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93 views Publicado 19/01/2026 HD · 1:08:27

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O CPRO Campo está com mais de 2.000 vagas para cursos [música] profissionalizantes. São mais de 20 cursos diferentes nas 10 unidades espalhadas na cidade. Estão abertas as inscrições para o CISU 2026 com mais de 274.000 vagas em instituições públicas de ensino superior em todo o país. Comitiva do Tribunal de Contas do Estado conhece a estrutura da Câmara de Campinas para a realização da primeira sessão do TCE fora da capital. Combate à obesidade agora é lei em Campinas. especialista dá dicas e orientações de como economizar na hora de comprar o material escolar. [música] Olá, [música] semana começando. Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026. Inicia agora o Câmera Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 3 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. ou você tem a opção de enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. A partir de hoje, o Centro de Educação Profissional de Campinas, o CPROCAMP, está com mais de 2.000 vagas para cursos gratuitos de qualificação profissional. Então, sobre as opções disponíveis, os horários, se é presencial ou online, o tempo de duração de cada curso, eu aciono a repórter Camila Borges, estreando hoje. Seja bem-vinda à TV Câmara Campinas e ao jornal Câmara Notícia. Boa tarde, Camila. Olá, Gabriel. Boa tarde. Muito obrigada. É isso mesmo. CP Procamp está com 2163 vagas disponíveis para cursos profissionalizantes. E para explicar melhor sobre essas vagas, tá aqui do meu lado a Tainá Ugimori, que é a coordenadora do CPROCAMP, que vai explicar melhor pra gente. Tená, boa tarde. Tudo bem? Boa tarde. Tudo bem? Quais são os cursos que estão disponíveis? Nós temos 20 cursos disponíveis, entre eles português e matemática para concursos públicos e Enem, Informática Básica, Padeiro e Confeiteiro, Cuidador de Pessoas, entre outros. E quais os horários desses cursos? Nossos cursos eles estão oferecidos nos turnos da manhã, tarde e noite. Manhã das 8 às 11:40, a tarde da 1:30 5:10 e à noite das 6:50 às 10:20. Certo? E como o candidato faz para se inscrever? Ele deve comparecer até uma das nossas unidades com os documentos originais e cópias do RG, CPF, comprovante de endereço e comprovante de escolaridade. E a matrícula é feita por ordem de chegada, certo? E no caso, como eh esses cursos estão disponíveis em todas as unidades do CPROCAMP ou tem alguns cursos que são disponíveis apenas em unidades específicas? Então eh os cursos eles variam de uma unidade para outra, não são os mesmos em todas as unidades e o candidato consegue ver a relação desses cursos no nosso site, certo? E no caso e tem vagas específicas para cada curso e tem tem vagas limitadas? São, são cerca de mais ou menos 30 vagas por curso. E eles têm áreas específicas ou abrangem todas as áreas? Tem cursos na área de administração, de informática, de logística, de hospitalidade, entre outras, certo? E os candidatos, esses cursos são profissionalizantes para eles conseguirem uma área no mercado de trabalho. É isso? Sim. São cursos mais rápidos, né, que o curso técnico e são cursos profissionalizantes pro profissional se qualificar no mercado de trabalho, certo? E no caso o candidato, ele pode procurar o CROCAMP mais próximo ou ele precisa procurar o CPOCAMP com a vaga do curso específico que ele precisa? Não, pode ser o mais próximo. Eh, nós temos vagas no centro. no satélite Iris, no Campo Grande, Campo Belo, Ouro Verde, no Vida Nova, no Cambará, também nas unidades móveis do Padre Ancheta, Vista Alegre e Monte Cristo. É, quais os documentos necessários para fazer essa inscrição? RG, CPF, comprovante de endereço, comprovante de escolaridade e lembrando que tem que ser original e cópia. Eh, tem alguma orientação necessária pro candidato? É só comparecer a unidade com eh com esses documentos em mãos e saber o curso que ele quer fazer. Ele pode dar uma olhadinha no site antes ou se informar na unidade mesmo. Perfeito. Obrigada. No caso também vamos conversar também com alguns candidatos que estão aqui e estão em busca de uma vaga. Vittor, é o que que você veio fazer aqui no CPROCAMP? Qual curso você busca? Busco o curso de fundamentos para português e matemática, com curso Enem. E no caso estava me contando que o curso que você pretende fazer na faculdade é medicina, que é um curso mais difícil. Então para conseguir uma boa nota do Enem, você vê o que se preparar. Isso tem que est bem preparado porque é bem concorrido, né? Então tem que dar uma nota acima da na média normalmente. Sim. E no caso, eh, você veio aqui para fazer o curso, se preparar e a senhora tá aqui hoje para se inscrever pro curso de informática. Sim, de informática, porque a gente na idade mais assim, um pouco mais de idade, a gente acaba ficando para trás, né? A gente nunca procura melhorar. E agora é época que eu tô aposentada, então tempo que eu tenho e eu quero melhorar mais cada dia mais. É, Simara, você falou que já veio aqui fazer outros cursos e hoje você trouxe sua filha para se inscrever também. Sim, eu já fiz alguns cursos e aqui é acho que é um dos melhores lugares pr pra formação, certo? E qual foi o curso que você se inscreveu hoje aqui? Inglês para atendimento comercial. E no caso, como você considera que a importância você trouxe sua filha? Qual a importância desses cursos gratuitos pra formação? Eu acho que o curso da CPROCAMP ele ele promove eh a possibilidade de um novo assim de de aperfeiçoamento no emprego principalmente, pelo menos para mim foi assim, sem concurso eu consegui me desenvolver muito melhor e eu creio que ela também agora e no caso a gente estava conversando aqui, sua filha ela vai estudar, trabalhar e também fazer o curso preparatório pro Enem. É, qual a expectativa aí para esse ano cheio? Bom, eu acho que eu vou dar meu máximo estudando e é isso, me esforçar bastante e dedicar bastante nos estudos e no trabalho. Você veio hoje com a sua mãe? Quem incentivou quem havia aqui hoje? Eu incentivei ela. É, é, eu já queria fazer faz tempo, desde o ano passado. Aí eu dei a ideia, como eu já vi que ela já fez, aí eu falei assim: "Quero fazer também". Aí eu dei a ideia e incentivei também. Boa sorte para vocês duas. Obada. E é isso. Ceprocamp conta com 10 unidades aqui em Campinas. Tem na região do Verde, do Campo Grande, Vida Nova, do Campo Belo e também aqui na região central. As inscrições seguem até o fim das vagas. Então corre que já tá cheio por aqui. Hoje já vi gente adolescente, idoso, de até 70 anos. Então os cursos são para todas as idades e todos os públicos. Para conferir as informações sobre os cursos, a lista completa com horários, as unidades do CPOCAMP e os endereços, acesse o site fumec.sp.gov.br/cprocamp. ou através do telefone que é o 1937313650 que é das 9 às 17 horas, exceto aos sábados e domingos. Então, o atendimento é de segunda a