Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Shopping e Guatemi Campinas recebe a exposição Wiked a experiência até o dia 1eo de fevereiro. Vocês vão saber quais os critérios adotados pela prefeitura para o fechamento e abertura de parques e bosques em Campinas. Projeto Primeira Nota abre as inscrições de cursos gratuitos para crianças e adolescentes. Olá, boa tarde. Terça-feira, 20 de janeiro de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 6 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no 97829377. O número já aparece aqui embaixo da sua tela junto com o nosso QRcode. Se você apontar a câmera do seu celular para ele, também já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. O Sesi Campinas Amoreiras está com vagas abertas para a oficina de teatro, brincando histórias do núcleo de artes cênicas. A atividade é voltada para crianças de 8 a 12 anos e as inscrições são gratuitas e online. Eu aciono o repórter André Aranha que do local traz as datas, as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Pois é, boa tarde para você, Gabriel. Boa tarde para todo mundo acompanhando Câmara Notícia. Bom, são duas oportunidades, 27 e 29 de janeiro também. 3 e 5 de fevereiro. Conosco aqui a Ana, que é instrutora, vai bater um papo conosco, falar a respeito dessas atividades da oficina. Bem legal. Tudo bem? Boa tarde. Oi, boa tarde. Tudo bem, gente? Eu sou Ana Carolina, sou instrutora de teatro aqui do SESI e tô aqui para fazer um convite para vocês, para estarem com a gente na nossa primeira oficina de teatro que vai acontecer nos dias 27, 29 de janeiro e 3 e 5 de fevereiro. É uma oficina para crianças de 8 a 12 anos. e se chama Brincando Histórias. A ideia é a gente fazer teatro juntas, se divertir e contar um pouquinho para essas crianças a respeito das mitologias que contam a história da origem do mundo. Então são quatro encontros. Em cada encontro a gente vai falar um pouquinho de mitologias diferentes. E acho que é isso, fazer esse convite pros pais, mães trazerem as crianças e começar esse ano com muito teatro e muita diversão. Bom, e vai ser uma viagem aí pelos quatro cantos do mundo, né? Isso é exatamente. A gente vai partir desde a Grécia antiga até os povos indígenas aqui do Brasil para contar um pouquinho como é imagens e possibilidades de pensar o mundo e essa origem. Bom, como vocês definiram aí os assuntos que serão abordados? É, eu na verdade estô propondo, é a minha primeira oficina desse ano aqui, faz um pouco parte das pesquisas que eu tenho já de mestrado, que estuda mitologia, mitologia grega especificamente, mas é um pouco uma tentativa de trazer as coisas que eu já desenvolvo para esse formato aqui das oficinas do Sesi. Acho que é um pouquinho isso. Como vai ser? Vai ser um pouquinho na teoria, um pouquinho na prática. É, por ser para criança, a prática é o forte, mas eu vou trazer essas histórias, vou contar para elas, vou trazer imagens, referências de livros e coisas assim pra gente dar uma olhada, criar visualidade e depois disso a gente já vai pra brincadeira, brincadeira e criação de cena. Vamos lá, Ana Carolina, como faz para se inscrever? É só se inscrever no nosso site. Ali no site do Sesi Campinas Amoreiras tem a a abinha de inscrições. Lá tem todas as informações, são gratuitas as oficinas, então é só, é muito prático, é um formulariozinho que tem que preencher muito rápido e é isso, é só se inscrever. Bom, importante também falar qual é qual a importância pr as crianças, não é, fazerem aí essa oficina, quais os benefícios. O teatro eu acho que é um dos lugares mais divertidos que a gente pode começar a se entender enquanto ser humano. Então, começar desde cedo, eu acho que é uma ótima oportunidade para se desenvolver, criar maneiras de se colocar no mundo e pensamento crítico. Então, acho que as aulas de teatro aqui do Sesi esse ano prometem e eu acho que é uma oportunidade das crianças conhecerem o trabalho. Bom, vamos lá então para resumir idade, como faz para se inscrever? Essas oficinas são para crianças de 8 a 12 anos. É só a nossa primeira oficina do ano, então ainda tem muita coisa por vir. Oficinas para todas as idades, mas essa é para crianças de 8 a 12 anos. E se inscreve pelo site. Valeu, muito obrigada. Nada. Obrigada a você. Bom conversar também com a Gabriela, que é mediadora cultural, porque olha só, pessoal, tem muita coisa a partir de amanhã aqui no SESI, tem muita programação, tem muitas atividades e o pessoal em casa certamente quer saber. Boa tarde para você. Boa tarde. Bom, o Sesi tá com uma programação já recheada logo no começo do ano, então a gente tem programação de quarta a domingo ininterrupta e sempre gratuita. Então é só retirar o ingresso e vir aproveitar aqui com a gente. A gente tem um novo espaço, né, para além do nosso teatro, onde o pessoal já tá habituado, já tá acostumado a vir, a gente tem a biblioteca. Então a biblioteca nossa, ela é aberta ao público e conta com uma programação de quarta a sábado também de forma ininterrupta. Então, a gente começa amanhã com o nosso encontro sobre contos, que vai ler As mulheres que correm com lobos. Então, acontece toda quarta-feira, é um encontro que faz a leitura, eh, faz a análise do conto e partilha junto com todo mundo um pouquinho de como isso nos atravessa, como esses contos nos atravessam. Na quinta, a gente já tem uma oficina de escrita criativa, escrita de poesia, então também é uma forma aí da gente explorar as nossas sensações, nossos sentimentos, transpor por palavras. É uma oficina também aberta a todo mundo. Na sexta-feira a gente tem já duas atividades. A gente tem uma oficina voltada pro público infantil que chama Aquarela da Terra. E aí é como a gente vai utiliza de materiais naturais como café, beterraba, pra gente fazer uma tinta orgânica para participar dessa oficina, é, e fazer lindos desenhos. E de sexta a domingo a gente vai ter o nosso espetáculo, perdão, de quinta a domingo nós vamos ter o nosso espetáculo Mobile, que é um espetáculo de classificação indicativa livre. Ele é da companhia CIA Circo Delírio e é um espetáculo que comemora os 20 anos da companhia. Então já é um espetáculo mais que especial, é espetáculo mistura circo, teatro físico, também é só retirar o seu ingresso. No sábado a gente tem uma oficina de carimbingo, então também todas as nossas oficinas elas são abertas para todo mundo. A metodologia ela consegue atravessar todos os públicos. No sábado a gente também ainda tem tertúlias literárias, que é o nosso encontro literário. Então a gente tá formando um clube do livro e aí cada encontro eh é debatido um pouco do livro, lê alguns trechos. Então você não precisa ter lido o livro para vir participar aqui com a gente. A gente se encontra aqui e troca juntos. E no domingo a gente tem a nossa tradicional feira de troca do livro. Então um livro vale outro. Você pode