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Começo de ano e o Sebrai reforça a importância dos mês verificar se há pendências junto à Receita Federal. Prefeitura orienta bares, Conveniências e Restaurantes sobre as regras para o carnaval 2026. Projeto protocolado na Câmara de Campinas propõe a criação de enfermaria e a presença de profissionais de enfermagem nas escolas municipais. Você sabe o que é cegueira botânica? No giro ambiental de hoje, nós conversamos com uma especialista e vamos trazer todas as informações. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 14 de janeiro de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais 1 minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela. é o 97829377 ou você tem a opção de enviar o seu elogio e uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Na virada do ano, mais de 5.000 pessoas deixaram de ser microempreendedores individuais. Então, para saber os motivos, se a notícia é positiva ou não aqui para a cidade de Campinas, eu aciono o repórter André Aranha, que está no Sebrai com as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Boa tarde para você, Gabriel. Boa tarde para todo mundo acompanhando o Câmara Notícia. Bom, é isso mesmo. E acontece, na verdade, por dois motivos, né? ou inadimplência ou porque o limite estourou, o limite anual de R$ 81.000. Conosco está a Camila, que é analista de negócios aqui no SEBRAI em Campinas para justamente tirar todas as dúvidas, explicar direitinho pra gente. Boa tarde para você. Isso mesmo. Boa tarde, André. Muito obrigada. Boa tarde a todos que nos assistem. É isso mesmo. Então, todo o microempreendedor individual, ele pode faturar até 81.000 anual, né? Isso é um faturamento bruto, né, André? E aí, se ele excedeu esse faturamento, ele vai ser desenquadrado, né, do microempreendedor individual ou se ele tem débitos também, ele tem até o dia 31 de janeiro para quitar. Bom, então são essas duas questões, né? Porque muita gente pergunta, mas por que eh tantos mês deixaram de ser mês? Ou porque eh tá inadiplente ou porque passou o limite a R$ 81.000. É isso? Isso. R$ 81.000 R000 para ele faturar durante o ano, um faturamento bruto. Então, se ele excedeu esse limite ou se ele está em dívida com o imposto que ele paga mensalmente, que é o documento de arrecadação, mais conhecido como DAS, então se ele também está em dívida, ele tem até o dia 31 para quitar essa dívida. Agora, se ele for desenquadrado do MEI, porque ele excedeu o faturamento de 81.000 anual, ele precisa procurar um contador para verificar a situação dele, porque ele vai ser desenquadrado automaticamente. Muita gente tem essa dúvida, não pode ultrapassar esse esse limite de jeito nenhum de 81.000. Isso. Exatamente. Então, se o empreendedor, nós orientamos para que ele faça um controle do faturamento dele, das receitas dele, e se ele vê que verificar que ele já vai ultrapassar os 81.000 viu? Para que ele de antemão já procure um contador para que faça regularização para ele, para que ele não encorra nesse desenquadramento do meio. Nesse caso, o SEBRAI também e orienta, ajuda com orientações, como passar de MEI para microempreendedor. Exatamente. Então, aqui no Sebrai, o microempreendedor individual vai encontrar orientações sobre como organizar melhor essa parte financeira para que ele saiba se ele vai ultrapassar ou não. Ele pode aqui também regularizar os débitos dele, fazer a declaração anual. Inclusive, eh, nós estamos em janeiro, então começa agora em janeiro o prazo para que ele faça a declaração anual dele e vai até maio. Então, ele pode procurar qualquer unidade do Sebrai e fazer a declaração anual dele para que ele fique em dia, né? E se ele também deseja se aprimorar aí nessa parte financeira, né, para que ele saiba exatamente quanto que ele fatura e tudo mais, ou até de vendas, nós também estamos à disposição. Como funciona? Tem que agendar, é só chegar. Isso nós funcionamos aqui com o agendamento, então ele pode agendar o nosso canal online. Aqui nós temos uma recepção que fica full time para esse atendimento, né? Então ele vai agendar, ele vai chegar aqui, vai ter um profissional esperando para falar sobre o assunto que ele desejar. Bom, Camila, sobre essa questão da inadimplência, eh, o SEBRAI reforça que é importante demais os meios verificarem se a pendência, né, junto à Receita Federal dentro do prazo, né? Exatamente. E tudo isso é feito de forma online. Então o empreendedor não precisa muitas vezes nem sair da casa dele para verificar se ele tá devendo. O portal onde ele verifica se ele tem dívidas ou não é um portal do governo, então é o ponto goov. Então lá dentro ele vai encontrar o portal do empreendedor e dentro desse portal ele consegue imprimir todos os os impostos que ele precisa pagar, né? É um boleto mensal que vence todo dia 20 para todos os empreendedores, né? E aí, se ele tá devendo algum boleto lá mesmo, ele consegue fazer a impressão desse boleto e realizar o pagamento. Esse pagamento ele pode fazer de forma online, ele pode fazer por pixel, ele pode imprimir o boleto, ir até um banco ou uma lotérica realizar esse pagamento. E nós aqui no Sebrai também fazemos esse tipo de serviço para auxiliar quem não tem aí muita dinâmica com a parte digital ou não tem de repente um equipamento para fazer esse acesso. Como você disse, tem até o dia 31 de janeiro para evitar prejuízo. Exatamente. Então, todo mundo que tiver dívidas aí no seu microempreendedor individual pode regularizar até o dia 31 de janeiro, né, para que não seja desenquadrado aí e perca o seu meio. Bom, então é online, né, Camila? É bom deixar isso claro também pras pessoas que estão nos acompanhando. Tudo online, tudo online, direto no portal do empreendedor do site do governo, né? Então ele é ponto gv. Então é importante também as pessoas tomarem eh cuidado com isso, não acessar qualquer site, porque tem muitos sites por aí, né, que prestam um serviço pro empreendedor, mas que vão cobrar alguma coisa. Então, se ele acessar o portal do governo, ele já vai acessar todos esses serviços de forma online e gratuita. Aqui no Sebrai nós também fazemos esse tipo de acesso pro empreendedor, eh, e também emitimos as guias de pagamento. Bom, orientação paraa galera que está conosco acompanhando. São 29 Cebrais aqui na na região. É isso? Isso. Exatamente. Então, o microempreendedor individual, ele pode aproveitar que nós estamos eh temos 29 pontos de atendimento além do nosso escritório que fica aqui em Campinas na abolição número 881. Ele também pode se dirigir a outros pontos de atendimento do Sebrai espalhado nesses 22 municípios que nós atendemos. Bom, para quem passou de meio, não é, para ME, é isso, né, Camila? Como que funciona a questão de de eh pagar o que tá devendo, a questão de inadiplent? Então, se o MEI, enquanto ele for MEI, ele tem uma dívida, essa dívida ela não vai caducar. Então, todo imposto que é devido enquanto você é microempreendedor individual, você precisa procurar esse portal ouvir até o Sebrai. Nós ajudamos para que você regularize. E aí, se você se tornar uma microempresa, ou seja, uma empresa que você pode ter mais funcionários e pode faturar até 360.000 por ano, essa empresa, ela precisa ser formalizada via