ceprocamp. Eu lembro que levei no passado a carreta que hoje está na frente do terminal de ônibus e essa carreta foi um sucesso, formando ali muitas pessoas em vários cursos. Então, vendo todo essa essa região e a necessidade da gente levar uma escola de período integral, pedimos isso ao prefeito, esse estudo, porque nós temos áreas lá que são muito importantes e bem localizadas no distrito. Na justificativa, o parlamentar destaca ainda que o modelo de ensino em tempo integral vai além do reforço escolar tradicional, promovendo uma formação multidimensional dos alunos. A proposta inclui a oferta de oficinas complementares como atividades de robótica, artes, esportes e idiomas, ampliando o acesso a oportunidades que, em muitos casos, não estão disponíveis para famílias de baixa renda. O terreno indicado paraa escola, segundo Magoga, possui uma localização estratégica. Isso porque é na entrada do distrito e é onde faz uma divisão entre os bairros adjacente ali da vila Padrencheta com a Vila Padrencheta. Um acesso rápido, fácil e ao lado de 1700 apartamento do CDHU. A indicação é usada quando um vereador sugere ao prefeito algo que seja de interesse público. Ela só é utilizada quando a decisão é de competência exclusiva do executivo, ou seja, não pode virar um projeto de lei. Agora, essa indicação do vereador sobre a escola em tempo integral segue paraa análise do prefeito. É notório a gente entender que quando o pai, quando a mãe tem condições de trabalhar, sabendo que seu filho está num local seguro, bem alimentado e recebendo uma educação, você faz uma transformação cultural naquele lugar, naquela região. E é isso que nós queremos proporcionar para essas famílias. A vereadora Fernanda Solto e o vereador Gustavo Peta solicitam providências referente à lei conhecida como descongela, por causa do pagamento retroativo de direitos dos servidores públicos municipais suspensos durante a pandemia da COVID-19. Sancionada em janeiro deste ano, a lei complementar de número 226, conhecida como lei descongela, ganhou repercussão na Câmara Municipal de Campinas. O vereador Gustavo Peta protocolou um requerimento solicitando informações sobre o pagamento retroativo de anuênio, quinqueno, sexta parte, licença prêmio e demais mecanismos equivalentes ao quadro de pessoal da prefeitura municipal que tiveram os pagamentos congelados entre maio de 2020 e dezembro de 2021 durante o período de calamidade pública decorrente da pandemia de COVID-19. durante um período ficou congelado os os a contagem dos dias a fins de quinquênio eh e outros benefícios. E agora o presidente Lula aprovou uma lei que autoriza os municípios estados a descongelarem esses dias parados a fins dos direitos do conjunto dos servidores. Então a lei federal que foi uma conquista importante, ela autoriza, mas são os municípios que precisam regularizar essa situação. Então, o nosso requerimento é no sentido do prefeito Saad fazer com que, como muitos prefeitos já aqui da região e do Brasil fizeram, que é aprovar ou através de um projeto de lei ou de um decreto, o descongelamento desses dias parados afins dos direitos dos servidores que se dedicaram muito na pandemia e não podem ser prejudicados por conta dessa desse congelamento que houve lá atrás. São mais de 500 dias, né? Não é possível que os servidores públicos que colocaram sua vida em risco durante a pandemia, como os servidores da educação, eh, e de outras áreas, porque o da saúde nesse caso não ficou congelado, mas de áreas importantes, eh, sejam prejudicados agora, eh, mesmo com a aprovação do governo federal, que deu amparo jurídico para que o prefeito possa descongelar esses dias que ficaram, não foram contabilizados nos direitos dos servidores. Já a vereadora Fernanda Solto apresentou uma indicação à prefeitura solicitando que o poder executivo determine providências para o cumprimento da lei. De acordo com a parlamentar, a suspensão trouxe prejuízos significativos