sexta. Volto com você aí do estúdio, Gabriel. Muito obrigado, Camila Borges, por todas as informações. Quero agradecer também, claro, a disponibilidade do tempo da Tain Gimoura, coordenador aí do CPROCAMP, pelas informações e muito bacana, né, esse olhar da repórter, viu adolescente, viu pessoa idosa de todas as idades, porque essa qualificação profissional ela é muito importante, o mercado exige. Então você que está nos acompanhando, às vezes tá disponível para o mercado de trabalho ou quer mudar de área, pesquise, vê se tem algum curso que se encaixe aí, porque essa qualificação faz a diferença. Meio-dia, mais 10 minutos. Olha só, segundo o atlas da violência 2025, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que é o IPEIA, e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a cada hora, no Brasil, 13 crianças e adolescentes são vítimas de algum tipo de violência sexual, física ou psicológica. É um assunto delicado, difícil, mas que precisa ser abordado. Por isso, eu converso agora com o Ari Santos, ele que é autor do livro O grito do Menino, que não foi ouvido. Então, Ari, primeiramente muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal do Câmara Notícia e como surgiu a ideia de lançar um livro com esta temática. seja bem-vindo e uma boa tarde. Boa tarde. Obrigado pelo convite. Na verdade, a após o meu casamento, é que eu resolvi escrever o o livro. Primeiro falei com a esposa, pedir permissão para ela, eh, porque é um um tema muito delicado, como você mesmo disse. E eu demorei 15 anos para ter coragem para publicar. Não foi fácil. Como é que foi a construção ao longo deste tempo? Aconteceu algo na sua vida que o motivou a escrever este livro? É, na verdade eu fui passei pela violência sexual aos 6 anos de idade, né? Eh, num tempo difícil aonde adultos não ouviam as crianças, né? Por esse motivo, o nome do livro é o grito do menino que não foi ouvido, porque ninguém ouvia, né? Então você nos anos eh 80 chegar pros pais e dizer: "Olha, aconteceu isso e você" e os pais disseram: "Não, isso não aconteceu". Você você grita, grita, grita e os pais não te escutam, né? Então, aí foi a a o gatilho para escrever, contar um pouco sobre a minha história, sobre o que eu vivi, para poder ajudar outros pais, outras mães a ouvirem os filhos quando chegarem com um assunto tão sério como esse. Essa é uma mensagem importante, né? Precisa passar também, acho que por essa maturidade, né? Entender o que aconteceu, acho que tá bem emocionalmente também para poder colocar isso no livro, né? Eh, de que maneira você decidiu construir essa história ali pro leitor, para pro nosso telespectador também que está nos acompanhando? É uma narrativa, tem personagens? Que que o leitor vai encontrar? Na verdade é é é é uma biografia de tudo que eu vivi, né? Eh, eu eu conto eh tudo aquilo, a detalhes de tudo aquilo que eu passei, né? Eh, como eu já hoje eu acho que eu já alcancei eh 500 exemplares que eu consegui já eh passar para pros leitores e e é todos que leem falam a mesma coisa. Eh, tem que ler com lenço do lado, né? Não tem como. Porque eu eu conto detalhes sobre toda o período de violência sobre porque não foram somente uma única vez, né? foram várias vezes e uma criança de 6 anos viver tudo isso não é fácil, né? Então, ter coragem, não, não tive coragem e eu tive a certeza de que eu precisava passar para tentar ajudar, como você disse aí, hoje a cada 1 hora, eh, um dia, 13 crianças, não tem muito mais, só que não são relatadas, não são e eh essas crianças não são ouvidas. A família hoje em dia ela sente vergonha eh quando acontece algo dentro de própria casa, dentro do do meio em que vive, né? Eu eu eu posso dizer com clareza, hoje eu sou um professor, eu cuido de crianças há há 10 anos e eu vejo o quanto quantas crianças têm sofrido violência sexual, violência eh eh eh moral, eh mental, porque tem hoje nós temos vários tipos de violência, né? a gente vê pais eh falando diversas coisas para um filho, violentando a a sua mente de uma forma que a gente se pergunta, é um despreparo, né, do não ouvir ou é um despreparo de ser pai, né, pai, mãe, né? Então, eh, quando eu tomei a decisão foi eh eu preciso falar pro mundo que eu passei para tentar ajudar alguém que eu hoje estou alfabetizando. É, é, nesse quando eu vi que aquelas crianças precisavam de ajuda, eu falei: "Não, quer saber, eu vou fazer". Aí por isso que eu resolvi lançar o livro. Mario, você sabe que na minha família, né, tem diversas professoras. A minha mãe é professora, a minha irmã é professora, a minha tia é professora e eu vejo, né, no dia a dia ali que é uma vocação, acho que é quase que um dom, porque é impressionante, né, o professor lidar na sala de aula com a quantidade de alunos e tudo que tá em volta, né, você prepara aula, você precisa fazer prova, você corrige prova, você tem reunião pedagógica. Então, às vezes, para quem está nos acompanhando e não vivencia isso, né, acho que é só lá dar aula e vai embora, mas tem muitas coisas além disso. Você entende também que o fato de você ter se tornado um professor tem este cuidado, este olhar que ao longo da vida você foi entendendo aquilo que tinha acontecido com você e você decidiu também além, né, da parte pedagógica, que é muito importante, mas ter este olhar, este cuidado com as crianças, com os adolescentes na sala de aula, que é para ser um lugar seguro para elas. Ah, sim, com certeza. Eh, não sei se você já chegou a ler o meu livro. Eu espero que que esse livro chegue até você. Ainda não li, mas eu pretendo. Eu tomei uma decisão. Eh, quando a gente eu sou um cristão, né? E quando você coloca Deus em primeiro lugar da sua vida, quando você entrega a a sua vida para Deus, você começa a ver as coisas de uma forma diferente. E quando eu eu comecei a levar isso paraa sala de aula, eu pensei nos meus filhos. Eu eu tenho três filhos, né? Eu tenho um eh um filho de 30 anos, outro de 17 e outro de 6 anos. E eles foram um dos motivos que também me fizeram escrever esse livro, porque eu protegi eles em excesso, né? Eu os protegi, principalmente os o o do meio e o e o cachula. eu tenho essa, eu tenho um, eu e eu oriento eles muito bem a respeito de muita coisa, né, sobre isso. E quando eu chego dentro de uma sala de aula, a gente fala que nós hoje professores, nós somos professores, psicólogos e eh psicanalistas. A gente atende os pais e é de uma forma que a gente não só cuida dos alunos. Hoje os professores estão extremamente sobrecarregados, porque nós temos 40 alunos dentro de uma sala de aula, né, e 40 pais e mães para para cuidar, né? Eh, o do o dia a dia dentro de uma sala de aula é totalmente fora da do pensamento humano quando se se trata de cuidar de crianças. Eu sempre cuidei, sempre trabalho com dos anos iniciais aos anos finais, que é com as crianças e adolescentes. E conversando com eles, a gente sente o quanto essas crianças são violentadas eh hoje eh de todas as formas. Eu pretendo escrever um um próximo livro. Eu