trazer aí seus livros que já leram, já foram trocados, já passaram pra família. E eu tenho certeza que aqui você vai encontrar uma nova história. E a gente ainda tem é realmente muita coisa, gente. Uma oficina de pintando com a natureza, que é uma oficina de frotagem, que é quando a gente pega alguns materiais de plantas e passa um giz em cima e consegue imprimir esse material para uma folha. E tem a contação de história, histórias que correm rios e florestas. Então é bastante coisa para você acompanhar, para você seguir e saber mais detalhes da nossa programação, é só acessar as nossas redes sociais, acompanhar lá a gente divulga tudo e vai ser um prazer receber vocês aqui. Opções não faltam, não é? Tudo de graça. Sempre tudo de graça. No SESI a cultura é sempre gratuita, já que ela é um grande valor, acho que é mais do que direito nosso e de todo mundo ter acesso a ela de forma gratuita, de qualidade e o Centro Cultural Sesi Campinas oferece isso. Valeu, muito obrigado. Obrigada. Bom, é isso aí. Opções não faltam, né, Gabriel Castro? Não mesmo. Muito obrigado, André Aranha, pelas informações e tudo de muita qualidade, né? Profissionais de gabarito ainda e de graça, né? Temos que aproveitar. Quero agradecer novamente ao nosso repórter e também a Ana Carolina Salomão, que é instrutora de arte, e a Gabriela Letícia, que é a mediadora cultural por todas as informações. Bom, meio-dia mais 13 minutos. Olha só, um levantamento preliminar do Programa Nacional de Imunizações indica que no ano passado apenas duas vacinas aplicadas em bebês BCG e hepatite B alcançaram a meta de 95% de cobertura recomendada para crianças de até 1 ano. É uma redução em relação a 2024. Quais são os perigos na queda da cobertura vacinal de bebês? Quais são as consequências? e os motivos. Bom, são muitos questionamentos e para nos explicar essas situações aqui no nosso país, eu converso agora com a Flávia Faust, ela que é infectologista do Hospital e Maternidade Santa Maria. Flávia, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para conversar com os nossos telespectadores, para participar aqui do jornal Câmara Notícia. E de que maneira que você enxergou este levantamento? Ele é esperado? Ele é preocupante? Seja bem-vinda e uma boa tarde. Boa tarde. Obrigada. Agradeço o convite para conversar por um assunto que é muito importante, que é fundamental a gente trazer à luz essa discussão, eh porque realmente é algo que nos preocupa muito, principalmente vindo do Brasil, que era um país que era exemplo pro mundo de cobertura vacinal, de programa de imunização. Então é uma notícia que nos preocupa, que não é esperada, que nunca foi esperada. a gente tava vindo de uma crescente de melhora ali dos anos 2000 até 2016, sempre com excelentes coberturas vacinais, com erradicação de algumas doenças preveníveis como sarampo, eh coqueluche, poliomelite. E aí agora a gente volta com essa preocupação de a gente tá abaixando a nossa cobertura vacinal e essas doenças voltarem a acontecer no nosso país. Flávia, os primeiros meses de vida são determinantes para a proteção contra doenças graves? Eles são determinantes em alguns casos e em outros. A população pediátrica, principalmente os recém-nascidos, os bebês, eles ainda não têm o sistema imunológico completamente formado. Então eles e os idosos, as pessoas que tm algum tipo de imunodeficiência ou imunossupressão são as populações que mais t o risco de se desenvolver doenças graves. Então, a importância da vacina pros bebês, ela vem tanto de poder ter ali uma proteção duradora em alguns casos pra vida toda, quanto proteger das formas graves, já que eles são os mais atingidos por essas doenças. Eles não têm anticorpos para protegê-los, né? Então, eh, a gente não fazer uma boa cobertura vacinal para essa população vai tá expondo em risco de ter os quadros mais graves justamente para eles. Ô, Flávia, essa baixa adesão, ela tem consequências diretas no médio prazo, o que que pode acontecer? E até pra gente combater, né, aquela decisão que muitas famílias às vezes tomam, achando que é algo eh pessoal, não é o meu filho, só que a gente vive em sociedade, algo coletivo. O que que pode acontecer a médio prazo? Essa criança, ela pode transmitir mais doenças? O que que acontece quando uma criança ela não tem essa cobertura vacinal adequada? Exatamente. Pensando individualmente nessa criança, ela não tendo a cobertura vacinal adequada, eh, ela vai est exposta, então, essas infecções que são preveníveis e consequentemente ela pode ter casos graves, como por exemplo meningite, tuberculose, hepatites. São as inúmeras as doenças que a gente consegue prevenir. E nos casos graves, pode inclusive evoluir com óbito, né, com com morte ou graves sequelas, se a criança ficar eh até mesmo ali impossibilitada. eh, no caso da poliomelite, por exemplo, de ter alguns movimentos. Então, são muitas as coisas que podem acontecer individualmente com essa criança. Pensando também na esfera eh comunitária, né, da sociedade mesmo, quando nós temos muitas crianças não vacinadas, nós vamos podemos reintroduzir essas doenças. Então, por exemplo, se tem a nossa meta acima de 90%, de 95% de cobertura vacinal, essa uma criança não vacinada, ela acaba consequentemente sendo protegida, porque como as outras estão, a doença acaba não se disseminando. Mas se são várias crianças não vacinadas, a gente tem uma baixa cobertura vacinal, a gente pode reintroduzir essas doenças. Então, ter surtos, ter ali a médio prazo, longo prazo, uma sobrecarga do sistema de saúde, não só público, como particular também. Então essas crianças elas vão demandar internação hospitalar, vão demandar recursos médicos. Muitas dessas doenças não têm um tratamento específico, são doenças virais. Então, né, até o o tratamento acaba ficando limitado, seria a prevenção a principal eh ferramenta pra gente conseguir controlar essas doenças. E até em relação a isso dos pais, né, de optarem por vacinar ou não os filhos, é algo que a gente sempre acaba conversando, que é algo que eu penso que é assim, é um pai que ele foi vacinado, né, porque na infância, nossa infância, a maioria de nós fomos vacinados e ele vai optar por não entregar o melhor pro seu filho. Então, quer dizer, ele tem um anticorpo, ele tá bem e ele faz essa decisão pelo filho dele. Então, é algo que a gente tem que pensar e e pensar que o seu filho mesmo até individualmente. Então, se não é no coletivo, pensar que você pode estar expondo o seu filho em risco. Isso. Ô, Flávia, eu tenho um bebê lá em casa de 1 ano e 4 meses. Então, eu passei recentemente por essa fase, principalmente até 1 ano, desta cobertura vacinal, né? E a grande maioria consegui via SUS e um pouco também na rede eh particular. A desinformação sobre quais vacinas estão disponíveis pode ser um problema, já que é muita vacina até 1 ano de idade, né? Claro que vai