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41 views Publicado 17/12/2025 HD · 43:26

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Prefeitura reabre os parques de Campinas após redução no acumulado de chuvas. Primeira parte da reunião ordinária número 78 do Legislativo de Campinas debate a autarquização da saúde da Unicamp. No giro Ambiental de hoje, nova espécie de ave é registrada na Mata Santa Genebre em Campinas. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio de semana, quarta-feira, 17 de dezembro de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia mais 4 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número 97829377 ou você tem a opção de enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o QRcode. Também aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. você aperta e a gente conversa ao vivo. Apesar da forte chuva ontem em muitos bairros aqui da cidade de Campinas, os parques e bosques continuam abertos. A gente lembra aqui que desde domingo essas áreas estavam fechadas por conta do decreto da operação chuvas de verão, que estabelece que parques evitem a visitação pública quando o índice atingir 80 mm em 72 horas. está aberto e o repórter André Aranha está na Lagoa do Taquaral com mais informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Pois é, boa tarde para você, Gabriel Castro. Boa tarde para todo mundo acompanhando Câmara Notícia. Bons parques aqui em Campinas estavam fechados desde domingo. Agora foram reabertos. São 25 parques aqui na cidade de Campinas. Portanto, todos foram reabertos. Estou com a Márcia para conversar conosco. A Márcia que é diretora do Departamento Técnico Ambiental da Secretaria de Serviços Públicos para falar justamente a respeito disso. Estamos aqui no Taquaral, portanto tudo normal por enquanto. É isso, Márcia. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde a todos. He. Mas a precipitação ela não foi significativa. Nós temos os dados de precipitação de 48.2 mm. Esses dados foram fornecidos para a Defesa Civil, então abaixo dos 80 mm, que é o que é estipulado no decreto municipal para fechamento dos parques. Bom, passou então de de 80 mm. A prefeitura precisa e obrigada, portanto, por conta do decreto a fechar os parques. Sim, o índice é 80 mm de chuva acumulado 72 horas. E por que que é importante e fundamental isso? Isso são medidas mitigadoras e preventivas que o poder público tem que adotar e para evitar acidentes. Porque no caso com 80 mm, dados científicos demonstram que você tem o solo mais friável, o solo mais solto e a árvore elemental arbólico, a sua raiz, ela fica mais propensa pelo peso da chuva na copa dela, nas árvores, na questão das folhas, no tronco, ela fica propensa a cair, mesmo que ela esteja saudável. Por isso é importante fechar para proteger a população. É uma questão de prevenção, né, Márcia? Ela é prevenção e é uma questão de prevenção e técnica, né, com as com as medidas todas de eventos climáticos extremos que nós estamos passando. Cai certo, nós estamos vendo que a questão toda desse contexto, você tem uma fatalidade que pode acontecer em algum ou alguma pessoa ou algum animal. Por isso que é importante você proteger, né? Proteger a população. Nossos eventos climáticos, não só em Campinas, mas no mundo todo, ele tá premento, ele tá vistos. Você vê isso que acontece em São Paulo com a queda de quase 500 árvores. Você vê hoje que aconteceu na Ilha Bela com uma chuva significativa essa noite com a fatalidade do prolongamento, escorregamento de massa sólida de duas fatalidades, duas vítimas. Então é fundamental que o poder público se adapte à nova realidade climática. Bom, e cada situação é avaliada todos os dias, a situação da do do tempo, enfim, todos os dias tem uma avaliação nova. Existe uma força tarefa da Defesa Civil no município de Campinas, que é uma sala de situação que participam todos os entes municipais e todo dia é e é colocado o índice de precipitação, no caso pelo sistema da Defesa Civil do governo do estado de São Paulo e também pelas nossas medições regionais dasções que medem