contador. Então, uma vez que você foi desenquadrado, porque você tá faturando mais do que 81.000, então você vai virar uma microempresa, automaticamente, né, o sistema ele já faz isso. E aí então você precisa procurar um contador para que ele faça a regularização dessa parte da empresa. Bom, muita gente tem dúvida também. Você citou aí o das, explica pra gente, por favor. Bom, o DAS é o documento de arrecadação do Simples Nacional, né? Então é esse boleto que vence aí todo dia 20. E do que que é composto esse boleto? Então ele vai pagar R$ 81 e5, né? E esses R$81,5 são somados, se ele presta algum serviço, vai somar aí vão somar R$ 5 a este valor. Se ele é um comerciante, se ele vende alguma coisa, então ele tá aí no segmento, no setor de comércio, vai somar R$ 1 a esses R$ 81,5. Agora, se ele presta um serviço e também vende um produto, ele vai pagar tanto ICMS quanto ISS. Então são R$81,5 e mais R$ 6 nessa guia, nesse boleto que nós chamamos de DAS. Boa explicação. Melhor que essa da Camila, impossível, né, Gabriel Castro? Então, pra gente resumir, tem muita gente inadimplente, mas dá tempo, é possível sim, né, Camila, regularizar a situação. Isso. Então, ficou o recado aí a todos os empreendedores que precisam regularizar ou tem dúvidas sobre o próprio MEI, venha até o SEBRAI para você verificar como está a situação do seu MEI, regularizar, já fazer a sua declaração anual, que nós estamos no período agora e tudo gratuito. É só fazer o seu agendamento conosco. Boa. Aí confirmando, como disse a Camila, quem tiver dúvida não tem problema, é só comparecer aqui no Sebrai, né Camila? Exatamente. Muito obrigada André. Valeu e feliz ano no igualmente a todos que estão assistindo. Boa. Muito obrigado. Portanto, aí esclareceu todas as dúvidas porque, claro, muita gente tem essas questões aí e nesse começo de ano. Gabriel, tudo esclarecido agora para os microempreendedores individuais. Muito obrigado a André Aranha e a Camila Alves de Oliveira que é analista de negócios do Sebrai, pelas informações e pela disponibilidade do tempo com a nossa equipe. Bom, a gente chega aqui com o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta quarta-feira. Certamente você que está nos acompanhando sabe a importância da saúde física e mental. Só que nos últimos tempos um outro termo tem ganhado a atenção, saúde relacional. As relações interpessoais e do apoio de quem está à sua volta, da comunidade, é importantíssimo ter relações de confiança. Então, na loucura, na correria do nosso dia a dia, como ter estabilidade emocional, produtividade, realizar boas tomadas de decisões, ter a capacidade de atravessar momentos difíceis. Para nos ajudar nestas questões, eu converso agora com a Sema Dar Marques, que é autora do livro Colaboração, a única solução. Então, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal. E primeiro, né, o que que é este termo que eu utilizei saúde relacional. Seja bem-vinda e uma boa tarde. Obrigada. Boa tarde, muito obrigada pelo convite. Eu que me sinto honrada e feliz por ter espaço para poder falar sobre esse tema, né, que é tão importante. A gente tem falado tanto em saúde mental, né, mas a saúde mental ela não é individual. A saúde mental, ela vem das nossas relações. Quando a gente tem relações saudáveis, relações fortes, vínculos fortes, a nossa saúde relacional, que a gente chama, que tu falastes, ela se fortalece e é ela quem traz bem-estar, ela é ela que já provado pela ciência produz a química necessária para o bem-estar do nosso corpo. Então, a gente precisa fortalecer e investir nas nossas relações. Mas o que que é fortalecer as relações, né? É tu ter relações de reciprocidade, é tu poder e construir vínculos aonde tu possa ser ouvida e também ouvir, né? Onde tu não seja invalidado naquilo que tu sente, naquilo que tu pensa, tu que haja respeito múo. E quando eu falo respeito, é principalmente respeito ao aos nossos sentimentos, ah, as nossas ideias, aquilo que é importante para cada um. Porque o que é importante para mim não é importante para ti. Nós somos seres individuais, nós somos seres únicos. Semadar, família, colegas de trabalho, a gente não escolhe, né? Podemos dizer que estão aí os principais conflitos, já que muitas vezes nós somos obrigados a conviver, a interagir, a negociar, a ver todos os dias pessoas que, como você disse aí, são diferentes. E aí, como é que fica colegas de trabalho e quando envolve família? É, eu sempre digo assim, o colega de trabalho e muitas vezes a gente não escolhe, né? família também a gente não escolhe, mas a questão é, a gente pode definir os limites. As pessoas só ultrapassam limites conosco se a gente permite. Então, a gente precisa entender o que que é ou não aceitável, tanto na família quanto no trabalho. Aí existe a questão, ah, no trabalho eu tenho medo de ser demitida, mas por mais medo que tu tenha de ser demitida, quando tu exigir respeito, tu nunca vai ser contraposta, né, com com a questão de, ah, eu posso te desrespeitar. A pessoa que diz, po, posso te desrespeitar, ela tá totalmente inadequada e vamos procurar outro emprego, né, porque não dá. Então, a gente precisa estabelecer limites na família também. Se eh os familiares, os vínculos familiares, eles são tóxicos e eles não te permitem ser quem tu é, eles não te respeitam, né? Eles ultrapassam os limites, bom, então a gente tem que saber quando se retirar, né? A gente não precisa se submeter a ambientes tóxicos só porque estamos uma família, só pelo vínculo sanguíneo. Então é preciso colocar esse limite. Quem coloca esse limite somos nós. Então a gente precisa e também saber quando a gente tá fazendo isso também, porque nós não somos, como eu costumo dizer, alecrins dourados, né? Nós também temos os nossos momentos de toxicidade e que a gente não percebe. Eu acho que o problema não é ser ou não tóxico. Acho que o problema está onde tu não admite, quando tu não te permite e não quer mudar. Aí a gente tem um problema sério, porque a pessoa que não admite que tá sendo tóxica, que não admite nunca estar errada, que não quer crescer, que não quer aprender, ela é um problema tanto na família quanto na nas instituições, nas empresas, nas organizações, porque daí ela impede o crescimento e ela impede que a gente desenvolva um uma um relacionamento saudável. Ô Semadar, e como construir este ambiente de confiança no trabalho, mas também na vida pessoal? É muito diferente um do outro, eles acabam se confundindo, nós somos um só ou existe a semadar profissional, a semadar da vida pessoal, são coisas diferentes. Eu não consigo separar. Eu sou a mesma pessoa tanto no trabalho quanto em casa. E quando eu tô no trabalho e eu tenho questões pessoais e eu vejo a minha equipe com questões pessoais, tu não consegue. Uma pessoa que tá com uma dificuldade, com uma mãe passando por uma situação difícil, com um filho, como é que tu vai chegar no trabalho e esquecer, simplesmente abstrair que aquilo tá acontecendo? Não tem como. Então, nós somos seres únicos. É, é necessário ter esse acolhimento, essa empatia, esse respeito ao ser humano para que tu possa também ter essa reciprocidade, né? A empresa ela muitas vezes ela pede reciprocidade, mas ela não dá, né? Ela pede entendimento, mas ela não tem essa