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O vereador Wagner Romão presidiu a quinta reunião da Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente e enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas da Câmara Municipal de Campinas. O encontro foi realizado no SIND 15 e discutiu sobre o papel dos municípios no enfrentamento à crise climática e também sobre a COP 30. São várias negociações que vem se dando ao longo desses últimos anos, né? o acordo de Paris, que foi esse que inicialmente propôs essa eh diminuição, né, das das emissões de gases de efeito estufo. Acho que o Luís deve falar um pouquinho mais sobre isso, mas eh a partir dali essas essas reuniões elas têm acontecido. A gente tem sentido muita frustração também, né, porque as a temperatura da Terra vem vem subindo rapidamente, enfim, tem todo esse debate. eh mais específico sobre a questão climática e como ela se desdobra, né, em diversos pontos de contato com aquilo que a gente eh trabalha, né, ou as políticas públicas que são realizadas pelos municípios, pelos pelos estados, né, pelas entidades subnacionais e também, claro, pelas pelos países, pelos estados nacionais. as políticas municipais podem também ser importantes, né? O quanto essas políticas são importantes paraa gente eh colaborar com os objetivos da COP, né? os objetivos que estão sendo discutidos, que vão ser discutidos eh com mais, né, nesse nesse momento, eh, em Belém, embora a gente saiba que isso vem sendo discutido e dialogado entre os países e sociedade civil, empresas, enfim, já há muitos anos, a reunião contou com a presença de autoridades e também especialistas de diferentes áreas relacionadas às mudanças climáticas. as mudanças climáticas elas já estão, a gente tá num clima diferente, eh, e, e não tem como a gente negar que a, a, a pirâmide, né, é a questão climática. Então, por exemplo, eh, a gente, os eventos severos, né, eles vão acontecendo com maior frequência e a gente se expõe, né, a gente tá exposto. Você sai, aí de repente tem chuva, tem descarga elétrica, tem alaramento, né? Por exemplo, aqui a gente tem as áreas de risco aqui na região de Campinas. e as áreas que são consideradas áreas de risco e as áreas que não necessariamente são consideradas áreas de risco, mas que alaram com muito facilidade e que a gente precisa se deslocar, né? Então é é é a questão da adaptação também, né? Então a mitigação é no sentido de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, né? E a eh e a questão da da adaptação mesmo, como que a gente recebe essas informações e a gente usa pra gente ter a nossa segurança, né? E é claro, a a as a como que a sociedade, como que os jovens hoje recebem essas informações nas crianças, nas escolas para ir transformando isso, né? Porque é meio que urgente, é uma situação muito delicada, né? Tem, portanto, uma questão que é social e é comunitária, que é o de envolver as pessoas, que é de ter criar comunidades de fato que sejam coesas, possibilitar a organização dessas comunidades, criar umas um sistemas de principalmente de saúde e educação, que as comunidades se envolvam, né, e participem disso, né? E finalmente tem a coisa que é a mais fácil de fazer, que é a tecnológica, que é a infraestrutura, porque isso é mais simples. Isso a gente não tem problema. Pensar sistema de drenagem, pensar a solução baseada na natureza, pensar a criação de parque. Tecnologia tá fácil, qualquer um sabe fazer. O problema é que sem as outras três coisas antes, não adianta eu vir com a tecnologia, porque ela não vai dar conta de ser resiliente. Tecnologia em si, tecnologia não é solução, tecnologia é ferramenta. Essa reunião nossa aqui, essas reuniões mensais quase que a gente tem feito, elas são muito importantes pra gente, né, assim, eh, e ir, eh, articulando o nosso conhecimento, compartilhando conhecimento, etc. e tal. M.