regional. quando for detectado, ele já na parte de manhã, já cedo, já repassa na sala de situação a questão de quanto que choveu, quanto que ventou e qual que vai ser a expectativa do clima naquele dia. Então isso é repassado para todos o sistema, né? E nós, no caso da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, emitimos um alerta para todos os gestores dos parques para fechamento. E esse fechamento tem que durar 24 horas, tem até que a gente veja se já foi estabilizado, se continuou o índice acima de 80 mm ou se nesse dia já secou um pouco o solo, se ele se tornou um pouco mais compacto para evitar acidente. Bom, são 25 parques aqui em Campinas, né, Márcio? Todos estão funcionando normalmente. Todos estão funcionando normalmente. Hoje, hoje era 7:30 da manhã, já foi comunicado todos os gestores que eram pros parques estaram todos abertos quando a força tarefa da sala de situação já repassou o índice de pluvisosidade. Hoje foi 48.2 mm. Campina está em estágio de observação, não de atenção. Quando está em estágio de atenção é acima de 80 mm. Valeu, muito obrigado pelas informações, Márcia. E tem um bom dia. Bom dia a todos. Bom, é isso aí, Gabriel Castro. Portanto, os 25 parques foram reabertos. Estamos aqui, olha só, no Parque Taquaral. E as pessoas estão acompanhando, estão eh usufruindo normalmente o parque. Como disse a Márcia, voltou a funcionar normalmente nesta quarta-feira. Eu volto com você, Gabriel Castro. E já já eu venho com a previsão do tempo, mas adianto que vai dar para aproveitar hoje à tarde e também o dia de amanhã sem chuva. Quero agradecer ao nosso repórter André Aranha e claro a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas aqui pela Márcia Calamari, que é a diretora do departamento técnico ambiental da Secretaria de Serviços Públicos, pelas informações. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole. Agora falando sobre emprego, é sempre bom, né? Atenção, você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que quer mudar de área. É fim de ano, mas as vagas continuam abertas no Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas. Mais de 200 vagas aqui pra cidade de Campinas. Olha só a vagas para açoogueiro, ajudante de motorista, assistente administrativo, atendente de loja. Esta vaga é exclusiva para pessoas com deficiência. Auxiliar de agricultura, auxiliar de cobrança, auxiliar de estacionamento, copeiro de bar, comim, empacotador, empregada doméstica, estoquista, fiscal de caixa, inspetor de qualidade, auxiliar de inspeção, monitor de câmeras de segurança, motorista de caminhão, operador de caixa, trabalhador no cultivo de mudas e vendedor orçamentista. Para conferir todas as vagas é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadãos util.campinas.sp.gov.br. BR. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã, às 4:30 da tarde. A unidade Douro Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. e a unidade do Campo Grande, na rua Manoel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. Olha só, nesta época de fim de ano, a demanda por transfusões de sangue costumam aumentar, enquanto o número de doações diminui. Então é muito importante você que está nos assistindo e está em boas condições de saúde, tem entre a primeira doação tenha sido feita até 60 anos, pesa no mínimo 50 kg. Procure o posto da Unicamp lá do Emocentro na rua Carlos Chagas, número 480, na cidade universitária em Barão Geraldo, ou na Avenida das Amoreiras, número 860, no Parque Itália, no Centro de Hematologia e Hemoterapia, na Avenida Júlio de Mesquita, número 571, porque tem muitas pessoas que estão precisando. Tem o site também do emocentro.unicamp.br. br. E aí você consegue conferir outros pontos de coleta aqui pela região de Campinas. O prefeito Dário Saad doou o sangue esta semana. Chegando o final do ano, vim fazer mais uma doação de sangue. Eu sou doador de sangue há muitos anos. E olha, quero fazer um convite para você. Final de ano, a média de doações diminui e diminui também o estoque dos bancos de sangue. O Emocentro da Unicamp faz aí uma campanha para que