estou eh me organizando para escrever a a uma segundo passo, né? Não sei, eu não sei como que eh como dizer isso, que na verdade eu nem sou escritor. Eu me tornei escritor eh quando eu acordei de madrugada há 15, 16 anos atrás e veio esse nome na minha cabeça, o grito do menino que não foi ouvido. E eu comecei a escrever, eu comecei a escrever, escrever, escrever e foi isso. Então, agora que eu tô começando a estudar um pouquinho mais para para poder escrever, o tanto é que o próximo livro meu tá até na na na capa do meu nome do próximo livro tá na capa que é e a alma ainda sangra, né? Ao lembrar, a alma ainda sangra. Eh, nós somos curados espiritualmente, eh, somos curados eh eh eh a carnalmente, né? Mas sempre quando você lembra, se lembra de algo tão terrível como eu vivi, ela a alma vai sangrar. A gente vai, qualquer criança, qualquer mulher, qualquer homem, qualquer pessoa que é tocada sem permissão, ela eh não vai esquecer aquilo nunca e dizer que, ah, nossa, você só quando você traz à tona tudo aquilo que você viveu, você triste. Isso é normal, é e é racional. Nós somos seres humanos, a gente precisa entender isso. A gente pode dizer que o objetivo também do seu livro é alertar as famílias que muitas vezes, por conta da rotina que é corrida, do trabalho, a vida profissional, eh, [limpando a garganta] que tem os seus estresses, os serviços domésticos, as contas, enfim, acabam mesmo sem perceber, ficando distante dos filhos e às vezes morando na mesma casa. Exato. Você tá perfeitamente correto. O que nós mais vemos hoje, né, são crianças abandonadas com pais presentes. Já não sei se já viu esse ter e e essa frase, crianças abandonadas com pais presentes ali, né? É celular, é e é e eh o dia a dia é muito trabalho e os pais eh não olham pros filhos, né? Não olham pros filhos de jeito nenhum. Eh, também tá escrito no meu livro, olha para mim, mas olha de verdade, pai, mãe, eu tô aqui, eu eu tô sofrendo. Eu preciso que você olhe para mim, me enxergue, eu tô dentro de casa porque, infelizmente, né, o abusador, aquele que que pode destruir a tua vida, pode estar dentro de casa. pode ser um tio, um primo, um avô, um um um funcionário, né, que foi no meu caso, né, que foi um funcionário do meu pai que que fez essa atrocidade. Eh eh as pessoas dois precisam entender que as crianças precisam ser vistas. Não adianta ser pai, não adianta só ser pai e mãe não adianta. Não adianta colocar um uma empregada para tomar conta. Não adianta. Você precisa e eh eh amanhecer e conversar com seu filho, entadecer, conversar com o seu filho e anoitecer também, porque o seu filho precisa de você o tempo inteiro. Uma criança precisa ser ouvida e se isso não acontece dentro da sua casa, você dá gatilhos para que outras pessoas de fora possam violentar ou destruir a vida de uma criança. Então, eh eh hoje com tanta tecnologia que a gente tem, com tanta coisa, eh com tantas leis, infelizmente, infelizmente crianças eh eh eh ainda continuam sendo esquecidas até pelas nossas leis, porque você vê tantas tantas violências acontecendo e aí você vai lá e leva a pessoa é levada para pra prisão, daqui a pouco tá na rua Que lei é essa que põe um cara que violentou uma criança na rua depois de 1 2 3 anos? Meu Deus, isso para mim é inadmissível. Ô Ari, recentemente acho que o Brasil acompanhou a prisão do influenciador o Ítalo Santos e do marido por exploração e exposição de menores de idade em conteúdos produzidos para as redes sociais. Como é que você enxerga hoje, né, o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais, a internet em geral? Até porque no mundo em que nós vivemos, eu acho difícil que elas não tenham nenhum contato. Então, como que você enxerga até em sala de aula, como é que aborda estes assuntos das redes sociais, as crianças adolescentes e o papel aí dos pais e responsáveis? Olha, a minha questão é muito simples, é como eu acabei de dizer atrás, é ser pai, é conversar muito com os filhos, porque é é quase impossível você falar para seu filho assim: "Olha, não olhe isso, não olhe aquilo, porque a internet de é um turbilhão de de de de assédios o tempo todo. A as redes sociais hoje é tanta coisa que não tem, por mais que você controle, né, que hoje tem vários aplicativos que você controle, eh, ainda não é seguro. O que o que é mais seguro é sempre o diálogo, é sempre você estar presente na vida dos seus filhos. é estar com eles. É como eu já acabei de dizer, olhar, olhar o tempo todo. Se você percebe que seu filho está no canto eh e ali e eh parado, eh sem conversar, eh eh sem eh eh o tempo inteiro só, se sentindo só, não é responsabilidade dele. Isso. Essa visão tem que ser a partir, tem que partir dos pais. Pô, por que que meu filho tá quieto? Pô, ele ele tá sempre conversando. Por que que ele é isso? Por que que ele tá assim? Então, e o que eu vejo hoje é é simples, é simples. É a falta da presença e da conversa dos pais. a essa as novas tecnologias, essas redes sociais têm afastado as famílias de uma forma que a por isso que vem aumentando a cada dia a todos os tipos de violência eh eh eh eh em cima das nossas crianças. E isso também vem e acaba dificultando a alfabetização delas, que é o mais grave que hoje, se você pega, tem crianças no 9o ano, eh, adolescentes no 9o ano, que não sabem escrever o próprio nome, que não querem saber estudar. Por quê? Porque desde o princípio vem sofrendo violência, violência da falta do pai, violência da falta da mãe, violência de todos os tipos que eh de palavras inadequadas, né? Eh, eu falo muito isso, né? O filho é aquilo que a gente fala, né? Se você tem um filho, uma criança e você fala para aquela criança que ele é um demônio, a vida inteira ele ouvindo isso, ele vai ser o quê? Quando crescer? Um anjo, né? Então, eh, se vende dentro de casa, como como a gente controlar isso? Nós como professores, acabamos entrando um pouco na vida da dessas crianças e ajudando, né? A gente mostra para elas o quanto elas são especiais, o quanto elas são necessárias, o quanto elas podem eh vencer qualquer tipo de obstáculo. Nós, como professores, acabamos entrando um pouco na vida delas, mas a gente nós ficamos eh eh 6 horas por dia com essas crianças. os pais ficam o tempo inteiro. Então é essa é a minha visão. É isso. É perceber os sinais, né? Os pais responsáveis conhecem os jeitos do seu filho. Então se ele tem alguma mudança, é muito importante ter este olhar, conversar com ele, estar presente, né? Dá esta abertura e segurança pra criança dentro de casa poder se abrir e contar se tiver acontecendo alguma coisa. Eh, eh eh só para te eh eh dizer a coisa, então, como é importante e não é só a criança, às vezes até o seu cônjuge, você percebe que tem alguma coisa diferente. A conversa ela é muito importante. É o falar é, pô, tá acontecendo alguma coisa, eh, você tá passando por alguma coisa, eh, esse diálogo dentro de casa ou desligar, né? Eu falo que eu ainda sou um pai das antigas, né? Eu 10 horas da noite eu