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O tema central da Comissão Permanente de Relações Internacionais, presidida pela vereadora Paola Miguel, foi sobre as agressões econômicas que a Cuba vem sofrendo por parte dos Estados Unidos. Uma luta histórica marcada por embargo e conflito ideológico que se intensificou logo após a revolução de 1959. O vereador Gustavo Peta, que já participou de uma missão internacional de solidariedade à Cuba, falou sobre o impacto negativo que o país está vivendo, afetando serviços essenciais, como educação, saúde e alimentação, e reforçou a importância da união para o povo latino. Por isso que nós tomamos a iniciativa de organizar uma grande ajuda humanitária a Cuba. Aliás, Cuba é o país mais solidário no no que existiu no último período. É só a gente ver essa experiência que a vereadora Paula falou dos médicos cubanos, né? Cuba exporto, enquanto os Estados Unidos exporta guerra, exporta bomba, exporta intervenção de todos os tipos, exporta tarifaço econômico, exporta o que há de pior do ponto de vista dos valores. Cuba exporta o quê? pro conjunto do mundo, sempre exportou o quê? os valores mais solidários, ajudas humanitárias, médicos, saúde pública, iniciativas muito importantes que sempre ocorreram com a participação do governo cubano. Por isso, nós fizemos uma grande ação humanitária que envolveu 650 pessoas, 11 países, eh mais de 50 organizações. Nós conseguimos levar a Cuba mais de 2.000 toneladas de alimentos. de 30 a 50 toneladas compostas por alimentos e outros insumos, medicamentos, produtos de higiene, painéis solares e outros itens também. Então, foi uma uma grande ação humanitária que tinha como objetivo ajudar Cuba nesse momento difícil, mas ao mesmo tempo também chamar atenção do mundo sobre esse bloqueio eh criminoso que os Estados Unidos promove a Cuba nesse momento. Marcela Moreira, representante do coletivo de solidariedade à Cuba e aos povos em luta, falou das ações como ferramentas importantes para conscientizar as pessoas e mostrar que Cuba é referência de um país que construiu o seu próprio destino. Essas ações são desde eh cine debate, passando um filme cubano e fazendo debate eh por exemplo sobre a questão da saúde, sobre a questão da cultura. Eh, eh, eh, recebemos, por exemplo, eh uma representante de Cuba para falar sobre a questão da cultura, né, e a questão, por exemplo, do balé, que é um, a Cuba é uma referência, né, eh, parcerias com o serviço social para discutir, por exemplo, o novo código da família eh lá em Cuba. Então, eh, a lembrança, né, dos e heróis cubanos seja Fidel Castro, que esse ano faz 100 anos do nascimento, é, do Fidel, a lembrança do Tê, a lembrança do Camilo sem Fuegos, né? Então, eh, a gente sempre faz atividades, né, para lembrar e para fazer a disputa política ideológica, porque as pessoas conhecem Cuba por aquilo que se fala nos grandes meios de comunicação. E o que se fala nos grandes meios de comunicação são informações muito negativas. Outro ponto da discussão foi o papel do Cuba na rua, bloco de carnaval alternativo citado como uma importante frente da participação popular na luta por direitos. O bloco tá indo pro quinto ano, né? Eh, durante esses todos esses anos, nós desenvolvemos atividades de formação de ritmistas, trazemos o debate da América Latina e obviamente a solidariedade com Cuba, né? Eh, a partir do bloco, eh, nós começamos a participar de maneira mais intensa, né, do do coletivo José Marti, eh, conhecendo diversos eh tem aqui em Campinas, gente, mas tem diversos lugares do estado de São Paulo, do Brasil todo, tá? é uma rede organizada, né, que entende a importância de Cuba, eh, e, e promovendo o debate, né, na cidade, eh, dessas relações da da cultura, da cultura do carnaval, mas também com a política. Trouxemos um pouquinho da história de como esse embargo, né, e esse cerco econômico político, né, afeta de verdade a população de Cuba, como isso muitas vezes faz com que impeça que Cuba tenha acesso a itens básicos como medicamentos, petróleo, né, e que isso tá fazendo de fato uma grande crise, né, nessa ilha que é esse arquipélago de muita cobiça, já por outros países. a gente consegue fazer com que as pessoas entendam, né, porque que é importante a gente prestar solidariedade a Cuba. Cuba que já participou dos mais médicos, que teve médicos na cidade de Campinas, que foi um momento inclusive que a gente não tinha problema nos postos de saúde, de atendimento humanizado, de ter médico nos postos. Então esse é o momento da gente devolver essa solidariedade, principalmente propagar o que é a verdadeira Cuba e não essa que é muitas vezes que chega até a grande mídia, que é essas construções de fake news, né, ou então de só um lado da história. Nós temos condições eh de fazermos uma transformação radical, onde o povo esteja em primeiro lugar e Cuba nos prova isso eh todos os dias. Yeah.