as doações possam aumentar no final do ano. Por quê? Porque, infelizmente, final do ano, época de festas, acontecem muitos acidentes e as pessoas precisam de muito de sangue e muitas vezes em cirurgias de urgência. Então, final do ano, faça um gesto de solidariedade, vem doar sangue meiodia, mais 15 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia ao vivo e vamos com as notícias do legislativo, porque autarquização da saúde da Unicamp foi o tema da primeira parte da reunião ordinária de número 78 aqui do legislativo. Por iniciativa da vereadora Fernanda Solto, a primeira parte da 78ª reunião ordinária contou com um debate sobre a autarquização da saúde da Unicamp, defendida pelo atual governo do estado de São Paulo. Qual a realidade que tá acontecendo? todo o complexo de saúde da Unicamp, né, que inclui o hospital de clínicas, o CAISM, o hemocentro, gastrocentro, outras unidades, inclusive unidades fora de Campinas, como a Faculdade de Odontologia em Piracicaba, outras unidades de saúde que hoje estão sob gestão direta da Unicamp, tanto no ponto de vista administrativo quanto também de financiamento. essas todo esse complexo que é referência nacional e internacional no atendimento de excelência à saúde, justamente por essa ligação com a universidade, existe uma ofensiva do governo Tarcísio de Freitas de quebrar esse vínculo, essa ligação com a Unicamp e transferir toda essa responsabilidade pro governo do estado de São Paulo. E hoje nós estamos aqui para discutir porque que essa proposta é um problema, pode impactar muito negativamente sobre a eh saúde, o atendimento, a qualidade da saúde, o atendimento à saúde de toda a população, abrir espaço para as privatizações dentro dos serviços de saúde e também precarizar as condições de trabalho dos profissionais de saúde. Por tudo isso, também os trabalhadores estudantes da Unicamp estão mobilizados contra essa proposta. Participaram do encontro representantes do movimento estudantil do Diretório Central dos Estudantes, Malena Rojas e Thaís Roldão e o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, Toninho Alves. O que nós estamos discutindo aqui no fundo, no fundo, na verdade não é a autarquização do hospital, mas sim o financiamento da Universidade Pública de Campinas e o financiamento das três universidades. Os reitores colocam como contrapartida autarquizar o hospital na desculpa de buscar mais financiamento e ampliar e ampliar por por contrapartida a autarquização o número de vagas pros estudantes da universidade. Então no fundo, no fundo do debate é sobre o financiamento da universidade. E concluo dizendo, nós estamos discutindo a mudança de modelo de universidade pública. a universidade pública indissociável no ensino, na pesquisa, na extensão, indissociável no que tange a sua estrutura patrimonial, porque a partir do momento que separar a área de saúde das demais partes da universidade, eles vão colocar um muro divisório lá, porque a parte de cima, 25% da área física não pertencerá mais à universidade pública. Portanto, é uma mudança brutal do modelo de universidade. Vai mudar cada vez mais do que a gente chama de modelo produtivista da universidade. O vereador Wagner Romão e as vereadoras Paola Miguel e Mariana Conte também marcaram presença na reunião. A Unicamp perder o seu principal projeto de extensão, que é a área da saúde, vai enfraquecer a universidade. Quando a gente tá falando desse processo de autarquização, esse processo de privatização da saúde da Unicamp, a gente tá falando que o equipamento que atende majoritariamente a cidade de Campinas, mas atende também todo o estado de São Paulo, o Brasil inteiro, que é uma referência nacional de que esse equipamento vai deixar de estar atrelado a Unicamp, à universidade e vai deixar, inclusive futuramente de realizar pesquisas que podem melhorar a vida de todos nós. A gente tem conversado com a população que utiliza o as unidades de saúde ligadas à Unicamp e o medo é geral de que esse processo de transferência da gestão se eh resulte nessa precarização dos serviços, dificulte ainda mais o