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Quem chega no Museu de Arte Contemporânea de Campinas já vê do lado de fora um banco em forma de Rinoceronte. O Renoceronte foi uma feliz coincidência, porque em 98 a gente recebeu uma grande mostra, talvez a maior do MA sobre Salvador dali e veio um rinoceronte de bronze chamado rinoceronte com rendas que ficou no pátio durante o o tempo de exposição, que eu durou bastante também, uma média duração, a a foi a exposição mais visitada da história e todo mundo, principalmente o campineiro que visitava aqui, viu esse rinocer. onde e marcou a a vida de muita gente. Aí teve um festival chamado festival oc aqui na cidade de de imobiliário urbano e o artista lembrou do rinoceronte e fez um banco de rinoceronte. Do lado de dentro uma exposição pesada, nada como um dia depois do outro. Esse é o lema. Ela não só celebra os 60 anos do MAC, como também o início das comemorações pelos 60 anos da Unicamp. Essa exposição, ela é uma parceria do MAC com o MAV, que é o Museu de Artes Visuais da Unicamp. E a gente já tava se reunindo há dois anos, né, para fazer essa grande exposição, que é uma exposição que traz um diálogo entre os dois acervos. Eles são muito próximos aqui. Você na hora que você vai fazer a visitação, você vai ver que tem um quadro do MAC, um quadro do MAV, um quadro do MAC. O título da amostra provém de Sildo Meirelles, escultor e pintor brasileiro. Sildo Meireles é essa, a gente pegou a o nome de uma das obras dele, né, que é Nada como um dia depois de outro para contar exatamente essa coisa do tempo. São seis décadas, né, de história, embora para ele a conotação desse título tenha uma outra eh outra conotação mesmo pra gente, a gente trouxe como o tempo do MAC. A exposição é gratuita e aberta ao público e fica em cartaz no MAC por tempo limitado. Uma oportunidade para moradores e visitantes conhecerem de perto parte fundamental da história cultural de Campinas. Ela vai ficar até 12 de fevereiro. A gente vai ter um pequeno recesso, né, de 22 dezembro a 6 de janeiro. Então a gente fez uma exposição de média duração, como tem menos visitação escolar, então ela vai ficar 4 meses até 12 de fevereiro. O MAC conta com acervo diversificado entre pinturas, esculturas e objetos tridimensionais, obras sobre papel, além de instalações. a gente tem um acervo de cerca de 700 obras e é muito difícil você escolher, né, o que que vai pra exposição. Então, uma das coisas que vai acontecer a partir do ano que vem é que nós vamos ter sempre uma sala para mostrar servo do MAC. As a o edital para as exposições temporárias vão ficar só com duas salas, diferentemente do que era feito até o ano passado. A exposição está estruturada em cinco núcleos. curador da exposição, que é o Gabriel, professor Gabriel. Ele é diretor do MAV. Ele trouxe eh um eixo de sobre redes, um eixo sobre linguagens, um eixo sobre cotidianos, um eixo sobre ecologias e um eixo sobre corpos. Quem veio não se arrependeu. A gente acabou de chegar, a gente só viu esse essa primeira parte aqui e tá achando muito interessante. Você veio ver o que aqui exatamente? Então, nossa primeira vez em Campinas em geral, então a gente veio eh buscando artes mais regionais, algo que expresse mais a cidade, assim, pra gente entender melhor. Inclusive fala aqui sobre os 60 anos do museu e 60 anos da Unicamp também. Isso. A gente foi na Unicamp ontem, deu uma uma volta pelo terreno, né? Vi o museu de ciência e aí a gente tá complementando isso aqui agora. E você de qual país? República Dominicana. Beleza. E tá gostando aqui do do Brasil, da exposição? Ah, tô amando. Gosto muito da arte brasileira. É muito legal mesmo, sem muita eh inspiração, sem muita imaginação com as coisas e artes e uma coisa que eu praticamente govejo no meu país. Então eu tô mandando muito aqui. O que mais chamou atenção aqui da Brasil em si ou do museu agora? Da exposição? Então eu gostei bastante aquela daí, aquele quadro porque está feita com grafite. Então eu sei o complicado que é o o essa brincadeira com as luzes usando grafite. Então, para mim foi muito impressionante o que o artista fez ainda. [música]