reciprocidade para dar também quando é necessário. Então tem que ter essa relação de confiança, fortalecimento com o teu empregado, com o teu colaborador, mostrando esse respeito às questões pessoais. E e eu acho que mais uma vez a gente vem para isso, sabe? para tu mostrar eh fazer microrrevoluções no teu espaço, colocar o teu limite, né, e acolher o outro e e oferecer esse respeito pro outro. E aí tu vai fazendo microrrevoluções. Por mais que tu esteja num ambiente, por exemplo, que a empresa tenha uma cultura que seja tóxica, ali no teu ambiente tu vai poder exigir respeito, dar respeito e construir um ambiente bacana de lealdade, né, de fortalecimento múo. A gente pode fazer isso, mas é preciso tempo para fazer isso. Porque eu acho que uma grande reclamação das pessoas, eu tenho certeza que as pessoas estão concordando com você, mas elas vão falar: "Ah, mas eu não tenho tempo para fazer essa microrrevolução. Minha vida é muito corrida. Minha rotina é diferente, eu não consigo parar para poder analisar. precisa de tempo ou mesmo no dia a dia, diante de um conflito de algo que está acontecendo, você diante dos pensamentos vai fazendo isso, talvez de uma forma silenciosa até uma tomada de decisão. É no nosso dia a dia, são eh nas microações do nosso dia a dia. É tu não normalizar comportamentos abusivos, não normalizar uma grosseria, né? chamar para conversar. Olha só, não gostei do que tu falou. Me senti triste, né? Me sentir, não me senti confortável com a tua postura. é não normalizar situações abusivas no nosso dia a dia e a enfrentar diálogos, porque muitas vezes a gente tem medo e varre para debaixo do tapete o diálogo, o confronto. O confronto ele não é negativo. Muitas vezes a gente precisa do confronto para resolver situações e para esclarecer posturas que são inadequadas. Quando a gente deixa claro os nossos limites, a gente consegue estabelecer, né, esse respeito mútuo. Então, eh, é no dia a dia, precisa ser feito em cada minuto do nosso dia, né? Quando tu uma postura de um colega que a gente não gostou, a gente fala uma postura de um chefe. Muitas vezes o chefe em relação de poder, ele acaba, né, tendo situações de abuso sem perceber. E aí, se tu vai falar pro teu chefe e ele não aceita e ele é daquelas pessoas que ele não aceita ser confrontado, bom, então tá na hora da gente procurar outro lugar, porque aquilo não tá sendo saudável para ti. Aquilo vai alcançar a tua saúde mental em algum momento, vai abalar tua saúde mental. Sem dúvida. Semadar, a impressão que eu tenho é que os conflitos que você citou nessa sua resposta, eles estão cada vez mais evidentes, presentes. Isso em relação, sei lá, final da década de 90, por exemplo. O mundo ele tá mais polarizado agora, mais extremista, mais doenças relacionadas ao trabalho, ansiedade, depressão, burnout. Não sei se são as redes sociais que amplificam um pouco as coisas, porque tá tudo lá. É fácil de ser visto, ser observado, de ser comentado. A minha pergunta para você é: segurança psicológica para conviver, mas também para resolver os os problemas. É algo que todo mundo precisa ter? É difícil buscar essa segurança psicológica? Como é que você enxerga o mundo de hoje comparado a poucos anos? De fato, ele tá mesmo mais polarizado, tá mais difícil de conviver com as pessoas, de ter mais essa empatia que você tá dizendo, seja no ambiente de trabalho ou na vida pessoal? Com certeza estamos muito mais polarizados e também a gente tem uma quantidade de informações muito maior, um acesso à informação, a tecnologia, as exigências vão se tornando cada vez maiores. Então a gente acaba eh entrando num ritmo frenético, né? E a polarização ela tá aí estabelecida, né? Eu acredito que a segurança psicológica ela venha de nós. Eh, ela vem eh primeiramente de mim. Eu preciso me fortalecer. Eu preciso fortalecer a minha segurança interna. Eu preciso fortalecer a minha autoestima, a minha autoconfiança. Eu preciso olhar paraa minha voz interior. E isso não é autoajuda barata, tá? Isso é um autoconhecimento que é necessário para todos. Porque isso é é ser inteligente, é querer viver melhor, se estabelecer melhor. E eu como administradora, trabalho com com instituições, com organizações. Então eu sempre digo que liderança precisa investir em autoconhecimento. O lder, o líder que não investe em autoconhecimento, ele não está sendo um bom líder, porque ele precisa se conhecer para se fortalecer e ter seu apoio emocional da equipe e dar autoestima pra equipe e nso dia a dia também, porque nós como pessoas físicas, né, como CPFs, nós precisamos ter esse autoconhecimento para poder ser apoio para nós, nossos familiares, paraos nossos filhos, poder entregar essa segurança psicológica. Mas se eu não tenho essa autoconfiança, se eu não desenvolvo em mim essa autoconfiança, eu acabo me colocando nos espaços a ponto de eh exigir que as pessoas atendam as minhas necessidades emocionais que eu mesma não sei porque eu não tenho autoconhecimento. Então eu sou tão insegura que eu quero que os outros atendam as minhas necessidades. Mas eu preciso eu atender, eu entender isso, eu buscar, eu fortalecer. É uma para não me tornar tóxica nos espaços. Maturidade. Exato. Ô, Semadar, numa resposta anterior sua, você falou sobre limite, né? Existem sinais que são comuns para todos sobre limite, porque às vezes a pessoa tá numa situação e ela acha que é normal, fala: "Ah, mas tá todo mundo sofrendo, o mundo é assim mesmo". Existem sinais que é comum para todo mundo ligar um sinal de alerta de falar: "Opa, não posso normalizar isso". Com certeza. Eu acho que tudo aquilo que nos causa desconforto, né? E eu acho que aquilo que já causa algum desconforto que te deixa, né, incomodado, aquilo já é uma sinalização de limite e tudo tem que partir do diálogo, do diálogo respeitoso, né? Porque às vezes eu aquilo me fere, aquilo me maltrata, porque é um gatilho emocional de algo que não tá bem resolvido dentro de mim. E tá tudo certo, porque todo mundo tem gatilho, todo mundo tem dificuldade, porque a gente precisa tentar entender o que que tá acontecendo dentro da gente e estabelecer, fazer pedidos claros e muitas vezes amorosos, porque quando a gente não se conhece, a gente fica na defensividade e acaba fazendo ã trazendo com raiva, né? colocando aquilo que que nos feriu de uma maneira raivosa. Se a gente tá com autoestima em dia, fica mais fácil de tu colocar pro outro de uma maneira acolhedora, de uma maneira amorosa. Olha só, isso me machucou, isso me incomodou. E aí tu vai aprendendo a calibrar tudo isso. Mas eu tô te falando isso, mas eu tô tentando, tá? Não é algo que eu tenha colocado ainda 100%. Eu acho que tá todo mundo no mesmo barco e tá tudo certo. Não é fácil, é muito difícil, mas é o caminho. Sem dúvida. Eh, pra gente poder encerrar, eu tô com o meu tempo estourado, mas eu falei na minha abertura, né, sobre o livro Colaboração, a única solução. Quando e por você decidiu lançar o livro? Então, eu sou gestora há muitos anos e eu trabalho no serviço público, sou administradora em uma prefeitura. E e eu comecei a perceber o quanto era difícil eh lidar as pessoas colaborarem umas com as outras por resistências internas. E aí bate com a cultura da organização, que já é uma cultura que no