acesso, porque está sendo tudo feito muito no atropelo, muito rápido no final do ano, que inclusive os próprios estudantes estão de férias e a própria forma como isso tem sido discutida na universidade traz insegurança para a população, porque vê essa forma atropelada. de se pautar o debate, sem que possa inclusive ter a participação do Conselho Municipal de Saúde, que é o representante do controle social no SUS discussões. Então, nós somos contra essa forma de fazer a política na universidade. Presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini, protocola projeto de lei complementar que cria meliponário municipal no Parque das Águas para conservação de abelhas nativas. O presidente da Câmara de Campinas, vereador Luiz, protocolou um projeto de lei complementar que cria o meliponário municipal no Centro de Educação Ambiental do Parque das Águas. Importante destacar a importância das abelhas, né, pra preservação da biodiversidade, pro cultivo da agricultura. Eh, segundo estimativa, cerca de 75% de todo alimento cultivado no campo depende dessa polinização feito pelas abelhas, né? Então, a abelha é fundamental pro equilíbrio ecológico e pra existência da própria espécie humana. No passado, eu criei uma lei tentando preservar e proteger as abelhas aqui de Campinas, as abelhas sem ferrão, que permitia inclusive o manejo, né, de colmeias, às vezes por alguma razão tá no local aqui na legal para outros. Só que essa lei ela feria é uma lei estadual que é quem deve regular toda a legislação sobre a fauna silvestre. Então, alertado por isso, por um técnico da Secretaria do Clima hoje nós fizemos um estudo e surgiu a proposta em São Miliponário municipal. A proposta é incentivar a conservação das abelhas nativas sem ferrão. Além de desenvolver colmeias de abelha, abelhas sem ferrão, abelhas nativas, temos diversas espécies, né? Eh, ali poderia ser um espaço para as escolas poderem levar crianças e que a Sanasa já tem lá o centro de educação e do lado do Parque das Águas. Então, já tem esse conceito, essa finalidade, facilitaria, obviamente, implantar isso. Para além da educação ambiental, poderia ali ser um local mesmo de criação de abelhas sem ferrão. Então essa ideia foi desenvolvida junto com a CLIMA que eu incorporei, eu acho importante e Campinas poderia aí passar fazer parte também de um pequeno rol de cidades amigas das abelhas, inclusive até entidades, instituições, instituto agronômico que reconhecem a iniciativa dos municípios que adotam medidas de preservação das abelhas. O executivo é quem vai determinar quem será o gestor do meliponário municipal caso o projeto se torne lei em Campinas. A intenção é exatamente essa, que a SEC Clima, juntamente com a Fundação José Pedro de Oliveira, possa fazer a gestão desse ambiente. Nós, inclusive, no início, pretendíamos que esse meliponário fosse lá na Mata Santa Genebra, mas pelas características da mata, pela função, pela missão da Marta, eles falaram que talvez para com essa com esse porte não seria possível ali. Por isso que foi identificado aqui o Parque das Águas. Mas certamente a experiência, né, o conhecimento, né, dos técnicos da Fundação José Pedro Oliveira vai ser fundamental no desenvolvimento e implantação desse meliboniário no Parque das Águas. Rossine lembra que as abelhas são espécies fundamentais para a polinização e a manutenção da biodiversidade. O desenvolvimento das cidades de forma geral acabou eliminando os espaços de mata e espécies também de abelhas, além de outros eh espécies da fauna, né? a gente vê que os até a onça tá perdendo seu habitar cada vez mais próxima da cidade. Então a gente tem que ter um olhar voltado paraa preservação dessa biodiversidade que é imensa. Os insetos, todos eles cumprem uma função ecológica importante e a abelha ainda mais, né, por ser a polinizadora, eh, dos alimentos. Você sabe que nos Estados Unidos há fazendas que elas alugammeias durante o período de plantão, de plantil florada para que as abelhas possam fazer o processo de polinização. Muitas vezes a agricultura intensiva com uso de agrotóxicos também passou a