falo: "Ó, acabou, acabou, acabou aqui, desliguem tudo, vamos descansar, vamos bater papo, vamos conversar, vamos ficar junto." Eu eu gosto muito disso. Eu chamo os meus filhos, opa, sai do quarto, vem para cá, vamos conversar, vamos ficar perto. Então, eu acho que é esse o momento que a gente descobre muitas coisas. Eh, pais, acordem, por favor, né? larguem os celulares, tirem os celulares da mão dos seus filhos, né? Desliguem a televisão, eh, façam um momento ali de reflexão do como foi o dia, de do qual a importância. Eh, nós estamos envelhecendo, estamos passando, eh, vendo o nosso país envelhecendo. Muitos jovens não querem mais ter filhos e a gente começou a ter um país velho. Você pegar as pesquisas aí, nós estamos eh eh envelhecendo, temos muitos idosos e as os jovens, poucos estão querendo ter filhos. E a gente começa a entender que esses jovens não querem mais nada com nada. Mas por quê? Por que que eles não querem? Porque eles não têm pais, né? Os pais eles não estão presentes. A conversa é oi e tchau, né? Boa noite, bom dia, boa tarde. Ah, você me Amanhã a gente conversa. Então a gente vê tudo isso, né? Eu vou te contar algo muito legal que eu faço na minha sala de aula. Todo o primeiro dia de aula eu eh peço pros alunos escreverem uma carta. Escrevam uma carta, por favor, pros pais de vocês, uma carta para Deus, aquilo que vocês gostariam de falar. E a gente percebe nas cartas que lemos, eu principalmente percebo muito isso, que os a maioria dos alunos pedem a presença do pai e da mãe. Como eu gostaria de conversar com o meu pai, como eu gostaria de conversar com a minha mãe. Professora, a minha mãe não fala comigo há s dias, só trabalha. Eh, eu queria pedir muito para Deus que meus, meu pai e minha mãe desligassem o celular e olhassem para mim. Então a gente fica assustado quando a gente vê uma coisa. A criança poderia falar qualquer coisa, mas o desabafo dela é: "Pô, cadê você? Você, meu pai, minha mãe, mas você não tá aqui." A gente fica assustado. E é todo ano eu faço isso. Há 10 anos eu faço essa reflexão, esse esse momento, eh, com os meus alunos e eu vejo a mesma coisa, sempre as mesmas coisas, sempre. Poxa, eu queria tanto que meu pai fosse presente. Eu queria tanto que meu pai fosse igual ao meu professor que conversa comigo e a gente não vê. Então, por isso que acontece a violência o tempo inteiro. Um relato importante, né? muitas vezes um puxão de orelha, porque como eu disse, né, na rotina que a gente leva, a gente acaba passando, às vezes acha que está presente e realmente está muito distante. Ari, eu tô com o tempo encerrado, mas pra gente poder encerrar mesmo o livro, o grito do menino que não foi ouvido, quem está nos acompanhando, quiser adquirir, onde que encontra? na Amazon. Então, dá para pesquisar, digita o nome do livro lá no pesquisador de busca, vai encontrar. Aparece na ordem. Ótimo. Ari, já aparece. muito obrigado por compartilhar a sua história conosco, os nossos telespectadores. As informações que você passou, eu tenho certeza que de grande valia pro nosso telespectador, para todo mundo. Eh, o seu ato ele é muito importante. A gente sabe que não é fácil, vai vir uma segunda edição, você já disse aí, mas é muito importante. Que bom que você conseguiu reunir essas informações para poder alertar as famílias para que isso não aconteça eh dentro da das residências das pessoas. Então, agradeço a disponibilidade do seu tempo, tudo que foi passado aqui e já faço um novo convite para você retornar até o nosso telejornal para contar uma nova história. Sim, eu que agradeço. Quem quiser aí eh eh saber mais sobre o o o próximo livro, pode me seguir no Instagram que eu vou estar lançando. E obrigado. E papais, olha pro seu filho, não esquece disso. Muito obrigado, Ari Santos, participando ao vivo aqui do jornal Câmera Notícia. E a gente segue aqui com as informações, agora com as notícias aqui da Metrópole, porque aqui em Campinas está sendo eh realizada e olha só que bacana, é uma oficina para quem quer fazer parte da apresentação da paixão de Cristo e também para quem curte carnaval. Acompanhe sua a oficina. [música] Tá rolando em Campinas na companhia SENART, a oficina de percursão afro-brasileira. E de graça, viu? Na verdade, já começou a primeira etapa começou em outubro, encerrou na primeira quinzena de dezembro e agora nós já estamos retomando para além da da das aulas, a capacitação, é claro, porque samba é uma coisa, tem muito instrumento, é uma uma coisa violenta, né? E aí já já agora já já será um pouco direcionada aos eventos, por exemplo, que tipo de percussão que vai entrar na paixão de Cristo. E provavelmente a gente vai ter até um uns apoios aí com os berrantes, né, que tem um colega muito forte. Como faz para se inscrever? Basta comparecer a rua Maria Soares 198 aqui na Vila Industrial Paralela João Jorge. Quem fizer a inscrição vai ensaiar para a apresentação Paixão de Cristo. Olha só que bacana. E de quebra aprender muito samba também. Não é obrigado a participar do carnaval e nem do espetáculo. A oficina é aberta para as pessoas aprenderem a tocar, a vivenciar essa coisa, né, dessa africanidade, dessa brasilidade, através do sambo. E o professor a gente garante que é Flávio Azevedo, um grande percussionista que tá à frente de vários outros blocos de carnaval e amigo aí da arte de de sempre construindo arte e movimentando sonhos, que é o nosso lema. Anote aí então, aos domingos das 4 às 6 da tarde, quem vier vai aprender muita coisa, aprender um pouco de todos os instrumentos além dessa história, né, do como é que chegou o samba, o que que é o samba para pras pessoas, para o Brasil, de onde veio, para onde vai, para onde que a gente manda o samba? [música] [música] Atenção, você que fez o Enem 2025, começou hoje a inscrição para o CISU 2026, o sistema de seleção unificada. O programa oferece mais de 270 vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país. O CISU, sistema de seleção unificada, é o processo seletivo mais aguardado pelos estudantes, já que abre caminhos para cursos bem avaliados em universidades. Com notas do Enem já disponíveis, os alunos podem se preparar para as inscrições que vão até o dia 23 de janeiro. A edição será a maior em número de participantes com 136 universidades, institutos federais e centros federais de educação tecnológica, que vão ofertar mais de 274.000 vagas em 7.38 cursos. podem participar candidatos que já concluíram o ensino médio e fizeram o Enem como concluintes do ensino médio. Então, candidatos que já estão formados ou se formaram agora em 2025 e fizeram o Enem em 2025, em 2024 também podem participar eh do CISU, fazer a sua inscrição no Cizu para concorrer a uma vaga numa universidade federal. Os interessados precisam acessar o portal oficial acessúnico.mebr, confirmar os dados e, se for preciso, preencher um questionário socioeconômico e pesquisar as vagas. Ele pode se inscrever em até duas. O candidato, se ele tiver apenas uma