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A comissão especial de estudos realizou nova reunião para debater a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos do município. O tema principal desta reunião foi a destinação final de resíduos da construção civil. Um dos palestrantes destacou o papel da CETESB perante a problemática. A CETESB nós eh desenvolvemos o sistema, o de gerenciamento de resíduos sólidos, Sigor, né? depois da do sistema federal. E o desafio nosso hoje é fazer com que as as empresas geradoras, destinadoras, transportadores também cadastrem todos esses esses resíduos, né? Então, desde 2021 a gente abriu esse sistema e temos avançado bastante, né, na fiscalização para para fazer com que essas empresas registrem todos esses resíduos. E o desafio hoje é fazer com que essas todas essas empresas fazem esse cadastro. Nós temos hoje é só de resíduo de construção civil do município de Campinas uma geração de 87.000 toneladas. Na ocasião, a Unicamp apresentou como tem gerenciado os resíduos em seus espaços. Essa questão é muito importante porque vou só relembrar para vocês que quando a gente começou no grupo gestor universidade sustentável, eu sou da área da saúde, eu sou enfermeira também e nós começamos na área da saúde porque a gente teve um problema desde 1985 essa questão, principalmente dos resíduos biológicos considerados perigosos e nós montamos então um grupo gestor da área da saúde para ter protocolos de descarte correto de resídu os desde 1996. Você acha que a gente conseguiu, Wagner? É claro que ainda tem descarte incorreto, inadequado, mas nós começamos. E aí quando a gente foi chamado para toda a Unicamp para fazer o plano de gerenciamento de resíduos para toda a Unicamp, então toda a universidade hoje tem um plano de gerenciamento de resíduos, não é da área da saúde, é justamente de cada unidade. A reunião contou com Ronaldo Hipólito, coordenador do Fórum Socioambiental, Valdecir Viana, presidente da Reciclamp e com o vereador Luís Iabico, relator da comissão. Presidente Wagner Romão, parabéns pela reunião, parabéns pela terceira edição desta comissão importante que está contribuindo e muito com o processo de reciclagem do lixo de Campinas. O relatório será fundamental e e as palestras de hoje foram foram excelentes. Bem rapidinho aqui respondendo a Celeste, que gosta da história que eu conto. Meu irmão está no Japão há 30 anos e a primeira coisa que ele recebeu de orientação quando ele chegou, né, neca no aeroporto lá do Japão em Narita, cidade de Narita, foi sobre a a obrigatoriedade da reciclagem naquela época, há 30 anos atrás. Então eu pego um texto aqui bem rapidinho que a reciclagem é obrigatória no Japão e é regida por leis rigorosas, né? O sistema exige que os moradores separ o lixo em diversas categorias, seguindo regras específicas para cada município e o descarte em dias e locais designados. O descarte incorreto, olha só, pode resultar em multas pesadas e até mesmo prisão. Então, o Japão tem muitas coisas boas que dá pra gente seguir. Uma delas é o processo da reciclagem. O presidente da Comissão Especial de Estudos ressaltou a importância de falar sobre este tema. Nós focamos mais na construção civil que gera muito resíduo, né, e que tem muita capacidade para que esse resíduo se torne novamente uma matéria de uso especialmente da da própria prefeitura nas ações em drenagem urbana, nas ações de asfalto, enfim, pavimentação de toda ordem. O que a gente conseguiu perceber e, infelizmente, fez falta aqui, né, uma a presença de alguém da Secretaria de Serviços Públicos, é que há uma certa discrepância em dados, né? É muito difícil. Essa é um esse é um outro problema da área eh dos resíduos sólidos. A gente tem muita dificuldade de exatamente saber o que eh qual que é o quantitativo disso que a gente tá falando, né? Então essa é uma grande reclamação das cooperativas também. E isso é dinheiro, né? Isso é custo, isso é isso é e eh é algo que poderia ser revertido em benefício da população e às vezes a gente tem um mau uso, né, desse recurso.