ser um problema, né, de eh de extinção ou de colocar em risco a extinção das abelhas. É claro que esse projeto vai no sentido contrário. a gente precisa reverter essa tendência e preservar esse animalzinho que é fundamental paraa sobrevivência inclusive da espécie humana. O vereador Felipe Marquezi protocola moção de apelo ao governador do estado por melhores condições de segurança na rodovia Lix da Cunha. Preocupado com as condições de segurança da rodovia Liqu da Cunha em Campinas, o vereador Felipe Marquezi protocolou uma moção que foi aprovada pelos demais parlamentares, apelando ao governador do estado de São Paulo, ao secretário estadual de transportes e a Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo, Artespotem medidas com urgência. Muitos acidentes t acontecido ali em um mês. Dois óbitos, dois acidentes que levaram as vítimas fatais. Então nós estamos pedindo através dessa moção, um apelo para que o governador possa fazer ali na entrada dos bairros trevos, iluminação, sinalização horizontal, vertical, coisas básicas para um bom funcionamento daquela rodovia. O parlamentar critica a falta de manutenção na rodovia e que acidentes continuam acontecendo. É um absurdo a cidade de Campinas ter uma rodovia dessas condições. Então, nós estamos apelando ao governo do estado para que tome providência. Estamos cobrando a UDR em nome aí desse diretor que tem aí, o Cleiton, que tá há anos aí, sabe dos problemas e não resolve o problema da rodovia. Nós temos deputados na região, deputados na cidade, nós não vemos eles se mexerem quanto a este assunto. Então nós precisamos juntos com a Câmara Municipal, com os vereadores, o apoio dos 33 vereadores para que possa aprovar essa moção, que possa chegar a teu governador e que ele possa fazer alguma coisa para responder e colocar uma obra, algo em prática para que acidentes não venham continuar acontecendo. Meio-dia mais 26 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira. A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia, porque recentemente foi visto na Mata Santa Genebra uma espécie nova de ave, o acauan, então sobre a biodiversidade do local e a importância pra cidade de Campinas, acompanhe o giro ambiental. Uma nova espécie de ave foi vista pela primeira vez na borda da mata Santa Genebra, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas, perto da divisa com a área particular de plantil. Trata-se do awan. O registro da ave na Ari, que é uma área de relevante interesse ecológico, causou surpresa e alegria à equipe que trabalha no local, já que na lista de aves ainda não constava por ali nenhum registro dessa espécie. E para entender melhor o que representa aí a presença ou a passagem do Acuan nesta região, nós vamos conversar com o biólogo da Fundação José Pedro de Oliveira, que é a gestora da Mata Santa Genebra, Tomás Henrique Barreira, que tá aqui conectado no Giro Ambiental com a gente. Tomás, seja bem-vindo. Primeiro vão, eu queria que você contextualizasse em que momento, em que situação, o que que estava acontecendo que vocês conseguiram aí fazer esse flagrante, digamos assim. Olá, tudo bem? Então, a tinha marcado com um observador que é parceiro aqui da fundação, que a gente periodicamente procura fazer, né, o que a gente chama de passarinhada, uma saída para observação de aves, justamente pra gente saber que espécies estão ocorrendo naquele momento, que, né, se tem alguma novidade, que foi o caso, né, pra gente ter uma noção de como que tá a saúde aqui da população de aves da MA. E a gente era cedinho já, a gente já tinha caminhado um pouco, fazia cerca de uma hora que a gente tava fazendo a observação, né? A gente escutou um canto que não é o normal, né? A gente não tinha escutado por aqui ainda. Nós dois já conhecíamos o o Akauan, já eu já havia feito registro dessa ave em outro local de Campinas, né? Mas ao escutar a gente parou e era um ponto que da onde vinha o canto já a gente já tinha até passado. A gente resolveu voltar para trás para tentar localizar o animal, né? A princípio a gente escutava nitidamente, mas não conseguia