serviço público ela é um pouco mais engessada. E eu comecei a perceber o quanto tu eh estimular a colaboração nas equipes, estimular a empatia, dava resultado. E aí eu parti para uma pesquisa de campo, parti para uma me aprofundar no assunto e comecei a escrever o Colaboração, a única solução. E foi muito bacana porque eu tive um retorno muito legal, muito, muito grande das pessoas que me disseram, e pessoas que estão em sofrimento emocional nas empresas, pessoas que estão realmente com chefes abusivos, com líderes tóxicos, achando, normalizando as situações. Então eu eu trago no livro ferramentas para que a gente possa fazer essas microrrevoluções, para que a gente possa questionar, para que a gente possa implementar na nossa empresa a cultura do crescimento e do aprendizado, porque essa cultura, ela só vem através do questionamento de paradigmas. aquilo que a gente acredita, aquilo que a gente acha que é certo, precisa ser questionado. E a dificuldade das empresas muitas vezes é questionar esses paradigmas e acabam não crescendo, não aprendendo. E eu busquei escrever o colaboração justamente para isso, para ter ferramentas, para passar essas ferramentas que eu já tinha aprendido e que estavam dando certo. Para quem está interessado, onde que encontra o livro, o livro ele é editado pela Autabooks, que é uma editora que ela tem de todo o Brasil, então todas as livrarias do Brasil, botar no Google ali colaboração, a única solução já vai ser atendido. E no mundo também eh tem livrarias na Austrália, na China, na Alemanha, na Espanha, o mundo inteiro. Atabooks é uma editora maravilhosa, me pulverizou para para todo mundo. Então é só botar no Google que já vai achar a livraria mais adequada. Ótimo. Semadar Marques, muito obrigado novamente pela disponibilidade do seu tempo. Tenho certeza que todas as informações que foram trazidas aqui de muita credibilidade e de muita ajuda para quem está nos acompanhando, já faça um novo convite para você retornar aqui os nossos estúdios. Lançou um novo livro, entre em contato com a nossa produção. Tá de volta aqui no Jornal Câmara Notícias e fica aberto as suas considerações finais. Quero agradecer mais uma vez o teu espaço. Isso para mim é muito importante porque é um tema assim que é uma bandeira que eu levo nas nas organizações e todos os espaços que eu tenho a essa oportunidade de falar, né, que a gente não precisa normalizar ambientes tóxicos, que a gente pode viver uma nova realidade, que existem ferramentas para ser utilizadas nas equipes, mas também existem ferramentas que a gente possa utilizar na gente para que a gente possa se fortalecer e criar sim ambientes de confiança, de lealdade, de que em que a gente se sinta seguro. puro psicologicamente, a gente não precisa sofrer. A gente pode sim fazer essas microrrevoluções e quem sabe um dia conseguir alcançar todo mundo, né? Que todo mundo tenha consciência de que a gente não precisa ser tóxico e abusivo para ser feliz. A gente pode colaborar uns com os outros. É isso. Esse é o nosso objetivo, né? Aprender ainda em viver em sociedade por um município melhor, um estado e um país também. Semadar Marques ao vivo aqui no Jornal Câmara Notícia. Nós aqui agradecemos. Vamos com as notícias da Metrópole porque a posse do CMDCA em Campinas marcou o início da gestão 2026/2027 com apelo por prevenção e ação integrada. A nova gestão do conselho reforça o compromisso com a proteção integral e a atuação preventiva no município. O evento foi realizado na sala azul do passo municipal e marcou a posse dos novos conselheiros que vão atuar na formulação, acompanhamento, também na fiscalização das políticas públicas voltadas à garantia dos direitos de criança e adolescentes no município. Paula Karini de Souza assume a presidência. A nova composição do conselho será responsável por desenvolver projetos e programas voltados ao bem-estar e ao desenvolvimento da criança e do adolescente. Com certeza o principal desafio vai ser dar continuidade ao trabalho que foi feito e entregue pela gestão 2024/2025. Agora a gente tem que seguir os próximos passos para que toda a construção que foi feita no passado tenha continuidade nos próximos anos e especialmente a eleição do Conselho Tutelar em 2027. Durante a solenidade, o prefeito Dário Sad e a secretária VCIA Moro destacaram a importância do conselho como espaço de participação social e reforçaram o compromisso da administração municipal com a proteção integral da infância e da adolescência. Hoje foi a nomeação dos membros do novo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente. Eh, uma posse importante, são voluntários eh que fazem parte desse conselho, representando entidades aqui na cidade de Campinas e é um conselho muito participativo, um conselho muito atuante. Então, hoje foi um dia especial e tenho certeza que essa nova formatação do conselho continuará o trabalho que vem sendo feito e ampliará as ações eh em defesa da criança, do adolescente e principalmente combatendo a violência que muitas vezes as crianças adolescentes são alvos. A nossa Constituição Federal, ela preconiza que a responsabilidade de criança e adolescente é da família, da sociedade e do poder público. E a gente vê isso no Conselho de Direito. Falar do Conselho Municipal de Direito da Criança e Adolescente é falar da criação, da estruturação, da supervisão de políticas públicas que garantam os direitos da criança e adolescente. E a gente viu hoje nessa nova diretoria uma um compromisso e uma responsabilidade, não de trabalhar por qualquer gestão, mas trabalhar pela garantia de direito, também sem deixar de olhar para tudo aquilo que foi construído pelas gestões anteriores que trouxeram e fazem com que o semciado da cidade de Campinas seja um destaque a nível nacional. O presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, falou sobre a contribuição do legislativo com o CMDCA. Essa causa, né, de defesa dos direitos da criança e adolescente tem sempre sido prioridade da Câmara. Nós temos uma comissão especial de defesa dos direitos da criança, adolescente e juventude que reúne entidades, debate os problemas, procura enxergar as dificuldades e a partir da discussão encaminhar sugestões para aprimoramento das políticas públicas nessa área. Campinas, como eu disse, é uma referência em termos de defesa da dos direitos da criança adolescente com o programa da primeira infância campineira, com o programa de segurança alimentar e nutricional, com a qualidade da merenda, com o cuidado e as da das mães e gestantes já na saúde, antes até criança nascer e no conjunto de programas que a prefeitura desenvolve. Ligada com a causa, a vereadora Débora Palermo também compareceu. Prioridade absoluta que diz a lei, a criança e adolescente deve ser a prioridade absoluta na destinação de recursos nas políticas públicas. Por quê? Se a gente quer um país melhor, uma cidade melhor, não há outra forma de melhorar se não for investindo desde a infância no cidadão. Um cidadão que tem saúde de qualidade, educação de qualidade, desde a sua primeira infância, desde, aliás, do do ventre, a mãe bem cuidada, né, no durante o pré-natal, a criança já nasce diferente, já nasce bem mais preparada. Então, nós temos que cuidar desde o da da mãe