seguir agora com 2 anos, mas tem uma redução aí no número de vacinas que são aplicadas. Então essa desinformação dos pais, quais são as vacinas que eu preciso aplicar, isso é algo que precisa ser melhor disseminado em relação também eh às fake news sobre a eficácia, que é algo que precisa ser melhorado, precisa ser enfrentado. Com certeza a desinformação é algo que a gente sabe que é um calcanhar de Aquiles, né, no nosso programa nacional de imunização. É por isso que é fundamental. Nós temos sempre campanhas, temos propagandas em TV. Agora que, né, as redes sociais são meio que a maioria das pessoas eh tão ali acessando, tão buscando informação. Então é algo que tem que ser investido, né, tanto por governo, esfera federal, estadual, municipal. Então, o enfoque na propaganda, que é é algo que a gente sente falta, que antes tinha bastante, né? Quando a gente teve esse aumento nosso da cobertura, a gente sempre via na TVA, Zé Gutinha, campanhas, eh, outdoor na rua. Então, é algo que preciso ser falado, porque realmente são muitas vacinas. Então, até para nós profissar de cabeça quanta ação. Imagina pros pais que, né, não trabalham na área. Então, é algo que tem que ser muito disseminado pensando em propaganda. Os profissionais de saúde também precisam se empenhar em os seus pacientes sempre trazer. Então, em relação a fake news, a gente sabe que na pandemia teve uma influência direta, né, a vacinação do COVID. Nós tivemos muitas, é, muita desacreditação mesmo em relação à vacina, em relação ao que os profissionais estavam lhe recomendando. Então, eu acho que o embate direto com as pessoas não é o caminho pra gente conseguir trazê-las para perto, trazê-las ali para levar os filhos para vacinar. Eu acho que a gente tem que informar, a gente tem que explicar, tem que ter paciência. Não é algo simples. Às vezes o pai você conversa uma vez, ele não vai querer, segunda consulta você conversa de novo. Então assim, a gente não pode desistir dessa criança e desse adulto também, que também temos vacinas para adultos. A gente tem que ter essa paciência, esse cuidado, esse carinho de de entender que não é todo mundo que vai ter a o conhecimento e o entendimento sobre a importância da vacinação. Então, eh eh em várias esferas a gente pode estar trazendo essas famílias. ão tanto por propaganda que aquela pessoa todo dia vai olhar, vai ver e aí vai internalizando ali a importância, quanto também no atendimento de saúde, eh, de explicar para essa família e trazer informação para eles. Flávia, uma explicação que a gente pode dar também desta queda da cobertura pode ser as dificuldades logísticas que afastam as famílias dos serviços de saúde, principalmente as pessoas que são mais carentes, muitas vezes estão distantes dos centros de saúde. Isso é algo que a gente precisa chamar a atenção, tentar aproximar essas famílias dos serviços de saúde para que essas vacinas sejam aplicadas. Com certeza. Eh, o Brasil é um país continental, né? São muitas realidades que a gente vive aqui no estado de São Paulo. É uma realidade completamente diferente de uma população ribeirinha, de uma população no Pantanal, na Amazônia. Então, a gente tem que entender que eh são várias populações, então acaba que são várias estratégias que precisam ser aplicadas para nós conseguirmos ter uma cobertura ampliada, porque muitos locais, né, que são centros urbanos, que tem ali eh UBSs, né, unidade de saúde, unidade de saúde da família, eh atuantes que conseguem chamar a população ali para est participando, mas tem lugar locais que não tem as unidades, né, que até logisticamente a gente não consegue armazenar uma vacina, uma vacina tem que ficar ali numa geladeira, uma temperatura controlada. Então, a gente também tem que entender que não é a mesma estratégia para todos os locais. Eh, é muito importante em locais onde a gente tem uma unidade de saúde da família, né, do SUS, nós temos ali aqueles agentes comunitários que vão de casa em casa, que tem conhecem a população, né, que são ali da região, que vão explicar para essa população a importância da vacina, trazer eles pra unidade de saúde para fazer essa aplicação. A gente sabe que algumas vacinas elas são exclusivas da unidade privada, né, do setor privado são pagas, mas as obrigatórias e as mais importantes que tem uma cobertura muito boa para muitas doenças, elas são do SUS. Então, né, de trazer os pais para receberem essas assinas que são obrigatórias e para populações mais vulneráveis ter um investimento maior, principalmente em campanhas, né? Então, ali projetos que levem eh profissionais para aplicar diretamente nessas regiões, tão população indígena, eh populações que estão mais afastadas por algum motivo. Então são estratégias que precisam ser pensadas de maneiras diferentes para cada tipo de população. Ô Flávia, com a sua experiência na área, esta época que nós estamos de começo de ano, férias escolares, né? É mais fácil porque as crianças estão em casa ou mais difícil? Porque muitas vezes os pais responsáveis tão viajando. Como é que funciona a vacinação agora, principalmente na época de janeiro, perto do carnaval? Eh, na minha opinião, eu acho que é o melhor momento para vacinar, principalmente porque, né, como a criança vai estar em casa, a gente pode sim ter alguns eventos adversos na vacinação que são comuns, né? a criança pode ficar ali mais eh prostradinha, ter uma febre baixa, ter dor no local da aplicação. Então quando tá ali no período escolar, pode ser um desconforto pros pais, principalmente os pais que trabalham, né, se a criança tiver algum tipo de intercorrência para fazer ali o cuidado da criança. Então acho que o momento de férias é um momento bem legal pra gente estar fazendo a vacinação, principalmente porque a criança vai estar em casa. E também como tem bastante gente viajando, as unidades de saúde costumam estar mais tranquilas, né? Ter menos ali atendimentos. Então é até o momento que você consegue de uma maneira mais rápida e mais fácil levar a criança ali para atualizar, sempre com cartão vacinal e com você, né? Não perder esse documento que é extremamente importante. Então, se você tá na dúvida, ah, será que meu filho tá com o calendário completo? Não, às vezes tem alguma criança mais velha e tem um bebê, às vezes a mais velha também tá precisando de uma vacina. Então vai com as crianças ali, leva o cartão vacinal de ambas. O profissional de saúde ele vai analisar, vai ver o que é necessário atualizar, se for necessário atualizar. E aí tando a criança em casa, eu acho que é mais fácil de você manejar também. Então é uma época interessante, mas caso não consiga, quando conseguir leve. O importante é levar vacinar. Se não for agora, se precisar ser no período escolar, que que seja, né, no ano letivo. Ótimo. Pra gente poder encerrar, tem vacinas da infância que protegem pra vida toda? Tem algumas