avistar ele. Então a gente fez uso de um recurso que é legal, mas precisa ser feito de forma muito comedida, que é o uso do que a gente chama de playback, onde a gente coloca o som daquela ave, né, para que ela fala: "Opa, tem mais alguém aqui". e ela se aproxima e ele veio e pousou numa árvore bem perto da gente, numa área onde estava limpinho para visualização e foto, né, pra gente inclusive confirmar a identidade do bichinho, né? Aí ele ficou um tempo lá pra gente conseguir registrar ele. Depois ele virou de ele primeiro pousou de costas, depois virou de frente. Ele acho que ele queria fazer um book, né, da da ocorrência dele. Então ele cooperou muito com a gente para para esse registro. Agora, ô Tomás, a gente inclusive eu já entrevistei tanto você quanto Dionísio nesse trabalho importante de registrar as aves que passam ali pela Mata Santa Genebra. E a gente percebe, quando a gente tinha aqui a o programa Meu Ambiente, que ela tem um significado, não é eh só um aparecimento simples que a gente é ele traz algumas informações quando uma ave, quando há esse registro da biodiversidade numa em qualquer área, principalmente numa área como a Mata Santa Genebra. Nesse caso do akauan, qual é a mensagem quando você eh percebe que eh ele tá circulando por essas paragens, digamos assim? É, o Akauan, ele é um, é um falcãozinho bem especialista, né? Ele tem uma preferência muito grande por serpentes, né? é o hábito alimentar dele. Então, o fato dele tá buscando aqui a mata, né, mostra que tanto a mata como o entorno dela tá dando condições para que ele consiga alimento e abrigo, né? se ele tá chegando até aqui, porque dois cenários, ou a gente teve um aumento da população e aonde esses animais estavam, tá com bastante ocupante, então ele precisou procurar um novo lugar ou um cenário mais triste, que é aonde ele ocupava, não tem mais condições dele ficar, ele precisa de uma nova área que seja segura, né, e que possa fornecer o que ele precisa. E aqui ele acabou encontrando isso. Então, geralmente o Acau ele é ele não é encontrado, por exemplo, em áreas urbanas da nossa cidade, mas em áreas rurais é que tem aí uma certa quantidade de de florestas, digamos assim. É esse para quem tá lá em casa entender mais ou menos esse conceito. Isso. O auan, pela especialidade dele, ele vai procurar lugares mais naturais, não necessariamente uma floresta fechada, porque as serpentes também estão presentes em áreas de campo, né? Mas num local onde ele possa encontrar esse alimento, né? Então, dentro da cidade é basicamente impossível que ele consiga esse tipo de alimento. Ele teria que partir para outras alternativas alimentares que não são a preferência dele. Então, não é um animal que a gente vá ver, por exemplo, dentro da cidade, como ocorre com alguns outros gaviões que já são mais flexíveis quanto a alimentação. Eh, no total aqui, de acordo com o material que eu recebi, a lista do plano de manejo atualizado agora tem 249 espécies de aves que estão ou estiveram em algum momento presentes na mata. Significa que quando há, por exemplo, esse registro do akauan, no caso, não significa que ele está morando na mata, ele pode, ele tem a mata como um lugar de referência, mas não necessariamente que ele está naquela na todo o tempo por ali. É isso. Isso. Essa lista ela contempla estudos de mais de 20, 30 anos. Então, algumas aves que eram presentes, por exemplo, aqui há 30, 40 anos atrás, hoje podem não estar mais, assim como outras que não estavam podem chegar. E aí esse chegar é o que você falou, ele pode se estabelecer e ficar por aqui ou usar somente como um ponto de passagem. Mas de qualquer maneira mostra que se ele parou aqui é porque algo interessante para ele tava aqui, né? E nesse sentido, como fica então esse trabalho de vocês biólogos na Mata Santa Genebra? a gente sabe que ele é um fragmento importante de Mata Atlântica, justamente nesse sentido de cada vez mais trabalhar pela preservação desse espaço para que ele possa não apenas abrigar, como a gente tem aí, geralmente vocês mandam pra gente algum flagrante daquelas câmeras noturnas, né, de