grávida até essa criança se tornar um adulto para que a gente tenha cada vez mais uma sociedade melhor. Com a proximidade do carnaval, a prefeitura de Campinas alerta comerciantes sobre as regras rigorosas para os fins de semana de folia e também o feriado. Neste ano, o carnaval começa na sexta-feira, 14 de fevereiro, e segue até a quarta-feira de cinzas, no dia 18 de fevereiro. Com isso, a Prefeitura de Campinas já definiu as regras para o funcionamento de bares, restaurantes, adegas, conveniências, mercados e distribuidoras de bebidas para a época festiva em 2026. O governo municipal reforçou que a fiscalização será rigorosa e focada na regularização de alvaraz e dos horários. A secretaria, ela passa um grande tempo fazendo um planejamento, porque acho que a coisa mais importante é a gente ter um carnaval onde a gente tenha essa interligação dos órgãos, né, da prefeitura. Então, a gente já teve reunião com segurança pública e tudo mais. E essa última etapa, ela tem uma preocupação da atividade econômica durante o carnaval, eh, porque tem um papel muito importante os bares, os restaurantes na parte da alimentação, gastronomia e tudo mais. Só que eles precisam estar regularizados. E aqueles que querem ter o horário estendido, acompanhando o horário dos blocos, né, tendo um exemplo de Barão Geraldo, que os blocos vão até 2 3 horas da manhã, eles têm que estar com extensão de horário. Essa reunião, ela teve o objetivo de preparar o pessoal para que eles entendem que eles têm que estar com a documentação regularizada, para que eles possam desfrutar o carnaval como uma ótima atividade econômica, como um momento que é para ter a pujança da cidade, eh, porque o carnaval gera mesmo esse movimento enorme, né? Para operar após às 10 horas da noite, o estabelecimento deve obter o alvará de horário especial, além do alvará de uso regularizado. Esta licença autoriza o funcionamento até às 2 horas da manhã, com o encerramento obrigatório do atendimento 1 hora antes a 1 hora da madrugada. O descumprimento desta norma impede a atividade em horário estendido. A prefeitura todo o carnaval, ela ela lança um decreto especificamente pro carnaval, né? principalmente depois daquele ano que teve aqueles problemas em Barão Geraldo. Então, houve a necessidade de uma regulamentação mais forte aí para para não ocorrer naqueles problemas todos. Então, ah, o que acontece? O bar e restaurante que tiver dentro de um raio de até 1000 m aonde tiver o desfile ou um bloco de carnaval, mesmo que ele tenha alvará para funcionar 24 horas ou até qualquer hora da madrugada, ele o esse comércio ele tem que se enquadrar na regra do encerramento do bloco, que é acho que 1 hora da manhã e mais uma hora para fechar tudo e não tem mais ninguém na via e também aquela eh não pode comercializar nada de vidro na área externa. Ah, bom, enfim, eh, tem que seguir todo o protocolo do carnaval. O impacto é sempre positivo na medida em que todas essas medidas elas visam a segurança, né, do de quem vai desfrutar do carnaval, né? Então são sempre, todo ano vai se aprimorando algumas medidas em função de problemas que ocorrem nos anos anteriores. Então uma das coisas que vai ter esse ano também é disponibilização de mais ônibus nesses horários em que acabam os desfiles ou os blocos de carnaval para poder ter uma dispersão maior. Então todo esse conjunto de medidas ah faz a gente levar mais público e que o carnaval seja mais festivo para todo mundo. A gente eh quer mostrar que a gente tem uma parceria, a Brasel é um parceiro do poder público, então eles precisam entender que a gente vai fazer uma força tarefa até o dia 15, recebendo esses alvaraz, porque a gente sabe que é muito importante para eles estarem abertos nesse período. Então, nesse período, a Secretaria de Urbanismo fará uma força tarefa, tanto para analisar os pedidos de alvará, quanto os pedidos de extensão de horário, que vão permitir eles estarem abertos eh concomitante com os blocos, né? Então, acho que isso é uma forma da gente também mostrar que a gente tá na parceria. O descumprimento das normas vigentes pode levar à lacração do imóvel. A emissão ou a atualização dos alvarás comum ou de horário especial está disponível através do portal Sistema Eletrônico de Informações da Prefeitura de Campinas. A Brasel tem soltado comunicado todo dia na nos grupos de de comunicação nosso, né? reforçando a necessidade de quem tem alguma pendência na prefeitura que vá lá e se regularize. A prefeitura se predispôs a fazer uma força tarefa internamente para realmente soltar os alvaraz a tempo. Em contrapartida, quem não for, quem tiver alguma pendência e não for resolver, não entregar a documentação, vai ter uma fiscalização forte e a pessoa provavelmente vai ter alguma consequência se ela se ela tiver funcionando no no carnaval sem estar com a documentação completa. é fundamental, né? Eu acho que a gente quer que tenha atividade econômica, mas desde que ela seja toda regular. Eu acho que o carnaval de Campinas ele atingiu uma maturidade e uma e uma excelência, e eu falo isso tranquilamente, porque realmente hoje a gente administra mais de 60 blocos descentralizados pela cidade, atrai um público muito grande, agita a economia, eh quer dizer, o comércio ganha e eu acho que a gente também eh mostra que essa é uma folia que também tem um lado muito positivo pra economia da cidade. Em caso de dúvidas, você pode entrar em contato com a Secretaria de Urbanismo, presencialmente de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 5 horas da tarde, com uma distribuição de senhas até às 4:30 da tarde. Ou você pode ligar no 19, o DDD 3762300. Vamos com as notícias do legislativo porque está em análise aqui na Câmara de Campinas. Um projeto que trata da estrutura de atendimento à saúde dentro das escolas municipais. A proposta protocolada prevê mudanças na rotina das unidades escolares. Foi protocolado na Câmara de Campinas o projeto de lei ordinária 451 de 2025 de autoria da vereadora Dora Palermo, que prevê a obrigatoriedade da instalação de enfermarias e presença de profissionais de enfermagem nas escolas da rede pública municipal. A justificativa aponta que situações de crianças com doenças crônicas, além de quedas, cortes, crises alérgicas ou desmaios, fazem parte do cotidiano escolar e exigem resposta rápida e adequada. Por exemplo, crianças que têm diabetes, epilepsia, asma, doenças crônicas, vamos dizer assim, e que precisam tomar medicação durante o período escolar e a escola não pode administrar. Então, eh, por exemplo, insulina, tem o horário certo, tem crianças que tem que tomar mais de uma vez por dia e justamente no horário que tá na escola. E a mãe tem que ir para aplicar. Você imagina que a mãe tem que todo dia, ela não pode trabalhar, ela não pode fazer nada, ela tem que estar disponível para ir lá para dar medicação. E são vários casos assim também nós temos nas escolas acidentes, né? Eh, é um corte, é uma queda, é um engasgo, né? Então, esse primeiro socorros tem que ser uma uma pessoa que tá preparada para prestar, né? Então, nós fizemos esse projeto de lei com essa demanda trazida pelos próprios pais e profissionais da escola. A proposta estabelece ainda que cada escola conte um espaço e um