Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
O plenário da Câmara de Campinas foi palco da oitava reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude em conjunto com a Frente Parlamentar contra o Abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, ambas presidida pelo vereador Roberto Alves. O encontro debateu a adultização das redes sociais e seus efeitos na exploração sexual de crianças e adolescentes. Eu sempre digo que as redes sociais, principalmente a internet, ela pode ser usada tanto para o bem como para o mal. O que nós alertamos os pais que eles fiquem atentos quando seus filhos fiquem muito tempo ligado a uma rede social, ligado ao YouTube, ligado ao Instagram, ligado a uma rede social, a internet, o YouTube, que ela possa veja o que que eles estão, qual é o conteúdo que eles estão acessando, porque assim como é para o bem, ela também é usada para o mal. E uma criança, ela é inocente e o abusador ele vai se passar do outro lado como uma criança também. Éonde ele vai tirar todo o proveito que ele quer. Participaram da reunião representantes do Conselho Tutelar da Cidade, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social e também da Vara da Infância e Juventude de Campinas. A propósito do tema que nos é colocado eh nesta reunião, não é tão importante a respeito da lei FELCA, né, que é a lei 15.211 2025, que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Então, eu vi que um dos pontos que o senhor colocou na na pauta era justamente a discussão de legislação a respeito, né? Pois, né? E eh eu acho que foi uma das grandes coisas que aconteceu no nosso país em termos legislativos nos últimos tempos foi a edição dessa lei, né, que vai entrar em vigor, ela tá na vacá, vai entrar em vigor em março, meados de março do ano que vem. E o que que a lei Felca prevê, né? Lá, logo no seu artigo primeiro, esta lei dispõe sobre a proteção de crianças e de adolescentes em ambientes digitais e aplica-se a todo produto ou serviço de tecnologia da informação direcionado a crianças e adolescentes no país ou de acesso provável por eles, independente de sua localização, desenvolvimento, fabricação, oferta, comercialização e operação. E muito se tem falado desse tema adultização. E isso é muito importante porque a adottização sempre existiu. Quando você é expõe uma criança, um adolescente a uma situação a qual ele não tem capacidade nem física, nem emocional, nem psicológica de suportar aquilo, isso é uma aduttização, seja ela qual for. Todos nós, acho que em algum momento, em algum grau fomos submetidos à adultização. Quando você fala, fica aqui cuidando do seu irmão para um adolescente, uma criança, né, de 9 anos para olhar o um bebê, você está adultizando. E isso é apenas um exemplo. Isso tomou uma repercussão a nível nacional quando a gente traz essa adultização para o cenário digital, para o mundo virtual, porque ele tem um alcance muito maior, ele tem uma consequência muito grave também, porque dentro desse universo da adotização no mundo virtual, a vertente, os objetivos acabam sendo muito eh desvirtuados, porque se busca muit das vezes a monetização. Então se busca a erotização, a sexualização da criança e adolescente. E aí já se entra num ambiente em que o Dr. Rodrigo muito bem colocou, um ambiente em que a gente percebe a existência de práticas criminosas. E isso sim eh nos põe alerta, põe toda a sociedade alerta. No final, o vereador comentou sobre os meios e os serviços para combater a adultização infantil. Principal deles é a denúncia. Quando há denúncia, então você já aciona o Conselho Tutelar, você aciona Ministério Público, você aciona Polícia Militar, Guarda Municipal e as providências elas são tomadas. Mas para que essas providências sejam tomadas, elas têm que ser tem que ter a denúncia.