aos servidores. Foi uma grande luta de todos os servidores, servidoras. Contra esse congelamento, a deputada federal, professora Luciene Cavalcante, apresentou um projeto de lei que foi aprovado na Câmara, posteriormente no Senado, justamente para descongelar esse tempo de serviço trabalhado. E esse projeto foi sancionado agora em janeiro pelo presidente Lula. Além da devolução automática da contagem de tempo de mais de 500 dias trabalhados durante a pandemia para que os servidores possam eh utilizar esse tempo para aquisição de evolução funcional e para contagem de quinquenos, anuênios, licença prêmios, esta parte entre outros direitos. A lei sancionada também autoriza o pagamento retroativo desses direitos. Ou seja, os servidores que naquele momento do congelamento tinham direito a solicitar essa evolução, que é uma incorporação do salário dos servidores pelo tempo de serviço, eles eh os entes federativos, o município, o governo do estado, os estados e o governo federal podem eh a partir disso protocolar legislação eh na sua esfera de governo complementar para regulamentar essa lei federal que foi sancionada. Isso significa, por exemplo, em Campinas, que o prefeito Darad precisa encaminhar aqui pra Câmara uma lei, eh, um projeto de lei complementar municipal, regulamentando a federal que foi sancionada para garantir o pagamento retroativo dos servidores. Nós sabemos que a Prefeitura Municipal de Campinas eh fechou 2024 como a 10ª cidade, com a maior arrecadação e o balanço de 2025, que deve sair agora no começo do ano, deve repetir esse feito. Portanto, existe muito recurso em caixa. O que nós precisamos ter agora é vontade política do prefeito para encaminhar essa regulamentação para que possa ser aprovada aqui na Câmara e garantir esse pagamento retroativo, já que a contagem ela é automática e, portanto, já deve ser incorporada aos servidores que solicitarem. Meiodia, mais 25 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, mas agora falando sobre a reunião ordinária, já que hoje é quarta-feira, os vereadores vão se reunir para discutir e votar oito projetos. Entre eles, olha só, está em turno único. É um projeto de resolução de autoria da corregedoria da Câmara, que aplica uma penalidade de suspensão temporária do exercício do mandato por 45 dias ao vereador Oto Alejandro. A proposta é resultado do procedimento instaurado a partir de representação apresentada por seis vereadores na qualidade de eleitores. E também entra em votação na noite de hoje o relatório da comissão processante favorável ao arquivamento da denúncia para investigar a acusação por quebra de decoro parlamentar do vereador Oto Alejandro. Votaram pelo arquivamento o relator Eduardo Magoga e o membro Guilherme Teixeira. A vereadora Fernanda Solto, presidente da comissão, apresentou um voto separado pela continuação da investigação. Para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados nesta quarta-feira a partir das 6 horas da tarde, é só entrar lá campinas.lege.br. legge.br, você confere eh os projetos que serão discutidos e votados e também fica muito bem informado sobre as outras notícias. Tudo que acontece aqui no Legislativo, na Câmara Municipal, você acompanha pelo site. Bom, e olha só, um estudo publicado por uma revista conceituada em todo o mundo amplia a compreensão científica sobre os impactos do e ninho oscilação sul. diante do Oceano Atlântico. Tema que você acompanha a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. Olá, tudo bem? Um estudo publicado em revista científica amplia a compreensão sobre os impactos do Elinho e a oscilação sul sobre o Oceano Atlântico. Segundo pesquisadores, esse fenômeno climático pode determinar se a pesca aumenta ou diminui nas regiões da África e da América do Sul. E para que a gente entenda melhor o que é esse fenômeno, justamente esses impactos, nós estamos hoje no Giro Ambiental conectados com a Regina Rodrigues, que é professora de oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina. Ela que também aí é uma das envolvidas nesse estudo. Regina, seja bem-vinda aqui ao Giro Ambiental. E eu já vou perguntar inicialmente, quando a gente fala nesse é o ninho oscilação sul, eu recebi inclusive essa questão que tem uma nomenclatura. Já explique, vamos lembrar quem quem está em casa o que é esse fenômeno. Oi, bom dia. Obrigada por me receber. Eh, então, a, e aí foi excelente pergunta porque, eh, a gente pode fazer um análogo, eu sei que as pessoas conhecem muito bem esse fenômeno e os impactos que tem sobre a Terra, né, sobre o continente e no nosso clima. Então, eh, o eho ele é um fenômeno oceanográfico porque ele ocorre lá no Pacífico Sul. Então, no Pacífico Sul a gente tem os ventos, né, alíos, que empilham água geralmente para pra parte da esquerda, assim, pra parte onde tem a Indonésia. né, eh, do Atlântico, eh, do Pacífico Tropical. E e essa água quente, né, que fica empilhada desse lado, ela ela tá associada com nuvens muito eh altas de convecção, né? Então, quando ocorre o aninho, que que é que que é esse fenômeno? ele enfraquece esses ventos e essa água se desloca pro centro do do oceano Pacífico. Quando há esse deslocamento, as nuvens também se deslocam e aí essa e essa essa mudança muda o clima global, né? Porque essa essas nuvens eh você pode entender como uma pedrinha no oceano, que quando você joga uma pedrinha eh as ondas, né, formam ondas que se afastam da pedrinha. Essa convexão no oceano é como se tivesse dando uma uma acutucada na atmosfera. Então, quando você muda aquilo, a cutucada muda de lugar e as ondas atmosféricas mudam de lugar e impactam o clima global. Muda tudo. Então, muda na América do Sul. Então eu vou trazer um um aspecto que todo mundo conhece, o Elninho, quando ocorre esse elninho, que é esse enfraquecimento do desses ventos e e essa essas nuvens se movem lá no Pacífico, que que ele causa no Brasil? chuvas intensas no sul e secas no norte e nordeste. Um um eh na nossa memória a recente, o ano de 2023 24 que nós tivemos inclusive as enchentes no Rio Grande do Sul e a seca extensa na Amazônia, né? Então isso foi um impacto do Alinho intensificado pelas mudanças climáticas, né? Mas quem deflagou inicialmente essas essas mudanças, né? Eh, esse evento é o ninho aí que a gente, né, tá conversando. Então, os pesquisadores geralmente estudam muito impacto sobre terra, né, em secas, precipitação. O que a gente fez foi estudar esse mesmo evento, esse mesmo, eh, tipo de fenômeno e o impacto que ele tem sobre o Oceano Atlântico Sul, porque o, né, essas mudanças ocorrem sobre tudo, né, não é só sobre o continente, sobre o oceano, que por consequência vão ter impactos na nos ecossistemas marinhos e na pesca, né, que é o que geralmente afeta a nós ser humanos, ser seres humanos. Agora, doutora Regina, eh de que forma, até para quem tá em casa entender, eh, isso impacta diretamente, por exemplo, a, na produtividade, a gente sabe que a gente tem, não aqui em Campinas, onde nós estamos falando, mas Brasil é cheio de populações ribeirinhas e nós temos também toda uma população que depende da pesca. Como que isso tem sido verificado por vocês? E qual seria o impacto quando a gente pensa na ponta e na sobrevivência dos seres humanos? É, então esses impactos, como eu falei, sobre a terra, né, que a gente vê bem, né, com a chuva intensa, eh, e na agricultura, por exemplo, o impacto da da seca, igualmente nos oceanos vai ser na pesca, né? Só que é muito mais difícil da gente eh eh rastrear esses impactos, como talvez você tenha visto ali no estudo, né? Eh, os impactos variam muito de lugar. É como é como eu falei, você vê seca na Amazônia, mas é enchente no Sul. Igualmente no oceano, ele causa às vezes aumento da temperatura, né, e às vezes um resfriamento. Então, e aí cada espécie, né, de peixe, eh, cada região tem uma resposta diferente. Então, o que a gente viu que não é tudo