espécies de que a gente conhece com onças e tudo mais, mas também a biodiversidade das aves e tantos outros animais que podem ter a mata como referência. Pois é, a gente trabalha bastante no sentido de trazer a mata para uma estabilidade maior possível dentro do contexto onde ela tá, né? é que ela tenha um ecossistema completo que possa oferecer justamente a fauna do entorno e da região como um todo, que alguns animais como a onça Jaguadilica, eles podem viajar bastante, eles podem andar bastante, mas que eles possam sentir aqui que eles têm alimento, que eles têm abrigo e segurança. Então, que eles possam usar a mata que seja como uma passagem, mas que seja uma passagem segura para eles, né? Então, o fato da gente ter essas essas aparições, né, que não necessariamente significa que o animal se estabeleceu aqui, mas todo animal que passa por aqui, alguma coisa favorável ele encontrou. E pra gente isso é um sinal de que o nosso trabalho tá sendo o suficiente para manter aquilo que precisa para eles, que é um ecossistema equilibrado e estável, onde ele encontre tudo que ele precisa. E nesse contexto, Tomás, qual que é a importância de a gente falou aqui no início, inclusive nesse flagrante você estava com o José Dionísio, qual que é a importância dos observadores de aves, por exemplo, que sempre usam aí, sempre estão na mata colaborando, fazendo esses registros? É que de certa forma é um trabalho voluntário também, né? Sim. Os fotógrafos e os observadores, eles frequentam a mata e eles acabam dedicando um tempo que muitas vezes os técnicos aqui não têm para fazer essas observações, né? Então eles contribuem com a parte científica e contribuem com a gestão da unidade, porque todo registro, independente se é de uma ave, de um mamífero ou de um inseto pequenininho, de um de um outro invertebrado, mas que seja muito relevante, direciona a gente para saber que legal que essa fauna tá aqui, que legal que esses animais estão conseguindo se manter aqui, né? Ou então, puxa vida, tem gente nova no pedaço. Vamos prestar atenção ao que essa o que esse animal precisa, se já tem ou o que a gente precisa complementar e melhorar para que ele escolha ficar com a gente aqui, tá certo? Então, olha, vou fazer o seguinte, Tomás, o nosso tempo do giro ambiental aqui tá acabando, mas já fica o convite. Quando você tiver novidade, digamos, apareceu um novo animal, uma nova ave também, uma nova espécie, o giro ambiental está aqui à disposição pra gente mostrar para quem tá lá em casa qual que é a importância da Mata Santa Genebra, que fica aqui no coração de Campinas, aqui no distrito de Barão Geraldo e a importância dessa preservação, que inclusive eu vou aproveitar o finalzinho, a mata pode até ser visitada por todos também, né? Primeiro eu queria agradecer o convite para est aqui e essa parceria que já não é de hoje que a gente tem, né, na no auxílio de vocês a divulgar o trabalho que a gente faz e a importância da mata. E para todos que quiserem vir conhecer, que ainda não conheceram, a gente tem um programa de visitação que a pessoa acessa o nosso site e ele vai lá, tem lá informações, eh, inscrições e eventos. Aí tem a modalidade visita autoguiada, aonde vão estar as datas e os horários. Nessa modalidade a pessoa se inscreve, chega aqui na mata, a gente passa uma orientação e é liberado o acesso a um trecho da mata. Não é a mata inteira, mas é um trecho bastante significativo que envolve o borboletário, envolve o riacho, nosso meliponário, né? Então a pessoa já vai ter uma boa visão do que é a floresta aqui, né? E a gente tem a modalidade de visita monitorada para grupos, onde é possível a contratação de um condutor. O serviço do condutor é pago, eles cobram pelo serviço deles, porém o acesso à mata é todo gratuito e eles podem passar mais informações e levar as pessoas em áreas aonde a autoguiada não permite, né? Então, é uma opção para um conhecimento além do que já é liberado aqui para eles. E a gente, eu vou pedir para repetir, a gente já colocou aí o endereço do site para que você possa ver como funciona essas visitas. Eu