profissional responsável pelo atendimento inicial em situações de emergência. uma maca para deitar a criança, um material ali de de primeiros socorros para fazer um um um curativo até que chegue a um um atendimento mais no caso mais sério do SAMU de alguma ambulância. Mas tem que ter, né? A escola é um espaço onde temos muitas crianças e não é raro ter acidentes. Então, a gente tem que tá eh tá preparado para isso. De acordo com a parlamentar, o ambiente escolar é um espaço onde crianças e adolescentes passam grande parte do dia e garantir o cuidado com a saúde é tão importante quanto garantir o acesso à educação. Tem escolas de horário integral, né? Então, e ou senão pelo menos meio período, 4, 5 horas do dia, e muitas crianças correm, cai, brinca. Então eu acho que é é uma questão mais do que necessária para garantir assim ah os primeiros socorros, uma situação de emergência, urgência ou emergência. Agora você confere um balanço de como foram os trabalhos da Comissão de Políticas de Prevenção às Drogas da Câmara Municipal de Campinas em 2025. Tendo como presidente o vereador Nelson Ostre e os vereadores Dr. Ianco, Carmo Luiz, Felipe Marquez e Paula Hadad como membros, a Comissão de Políticas de Prevenção às Drogas da Câmara Municipal de Campinas em 2025 focou os trabalhos na questão do problema das drogas na RMC, a região metropolitana de Campinas. O que acontece é o seguinte, dentro da Comissão de Políticas de Prevenção às drogas, eu trouxe um projeto que eu tenho já há muitos anos, né? guardado comigo antes mesmo de ser vereador e depois como vereador apresentado não só para o prefeito Dário, como para outros prefeitos e agora também para o prefeito eh da capital, junto ao vice-prefeito coronel Melo Araújo, que é um grande combatente também das cracolândias, ajuda os dependentes químicos e por isso que eu trouxe o vereador de Hortolândia e o vereador de Olambra para que a gente pudesse mostrar o perfil dessas cidades que tem ali um contraponto, Hortolândia pelo fato de estar próximo de Campinas e Olambra por ser uma cidade menor. Ambas possuem concentração de usuários de drogas. Então, por isso que é importante o projeto que eu tenho, que eu não vou falar aqui que vem para solucionar, mas ele vem para amenizar, ele vem para reduzir o número de moradores de rua dependentes químicos, que é o que todo prefeito quer. Você quer revitalizar um centro, você tem que começar revitalizando a vida dessas pessoas que estão perdidas nas drogas. E o projeto nada mais é do que uma fazenda de acolhimento, que possam ter todos os serviços e assim atender cada um dessas pessoas. Venho trazendo a todo momento temas relevantes para que a gente possa debater essa situação, não só em Campinas, mas na região metropolitana de Campinas. cidades que estão hoje eh pedindo socorro porque não sabem o que fazer, que política aplicar para tentar reduzir e trazer dignidade para essas pessoas que moram nas ruas. E comentou também das expectativas da comissão para este ano de 2026. A expectativa é das melhores, né? Eu tenho eh um compromisso com a população de tentar eh fazer o projeto da fazenda de acolhimento sair do papel. Então, já estou conversando não só com o prefeito Dário, como outros prefeitos, inclusive também alinhado com o governador Tarcísio, porque se essa fazenda não vier pelo município, que venha pelo estado, porque algo precisa ser feito para solucionar a questão dos moradores de rua dependentes químicos. Hora de conferir a análise dos trabalhos realizados pelo vereador Nick Schneider, presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública da Câmara. Presidida pelo vereador Nick Schneider e como membros dos vereadores Rebert Ganém, Arnaldo Salvete, Carlinhos Camelô e Wagner Romão, a Comissão para os assuntos de segurança pública realizou três reuniões no ano de 2025. Tivemos discussões importantes como o Programa de Segurança da Mulher. Nós tivemos outra discussão muito importante que foi a atividade delegada proposta pela Polícia Militar paraa cidade de Campinas, que nós estamos amadurecendo esse assunto aqui na casa. Enfim, é uma comissão muito importante que trata de um assunto muito sensível pra cidade de Campinas, que é a segurança pública. E buscamos dar movimento, discutir os assuntos dentro da comissão e acredito, André, que foram muitos, foi muito produtivo o trabalho ao longo de 2025. Compete à comissão opinar e ou emitir parecer em questões que atjam a estrutura, o funcionamento ou a atuação da Guarda Municipal de Campinas, bem como a criação e extinção de cargos que tratem da normatização e fiscalização dos serviços de segurança privada no município, que estabeleçam convênios ou acordos de qualquer natureza com órgãos de segurança pública de outros níveis de governo e que tratem do combate a sinistros. Tivemos a presença de representantes da Polícia Militar, representantes da Polícia Civil, representantes da Guarda Municipal. Então, foram reuniões muito importantes. Ontem, na segunda rodada do Campeonato Paulista, o Guarani foi a Novo Horizonte e estava segurando a equipe mandante até uma besteira do atacante Luca. 27 minutos do primeiro tempo. Jogo controlado, equilibrado, sem muitas oportunidades. Até que o atacante do Guarani, Luca, deu um pisão no pé do zagueiro Dantas. O VAR chamou o árbitro e o atacante bugrino foi expulso, pouco inteligente e prejudicou a equipe porque 3 minutos depois o Novo Horizontino rodou a bola da esquerda para a direita, até que Rômulo cruzou na medida para Robson cabecear no fundo das redes. 1 a 0. Tavinho invadiu a parou em Caik França. No fim do primeiro tempo, a bola sobrou para Luís Oiama, mas à esquerda do gol. Aos 49 minutos, o Guarani chegou com Guilherme Parede, chutou forte, Jordi deu rebote e Maranhão parou de novo no goleiro. Que chance! No segundo tempo, Robson driblou o Rafael Donato e cara a cara parou em Caik França. Até que aos 25 minutos, em uma bobeira da zaga bugrina cochilou e quando acordou, Juninho já estava na pequena área para completar o cruzamento rasteiro de Robson e ficou nisso. Novo Horizontino 2, Guarani 0. Guarani segue sem vencer no Campeonato Paulista. Agora um empate e uma derrota. Sinal de alerta ligado, porque o ataque não tem funcionado e a defesa ontem falhou muito, ninguém conseguiu se destacar e existe a expectativa que a diretoria do Guarani confirme agora à tarde a demissão do técnico Mateus Costa, porque a equipe não tem evoluído, né? ano passado não conquistou o acesso, então permanece na Série C e este ano tropeçando no Campeonato Paulista. Amanhã a gente confirma esta informação da demissão do técnico Mateus Costa. Próximo jogo é no domingo, 8:30 da noite, contra o Santos aqui em Campinas, no Brinco de Ouro, Pedreira pela frente. E hoje tem mais Campeonato Paulista, hein? na Ponte Preta, recebe o Velo Clube aqui em Campinas, no estádio Moisés Lucarelli, às 9 horas da noite. Você vê o confronto aí na sua tela. O técnico Marcelo Fernandes segue sem poder contar com as contratações que foram realizadas, porque o clube está com o transfer ban impedido de registrar novos jogadores. Com o elenco reduzido, a formação é a mesma que perdeu para o Corinthians com Diogo Silva no gol, Pacheco na direita. Simon e Diego Leão a dupla