ruim, né? Eh, tem lugares que a pesca, né, ou o ou a alguns peixes se beneficiam, né, durante o ano, anos de ainho e alguns lugares eh há uma uma um decréscimo, então, na, né, uma da produtividade de certas espécies. Então, é muito complexo, né, e a gente tem muito pouco dados dos oceanos comparado com o da Terra, obviamente, né? A gente mora no continente, é muito mais fácil coletar dados, né? eh sobre a terra do que no oceano, né? Porque esses impactos, inicialmente, nesse estudo, eles apresentam que seriam nos países da América do Sul e na África. Tem algum motivo especial? Então, tem um motivo bem importante que eh primeiro porque a gente focou no Atlântico Tropical e Sul, né? eh que é bem menos estudado quando comparado ao Atlântico Norte e outros outras bacias oceânicas, onde países eh desenvolvidos eh são adjacentes porque eles têm muito mais dinheiro para pesquisa, então eles fazem muito mais pesquisas, né? E esse projeto, esse estudo foi um produto de um projeto financiado pela Comunidade Europeia, que que é que eh foi uma uma um acordo que o Brasil assinou, né, um de Belém, se chama Belém lá em Portugal, onde eh essa cooperação para ter um entendimento melhor do Atlântico como um todo, não só do Atlântico Sul, entre a Comunidade Europeia, países da África e países do do da América. América do Sul para incorporar conhecimento também do Atlântico Sul. E aí a gente recebeu financiamento da Comunidade Europeia, várias universidades do Brasil, né? Então foi um consórcio para e isso foi uma dos estudos que a gente fez de levantar todos esses estudos eh, né, de impacto do Elninho, porque assim, eh, esses trabalhos, esses conhecimentos são feitos localmente, né? uma universidade faz ali e no Nordeste, outra faz aqui. Então a ideia desse desse estudo era tentar resgatar tudo que já foi publicado, né, do impacto do eho no Atlântico Sul e incluindo então o lado da América do Sul, mas também tivemos colegas da África e olhando eh pra parte da África, né? Sim. Eh, isso também apontam duas coisas do ponto de vista científico, que é a necessidade de maior eh previsão orçamentária para que também se possa ampliar esse estudo, né, doutora? É, então aí eu gostaria de de mencionar um fato que eh, por exemplo, eh, todo a maior parte de de levantamento de dados oceânicos é iniciativa pública, né, não só no Brasil, como em todos os outros países. Eh, a gente tem muito pouco investimento de de eh empresas privadas, por exemplo, do setor privado, eh, na coleta de dados. Só que os dados coletados nos oceanos, eles são super importantes, não só para esse tipo de previsão de pesca, mas de previsão de tempo e clima, né? Então, todos esses esses produtos de previsão usam muito esses dados públicos e muitas das desses eh produtos de previsão eh são privados. Então, a gente chegou num ponto que a os governos hoje não têm mais dinheiro para investir em ciência, né? Eh, não tem mais um orçamento bom. Isso tem decaído não só no Brasil, isso é uma realidade que ocorre nos Estados Unidos, na Europa também, né? Países que eh tinha uma um investimento forte, isso tem decaído e a a a pesquisa no oceano é muito cara, né? Então, e a gente tá começando a ter um declínio em vez de ter um aumento na coleta de dados oceanográficos, que vai impactar inclusive previsão de clima e tempo, né? Por exemplo, furacões, eles são eles nascem nos oceanos, então a gente tem que ter um um bom levantamento, né, de de dados físicos, eh, para isso e também para pesca, né? Então, vai muito além, né, a previsão de clima vai muito além de só eh coletar dados específicos para entender como ecossistemas marinhos estão eh se comportando e pesca, né? Porque se um dos primeiros apontamentos, inclusive desse estudo, doutora, é justamente a questão do manejo eh localizado. Me fala um pouquinho de como seria isso. É, então aí como você viu como eh os impactos, né, na no clima são bem diferentes, né, em dependendo de que região você tá, no