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Obrigado. A Comissão Permanente de Relações Internacionais da Câmara Municipal realizou a nona reunião ordinária do ano no plenário José Maria Matozinho. A presidente do colegiado, a vereadora Paula Miguel, pautou como tema o lado obscuro da inteligência artificial e as implicações para o Brasil. Eu achei que foi muito importante, né? As Bigtec é uma coisa que todo mundo fala, né? A gente tem discutido inclusive sobre a regulamentação da inteligência artificial no Brasil e muitas vezes é um cenário em que a gente não saiba, não sabe com profundidade, né? Nem como os dados são armazenados, criados, manipulados, como a inteligência artificial funciona, que foi a explicação que a gente teve aqui de forma mais profunda e principalmente como que a gente chega no momento atual, né? Então, a gente teve o professor Jonas que trouxe um pouco da história, que trouxe os conceitos, o por que atualmente a gente não tem nenhuma bigtec brasileira, por exemplo, mas mesmo assim a gente trabalha com o processo de extração, né, de esse capitalismo de extração de dados, né, e a professora Sandra trouxe de como a inteligência artificial é justamente a manipulação desses dados, né, mas de uma forma que ela entra numa caixa preta, a gente não sabe o que sai. O vereador Luís Abico também fez parte da mesa. Além dele, da presidente da comissão participaram do evento Jonas Rafael dos Santos, que é doutor em história pela UNESP e Sandra Ávila, doutora em ciência da computação pela Unicamp. precisamos, né, fazer parte da discussão. E essa discussão muitas vezes não é chegar, não conseguir as não é uma questão de só querer, né, de chegar até lá, mas de trazer isso, né, então paraas discussões, para dentro do bairro, para trazer dentro das escolas, para trazer dentro, né, da própria universidade. Então eu lecionando disciplina de de inteligência, né, artificial relacionada, tava discutindo, né, uma das aulas a gente tava discutindo, por exemplo, sobre a PL, né, então que vai ser impactamente eh então quem é que a gente pode chamar para poder fazer parte, né, disso? E a outra coisa é, e aí eu vou pegar a outro ponto aqui, né, que falou bem assim, né, eu sou uma pessoa bem leiga no assunto, coraçãozinho, né, aqui nessa nessa história, tá? Eh, mas tá aqui, né? Então, eh, tá tá aqui, tá perguntando, né? Possivelmente essa conversa vai chegar, né, em outros lugares. Eh, a gente não precisa entender tudo e nem tem como entender tudo para fazer parte dessa discussão, não é sobre isso, né? Então, a questão é misturar pessoas porque aquilo já tá impactando. A parlamentar reforça que o desperdício de água também esteve entre os assuntos debatidos na reunião. Exatamente. Quando a gente pensa nos data centers, né, que são os espaços de armazenamento, essa nuvem, né, eh, ela é física também. Então, a professora Sandra trouxe que eh só a Google em 2000, no ano passado 2024 gastou 24 milhões de água limpa potável. que as pessoas poderiam estar utilizando sem, né, nenhum controle de reutilização de água, né, nenhuma possibilidade da gente poder ali, é, utilizar para outras coisas. Então, era uma água potável que uma pessoa poderia ter bebido e quem consumiu foi uma máquina, um data center. E a gente tá tendo a construção, né, atualmente de uma data center no Ceará, que é fazer a mesma coisa. E a população não tem acesso ao saneamento básico e cent vai consumir mais energia do que a própria cidade que ele tá sendo inserido.