vacinas que sim, eh, outras nós precisamos fazer esse reforço. Até você falou que passou recentemente aí com a sua filha, né? São várias vacinas que a gente faz aplicação, porque a gente protege por um menor período de tempo, já que a criança não tá com o sistema imunológico dela completamente desenvolvido. Então, a gente faz a vacina, algumas assim que nascem, algumas com uns dois meses e aí com seis tem que repetir, com 12 meses tem que repetir porque protege ali por aquele período de meses e depois precisa do reforço. Mas tem vacinas é ali dos 12 meses, dos 14, como febre amarela, por exemplo, ou a da própria hepatite depois de reforços também, que vai proteger ali ao longo da vida essa criança. E algumas vacinas elas protegem contaformas graves de doença, não é que a criança não vai ter essa, né, vai est protegida 100% da doença, mas o que pode levar ela a ter algum risco de internação ou até mesmo de evoluções não favoráveis, como por exemplo a BCG, que a gente aplica ali na maternidade mesmo. Ela é uma vacina que a gente eh protege a criança contra formas graves da tuberculose, que é importante principalmente quando a criança é pequena, né? Então, uma tuberculose que seja ali de mene, né, uma meningite por tuberculose. Então, não vai tá protegendo eh o resto da vida de ter a tuberculose, mas as formas graves, sim, principalmente nessa fase que é a fase mais delicada. Flávia Falso, infectologista do Hospital Maternidade Santa Maria. Muito obrigado pela aula que você deu aqui pra gente. Tenho certeza de grande valia pros nossos telespectadores. Já faço um novo convite para você retornar ao nosso telejornal sempre num cenário melhor do que o que nós temos hoje e fica aberto à suas considerações finais. Muito obrigada. Acho que o importante é, independente eh, de crenças que você possa ter, é buscar o conhecimento, tirar dúvida com profissionais que você confie, eh estar próximo à sua unidade de saúde ali do seu bairro, buscar saber aonde fica, ter um contato próximo, porque a quando você tá inserido ali na na unidade, os profissionais vão tá te acolhendo, vão saber quando é o momento da vacinação. você não precisa se preocupar em decorar o calendário, só precisa ver que você tem que estar ali frequentando e tem que tá não só eh preocupado com, né, a vacinação, como outras doenças que podem ser preveníveis através de exames de rotina, né, de conversas com seus profissionais. Então, né, busque acolhimento, tenha um profissional seu de confiança, tire as dúvidas com ele, eh, né, se ti alguma dúvida mais pertinente, algum caso mais específico. Os infectologistas também são profissionais que você pode buscar para tirar essas dúvidas. e sempre busca uma opinião de um profissional, não, né, na internet ali ou de pessoas que não são da área. É isso. Agradeço muito o convite. Nós aqui agradecemos a participação da Flávia ao vivo aqui no jornal Câmara Notícia falando sobre a importância da vacinação. A gente tá falando aqui da infância, né, de zero a um ano principalmente. Mas claro, durante toda a vida a gente precisa manter a nossa caderneta de vacinação atualizada. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque a cesta básica em Campinas fechou 2025 mais cara do que muitas capitais brasileiras. A carne bovina representou quase 40% do custo dos alimentos do dia a dia dos campineiros. O consumidor de Campinas, que foi ao supermercado em 2025, sentiu a alta nos preços de alguns produtos e a queda de outros. No resultado final, a cesta básica do campineiro teve uma variação de alta de 5.27%. Os dados são do Observatório PUC Campinas, da Faculdade de Economia, que mensalmente analisa os valores dos produtos. Os campeões são café com elevação de 34.98%, o tomate com 17% e a carne que subiu 10.7. 78%. Em contrapartida, o arroz, o leite e a manteiga registraram queda nos preços, mas não superaram os produtos que tiveram alta. No caso do arroz, eh, a gente tinha tido aí a gente tem que ir um pouco mais para trás lá para 23, 24. O arroz teve sofreu um fenômeno parecido com o que o café sofreu agora. uma certa restrição de de oferta, o preço do arroz disparou e durante o ano de 25 ele veio decaindo novamente. Então o valor que a gente atingiu hoje no final de 25 tá mais ou menos compatível com o que se tinha lá em agosto de 23 antes dessa alta. Já o café também passou por uma onda de aumentos, né, que começou em meados de 24. Aí a explicação passa pelo mercado internacional de café que teve uma ascensão de demanda. Eh, o Brasil é um dos principais produtores de café em termos de mercado internacional. Houve uma resposta dos produtores nacionais. Então, o preço do café eh no ano de 25 se estabilizou eh por volta do mês de agosto, só que ele se estabilizou num patamar já elevado. Apesar da alta ter ficado bem atrás do café, a carne pesou muito mais no bolso do consumidor. Por exemplo, uma família que consumiu mensalmente 6 kg de carne desembolsou R$ 3094, quase 40% do valor dos itens da cesta básica. O preconizado pela metodologia do JZ que a gente segue é de 6 kg de carne por mês, né? Uma carne que é o colchão mole, que é considerado uma carne de primeira. H, o valor médio do colchão mole tá um pouco acima dos R$ 50, ou seja, pouco mais de R$ 300 são gastos só no item carne. Então isso representa realmente quase 40% do valor da cesta. Então quando a carne tem uma queda, isso impacta muito na cesta. E por outro lado, quando ela tem uma alta também, né? Inclusive, eu acho que esse é uma das coisas que pra 26 a gente tem que est atento como é que vai ser o comportamento da carne. A cesta básica do campineiro fechou o ano em R$ 782,81, o que representa mais de 50% do salário mínimo em vigor até dezembro, que era de R$518. No total, a metrópole teve uma alta variada acima de algumas capitais, como Belo Horizonte, Salvador e Rio de Janeiro. O consumidor que sente na pele essa diferença tem algumas táticas para gastar menos nos supermercados. Eu senti que houve uma alta assim nos preços. Algumas coisas baixaram, mas a alta ainda continua, viu? Bem alta, porque não baixou preço nenhum. Só algumas coisinhas que abaixou. É, às vezes a gente comenta, né? Você pega um umas coisinhas, né? O mínimo, né? E fica na faixa de 100, 150. Você fala: "Pô, mas eu peguei tão pouca coisa, né? A carne tá lá em cima, quer dizer, vai comer frango, tá sempre comendo frango. E a frango também não tá muito caro, muito barato não, viu? O frango. Mas às vezes vocês buscam isso de ver que uma coisa tá o preço mais alto, substituir por um outro produto. Sim, isso a gente faz, substitui, né? Quando dá, quando não dá, substituí salsicha, a gente substitui por esses dois aí que a gente não tá comendo muito, né? Antes com 200 eu comprava X, hoje o que eu comprava com 200 vai 380, né? Então a gente tem que trabalhar mais para comprar aquilo que a gente comprava, né? Tá tudo