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Essa foi a sexta reunião da Comissão das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida para abordar temas como atendimento especializado para as famílias, inclusão social no desenvolvimento e autonomia, jovens e adultos com deficiência intelectual e TEA que não são alfabetizados após a fase escolar. Tem sido recorrente, né? Não só pessoa com deficiência, né? Para se for falar a verdade, muita gente tem saído da escola sem saber ler, escrever, sem saber fazer as quatro operações e com o público com deficiência, principalmente deficiência intelectual, isso ainda tem sido pior. Daí a gente não consegue a inserção no mercado de trabalho, não consegue a autonomia dessas pessoas. Então nós temos um projeto, um programa hoje, né, um projeto que tem dado muito certo, que é da FEAC e ele é executado pela guardinha com com apoio do SESI e que tá para terminar e a gente não quer que ele termine, a gente quer que ele tenha continuidade e que ele seja expandido pra cidade toda para que mais pessoas sejam atendidas porque é um projeto que tem dado muito certo. Para a presidente da Guardinha de Campinas, Maria Helena Rodrigues, a continuidade desses projetos devem envolver diversos setores. Isso significa que a gente, para essa situação do Equalieja, a gente gostaria que também se transformasse num serviço, deixasse de ser projeto, passasse a ser um serviço. a legislação permite, porém aqui a gente tem mais uma complicação, que é o fato de a gente precisar de um serviço intersetorial, que seja então da assistência social, sim, mas da saúde e da educação, porque nós temos que envolver todos. E a representante da FEAC, Laí Vieira, reforça a importância da autonomia e da alfabetização. O projeto ECALIEJ ele surgiu, né, de uma demanda que foi identificada, né, pela FEAC junto com a Guardinha e de um público que não estava sendo, né, adequadamente atendido, né, pela nossa rede de ensino, eh, formal, né, então, surge como uma aposta também em acreditar na importância do desenvolvimento, da autonomia, da alfabetização, né, dessas eh desses jovens e adolescentes. entes entendendo que a palavra escrita, né, e a oralidade são indispensáveis pra gente na vida adulta conseguir eh exercer, né, nossa cidadania plena, nossa autonomia e vem muito em consonância com a Convenção de Direito da Pessoa com Deficiência da ONU e por conseguinte também, né, a nossa Lei Brasileira de Inclusão que preza, né, pelo desenvolvimento e a garantia do do poder de escolha. A presidente da comissão, Débora Palermo, destaca a importância de unir forças entre a sociedade civil e órgãos governamentais para evoluir com as políticas públicas. Eu sempre digo que a gente não faz nada sozinho, né? A gente precisa de parcerias de apoio para conquistar, principalmente na área política. Se a gente não tem o apoio da população, apoio dos órgãos, das secretarias, a gente não consegue fazer sozinho nada. Então eu sempre trago a essa esse convite e essa reflexão pra gente estarmos estarmos a todos juntos, um apoiando o outro, para que a gente consiga efetivamente políticas públicas para não só paraa pessoa com deficiência, mas para toda a população de Campinas. M.