opção de curso, uma universidade, só um desejo, não tem problema nenhum se inscrever em só um, mas normalmente eles acabam se inscrevendo em duas opções, que é o máximo para ter mais chances de entrar. Quando virarmos o dia do 19 para o dia 20, o sistema vai fornecer uma classificação parcial para esse candidato, para que ele saiba se dentro da quantidade de vagas do curso que ele escolheu, ele tá dentro ou não dessa primeira lista de chamada. Então, com isso, o candidato tem que ficar muito atento ao sistema, à plataforma do CISU, para ver se ele está dentro dessa listagem, dessa primeira listagem, porque se ele não estiver, ele pode fazer trocas de opções durante o período de inscrição ao Sizu, que vai até a sexta-feira, dia 23. Uma das novidades da edição deste ano é a possibilidade de usar as notas das três últimas edições do Enem, porém com algumas ressalvas. Só que essa nota que pode ser utilizada e que não é a nota do exame de 2025, só poderá ser utilizada por candidatos concluentes. Então, se algum candidato fez o Enem 2024 como treineiro, essa nota não pode. Mas se ele fez em 2024 como concluinte ou já sendo concluí já tendo concluído o ensino médio, pode entrar nessa nessa edição do CISU também. O coordenador pedagógico ressalta que o primeiro passo que o candidato tem que dar é escolher o curso e a universidade que realmente deseja. Na sua primeira opção tem que ser o curso que você deseja, aquele que é o seu sonho, mas também tentar juntar esse sonho e esse desejo com as possibilidades de ingresso. Então, buscar as informações nas universidades de notas de corte, de quantidade de vaga, de período de curso e essas informações que fazem parte de uma jornada universitária, né? faz parte da autonomia do aluno, do amadurecimento dele. Então, ele também tem que buscar essas informações para tomar uma decisão mais acertada. O resultado da chamada regular será divulgado no dia 29 de janeiro e a matrícula junto às instituições começa a partir de 2 de fevereiro. Segundo o coordenador, mesmo diante de uma negativa, o candidato não pode desistir. A gente nunca perde o que a gente aprende, o estudo é algo nosso. Então, Enem tem todo ano. Eh, a gente até brinca que na pandemia o carnaval não teve, mas vestibular teve, o Enem tava lá acontecendo. Então, se não deu esse ano, vamos repensar, vamos continuar os estudos. Às vezes amadurece uma ideia de curso, uma ideia de orientação profissional, um caminho e uma trilha que a pessoa que o candidato quer. Então, não para nunca de estudar, não desiste do estudo e da educação, porque ela transforma a vida. Meiodia, mais 39 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque uma comitiva do Tribunal de Contas conheceu a estrutura aqui da Câmara de Campinas para a realização no plenário da primeira sessão de julgamento fora da sede do órgão que fica na capital paulista. Uma comitiva do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo esteve na Câmara de Campinas para conhecer a estrutura da casa para um projeto inovador, a primeira sessão de julgamento fora da sede do órgão, com objetivo de aproximar as instituições. É uma iniciativa importante da Dra. Cristiana de Castro Moraes, que é presidente do tribunal, que teve a ideia, eh, lançou a ideia para os demais conselheiros e todos à unanimidade concordaram que essa iniciativa é uma iniciativa importante. Quero agradecer ao presidente da Câmara por nos receber, franquear a possibilidade de utilização do espaço para que a gente numa num evento inédito realize a primeira sessão de julgamento de processos fora da nossa sede, né? O propósito é esse mesmo, aproximar as instituições, aproximar o tribunal da sociedade, levar uma sessão de julgamento pro interior, não é? Trazer universitários, trazer a sociedade para ver como ocorre uma sessão de julgamento. Nós pretendemos reproduzir exatamente o que acontece lá na nossa sede. A Câmara de Campinas ter escolh ser escolhida para recepcionar essa sessão de julgamento do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo de uma forma inédita, né? É, para nós é uma demonstração de que a Câmara é reconhecida, é uma referência pela estrutura e pela qualidade de serviços que desenvolve. É também uma ação importante do Tribunal de Contas do Estado. A gente já recebeu aqui ciclos de debates onde o Tribunal vem inclusive para orientar o objetivo pedagógico, né, de instruir câmaras, prefeituras, de como organizar as suas estruturas de controle interno para evitar problemas com tribunal, né? a gente conversou com o Dr. Germano, que é diretorgeral do Tribunal de Contas do Estado. Ele acha importante inclusive que a gente convide universidades, estudantes de várias especialidades, direito, contabilidade, economia, porque também é uma forma de mostrar como é que funciona o Tribunal de Contas do Estado, ele mostrar pra sociedade a missão, né, do Tribunal de Contas do Estado. Uma sessão do TCE é uma reunião em que órgãos colegiados fiscalizam recursos públicos, julgam processos e deliberam sobre contas de gestores e licitações. Ela é sempre transmitida ao vivo para a garantia da transparência. A realização de uma sessão itinerante em Campinas vai permitir que prefeitos, vereadores, gestores públicos e a população local entenda melhor o funcionamento, promovendo também uma orientação pedagógica. A Câmara Municipal de Campinas a gente já utilizou em ciclos de debates, né? E vocês têm uma estrutura fantástica, né? Com possibilidade de transmissão ao vivo. Isso nós precisamos porque a nossa sessão é pública, não é? e já acontece a transmissão ao vivo por meio do YouTube lá na sede. Isso vai poder ser reproduzido aqui com com tranquilidade, tenho certeza, né? Então, a estrutura da Câmara Municipal de Campinas foi um atrativo muito grande para que a gente pudesse escolher como o primeiro local. De fato, nós temos uma estrutura física, uma estrutura de recursos humanos aqui bastante robusta, né? Eh, nós temos uma um histórico já de parceria em eventos com o Tribunal de Contas. Já sediamos aqui diversos ciclos de debate e outros eventos que técnicos que o Tribunal fez parceria com a Elecamp. Então, acho que a gente mostrou essa capacidade técnica de trazer essa primeira experiência que eu acho de extrema importância. Com certeza, muitos servidores na casa nunca tiveram a experiência e a oportunidade de acompanhar uma sessão de julgamento. Então nós vamos estar todos empenhados aí para que tenhamos tenhamos público, para que ocorra tudo da melhor forma possível, inclusive fazendo essa interface com as universidades e com as faculdades de direito de Campinas e região. Sem dúvida. Tenho certeza que quando a gente fizer o convite, eles virão sim e a gente vai fazer um evento de sucesso aqui no plenário da Câmara de Campinas em parceria com o Tribunal de Contas. Ao descentralizar é aproximar e atrair tanto câmaras, prefeituras, universidades para acompanhar, entender, compreender. Isso fortalece, obviamente, a visão