subindo, uma coisa você acha mais barato, aí na outra é mais caro e e tem que ter um equilíbrio, né? E mas você tem que escolher os dias que tem ofertas, né? Porque a gente tem que ficar esperto. É uma tática que você usa. Então isso, isso. Por exemplo, terça e quarta sai mais encontra isso. Hoje é a carne, né? Hoje é a carne. Então eu fico de olho nisso. Os legumes hoje, por exemplo, tá R$ 10 chuchu. O chuchu em dia de feirinha, que é terça-feira, ele tá quatro. Minha tática para economizar é isso. Eu vou os dias de promoção. É interessante o consumidor eh refletir quanto que um determinado item pesa para mim, né? Porque se o item pesa muito pouco, não vale a pena eu me deslocar até o mercado por causa disso. Agora, olha, onde é que eu gasto mais? Para esses itens onde eu gasto mais, vale a pena fazer uma pesquisa, porque isso pode dar uma grande oportunidade de economia. Apesar dessa alta de 5,27, eh, foi um valor que ficou abaixo da valorização do salário mínimo, tanto do aumento que já havia acontecido em janeiro de 25, quanto do aumento que está ocorrendo agora para janeiro de 26. Olha só, as inscrições para participar do programa Bolsa Esportes da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de Campinas vão até o dia 23 de janeiro, que é a próxima sexta-feira. O programa inédito no município voltado à formação e rendimento, é destinado exclusivamente a organizações da sociedade civil com sede na cidade e em atividades na modalidades esportivas que estão previstas em um edital. Não são aceitas inscrições feitas por pessoas físicas. As bolsas vão ser distribuídas por categoria e modalidade, sendo 60 para atletas, sete destinadas a paraatletas, três para técnicos e outras três a guias para desportivos. Mais informações e para você poder conferir o edital no site que está aqui embaixo da sua tela, se c sei.campinas.sp.gov.br/est. E olha só, pela primeira vez no Brasil, a exposição Wicked, a experiência chega com entrada gratuita e resgata de forma criativa a magia do universo de Os claro que a nossa equipe foi lá conferir a atração. O público de Campinas e região é o primeiro do Brasil a conferir a exposição inédita Wiked à Experiência, um espaço imersivo e sensorial inspirado no universo mágico das bruxas de A proposta do evento é recriar os ambientes e que são lúdicos e com projeções, com muita interatividade, que o visitante ele consiga fazer parte da história de Wicked que tem que é tão adorado pelas bruxinhas Glinda e Faba. Quem é fã e os apaixonados pela história, eles eles se sentem mesmo na narrativa do filme dentro da história. Inclusive a gente já teve alguns encontros de cosplay, então as pessoas elas vêm caracterizadas, tem a turma da os fãs da Glinda da Faba, então é muito legal receber e ver o carinho que eles têm com os personagens e eles estão gostando bastante. Eu tô amando. É a melhor exposição que eu já vi na minha vida. E a gente não imaginava que fosse tão legal como é, porque é um monte de cenário. A gente não imaginava que poderia ser. E é bem realista mesmo, né? Muito legal. Muito legal mesmo. Vale a pena. Vale muito a pena ver. O percurso cria cenários emblemáticos da história, como o quarto de Glinda e dafaba, os corredores mágicos e o castelo das esmeraldas, distribuídos em ambientes pensados para uma experiência única. Vale muito a experiência. Venham, convido todos. A exposição acontece no espaço de eventos do segundo piso do Shopping Guatemi Campinas até o dia 1eo de fevereiro. A entrada é gratuita mediante ao agendamento de horário pelo aplicativo do Shopping. Cada sessão dura cerca de 30 minutos. Ele vai até o dia 1eo de fevereiro. Ele funciona todos os dias da meio-dia às 20 horas, exceto o sábado, que é das 10 às 22 horas. Depois de um fim de semana de portas fechadas por causa das chuvas, os parques e bosques de Campinas voltaram a receber visitantes. Mas como ficam as atividades de quem costuma frequentar esses espaços quando eles são interditados por segurança? Repórter André Aranha foi à Lagoa do Taquaral para saber como a população se adapta e também conversou com uma representante da prefeitura para entender os critérios do fechamento. Os parques e bosques de Campinas reabriram na segunda-feira após a redução no acumulado de chuvas. Ao todo, são 25 parques municipais, além da mata de Santa Genebra, novamente disponíveis para a visitação. Os parques eu vou mais quando eu vou correr, né? dar uma corrida com uma área mais fechada, mas quando eu costumo pedalar é mais pro meio das trilhas mesmo, estradas abertas, fazendas, sítios, que nem eu fui agora pro lado da Santa Lídia, mas nos parques assim, na parte interna eu costumo correr. Quando estão fechados, aí não tem alternativa, né? É, eu tenho que ir pra pra rua, mas é perigoso. Na parte externa da lagoa é é bom correr também, mas agora nesse período de chuva é a gente nunca sabe quando tá fechado, né? Aí tem que entrar no Google lá, ver quais parques estão abertos, quais estão fechados, eu já nem saio de casa. É, para quem mantém uma rotina de exercícios ou lazer nesses espaços, foi preciso buscar alternativas. prejudica sim fica meio limitado, né? Sair fica meio limitado. Ah, é isso, né? Principalmente com criança. Você principalmente com criança. Não tem muita alternativa. E vocês costumam acompanhar em algum lugar? Seu par que tá aberto ou fechado? Não, não é mais redes sociais, né? e internet mesmo que a gente vê lá está aberto, disponível, essas coisas assim. De acordo com a prefeitura, existem critérios para fechamento e abertura dos parques e bosques, quando, por exemplo, o acumulado de chuva atinge 80 mm em 72 horas. André, devido a questão toda dos eventos climáticos extremos, o município teve que tomar atitudes preventivas e mitigadoras, dentre outras, o fechamento dos parques, né, e bosques do município, quando o índice de prestação de chuva passar de 80 mm, né? E esse índice é medido por estações regionais que contemplam o município de Campinas e todos são comunicados entre 6, 7 horas da manhã e aí todo o sistema do município integrado fecham os parques e bosques e também notadamente no Taquaral e no Bosque de Aquitibá fecha as ruas lindeiras, né, para prevenir algum acidente. Ainda de acordo com a Secretaria de Serviços Públicos, mesmo com o manejo constante da arborização, chuvas fortes, ventos e solo encharcado aumentam o risco de queda de árvores. Você pode ver no seu dia a dia que quase todos os dias estão chovendo, eles são concentrados, né? A chuva é concentrada regionalmente. Um bairro chove, outro bairro não chove, com grandes quantidades de chuva. O que acontece? Então a gente tem esse monitoramento dos parques, como diz a preventiva, e tem que fechar. Então hoje nós temos final de dezembro até nós estamos na primeira quiserana de janeiro, várias vezes que nós tivemos que fechar os parques como medida