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A Comissão Permanente de Meio Ambiente convidou dois especialistas para palestrar sobre o impacto das áreas verdes na saúde humana. Maurício Lamano Ferreira faz um monitoramento da contaminação do ar em áreas urbanas com uso de plantas bioindicadoras. O pesquisador também é um dos coordenadores da coletânea brasileira de arborização urbana como parte do plano nacional de arborização urbana do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. que conta com a colaboração de mais de 500 autores de 100 instituições brasileiras e internacionais e vai estabelecer princípios e diretrizes para a gestão urbanística das cidades. O vereador Luiz Yabico conduziu os trabalhos e contou com a presença do vereador Rubens Gás, que também é membro da comissão. A importância desse debate na comissão do meio ambiente. O plantil de árvores é importantíssimo e necessário, né? E esse projeto, esse plano que o Ministério do Meio Ambiente incumbiu, esses professores, esses cientistas, coordenador professor Maurício, está coordenando esse plano nacional e a PUC de Campinas está colaborando com esse projeto que dentro em breve será implantado em várias cidades e Campinas é uma delas e tomara que Campinas o poder público nosso entenda, né, a necessidade desse de atender esse projeto e com seguir em mãos, então vai ser possível pensar políticas públicas que possam realmente tornar os corredores verdes maiores e impactar na saúde pública da população. Não tem outra saída. Esses esses eventos climáticos estão obrigando as prefeituras reverem seus planos diretores, olharem mais pro lado ambiental, plantil de árvores. É a única saída para que temos para resgatar, tirar o CO2 que existe em demasiada eh propulsão aqui em todo o planeta, né? e Campinas não foge dessa obrigação de plantar árvores. Vereador Iabico relembrou que Campinas está criando manchas verdes na cidade. Nós estamos com o projeto em andamento na cidade que são as microflorestas. E esse debate veio veio a somar com esse debate nosso que Campinas está trazendo, traz buscando a conscientização da população que temos que ter mais árvores. É lógico, a prefeitura tem retirado árvores, árvores condenadas, é obrigado a tirar árvores que podem causar algum acidente, tem que retirar, mas o plantil também é necessário que acha. A regra 330 300, ela é como se fosse um desfile de moda. Sabe aquela os modelos quando tá na passarela, eles vestem uma roupa que não é a roupa que vai ser vendida no shopping center. Ele fala de uma tendência de cor, de decote, etc. A regra 330 300 é uma métrica a ser alcançada. Claro, se vai ter a construção de um bairro novo, é ideal que venha dentro dessa perspectiva que cientificamente é comprovada. Mas ela é uma métrica, uma orientação apenas a ser seguida, né? A pesquisadora Natália Oliveira escreveu a parte de saúde e bem-estar do estudo junto com outros 149 especialistas que visam produzir um relatório, o SIMACINAN, sobre mudanças climáticas para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, que será apresentado em Brasília ainda no mês de agosto. Quando a gente traz essa questão ambiental da arborização das microflorestas, da preservação de parques, praças, áreas verdes, eh isso tem não somente um benefício pro próprio microclima urbano, que tende a ficar um pouco mais ameno, também para drenagem, né, redução de enchentes, eh riscos eh de outras naturezas, né, associadas à mudança climática, mas isso também reduz a vulnerabilidade da população, aos impactos das mudanças climáticas na saúde física e na saúde mental. Sem contar o custo que isso tudo gera. Como o professor já mencionou, as doenças crônicas, elas têm um longo período de latência e elas duram para sempre. Yeah.