A 17ª Audiência Pública promovida pela Comissão de Constituição e Legalidade discutiu projeto do executivo que altera artigos da Lei de 2007 que regulamenta a Orquestra Sinfônica de Campinas. Três pontos centrais sem impacto em custos: composição da banca de análise dos músicos aprovados em concurso (que antes dependia apenas do maestro e engessava o processo), redefinição de atribuições internas e remoção da exigência de registro na Ordem dos Músicos (já considerada inconstitucional pelo STF). O projeto agora segue para votação nas comissões.
O último concurso da Orquestra Sinfônica de Campinas, realizado em 2023 e 2024, expôs falhas na lei de 2007 que rege a orquestra, e a 17ª audiência pública da Comissão de Constituição e Legalidade discutiu o projeto do prefeito para corrigi-las. A proposta amplia a banca de avaliação dos músicos aprovados, hoje concentrada só no maestro, redefine atribuições internas e retira a exigência de registro na Ordem dos Músicos, já dispensada por decisão do STF. Sem impacto em custos, o texto segue agora para votação nas comissões.
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