preventiva, porque a precipitação tá cada vez maior, com ventos significativos, quantidade muito grande de chuva num lugar só. Então isso nós temos uma questão de comprometer a estabilidade do solo. A árvore ela pode ficar sujeita, mesmo saudável a poder cair devido aos ventos e ao solo encharcado. Então nós temos como medida o fechamento do parque. A prefeitura informa com antecedência quando os parques estarão fechados. Nós temos a a nossa diretoria de comunicação, DECOM, que ela acompanha como outros setores da do município todos esses dados. Então, quando a gente fecha os parques, a diretoria de comunicação, ela é informada. Nós temos um comunicado formal de quais parques são fechados, conforme a região em que ele se situa. E ela divulga isso para todos os meios de comunicação, paraa rádio, televisão. Então o campineiro, ele só ele acompanhar tanto na rádio como na televisão que entre 7 horas, 8 horas ele vai ter essa informação. O projeto Primeira Nota, voltado para a formação musical de crianças e adolescentes abriu o período de inscrições para o próximo ano. Então, sobre quem pode se cadastrar, como faz o endereço, eu aciono o repórter Rafael Turat com todas as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, Rafa. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos que nos acompanham no jornal Câmara Notícia. Eu estou aqui no SEAEc, o Centro Escolar de Música Manuel José Gomes, porque estão abertas as inscrições para o projeto Primeira Nota da Prefeitura Municipal de Campinas em parceria com a Unicamp. E quem vai explicar mais sobre como realizar as inscrições, né, fazer as matrículas é a Leila Sarub, diretora aqui do projeto Primeira Nota. Leilas, quantas vagas estão disponíveis para o projeto para esse ano de 2026? Boa tarde, seja bem-vinda. Boa tarde, muito obrigada pelo convite. Nós temos disponibilizados 250 vagas, 100 vagas para instrumentos, né, curso de instrumentos e canto e 150 vagas para musicalização. Quem que pode realizar a matrícula? Qual que é o público alvo? Isso. Continuando aí no tema, musicalização, que são 150 vagas, são as crianças de seis a 10 anos. São duas eh dois dias por semana a aula no período da tarde. Eh, os alunos de 11 a 14 anos, as aulas de instrumentos acontecem à noite, duas vezes por semana. Eh, as matrículas serão feitas agora a partir desta semana e o cadastro que é feito no site da prefeitura tá aberto desde dezembro e vai até o dia 31 de janeiro, até o último dia do mês. Isso nós eh a nossa intenção é que a gente preencha todas as vagas, né, até o final do mês de janeiro, mas havendo vagas, nós continuaremos com o cadastro aberto. Aí a população precisa tá acompanhando no site, né? eh, e clicando lá na bandeira do primeira nota, se abrir o o formulário, nós ainda estamos recebendo o cadastro de interesse. E o público alvo seriam as crianças, os adolescentes, eh, matriculados na na escola, nas escolas municipais da cidade. Isso, na verdade, o primeira nota, ele oferece e o curso de música pra cidade como um todo. Preferencialmente são os alunos da rede municipal, né, que nós matriculamos. Então, toda vez que um aluno faz o cadastro, um aluno da rede municipal que tá matriculado nas escolas municipais, ele será atendido. Havendo vaga, nós atendemos a rede estadual, a rede pública estadual. E havendo vaga, nós ainda chegamos eh algumas vezes nas escolas particulares, mas lembrando que a prioridade sempre é a rede municipal, esse é o critério, depois a rede estadual e por último, havendo vaga, a gente atende também as escolas particulares. E o Leila, né? Eh, como eu falei no início, o projeto Primeira Nota é um programa da Prefeitura de Campinas em Parceiria com a Unicamp. Isso. O projeto Primeira Nota já tem 11 anos, né? ele completou 11 anos eh em 2025. É uma parceria, né, da Secretaria Municipal de Educação, né, da Prefeitura através da Secretaria Municipal de Educação, com a Unicamp Instituto de Artes. Então, nós temos essa parceria de onde vem eh os nossos professores são os estudantes, né, do curso de música da Unicamp, eh, que vem pro projeto Dar aula. E a gente tá aqui, né, no Semaneco e as aulas são realizadas aqui mesmo. Isso. As aulas acontecem aqui nesse espaço, né? Nós temos as salas de aulas, os instrumentos, todo o material disponibilizado aqui. O aluno que vem pro projeto, eh, chegando, ele recebe um lanche, né, eh, diariamente e após isso, ele vai paraas salas de aula aprender música e todo o material utilizado aqui é da Prefeitura e da Unicamp. A gente tá aqui, a gente tá vendo os instrumentos estão guardados ainda porque as aulas só começam em fevereiro. Isso, as aulas começam no dia 6 de fevereiro, né? Nós seguimos o calendário da Secretaria Municipal de Educação e os instrumentos estão guardados, inclusive os instrumentos que a gente emprestou, porque nós emprestamos os documentos, os instrumentos no decorrer do ano pros alunos, no final do ano eles devolvem, né? E agora, voltando às aulas, nós fazemos o empréstimo novamente. Como você falou, são duas aulas por semana e tem aula no período da eh de manhã e também à noite. As aulas acontecem à tarde e à noite. De manhã nós não temos aula, a escola é utilizada para estudo. Então os alunos fazem agendamento com os professores e vê estudar na escola, né? À tarde é a musicalização de 6 a 10 anos e à noite eh nós temos os alunos de 11 a 14 anos e as aulas da noite são das 19 às 21:30 duas vezes por semana. E de musicalização são turmas diferenciadas de 1 hora de aula, né? Então nós temos turmas que entram 1:30 sai às 3:15 e aí outras turmas que entram 3:15 sai às 5 horas. As aulas, então os horários são no contraturno escolar, né? Isso. Eh, esse é o projeto, né? A gente atende no contratorno escolar. E quais os instrumentos os jovens vão ter a oportunidade de aprender? Eh, são instrumentos de corda, de sopro, de percursão. Isso. Eh, no ato do cadastro de interesse no site, nós já estamos elencando todos os instrumentos que nós disponibilizamos. instrumentos de corda, né, violino, viola clássica, violoncelo, contra baixo, instrumentos de sopro e percussão. Então, nós temos eh trompete, trombone, eh flauta, né? E temos trompa e temos os instrumentos de percussão, que são vários instrumentos, marimba, bumbu sinfônico, bateria e por aí vai. É toda a percussã, como você falou, para facilitar, né, a prática dos instrumentos, vocês emprestam pros alunos, pros alunos, né? Como que funciona isso, Leila? Isso é feito um termo de responsabilidade. Os pais assinam, né? Quando eles retiram os instrumentos, os pais vêm junto para para retirar, assinam no final do ano eles devolvem, a gente marca uma data, né? É muito tranquilo, a gente não tem problemas com isso. E isso tem dado um diferencial no estudo, na aprendizagem, né? eh dos alunos que a gente observa aqui no decorrer do ano. E qual que é o objetivo do projeto Primeira