que a sociedade tem por parte da instituição Tribunal de Contas e dos poderes constituídos. Eu acho que é uma oportunidade rica. Eu quero até cumprimentar, né, a presidente do Tribunal de Con estado de São Paulo, na pessoa do Dr. Germano, que é o diretor geral, por essa iniciativa, é mostrar também que essas entidades, né, elas não estão fechadas, né, elas estão se abrindo pra sociedade. Isso cria uma relação eh de que aumenta a credibilidade dos poderes constituídos. Campinas agora conta com uma política municipal voltada exclusivamente para o enfrentamento da obesidade. A nova lei, de autoria dos vereadores Igor Diego, Paulo Hadad e Dr. Ianco cria o programa municipal de prevenção e combate à obesidade, uma iniciativa que reúne diversas ações para promover hábitos saudáveis com o objetivo de prevenir e combater a obesidade na população do município. A obesidade no Brasil, ele já se transformou em uma epidemia, né? É importante que a prefeitura e a cidade de Campinas tenha um programa específico para ter um olhar eh sobre essa questão. É importante também ressaltar que, por exemplo, o medicamento como o pique no próximo ano já é feito a quebra dessa patente, ou seja, o SUS já pode fazer a aquisição para entregar dentro de um programa com acompanhamento, mas isso é importante que esse programa esteja ativo aqui no município. Então o projeto tem essa finalidade. O programa prevê ações integradas para estimular hábitos saudáveis na população, como o consumo de alimentos naturais, a prática de atividades físicas no dia a dia, a educação nutricional em escolas, unidades de saúde e comunidade. Algo que é um uma um problema, né, de saúde pública. Hoje nós temos quantos e quantos cidadãos no nosso país com sobrepeso, com obesidade, obesidade mórbida, enfim, né? são categorias, né, dentro daquilo que nós temos, que a pessoa ela não está na sua condição normal de peso, então ela pode ser enquadrada nessas categorias, mas mais do que isso, né, o que isso impacta na vida da pessoa, no seu dia a dia. A legislação ainda estabelece o diagnóstico precoce da obesidade e a criação de um banco de dados para monitoramento dos casos na cidade. como médico, né, eu tenho a plena convicção e posso afirmar que a obesidade é uma doença que deve ser combati combatida de forma incisiva pelo poder público, pela saúde de maneira geral, porque realmente ela leva a diversos problemas que pode trazer eh inúmeros prejuízos à saúde das pessoas. Então fica instituído o projeto, né, fica instituído o programa municipal de prevenção e combate à obesidade nos termos da lei. O programa instituído por esta lei tem como objetivo prevenir e combater a obesidade da população municipal por meio de ações, que é muito importante que se diga, intersetoriais que promovam hábitos saudáveis, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos, não só desses cidadãos, mas também de todo um conjunto familiar, né, que convive junto a esse cidadão. alternativamente pela introdução da semaglutida. Então existe a possibilidade da introdução de uma medicação, né, que nós sabemos que hoje tem eh um alto poder, né, de colaborar, né, paraa perda de apetite, para melhoria da do metabolismo e com isso facilitando e ajudando no emagrecimento. [música] [sino] A Ponte Preta segue sem vencer no Campeonato Paulista. No sábado foi a Capivari, perdeu mais uma e está na última colocação do estadual. O primeiro tempo foi um massacre do Capivariano para cima da Ponte Preta. Logo aos 6 minutos, Mike de cabeça obrigou Diogo Silva a fazer bela defesa. No rebote, Felipe Azevedo finalizou e o goleiro Ponte Pretano fez mais uma defesa difícil. Mike soltou a canhota e Diogo Silva trabalhou ainda mais. Até que aos 19 minutos, Rodrigo Souza cochilou, deu este presente para Rodolfo, que cara a cara não perdoou. 1 a 0 Capivariano. Vinícius Guedes da intermediária, por pouco não ampliou. Aos 44 minutos, foi a vez de Simon, o outro zagueiro da ponte, dar um presente para a equipe mandante. Mike invadiu a área, bateu cruzado e tirou tinta da trave. No segundo tempo, logo no começo, Diogo Silva, cara a cara precisou salvar mais uma. A ponte passou do meio-coampo aos 10 minutos da etapa final. O jovem Luquinhas no susto tentou de cabeça, mas para fora. Gustavo Teles pegou o rebote, mas também jogou pela linha de fundo. E nos acréscimos veio a Pical. Daniel Baianinho com toda a liberdade do mundo caminhou, passeou e tocou na saída de Diogo Silva. Final Capivariano 2, Ponte Preta na lanterna zer. Atuação horrorosa, né, do Rodrigo Souza, do Meia Elves, dos atacantes Diego Tavares, Bruno Lopes e aí o Capivariano aproveitou 2 a 0 com autoridade. A ponte segue com salários atrasados. Transfer Ban então não pode registrar novos jogadores e o Elvis pode estar de saída. Então nada é tão ruim que não possa piorar. Bom, a Ponte volta a campo depois de amanhã, na quarta-feira, 9:30 da noite, contra o São Bernardo aqui em Campinas, no Moisés Lucarelli. E ontem, um jogo emocionante, de muitas oportunidades, o Guarani foi buscar o empate no último lance do jogo. O Santos chegou primeiro com Vinilira, que invadiu a área e finalizou forte, mas pela linha de fundo. O Guarani respondeu com Isaac na mesma moeda, chute para fora. Isaac tentou mais uma, agora de perna esquerda e Gabriel Brazão meio enrolado, defendeu. O Santos perdeu grande chance com Barreal, Caik, França cresceu na frente do atacante e depois o Santos ficou rodando a área do Bugre até chutar para fora. Gabriel Menino obrigou o Caik França a se esticar todo. No segundo tempo, William Farias chutou fraco, só que o atacante Maranhão pegou a bola no meio do caminho e cara a cara parou em Gabriel Brazão. Que defesaça. Mirandinha tentou o cruzamento e Zé Ivaldo bloqueou. Só que não é vôlei, né? Pênalti bem marcado. Mirandinha foi para a cobrança e Gabriel Brazão no canto direito fez a defesa. Dentinho tentou o chute cruzado e só dava Gabriel Brazão. Que paredão. Só que aos 14 minutos, William Arão lançou Vinilira, que cruzou o rasteiro e Barreal completou para o fundo das redes. Meio sem querer também vale. 1 a 0 Santos. Roleazer, Taciano e Lautaro Dias perderam gol no mesmo lance. E sabe aquela frase, né? Quem não faz, toma. Último lance do jogo. Escanteio para o Guarani. Diego Torres cobrou e o jovem Kevin, de 21 anos, saiu do banco de reservas iluminado, de cabeça, marcou o gol de empate. Final no Brinco de Ouro, Guarani um, Santos também um. Cuan Jesus que fez a cobrança do escanteio pro gol do Kevin. Bom, o Bugre segue sem vencer no Campeonato Paulista, né? Quando o Santos vencia por 1 a 0, o Guarani estava na zona de rebaixamento, mas este gol no fim fez o Bugre somar o segundo ponto na competição, jogou o Botafogo de Ribeirão Preto para a zona da degola. Bom, o Guarani volta a campo na quinta-feira, 9:30 da noite, contra o Velo Clube em Rio Claro. Bom, meio-dia mais 53 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Agora nós vamos dar dicas de como