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Presidida pela vereadora Mariana Conte, a Frente Parlamentar de Enfrentamento às Violências Relacionadas ao Trabalho, realizou uma reunião no primeiro semestre de 2025. No único encontro, o tema debatido pelo grupo de trabalho foi defender quem trabalha, o assédio como método de gestão e adoecimento. A frente parlamentar, nós temos chegado a uma conclusão de que as violências relacionadas ao trabalho não é apenas uma questão de relação interpessoal. mas diz respeito à organização. É uma, é um método, é a violência como método de gestão. Isso principalmente para dar conta dessa normativa que a gente tem cada vez mais, que é a redução do quadro de funcionários para fazer trabalhos cada vez mais diversos, cada vez mais complexos, cada vez com uma multiplicidade. Então, hoje as pessoas exercem diferentes trabalhos, diferentes formas e com um quadro de funcionários cada vez menor. E a gente vê que em mesma forma os métodos de desse assédio, ele vai se diversificando. Hoje é muito comum, por exemplo, que o trabalhador esteja o tempo todo respondendo WhatsApp, né? Então é quase como uma situação em que você tá sempre trabalhando, que o trabalho nunca acessa e nunca para. E isso tem levado ao processo de adoecimento. Por isso que nós temos discutido o assédio como um método de gestão e isso tem a ver com as mudanças no mundo do trabalho, com aumento a sobrecarga, com o aumento da jornada de trabalho. Então, a Frente Parlamentar, nós temos participado das mobilizações, das lutas e das e das discussões sobre o fim da escala 6 por1, o que é fundamental, porque essa a escala 6 por1 é uma escala adoecedora e que o adoecimento, na verdade, leva muitas vezes a pessoa que tá sobrecarregada, estressado, adoecido, ela tende a despejar nas outras pessoas também, né? Então, na verdade, é um é um problema que vai alimentando o outro. Para complementar os trabalhos da Frente Parlamentar, a vereadora também realizou uma audiência pública. Nós realizamos uma audiência no sindicato dos metalúrgicos com a presença do professor Jorge Luiz Solto Maior, que é desembargador aposentado de justiça, professor da USP. Nós falamos sobre isso. Teve a presença do Ministério Público, teve a presença do movimento do pelo fim da escala 61 e também da Letícia Chagas que é do movimento das pretas que é o mandato estadual coletivo. Nós fizemos a discussão, vamos participar dos eventos do plebiscito da escala 6x1 e vamos realizar oficinas agora com os sindicatos, com os conselhos para formar as pessoas estão elaborando estratégias de como enfrentar esse método organizacional, que na minha opinião é a única forma de enfrentar isso é a gente ficou dando ferramentas de compreensão pros trabalhadores. Os trabalhadores t que ter ferramentas de compreensão para que eles possam resistir e organizar coletivamente contra esse método violento, adoecedor de gestão no trabalho. Yeah.