de zaga e o João Gabriel improvisado na esquerda. Meio-coampo de Rodrigo Souza, Gustavo Teles e Elvis. E na frente Diego Tavares, Bruno Lopes e Gé. Ponte é favorita. E amanhã a gente conta a história desta partida. E tem mais futebol hoje, viu? Porque um pouco mais cedo a Ponte Preta Sub-20 entra em campo. Terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Duelo complicado contra o Cruzeiro. Está invicto na competição 100% este duelo às 5 horas da tarde lá na cidade de Franca. O técnico Nenê Santana perdeu oito atletas que subiram para a equipe profissional. Então é uma Ponte Preta que vai bem desfalcada para este duelo. E um pouco mais tarde, às 9:30 da noite, a vez do Guarani entrar em campo contra o 15 de Jaú na casa do adversário. O Bugre vem empolgado, eliminou o Corinthians na outra fase. O técnico Jairo Bloomer vem fazendo um bom trabalho e claro que amanhã a gente também conta a história desta partida que é eliminatória, viu? Quem vencer avança de fase. Quem perder está eliminado e se der empate a disputa vai para os pênaltis. Meio-dia mais 51 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue com o jornal Câmara Notícia, porque você já ouviu falar na cegueira botânica? é um nome dado a incapacidade de identificar a presença das plantas no nosso dia a dia. Resultado da falta de conhecimento da diversidade existente, o ciclo de vida das plantas e o papel que elas desempenham no nosso planeta. Tema que você acompanha a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. Olá. a falta de habilidade para as pessoas perceber as plantas ao seu redor, no próprio ambiente, o que conduz ainda a incapacidade de reconhecer a importância das plantas para a biosfera e para os humanos, a incapacidade de apreciar a beleza e as características peculiares das plantas e até uma visão equivocada das plantas como inferiores aos animais. mais podendo, por isso serem desprezadas, é um termo que tem nome. E hoje no giro ambiental a gente vai entender qual é esse nome e por todos esses aspectos são levados em consideração quando a gente pensa em sustentabilidade e meio ambiente. Para isso, quem está conectado no giro ambiental de hoje é a bióloga de Assis. Seja bem-vinda. E já conta pra gente, por favor, qual é o nome dado a todas essas características, qual é o termo e como se chegou a esse nome. Seja bem-vinda. Boa tarde, Mirna. Boa tarde, pessoal. Então, né, Mirna, eh, a gente conhece como cegueira botânica, né, conhecer as plantas hoje é bem raro quem conhece, né, a gente tá cada vez mais vivendo na parte urbana, nos grandes centros urbanos, cada vez mais distante da área rural. E a gente acabou perdendo um pouco, né, dessa conexão e conhecer, né, as plantas, conhecer os nomes delas, conhecer quais são, para que que serve. as características de cada uma. É, eu lembro que Laí, quando eu vou à casa da de uma das minhas tias, elas têm muitas plantas e elas sabem exatamente essa questão, o nome e para que serve. Isso é para achar, isso é bom para comer, isso pode refogar e tantas coisas assim. E recentemente, inclusive aqui na TV Câmara Campinas também, a gente fez uma reportagem, por exemplo, sobre as punks, né, que são as plantas alimentícias não convencionais. Eh, quando a gente pensa nessa cegueira botânica, também tá incluído esse contexto? Ah, sim, né? As plantas são plantas importantíssimas na parte medicinal, né? para quem quer fugir dos tratamentos, né, tradicionais de remédio, né, são importantes também. Eh, ter conhecer que tem algumas plantas nativas que podem ser comidas, né, que às vezes a gente acha que não, que são só verdes. E é, a gente lembra que os nossos avós, né, eles tinham mais essa proximidade, né, com a roça, com a natureza. né? Então tinha um conhecimento bem grande com relação a tanto as as plans quanto as ervas medicinais e de de nome de árvores, nomes de flores, como você falou, né, na casa dos seus avós, na sua tia, você elas tinham esse conhecimento, né? E a gente tá cada vez perdendo mais. Eh, antigamente tinha uma profissão que a gente falava que era mateiro, né? que é aquela pessoa que não tem uma formação eh convencional, né, de faculdade, assim, mas tem um conhecimento incrível com relação à identificação dessas plantas. E e a gente, eu acho que hoje é difícil achar quem tem esse conhecimento, né? cada vez mais estão se perdendo. Hoje o pessoal já tem investido em aplicativos, né, para identificar as plantas, mas eu já usei muitos e muitas vezes não dá muito certo. Eh, no Brasil a gente tem uma diversidade de espécie muito grande, né? Aqui eu trabalho aqui na Mata de Santa Genebra, né? Então eu conheço mais a Mata Atlântica, né, da floresta semidecida. E só aqui na Santa Genebra a gente tem mais de 600 espécies de plantas. Então é uma diversidade bem grande e a população cada vez mais tá distante dela, né, de conhecer ela. Com essa equação que nós não temos mais mateiros, pelo menos na nossa região, é quase impossível de se encontrar um. Não temos mais aquela sabedoria passada de geração para geração com esse conhecimento lá em casa mesmo do que, né, do que é cada planta, qual a importância dela. Qual é o caminho então Laí? Olha, eu não tá muito fácil não. Eu acho que o pessoal tá apostando muito na inteligência artificial, né? Eu tenho um pouco das minhas dúvidas. Hoje a gente tem a parte de genética, né, que consegue fazer uma identificação daí mais assertiva, mas também por enquanto é é caro e não é tão acessível, mas eu vejo que são raras as pessoas que realmente entendem, sabem identificar as plantas. Eh, a gente pensa, por exemplo, você disse que tá aí na Mata Santa Genebra, que a gente sabe que inclusive tem aí um ponto que trata da educação ambiental. Hoje, quando a gente pensa nesse conhecimento para que a gente tire essa cegueira botânica, né, que a gente pelo menos minimize, a educação é um caminho? Sim, a educação com certeza ajuda muito. A gente tem aqui na Santa Genebra e grupos que vêm explicar um pouco das planks, né, aqui das punks e também das ervas medicinais. Tem um grupo da Unicampineiramente vem aqui na mata para est apresentando as plantas pros visitantes e, né, mostrar um pouquinho desse conhecimento. E então isso eu acho que ajuda bastante, né? Mas até eh as ervas medicinais eh são poucas pessoas que sabem, né, que conhecem e que e geralmente são as mesmas que o pessoal conhece, né? Eu falo que até em viveiros de mudas, quando a gente vai comprar mudas nativas em viveiros, eles sempre produzem as mesmas espécies. Como eu te falei aqui na Santa Genebra, a gente tem mais de 600 espécies de plantas, são mais de 300 espécies só de árvores. E se eu for num viveiro convencional hoje eu vou encontrar umas, no máximo umas 50 espécies. Então você vê que acaba perdendo muito aí nesse caminho, né? Sim. como os projetos de conservação, por exemplo, podem ajudar nesse contexto para que a população tenha mais acesso e se interesse também por esse tema para minimizar essa cegueira botânica. Eu acho que deveria também eh fazer parte do currículo, né, da educação, assim, ter um pouco mais esse conhecimento fora da da sala de aula. a gente perdeu um pouco isso, né, de plantar algumas plantas, fazer uma horta na escola. Eu acho que isso ajudaria também a gente