Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
A Câmara de Campinas sediou a segunda reunião da Comissão Especial de Estudos para Avaliação e debate de políticas públicas e assistenciais voltadas ao portador de diabetes tipo 1. Conduzido pelo vereador Oto Alejandro, o encontro contou com a participação de médicos, nutricionistas e representantes da comunidade diabética da cidade. Essa ideia nossa de de criar essa comissão é a gente ganhar forças, porque aqui em Campinas não tem nenhum benefício que beneficia eh beneficie essas pessoas com diabetes tipo 1. Nós vimos que recentemente eh teve um PL que foi vetado pelo governo federal. Eh, nós compartilhamos muito, estamos cobrando todos os deputados para que vete eh quebre o veto do presidente. E e diante disso, nós tivemos eh nós protocolamos aqui na Câmara Municipal de Campinas eh dois projetos de lei, tá? Eh, o primeiro que autoriza o município de Campinas a conceder os os portadores de diabetes tipo 1, o sensor e medidor de glicose digital. já está em andamento, já está passando pela comissão de constituição e legalidade, depois vai ser vai passar pelas outras comissões. Também eu apresentei um projeto de lei que autoriza o poder executivo a criar o auxílio à mãe pâncreas para atender as crianças com diabetes tipo um no município de Campinas. Então também já está tramitando nessa casa. Então, a ideia é a desse, dessa comissão de estudos é a gente fazer esse estudo e apresentar o executivo em até 180 dias. Então, para isso, nós fizemos essa reunião hoje, para poder ouvir, debater e colocar tudo nesse nesse estudo e apresentar ao prefeito Dário. Durante a reunião foi apresentada uma análise populacional sobre o avanço da doença, prevenção e tratamento. No mundo todo, nós somos em quase 600 milhões de pessoas com diabetes. geral, todos os tipos de diabetes que depois as meninas que são mais técnicas educadoras de diabetes e profissionais vão falar, explicar e mostrar as diferenças entre eles e as diferenças de tratamentos. Mas o diabetes em si, ele compõe praticamente um país ou, vamos dizer, um continente em número de pessoas. E vale ressaltar que no Brasil só pelo número de diabetes, se fosse se o diabetes fosse considerado um país, seria o quarto maior no mundo, só no Brasil. E enquanto a gente começou a nossa reunião, dezenas de pessoas já morreram em função das complicações do diabetes. Porque o diabetes que não tem o seu controle adequado, sem ferramentas, sem instrução, sem educação em diabetes, ele mata mais do que a aides e o câncer juntos. A cada 6 segundos, uma pessoa morre no mundo por causa das complicações do diabetes. O médico endocrinologista Marcelo Miranda ressaltou a urgência de diagnósticos precoces e tratamento adequado para evitar complicações severas. A gente tem algumas referências, né, de como que se diagnostica, mas no caso do diabetes tipo um é bem claro, você tem uma série de sintomas, aqueles sintomas são muito típicos, né? E a criança vai estar com glicose no sangue acima de 200, 300, 500, né? Sendo que o normal seria menos que 100, né? Não vai nem precisar fazer alguns testes que que é o que você toma um líquido com açúcar no laboratório para confirmar. Nesses casos você nem precisa, fica tão evidente que vocês, essas referências aqui não são nem tão eh necessárias porque já extrapola absurdamente esses valores de diagnóstico. Acho que podemos passar, né? E agora, de qualquer forma, esses valores são importantes pra gente saber onde é que a gente deve chegar. O principal exame que a gente deve ficar atento é essa tal de hemoglobina glicada, tá lá, HBA1C, né? Mas ela tem esse nome mais complicado que a hemoglobina glicada, que é um exame que tem que fazer a cada 3 meses, que é uma nota que a gente dá pro paciente pra gente saber se ele tá sob controle ou se tá sobo, né? Então a gente tem que atingir menor que 7%. Para você ter uma ideia de como que isso é difícil, né? A maior parte das pessoas com diabetes tipo 1 tem hemoglobina glicada acima de 9%. Cada 1% que você coloca acima de sete, você tem um alto risco de ter todas as complicações do diabetes, de cegueira, de perder função renal, de ter complicação cardíaca, infarto. O estudo apresentado deve ser sistematizado pela comissão e encaminhado à prefeitura e à Secretaria Municipal de Saúde, com o objetivo de buscar formulação de políticas públicas mais eficazes para o atendimento de pessoas com diabetes tipo 1 na cidade de Campinas. Nós temos agora em agosto uma nova reunião eh junto com o pessoal da Secretaria de Saúde para poder pra gente falar das políticas públicas que já tem no município e a gente debater, porque ao final de 180 dias nós vamos apresentar esse estudo eh para o executivo. Вот.