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A 31ª audiência pública foi realizada sob o comando da Comissão Permanente de Política Social e Saúde no plenário da Câmara Municipal. A reunião, que durou mais de 3 horas, teve como objetivo a apresentação das contas do primeiro quadrimestre de 2025 do SUS, o Sistema Único de Saúde em Campinas. O vereador Dr. Ianco, membro da comissão, presidiu a audiência e comentou sobre a evolução dos indicadores. Dos 72 índices avaliados, 49% atingiram a meta e 12% apresentaram melhora, como a queda da taxa de mortalidade infantil e a manutenção das ações de vacinação no município. todos os indicadores, né, que trazem melhoria, é estimulante, né, e e nos deixa com aquela sensação de que as coisas estão sendo feitas da melhor maneira possível. A intenção sempre é melhor, mas muitas vezes não é possível, né? Porque foi muito debatido aqui que às vezes a questão orçamentária às vezes limita no melhor atendimento ou a melhor condição, né, pra gente tá atendendo a nossa população, mas os esforços, né, e a competência do nosso grupo é muito boa. Por outro lado, 39% dos indicadores não atingiram a meta no quadrimestre. Entre eles estão o aumento de novos casos de sífiles congênita em menores de 1 ano, gravidez na adolescência entre 10 e 19 anos e os atendimentos relacionados à saúde bucal. O parlamentar, que é cardiologista, ainda destacou a complexidade dos atendimentos da rede de saúde. Realmente a saúde cardiovascular, que é algo importante e nós temos sim na prevenção uma maneira de facilitar e lá na parte final, que seria o atendimento final, abrandar ou diminuir essa procura por conta da prevenção, principalmente das doenças cardiovasculares, que os fatores de risco podem ser preveníveis, né? e obviamente a gente lutar sempre por um melhor atendimento. A saúde bucal, né, é uma condição eh muito importante e e o que talvez traz algum tipo de problema saúde bucal realmente é aumento da demanda da suependência, ou seja, as pessoas que estão precisando desse atendimento público, os equipamentos na odontologia eles se deterioram muito rapidamente. Então isso também às vezes pode prejudicar o o excelente ou o bom atendimento. Somente as despesas da Secretaria Municipal de Saúde somaram mais de R milhões de reais para os cofres públicos. Quanto às emendas impositivas, foram destinados pelos parlamentares 45,6 milhões de reais para a Secretaria de Saúde e 8,4 milhões para a Rede Mário Gate. Eu pedi uma pesquisa antes de vir aqui, nós fizemos um levantamento de abril de 24 para agora. Nós tivemos 6722 vítimas de acidente de trânsito, sendo que desses 64% são motociclistas. Jovens com lesões graves, com lesões com sequelas graves, que às vezes impede a atividade profissional. E o que que acontece? Esse pessoal chega uma média 3, 4, ciaos e impacta sobre as cirurgias eletivas. Nós como vereadores temos que lutar muito para ter projetos de lei, para diminuir a quantidade de acidentes, porque isso impacta de forma muito, muito importante os serviços de saúde. É um esforço amplo, na verdade não é tão simples assim. Nós temos que nos reunir e e juntamente e tentar buscar as melhores alternativas para melhorar cada vez mais a saúde aqui em Campinas. Os vereadores Wagner Romão e Paola Miguel, além de outros gestores da Secretaria de Saúde, acompanharam a audiência. A vereadora Fernanda Solto, também membro da comissão de saúde, fez vários questionamentos, principalmente quanto aos investimentos destinados para a área. A gente, infelizmente, vê que é um orçamento que, apesar de ser um dos maiores orçamentos do país, na saúde tem dependido cada vez mais das emendas. E eu não tô dizendo aqui que o estado e o governo federal não tem que ampliar sua a sua participação nesse orçamento. Precisa ampliar sua participação no orçamento, especialmente o governo do estado. A gente tá aqui com uma comissão de estudos pelo hospital metropolitano. Eu também avalio que existe sim um espaço de crescimento no investimento da saúde a partir dos recursos da Prefeitura Municipal de Saúde. Tá as duras penas mantendo o orçamento num número maior de atendimentos. Se é isso, a resposta é isso. É o ideal, não é ideal, mas nós temos outras secretarias para serem contempladas. Se Campinas hoje já tem eh tá gastando 77% que tá em Campinas, não dá para colocar mais. Não dá, não dá. O estado não passa dinheiro do SUS Paulista pros hospitais municipais. Qual é a lógica disso? Nenhuma. Acho que essa audiência pública foi espetacular. vários debates, pessoas, né, com com manifestações amplas, mas num debate rico e que a gente vai realmente crescer muito com essa audiência aqui.