diminuir essa cegueira, né, botânica e para que no futuro as pessoas conheçam um pouquinho mais. Eu acho que a gente focou muito no vestibular, né, entrar na faculdade e acabou perdendo um pouquinho. Algumas escolas ainda têm, né, essa parte mais de vivência. fora da sala de aula, mas eu acho que poderia ser fazer parte do currículo, né, nacional, essa essa questão da botânica um pouquinho mais para ter um uma ampla divulgação, né? É, uma das consequências, inclusive é a questão de como a gente não conhece, a gente acha que tudo é ervodinha, tudo é mato, vamos podar, vamos cortar tudo, né? fala um pouquinho também dessa percepção, dessa cegueira que leva à desvalorização arbória de muitas vezes indivíduos ali, coisa que tá no cantinho que você acha que não é importante, mas é. É verdade. A gente olha, é, é treinar o olho, né? Porque às vezes a gente olha para uma área de mata ou que tá com com mato, né? A gente acha é tudo verde, é tudo igual. E conforme a gente vai conhecendo, a gente vai vendo a especificidade de cada tipo de planta, né? Que nem a a hora pronobs, você olha uma planta com espinho, né? O o que chama atenção, mas você não conhece, né? Que é uma pan, que pode comer. Eh, então tem várias plantas. Eh, a taboa também é outra que pode também eh servir como alimento. A costela de Adão, né? Agora também tem gente que tá divulgando, né? A gente olha às vezes a costela de Adão e o Guaiambê acha que é a mesma planta que os dois têm folha grande, mas não conhece e não consegue ver essa diferença. Então é um treinamento do olhar. E então você tem que conhecer no dia a dia e você vai conseguindo ver que tem muitas plantas importantes que às vezes você acha que é uma erva daninha e simplesmente tira, né, do do jardim. E tem um outro lado também, inclusive recentemente a gente teve aqui no Brasil mesmo a notícia de que uma planta que a família pensava que era uma couve e não era, ela foi, nem eh a família foi alimentada com essa com essa planta, inclusive causou óbito. Também tem que ter esse olhar, né? Sim, com certeza. Por isso que é importante conhecimento, né? também porque para divulgar que que serve como alimento sem muito critério. Eh, tem muitas plantas que são muito parecidas, né? Tem até aquele filme, né, que que o eu até esqueci o nome agora, mas que também o cara foi a óbito, né, que confundiu. Tem algumas plantas que são muito parecidas, que é difícil de você identificar. Então, até por isso que é importante a gente diminuir essa cegueira, né, conhecer. Tem algumas que são horticantes, tem algumas que podem ser tóxicas pros animais também. Então é bom você conhecer para você, né, quem tem eh cachorro, que tem um jeito certo de cozinhar para tirar a toxicidade também, não é isso? Também. Sim, sim. Tem também. E partindo de toda essa análise, Laí, como que a gente pode pensar nas futuras gerações, como a gente pensa em conservar e valorizar essas plantas para que a gente saiba no futuro que elas estão aí e que fazem parte de todo o nosso na da dessa do nosso biossistema, digamos assim, para poder mantê-las e também que ela tem uma importância dentro de quanto a gente pensa. de todos eh, sejam os animais, os seres humanos e também a parte das plantas. É, eu acredito que é trazer mesmo pro dia a dia, né, desde criança, a gente conhecer, fazer horta, começar, já ter essa introdução com relação a essas plantas e e tá dentro do currículo ali escolar. E eu acho que com tempo é uma cultura, né? a gente focou para uma cultura urbana. Eu acho que agora a gente tem que pisar um pouquinho para trás assim no sentido de revisar alguns algum algumas vivências e recuperar essa parte mais ligada à natureza, né? Como dizem, né? A gente só preserva se a gente conhecer, né? Se a gente não conhece, a gente não dá devida importância. Então, se você trouxer pra escola você ter essa vivência fora da sala de aula, conhecer a importância dessas plantas, a diversidade, quão rico, né, o Brasil é um país riquíssimo em tipos de vegetação, né, não é qualquer formação de vegetação, que a gente tem mais de 600 espécies de plantas, imagina, é muita coisa e tem algumas que a gente nem conhece ainda, né? Então é trazer isso e pro dia a dia, né, pra gente ir conhecendo e e também usufruir desse benefício que a natureza nos traz, né, que nem plantas medicinais, que é uma maravilha a gente conseguir, né, a casca do jatobá, né, faz chá que é bom para tose. Então são alguns conhecimentos da dá um pouquinho de saudade da das avós assim, né, que que trazia qualquer probleminha. tinha um chá na ponta da língua para como remédio, né, mais saudável. E a gente acabou que agora tudo a gente recorre à farmácia, né? Mas eu acho que é a gente dar um passinho para trás e e repensar nessa nossa cultura, introduzindo o dia a dia. Eu acho que a gente vai mudando essa cultura pra gente ter um uma condição de vida melhor, né? Mais conectado com a natureza, conhecendo um pouco mais de todos esses benefícios que a natureza traz pra gente, né? Que a gente que são muitos, né? Muito obrigada. Então, Laí Santos Assis, que trouxe aqui um pouquinho desse conhecimento, dessa questão de agora você aí na sua casa, dá um passinho para trás, começa a conhecer o que sua avó tem no quintal. Se você ainda tem algumas plantas aí no quintal, já perguntou pra sua mãe, para alguém da sua família, o que é essa planta? Comece a ter um pouquinho mais dessa curiosidade. Muito obrigada, Laí. E olha só, o giro ambiental não para por aqui, não. Fique agora com notícias e curiosidades sobre a sustentabilidade e o meio ambiente. O planeta Terra rompeu sete dos noves planetários, os indicadores científicos que definem as condições seguras para a vida. A nova atualização realizada por pesquisadores do Instituto Potsdan, incluiu a acidificação dos oceanos na lista dos processos que ultrapassaram a fronteira de segurança. Os sete limites rompidos que compõem o equilíbrio ambiental são mudanças climáticas, biodiversidade, ciclo do nitrogênio e do fósforo, mudanças no uso da terra, acidificação dos oceanos, uso de água doce e a poluição química. Uma nova pesquisa estabelece uma ligação direta entre tempestades tropicais, como tufões e furacões, e a dispersão de microplásticos, adicionando uma preocupação invisível aos seus impactos. Publicado em uma revista norte-americana, o estudo sugere que sistemas meteorológicos formados sobre os oceanos podem aspirar partículas microscópicas de água contaminada e transportá-las para terra firme. A pesquisa analisou a cidade de Ningbina durante a passagem de três tufões. Os resultados mostram que com a chegada das tempestades, a taxa de deposição de microplásticos na atmosfera aumentou drasticamente, em alguns casos em até uma ordem de magnitude em comparação com os períodos de calmaria. a instabilidade por conta, né, de um sistema frontal sobre A região deixa o tempo instável nesta quinta-feira, com o sol tentando aparecer entre muitas nuvens e tem previsão de chuva. A temperatura segue a mena, elas já estão aqui na minha tela. Então, para amanhã, 15 de janeiro, mínima de 20º. Ao longo do dia, ela até sobe, mas ela não passa dos 28º aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira ao meio-dia ao vivo. Te espero até lá. Ciao. Ciao.