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A sexta reunião da comissão de legislação participativa da Câmara de Campinas, presidida pela vereadora Guida Calisto, contou com a participação da economista Fernanda Serralha, doutoranda em desenvolvimento econômico. Na pauta, a avaliação das contas públicas do município e da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026. A Fernanda, ela ela cumpre uma tarefa importantíssima, que é analisar o orçamento do município. Um dos papéis principais do vereador é votar o orçamento, né, Fernando? Sim. é votar, aprovar ou não aprovar, discutir, debater o orçamento. E para você discutir o orçamento, você tem que você tem que entender, né, o que que significa aquela peça que para nós muitas vezes é muito complicada, muito técnica. Entre as várias análises de receitas e despesas que são públicas, a especialista mencionou os impostos municipais, o impacto do mercado imobiliário e criticou o orçamento deste ano e as diretrizes para o ano que vem. A política monetária impacta diretamente nas finanças de Campinas e do Brasil todo, né? Então a gente percebe que o mercado imobiliário tá transacionando menos e o ITBI mostra isso, certo? E aí, isso daí tem nome e endereço, o responsável chama-se Selic, né? Agora os demais, o IPTU teve um crescimento real de 3%, nominal de 7, o ISS teve um crescimento real de 18% e nominal em 23, ou seja, aquela LOA tá precisa ser revista de 2025. E a minha maior preocupação é que 2026 a LDO tá menor que 2025. não faz sentido. A gente tem que olhar com muito cuidado esses números para de fato a gente errar menos, né? Eu acho que a gente não pode permitir os erros. E o orçamento ele ele é uma peça, ele é uma projeção, não significa que ele vai acontecer. E se ele não tá acontecendo, a gente sempre tem que tentar procurar entender o porquo, né? Agradeço muito, muito, muito a sua disposição e a sua ajuda da gente poder entender o orçamento, da gente poder utilizar o espaço da reunião da comissão de legislação participativa, porque eh se tem algo que tem que ser mais participativo do que tudo quando a gente vai debater o orçamento municipal, né? Acho que não tem nada mais. É, começa aqui.