oceano também, né, e as espécies eh sendo a tendo uma resposta também diferenciada, uma espécie no mesmo lugar pode se beneficiar e outra não. Então não, a gente não tem como eh ter um uma varinha, né, uma bola de cristal, falar: "Olha, vai ser tem é o ninho, então vai ter uma queda generalizada na pesca". Ou então é realmente necessita desse dado local, né, das espécies locais, das condições locais, como que aquele local eh eh reage a um a um fenômeno daninho e a laninha, que é o a outros outro lado da moeda desse fenômeno aí, né? Então a gente precisa realmente dos dados locais, não tem como fugir disso. Satélite não, dados de satélite não, não nos dão essa informação, né, infelizmente. Então a gente tem que realmente ter uma rede, né, o que seria ideal de uma rede de coleta desses dados, tantos abióticos e bióticos, né, eh eh ao longo de toda a costa do Brasil, tá certo? Então, Dra. Regina Rodrigues, que é pós-doutorada inclusive em oceanografia e atualmente é professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina na área de oceanografia física e também coordenadora da subrede desastres naturais da rede clima, entre outras atribuições. Aqui o giro ambiental está aberto para quando tiver novos estudos, nós estamos aqui e aí vocês podem com certeza ver falar aí desses avanços para nós. Doutora, obrigada. Eu que agradeço. Muito obrigada. E você que está assistindo o Giro Ambiental, não saia daí. A partir de agora, nós temos curiosidades e informações a respeito do meio ambiente e sustentabilidade. Cientistas da Universidade de Was Anglia descobriram uma correlação entre o aumento da temperatura e alterações genéticas em ursos polares, sugerindo que os animais podem estar se adaptando a condições mais quentes. O estudo publicado na revista Mobile DNA analisou as atividades dos genes saltadores, que são fragmentos móveis do genoma em ursos da Groenlândia. Os resultados mostraram que os animais do Sudeste, que vivem em um ambiente significativamente mais quente e com menos gelo apresentaram um aumento drástico na atividade desses genes saltadores. Essas alterações genéticas estão ligadas a funções como estresse térmico, envelhecimento e metabolismo, indicando uma resposta biológica às mudanças climáticas. Um estudo demonstra que oscilações térmicas frequentes impactam diretamente o tamanho da colônia das abelhas. Comeias expostas a picos elevados de temperatura e a uma maior instabilidade térmica interna apresentaram uma redução significativa no número de indivíduos. Essa relação evidencia como o estress climático pode enfraquecer a população das colmeias, comprometendo a sua sobrevivência e produtividade. Além da redução populacional, esse estress térmico força as abelhas sobreviventes a redirecionar a sua energia. Em vez de coletarem néctar e pollen, elas precisam focar no resfriamento e na ventilação manual da colmeia. Esse desequilíbrio prejudica o estoque de alimentos e a nutrição das larvas, criando um ciclo de vulnerabilidade que pode levar ao colapso total da colônia, o que gera impactos diretos na polinização de cultivos e na segurança alimentar. Céu nublado. carregado em Campinas nesta quarta-feira e à tarde tem previsão de chuva. Para amanhã, quinta-feira, segue esta tendência, mas o sol tentando aparecer com a nebulosidade em alta e aí tem mais previsão de chuva aqui pra cidade de Campinas, principalmente à tarde. Vamos às temperaturas porque elas já estão aqui na minha tela para amanhã. Então, 5 de fevereiro, mínima de 20º, é uma mínima elevada. Estamos no verão. A temperatura até sobe ao longo do dia, mas nada de calorão porque não passa dos 29º aqui na cidade. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária. A segunda do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar oito projetos. Você acompanha tudo aqui na TV Camara Campinas e amanhã é o nosso encontro a partir do meiodia ao vivo aqui no Jornal Câmara Notícia. Até lá. Ciao. Ciao. เฮ