gastar menos na hora de comprar um material escolar. A partir de agora é um na ponta do lápis. Tá no ar mais um na ponta do lápis e todo o início de ano, mês de janeiro, é um sufoco. Depois dos excessos do mês de dezembro sempre vem aquelas contas e uma dessas contas é a questão do material escolar do seu filho, da sua filha que tá em casa. [música] Por isso, ao meu lado está o Eli Borchoviços, professor de economia, que vai nos contar um pouco mais de como economizar nessa hora tão importante, né, da vida escolar das crianças, né, de como economizar, não afetar tanto o bolso. Eli, mais uma vez muito obrigado pela sua participação aqui no quadro na ponta do lápis, né, pra gente começar, qual que é o primeiro passo? É se planejar com antecedência, é fazer uma pesquisa. conte mais um pouco pra gente. É, para aquelas pessoas que são financeiramente educadas, eh, sabem que todo início de ano tem ali o evento de, né, material escolar, vai precisar comprar esse material. Então, para aquelas pessoas que estão já financeiramente educadas, são pessoas que se planejam e pessoas que fazem um bom planejamento, normalmente já colocam esse valor no orçamento e aí tá tranquilo para as compras desse início de ano. Mas sempre tem aquela galera que não faz planejamento e aí se ferra na questão do do orçamento, né? É, tem aquelas pessoas que não se organizam, eh, que eu imagino que seja, infelizmente, a maioria, tem aquelas pessoas que se planejam. Então assim, de qualquer maneira, todo início de ano a gente tem as nossas obrigações, assim como tem com impostos, né, IPVA, IPTU, assim como a gente tem as obrigações dos pagamentos de cartão daquilo que a gente já consumiu no Natal, Ano Novo. E aí a gente fez aí um um parcelamento de todo esse dinheiro que a gente gastou no passado, tem agora o pagamento do material escolar. E aí existem várias alternativas, né? Tem escolas que já mandam a lista e existe a possibilidade de você comprar diretamente pela escola. Uhum. Tem escola que busca de fato os melhores preços e aí já passa um orçamento inxuto. Agora tem escolas que mandam a lista e aí os pais têm que se virar para procurar os melhores preços. Aí realizaram então uma pesquisa comparando lojas, eh comparando produtos. É interessante também. É, eh, normalmente eu gosto de recomendar que as pessoas eh usem o dinheiro eh nos no comércio mais próximo de casa, nos comércios locais. No entanto, a situação financeira não tá fácil, então, a gente tem que buscar a a mesma qualidade ou qualidade melhor com menor preço. E aí a gente pode fazer o uso da internet, a gente tem condições de usar a a rede para poder identificar quais são os melhores preços. E aí é importante a gente poder comparar coisa com coisa. Então, na hora de fazer a comparação, lembrar que lá no final do carrinho vai ter que pagar o frete. Então, às vezes você acha que tá pagando mais barato na hora de fechar com o pagamento do frete pode ficar um pouco mais caro. Então, tudo isso tem que colocar na ponta do lápis para ter certeza de que tá fazendo um bom negócio. Professor, reaproveitar materiais do ano anterior, por exemplo, mochila, estojo, tesoura, coisas que duram mais tempo, assim, se possível, reaproveitar. É, eu particularmente gosto de recomendar eh que se aproveite, ainda que não esteja em bom estado, porque a criança ela precisa entender que ela precisa cuidar do material dela. Se todo ano você dá oportunidade de renovar aquele material, ela sabe que o material vai durar um ano e ela pode se desfazer, pode se descuidar daquele material. Então, a minha recomendação é dentro do possível e se tiver, né, eh, condições de uso, que o pai e a mãe mantenham aquele próprio material e que faça com que a criança entenda a importância que tem dela cuidar do seu próprio material. Eu acho que desde cedo a gente precisa ensinar isso, né, a você cuidar das tuas coisas. As coisas têm um preço, as coisas têm um valor, então nada melhor do que cuidar. Agora, se não tiver condições, aí sim, eh, se não der para reaproveitar e aí buscar eventualmente com algum colega que eh já saiu da escola ou algum colega que tá numa série mais eh avançada e aí possa deixar esse material eh é uma forma de economizar e pesquisar marcas alternativas que muitas vezes oferece oferecem a mesma qualidade de uma marca mais famosa. Assim, é interessante também. Eu acho importante a gente dar oportunidade para novas empresas que vêm a mercado com preços relativamente mais baixos, mas assim, é importante você identificar a questão da qualidade, né? Eh, porque assim, dependendo do produto, ele precisa durar mais de um ano e e às vezes é melhor você comprar um produto bom que dure dois ou três anos, desde que a criança realmente cuide, né, da daquele material, do que eventualmente ficar trocando aquele material todo ano. Então, eh, se tiver condições de observar qualidade no menor preço, por que não, professor, comprar em atacado é uma é uma possibilidade ou não? Olha, comprar em atacado é uma estratégia, mas ela não é uma uma tarefa muito fácil, tá? Porque para comprar em atacado, o que a gente costuma fazer é indicar que os pais, as mães, elas se juntem eh para poder fazer uma compra única. É possível que você consiga um pequeno desconto comprando numa quantidade maior, no mesmo local. Eh, e já é um pouco mais difícil você buscar uma empresa que venda no atacado, né? Vender no atacado, você comprar no atacado para vir, quer dizer, de uma vez só. Eh, talvez você consiga economizar um pouco no frete, talvez você consiga economizar um pouco no no valor, mas é um pouco difícil porque você vai precisar primeiro receber de todos os pais, todas as mães, em que conta que vai receber? A gente sabe como é que as coisas funcionam. Tem gente que paga, tem gente que não paga. Se for fazer no atacado, obrigatoriamente tem que ser à vista, porque você não vai parcelar. Tem gente que se já não paga a vista, imagina se fizer em três, qu cinco prestações, não vai pagar na frente. Quem é que vai assumir essa responsabilidade? Então, do ponto de vista financeiro, sim, faz sentido você comprar no atacado, mas do ponto de vista técnico ou operacional, muitas vezes o processo inviabiliza isso. Evitar comprar aqueles produtos licenciados e da moda que muitas vezes não tem nenhuma funcionalidade ali para criança ou só tá comprando por conta do tal personagem, alguma coisa relacionada desse tipo? Olha, eh, o que acontece assim, eh, a gente vive em sociedade e, e as sociedades ela tem as suas modas, né? Então, assim, eh, você pode eventualmente criar uma possibilidade maior do teu filho sofrer bullying, porque todo mundo tem o caderno com a capa A B, né? Todo mundo tem ali, todos os meninos tdo de futebol. H, e de repente vai chegar ali o o teu filho que tá dstuando disso. Então, às vezes você cria um problema maior em função de um pequeno valor financeiro. Então, nem tudo é dinheiro. Agora, é óbvio que se a questão for estritamente argentária, se a