Nota, eh, além de oferecer música de graça para pra comunidade? Isso. Na verdade, o projeto Primeira Nota é esse o o o primeiro objetivo, né? Oferecer música de forma gratuita. Depois nós oferecemos a música, né, em processo eh que não é individual, então é ensino coletivo de música. Então eles aprendem música em turmas, né? não é um conservatório que dá aula, né, individualmente. Esse é o diferencial. E por último, é formar mesmo, né, bons ouvintes, formar músicos, quem sabe. Nós temos que saíram do projeto alunos que prestaram Unicamp, fizeram Unicamp e hoje já estão, né, ou tocando eh música em bandas, em conjuntos, ou seguindo para carreira docente, sendo professor de música. Daqui a pouco a gente pode ter professores do próprio projeto aqui dando no projeto dando aula pras crianças. Já temos, já temos, já tivemos e temos ainda ex-alunos que já voltaram sendo professores. E Leila, qual que é a importância, né, da música, da musicalização na no desenvolvimento do dos jovens, das crianças? É, num primeiro momento é sempre o desenvolvimento do ser humano, né? É oferecer outros tipos de música, outras possibilidades. Então, é a oportunidade, né? a música traz essa oportunidade e depois também, né, o desenvolvimento cognitivo, isso é comprovado. Eh, o os as crianças, os adolescentes que estudam música, né, tem uma disciplina maior, tem uma forma de de olhar mais atenta, né, e muito atento ao grupo, que é o que a gente busca, né, na sociedade, um respeito, né, eh, tá todo mundo trabalhando no mesmo objetivo. Aqui para nós, o objetivo é a apresentação, são os concertos, né, que acontecem duas vezes por ano no Teatro Castro Mendes. Leila, muito obrigado por todas essas orientações, né, informações pro pessoal que tá em casa sobre o projeto de primeira nota, viu? Muito obrigado. Imagina, eu que agradeço. Obrigado. Boa tarde. Obrigado, viu, Leila? Gabriel. Então, ó, só relembrando, as inscrições começaram hoje, dia 20, e vão até o dia 31 de janeiro, né, último dia do mês, pelo link que está aqui embaixo na telinha aí para vocês. E também mais informações podem ser obtidas pelos telefones 19 25 15 71, 19 25 15 71 22 e o último 19 25 15 71 23. Gabriel, como a gente poôde ver, né, como que a Leila explicou aqui pra gente, é uma grande oportunidade, né, das crianças e dos adolescentes aqui da cidade de Campinas aprenderem sobre a música e o melhor de forma gratuita. Volto com você aí no estúdio, Gabriel. Boa tarde. Boa tarde mais uma vez a você, Rafael Turat. Ótima iniciativa. Quero agradecer também a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas aqui pela Leila Sarubi, que é a gestora do projeto Primeira Nota. Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque Frente Parlamentar, pela redução da jornada 6 por1, reuniu várias entidades para discutir o tema aqui no legislativo de Campinas. O trabalho visa o apoio a projeto que tramita na Câmara Federal. acompanhar os trâmites da proposta de emenda à Constituição apresentada pela deputada federal Érica Hilton do PESOL, que altera o artigo 7º da Constituição Federal para reduzir a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 36 horas sem redução de salários, estabelecendo o fim da escala de 6 por1 no trabalho. Esse é o objetivo da Frente Parlamentar criada em 2025 pela vereadora Fernanda Solto. Na verdade, uma frente parlamentar em apoio a PEC que foi protocolada pela deputada federal Érica Hilton no Congresso Nacional que prevê a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais com pelo menos dois dias de descanso. Por isso o fim da escala 6x1. E é um movimento nacional, eh, pautado a partir de uma demanda muito grande dos trabalhadores brasileiros que não aguentam mais essa jornada desumana de 44 horas semanais, com apenas um dia de descanso. E a partir deste movimento, para trazer esse debate mais próximo de Campinas, que é uma cidade estratégica, pra gente fazer avançar essa pauta, nós criamos a Frente Parlamentar pelo fim da escala 6. A comissão inclusive realizou uma audiência pública que discutiu o tema e nós tivemos um ano de muito trabalho. É, nós fizemos o lançamento da frente em uma audiência pública com diversas lideranças sindicais, bem representativa, diversas categorias, petroleiros, os pesquisadores, trabalhadores metalúrgicos da construção civil, químicos, eh representantes aqui das lutas, inclusive históricas da classe trabalhadora, que já alguns inclusive que já conquistaram o fim da escala 6 por1 nas suas categorias e vieram compartilhar com a gente essa experiência. A parlamentar afirma que o debate vai continuar em apoio à proposta que tramita no Congresso Nacional, porque infelizmente a gente sabe que a extrema direita, os deputados e os senadores da extrema direita estão tentando a todo custo impedir o fim da escala 6 por1. E é um papel, uma um compromisso nosso com a deputada Érica Hilton de que a gente fortaleça essa luta para que essa proposta seja finalmente aprovada e traga esse benefício pros trabalhadores brasileiros. A comissão especial de estudos aqui da Câmara, criada para avaliar a criação do Parque Estádio Mogiana, concluiu os trabalhos e apresentou um balanço das atividades ao longo de 2025. Foram quatro reuniões, debates com setores do esporte, comunidade e visitas técnicas ao estádio. A Comissão Especial de Estudos para avaliar a criação do Parque Estádio Mogiana, que é presidida pelo vereador Gustavo Peta, encerrou os trabalhos de 2025 com o balanço das atividades realizadas durante o ano. Quatro reuniões com debates sobre o futebol campineiro e o futuro do estádio da Mogiana foram realizadas. É uma luta e uma uma campanha nossa que continua. Nós estamos atuando de forma permanente sobre esse tema já há alguns anos, né? Há uma tentativa do governo do estado de se desfazer daquele patrimônio. Eh, em algum momento se pensou até na demolição. Depois, por conta de ter sido eh tombado por ser um patrimônio histórico, essa possibilidade se inviabilizou. Mas já por duas tentativas o governo do estado tentou vender esse patrimônio, mas a licitação a foi deserta, né? não houve concorrentes. Então nós estamos batalhando junto ao governo do estado, junto ao governo municipal para haver uma parceria para devolver aquele espaço para a cidade de Campinas. É um espaço numa região central. Eh, poderia, além do futebol amador, que é uma vocação daquele espaço, oferecer também espaço de lazer pro conjunto da população. Então, nós demos passos esse ano, o governo do estado, que antes dizia que venderia de qualquer forma, já admite a possibilidade da parceria com a prefeitura. E nós estamos então num esforço junto ao prefeito municipal para que haja essa parceria e que a gente devolva a cidade de Campinas o campo da Mogiana e aquela aquele espaço que tá hoje abandonado. Além das discussões na Câmara, a comissão promoveu encontros com representantes