peço aqui pro pessoal repetir. Muito obrigada, Tomás. E, ó, não saia daí que o giro ambiental continua. Agora a gente traz informações e curiosidades sobre o meio ambiente e a sustentabilidade. O Guigó da Kaatinga, um macaco exclusivo do Brasil e classificado como criticamente em perigo de extinção está sob ameaça devido à perda de habitar. Um estudo na revista regional Envirom Change aponta que o bioma Catinga perdeu 17% de suas florestas entre 1985 e 2021. Aproximadamente, 54% da área de ocorrência do Guigó já foi convertida em agricultura ou áreas sem vegetação. A expansão agrícola e a degradação florestal dificultam a sobrevivência e a dispersão desses macacos que vivem em pequenos grupos monogâmicos. Cientistas estão estudando a cobra vaso de flor, um pequeno répti com três conjuntos de cromossomos, algo único entre as cobras e uma notável capacidade de reparar o seu DNA e prevenir mutações. As descobertas publicadas na revista Science Advences mostram que o animal utiliza um mecanismo chamado endorreplicação premiiótica. Segundo Mateu Fugita, da Universidade do Texas, esse processo permite que a cobra duplique os seus cromossomos antes da divisão, eliminando a necessidade de reprodução sexuada. Dessa forma, a cobra vaso, flor consegue gerar descendentes que são clones genéticos exatos de si mesma, aprofundando a compreensão entre a evolução dos genes. Na estreia do Mundial de Clubes de Vôlei, o Renata aqui de Campinas e a equipe polonesa do Aluron fizeram um jogão, foi apertado e decidido no detalhe do quinto set. A equipe campineira do Renata começou nervosa, errando muito. E diante de uma equipe qualificada como Aluron Varta é fatal. Com isso, os poloneses abriram no marcador e neste ace fecharam o primeiro set em 25 a 19. Só que o Renata não desistiu, melhorou no segundo set, equilibrou as ações. No 26 a 25, Maurício Borges sacou. Complicou a recepção polonesa. A bola teimava em não cair até que o bloqueio funcionou novamente. Ufa! 27 a 25 e 17 a 1. O terceiro set pareceu um remake do primeiro. A equipe polonesa conseguiu abrir logo no início e foi administrando, trocando pontos. Até que no erro de saque campineiro, 25 a 19 e dois sets a um para os europeus. Só que o Renata é resiliente, mesmo saindo atrás no placar no quarto set, foi buscar. chegou ao empate no 10 a 10, virou no ataque de Adriano e a partir do 14º ponto começou a abrir no placar e fechou a parcial em 25 a 20. Neste ataque de Bruninho, o levantador deu esta pancada para deixar tudo igual. Dois setes a do O quinto e decisivo set foi cruel para os campineiros. Porque eles começaram muito bem, abriram 7 a 3 neste ataque de Judson, depois 9 a4, 12 a 8, ficaram pertinho da vitória, mas os poloneses reagiram, viraram no 13 a 12 neste bloqueio sofrido por Acerola. O Renata ainda se manteve no jogo, mas no 15 a 14 não conseguiu virar a bola. E os poloneses exploraram o bloqueio e fizeram 16 a 14, fechando a partida em três sets a do. Adriano foi o maior pontuador campineiro com 17 acertos, seguido por Judson e Acerola com 13 cada. Foi um jogaço, mas a equipe vacilou no quinto set, né? Chegou a abrir cinco pontos, deixou os poloneses virarem no fim. Bom, não tem tempo para lamentar, viu? Porque hoje, 8:30 da noite, já tem jogo. Segunda rodada do Mundial de Clubes contra a Praia Clube. Se os campineiros perderem, estão eliminados. A equipe mineira venceu ontem, vem motivada então para este duelo e claro que amanhã a gente conta a história desta partida. Hoje, logo no início da manhã, choveu em muitos bairros da cidade, mas sem intensidade. O tempo continua fechado nesta tarde para amanhã quinta-feira, o sol volta a aparecer, mas ainda com nebulosidade em alta, não deve chover e a temperatura volta a subir, pelo menos em relação a hoje. Olha só, elas já estão aqui na minha tela. 18 de dezembro, quinta-feira, com mínima de 18º. Ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 26º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira ao meio-dia ao vivo. Te espero, hein? Até lá. Ciao. Ciao. เฮ
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