gente só tiver falando de dinheiro, procura o mais barato e pronto. Mas eu acho que a gente tem que tomar um pouco de cuidado e não custa. A gente às vezes eh dá esse agrado pro nosso filho, eh, dando para ele aquilo que de fato ele quer. Agora, não pode custar muito mais caro e sair do orçamento. Aí não. Evitar levar os filhos na hora de comprar material. Na minha época eu ia com a minha mãe, eu dava dor de cabeça para ela. Eli, mas hoje em dia é recomendado ou não? É legal também para criar uma memória assim afetiva? Por exemplo, eu lembro quando eu ia com a minha mãe comprar. É legal ter isso e passar também um meio que a questão da parte de da educação financeira. Como que é? É, eu adoro essa pergunta porque assim, de forma geral, as pessoas vão dizer: "Não leve os filhos porque eles vão ficar pedindo coisas e aí vai sair do orçamento". Mas essa é uma oportunidade primeiro de estar junto e também uma oportunidade de dar a educação financeira, porque não é não, não cabe no orçamento. A criança precisa entender o que pode, o que não pode. E os pais também precisam já sair de casa com a lista e com o orçamento para saber se dá para fazer um agrado ou não ao filho. Então assim, a minha recomendação é: aproveite esse momento para dar educação financeira pros filhos. Aproveite esse momento para e assim estar junto com os filhos. Na impossibilidade você deixa os filhos em casa, né? De forma geral, a recomendação é: "Não leve os filhos para gastar menos". Não é a minha recomendação na qualidade de especialista. Eu particularmente gosto da ideia de estar junto com os filhos e de dizer o que pode, o que não pode, o que tá dentro do orçamento, o que não tá. Inclusive, existe a possibilidade, eh, e aí vai depender, obviamente, de cada família, de você dar o orçamento pro filho e o próprio filho fazer as compras. É óbvio que você deve estar junto, você deve acompanhar, você deve eh verificar o que tá sendo feito, mas é uma oportunidade, inclusive paraa criança começar a ter autonomia, ter sentir essa experiência, né? É, e e entender o valor das coisas, porque às vezes, olha, compra, você vai lá e dá, ela não tem noção do valor. Então, assim, um choque de realidade às vezes é muito positivo, é muito bom, muito bom. Ali, uma outra pergunta que pagar a vista ou parcelada? Então, essa também é uma pergunta bem interessante, porque a gente sempre ouv as pessoas dizendo: "Ah, melhor coisa é sempre pagar vista, a gente se livra, não fica endividado." Mas do ponto de vista financeiro, tudo depende. Depende se você vai ter direito a um desconto à vista. Se você tiver um desconto à vista, precisa fazer conta. Aí entra a matemática financeira. Não faz sentido a gente ficar ensinando juros para as pessoas ou análise e tal, mas do ponto de vista estritamente financeiro, a ideia é se o desconto que você tem à vista ele é é se ele é superior à remuneração do teu capital no banco, você se livra da dívida, você paga a vista e pronto. Agora, se esse desconto ele não for maior, se o desconto ele for pequeno, aí você mantém o teu dinheiro ali guardado, ele rentabiliza, o dinheiro vai render e com essa rentabilidade você vai pagando ã as tuas obrigações, você vai pagando as contas. Então assim, se for um bom desconto, paga a vista, faz as contas. Se valer a pena, se livra da dívida, se livra do problema, aproveita o momento para poder eh se beneficiar desse desconto. Agora, se não compensar, aí a coisa é mesmo parcelar. Uma dica que eu dou, se mesmo a vista for barato, não vale a pena buscar dinheiro no banco, se endividar para aproveitar esse desconto. Aí não. Por quê? Porque normalmente quando você toma crédito no mercado, quando você busca um financiamento, a taxa desse financiamento ela é muito mais alta do que a remuneração do capital. Então, se tiver orçamento, faz as contas. Se der para pagar a vista, um tanto melhor. Se tiver o desconto, vale a pena. Caso contrário, parcela e tá tudo bem. O que não faz sentido, tomar crédito no mercado para obter o desconto e pagar a vista. Eli, pra gente finalizar aqui, tem mais alguma coisa que você queira falar pro pessoal que tá em casa dessa questão de início de ano, né, que é a compra do material escolar? Olha, a minha recomendação é só que as pessoas de fato saiam com uma lista, eh, se for procurar os comércios locais, que já saiam com essa lista com uma ideia de valor, com um orçamento, que verifiquem antes a sua capacidade de pagamento para não estourar o orçamento. E assim, não tem condições de fazer uma planilha eletrônica, não tem problema. faz papel de pão, tá tudo certo, mas não gaste além da sua capacidade, porque de fato as taxas de juros estão tão altas que as pessoas começam a se enrolar financeiramente e aí muitos outros problemas começam a surgir em função disso. E ele se possível também, né, ir quanto antes realizar essa compra do material, né, com todo o planejamento feito, porque se deixar pra última hora, além da questão de tá mais caro, também os locais, né, as papelarias, as lojas estão cheias também, né? também tomar muito cuidado, porque às vezes a escola manda na lista material que não é obrigação dos pais comprarem, porque material coletivo é de responsabilidade da unidade escolar. A exemplo de tonter, ã, sabe, material que seja um material coletivo, a responsabilidade é da escola, não é do pai e da mãe. Então, o que comprar, só material individual. É isso, Eli. Muito obrigado mais uma vez, né, por todas essas dicas, essas orientações pros pais, né, que estão em casa sobre como gastar menos, né, não gastar muito, né, não pesar no bolso a compra do material escolar desse [música] ano de 2026. Muito obrigado, viu? É isso aí. Bom início de ano. Obrigado, Eli. E pessoal, ó, não se esqueça de de acompanhar a gente no YouTube, onde lá tem toda a nossa programação, nossos quadros, como na Ponta do Lápis, nossos programas e também todas as nossas reportagens, os nossos jornais lá na íntegra. E também pedind nos seguir nas redes sociais, no Instagram e no Facebook TV Câmara Campinas, que também lá você pode acompanhar a gente. Um abraço, até o próximo na ponta do lápis. [música] Hoje o tempo ainda fica instável, né? Nebulosidade em alta. Já choveu muitos bairros de Campinas nesta manhã e mantenha o guarda-chuva por perto, porque as pancadas de chuva podem cair agora à tarde também. A partir de amanhã, os dias voltam a ficar mais estáveis, viu? Com o sol tentando aparecer entre nuvens e diminuem as chances de chuva aqui na cidade. Mas as temperaturas ficam a menas, viu? Nada de calorão, pelo menos no início até o meio desta semana. Olha só, elas já estão aqui na minha tela para amanhã, terça-feira, então, 20 de janeiro, mínima de 16º e a máxima não passa dos 26 aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Permaneça na nossa programação e nos vemos amanhã na terça-feira ao meiodia ao vivo. Te espero até lá. [música] [música] [música]
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