de clubes de futebol amador, entidades culturais, associações de moradores e setores ligados ao esporte, lazer, saúde e meio ambiente. Também foi feita uma visita técnica ao estádio da Mogiana para levantamento de informações e subsídios ao estudo. É um patrimônio da cidade, né? Foi, você ter uma ideia, ele foi um dos estádios que participou da lista da Copa de 50, poderia ter recebido jogos, né? Eh, um estádio muito antigo. Eh, recebeu jogos da ponte, do Guarani, eh, do futebol amador, de Copa São Paulo, né? teve a sede do Campinas e é um espaço muito interessante que poderia ser uma alternativa de lazer paraa cidade toda. Então nós estamos batalhando muito para que esse espaço seja recuperado e devolvido à população de Campinas, porque hoje ele está abandonado pelo poder público. Hora de conferirmos uma análise dos trabalhos realizados no último ano pela Comissão de Legislação Participativa. Presidida pela vereadora Guida Calisto e como membros os vereadores Paulo Hadad, Mariana Conte, Igor Diego e Wagner Romão, a Comissão Permanente de Legislação Participativa realizou cinco reuniões em 2025. As leis, elas são apresentadas, votadas, aprovadas eh para o conjunto do nosso município, para o conjunto dos moradores, das pessoas que moram aqui, que vivem aqui, que trabalham aqui. Então, é uma comissão e que ela vem no sentido de garantir que as legislações que sejam que foram discutidas aqui sejam eh sejam construídas de forma participativa, porque é muito ruim, muitas vezes o município apresenta, né, um projeto de lei, né, o executivo, os vereadores, e muitas vezes a gente fala assim: "Ah, e tem lei que pega e lei que não pega", né? Se você constrói uma lei, discute com a população ou com algum ou com setores dessa população que tem interesses, com certeza essa é uma lei que tem uma possibilidade muito maior de pegar. A comissão discutiu ao longo de 2025 sobre como a população pode participar mais das decisões, como criar um sistema sobre a atuação nos territórios da cidade. Nós discutimos um projeto que é um projeto eh de participação popular ampla, né? Por exemplo, a ideia é que Campinas possa ter eh nos territórios um sistema que discuta as questões principais da cidade, como a atuação no território, né, eh a destinação de recursos para aquele território, por exemplo, eh que o território, vou dar um exemplo, o ouro verde, o ouro, o que que é necessário no ouro verde? Que a gente tenha mais centros de saúde ou que a gente asfalte ruas, né? são discussões, porque somente quem vive ali, quem trabalha ali, quem constrói aquele território, tem todas as condições de dizer para onde que o orçamento tem que ir, discutir mesmo. Então, esse projeto de lei que a gente apresentou nessa comissão, eh, na verdade é um projeto que discute conselhos administrativos nos territórios e esses conselhos vão discutir ali toda a vida, a necessidade, a administração daquele espaço. 1 hora mais 1 minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta terça-feira e olha só, no quadro de hoje você confere muitos gatinhos e cães que estão disponíveis para uma adoção e todos eles já estão disponíveis, vacinados e saudáveis. É o quadro Adote um bichinho. Prepare o seu coração, respire fundo, porque a seguir você vai conhecer olhinhos brilhantes, rabinhos abanando e muito amor para dar. Está no ar o Adote Um Binho, a chance de encontrar o seu melhor amigo e mudar uma vida para sempre. O contato para a adoção responsável vai aparecer aí na sua tela. Começamos com os peludinhos da ON Anjos de Rua. Conheça a Kiara, uma pitbull de 4 anos, extremamente dócil, alegre e brincalhona. Ela foi resgatada da rua e hoje está pronta para encontrar uma família cheia de amor. Vacinada, verme, fugada, vive bem em casa, com quintal ou apartamento. Uma companheira carinhosa que só quer um lar seguro e responsável. Essa é a Betânia, sorridente, cheia de energia e prontinha para brincar. Ela tem um ano, é sem raça definida, de porte médio e muito carinhosa. Betânia está à espera de um lar onde possa receber atenção, carinho e segurança. Adotar a Betânia é mudar a vida dela e ganhar uma amiga fiel. O Aslan é um daata de um ano, super dócil com pessoas e adora crianças. Ele é muito carinhoso e cheio de energia, mas precisa ser filho único, pois não se dá bem com outros animais. O Aslan é ideal para quem tem espaço e quer um companheiro exclusivo, adoção consciente e responsável. Olha o Alex aí, aquele fiapinho de manga para chamar de seu jovem dócil e muito carinhoso. Ele foi encontrado abandonado com uma grave lesão na boca. Foi resgatado pelo SAMU animal. Passou por exames, tratamento, está vacinado e agora este fiapinho de manga está prontinho para a adoção responsável. E nopebeia tem uma turminha cheia de amor e esperança à espera de um novo lar. Esse é o Thanos, um cão idoso, dócil e um pouco assustado, que foi encontrado abandonado com várias lesões pelo corpo. Ele foi resgatado, passou por tratamento e hoje está saudável. Thanos é castrado, vacinado e vermifugado. Ele só precisa de paciência. carinho e um lar tranquilo para viver com dignidade. Laranjinha é esse gatinho adulto, dócil. Ele foi encontrado com ferimentos na cabeça e na orelha. Resgatado no distrito Nova Aparecida, o laranjinha passou por tratamento e agora está no DPBE. Ele é vive positivo, por isso precisa ser filho único ou viver com outros gatos. Five. Um amor de gatinho esperando uma chance. E o trabalho dos protetores independentes também ganha voz por aqui. Esse lindo gatinho de pelo mesclado já está castrado e é felivo, por isso precisa ser filho único. Ele merece um lar acolhedor com amor e cuidado. Para a adoção responsável, entre em contato com a Dani. E esse filhotinho macho foi abandonado na rua. Agora está à espera de uma família que dê muito carinho, atenção e proteção. Ele é dócil e precisa de um lar com amor. Para adotar, fale com a Cristiane. A Daniela está procurando por um lar para essa gatinha de aproximadamente um mês e meio. Ela vive no telhado com outros gatos e precisa de um lar seguro. E você pode dar amor e cuidado para esta belezinha. Entre em contato com a Daniela. E aí, qual desses amores já conquistou o seu coração? Lembre-se, adotar é sim um ato de amor, mas também de responsabilidade e transformação. Para mais informações sobre esses e outros peludinhos, acesse o portal Animal Campinas. Tem uma turminha cheinha de carinho esperando por você. Semana de tempo fechado, mas a partir de hoje não deve mais chover em Campinas, pelo menos para os próximos dias. A nebulosidade segue em alta, então fica tempo nublado nesta quarta-feira. Temperatura amena, nada de frio e nem de calorão. Olha só as temperaturas aqui na minha tela. Meio de semana chegando com mínima de 16 e máxima de 26º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quarta-feira ao meiodia ao vivo. Até lá. Ciao